NEM PORTA-VOZ
O vereador Marcos Nem (Podemos), o mais longevo da Câmara Municipal de Montes Claros ao lado de Raimundo do INSS (PDT), foi escolhido pelo prefeito Guilherme Guimarães (União Brasil) como seu porta-voz no Legislativo. Além da experiência, pesa a seu favor sua reconhecida capacidade de articulação – qualidade que se consolidou ao longo dos mandatos e durante sua gestão como presidente da Câmara. O ex-vereador Antônio Silveira, em conversa franca comigo, afirmou sem hesitação: “Marcos Nem, entra mandato, sai mandato, é o vereador mais querido entre os vereadores. Ele sabe defender os colegas e ganha pontos com isso.”
NEM PORTA-VOZ II
Como porta-voz do prefeito, Marcos Nem amplia sua influência na administração municipal e, ao mesmo tempo, pavimenta o caminho para disputar a Presidência da Câmara em 2027. Mesmo com tanta antecedência, já desponta como favorito. Em todas as eleições internas do Legislativo, seu nome é especulado para a presidência, e desta vez, com sua nova posição, sua candidatura se fortalece ainda mais. Anote este comentário, printe ou salve – e me cobre no futuro.
NOVO PRESIDENTE
Em uma solenidade prestigiada, o ex-deputado estadual Durval Ângelo assumiu a presidência do Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCE). Figura influente no PT mineiro, Durval hoje se mantém afastado formalmente da política partidária devido às exigências do cargo. Seu filho, Miguel Ângelo, é deputado federal pelo PT, e ele também foi peça-chave na eleição do ex-prefeito de Carbonita, Marquinhos Lemos, como deputado estadual.
DESTINO DOS SENADORES
Os três senadores mineiros ainda avaliam seus rumos para as eleições de 2026. Cleitinho, cujo mandato vai até 2030, deve concorrer ao Governo de Minas. A dúvida reside no partido: seguirá no Republicanos ou migrará para o PL, onde poderia se alinhar mais fortemente ao bolsonarismo? Uma ida para o Novo está praticamente descartada, já que o partido tem o vice-governador Mateus Simões como seu pré-candidato ao governo.
DESTINO DOS SENADORES II
Carlos Viana (Podemos) trabalha nos bastidores para se candidatar à reeleição. Tem intensificado agendas pelo interior do estado e restabelecido laços com prefeitos e lideranças. No entanto, sua permanência no Podemos é incerta, já que o partido em Minas é comandado por Marcelo Aro, secretário de Estado de Governo e filiado ao PP. Como em 2026 estarão em jogo duas vagas no Senado, Aro pretende disputar uma delas, o que torna improvável que o Podemos lance uma chapa “pão com pão”. A articulação com outro grupo político será essencial.
DESTINO DOS SENADORES III
Rodrigo Pacheco (PSD) é o nome mais forte da oposição a Zema para disputar o Governo de Minas em 2026. Cotado para assumir um ministério na reforma ministerial que o presidente Lula promoverá ainda no primeiro semestre, Pacheco teria o apoio da Federação PT-PCdoB-PV e, pela sua influência no Congresso, poderia atrair outras legendas do Centrão. Caso não entre na disputa estadual, o senador – que antes da política era um advogado renomado – pode ser indicado por Lula para um tribunal superior, como o TCU ou o STJ.
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