HOSPITAIS REGIONAIS
O secretário de Estado da Saúde, Fábio Baccheretti, disse em entrevista à Rádio Itatiaia, nesta semana, que o Governo de Minas não tem condições de assumir a gestão de nenhum dos seis hospitais regionais que está construindo. Segundo Baccheretti, os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal não permitem que o Estado realize novas contratações, uma vez que esse número estaria no limite. Assim, os hospitais deverão ter suas administrações terceirizadas, com apoio financeiro do Governo de Minas.
HOSPITAIS REGIONAIS II
Prometidos pelo governador Romeu Zema durante sua campanha à reeleição, em 2022, os seis hospitais regionais estão previstos para as cidades de Divinópolis, Teófilo Otoni, Governador Valadares, Sete Lagoas, Conselheiro Lafaiete e Juiz de Fora. Segundo o governo, as obras estarão concluídas até o fim de 2026. Montes Claros está fora da lista. A parte mais fácil na construção de um hospital público é a obra física, pois é possível prever o investimento em infraestrutura. Contudo, equipá-lo com todo o parque tecnológico necessário, prover insumos, contratar profissionais médicos de diversas especialidades, além da equipe de enfermagem e outros profissionais de saúde, e definir o modelo de administração é a etapa mais complexa, que deveria estar definida antes do início das obras.
RETROCESSOS AMBIENTAIS
Está acontecendo um ataque jamais visto aos órgãos de fiscalização ambiental, em todos os níveis, no Brasil. Um ataque, diga-se, suprapartidário. Em nome do imediatismo, estão se esquecendo do futuro. Vivemos um tempo de mudanças climáticas, com um desastre ambiental atrás do outro, num ritmo cada vez mais rápido e com tendência lógica de piora, mas esse cálculo não está sendo feito por quem busca todo o lucro possível hoje, esquecendo-se de que ele pode inviabilizar a vida amanhã. É lógico que os excessos regulatórios não podem ser tolerados e que é preciso haver espaço para o desenvolvimento sustentável; contudo, a intenção tem sido promover um “libera geral”, um “vale tudo” que certamente causará, mais do que já está causando, enorme prejuízo para as futuras gerações. Voltaremos ao assunto com mais detalhes.
RUA RAUL CORREA
Mais uma vez, a rua que representa o maior desrespeito às leis de trânsito e à convivência humana em Montes Claros — a Raul Correa, que começa no Cândida Câmara e vai até o bairro Augusta Mota, passando pelos bairros Funcionários e Sagrada Família — foi tema de discurso na reunião da Câmara Municipal. O vereador Sóter Magno (PSD) fez requerimento solicitando a instalação de um semáforo no cruzamento da Raul Correa com a Aimorés. A vereadora Maria Helena Lopes (MDB) já havia feito requerimento anteriormente, solicitando semáforo no cruzamento com a Francisco Versiani Ataíde.
RUA RAUL CORREA II
O vereador Claudim (Cidadania) promoveu audiência pública para tratar dos bares que, não contentes em utilizar toda a calçada para mesas, agora ocupam também a área destinada ao estacionamento de veículos, no asfalto. E tudo isso ocorre sem a menor punição, já que são problemas que persistem há alguns anos. Há várias outras questões que já mencionamos na coluna e que não precisam ser repetidas. A Prefeitura precisa se mover. É uma vergonha a Raul Correa estar como está. Sugiro que fiscalizações sejam feitas no local nos horários de pico e à noite, quando os bares estão funcionando.
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