DECEMBER 9, 2022

Fonte da coluna garante que está praticamente batido o martelo sobre o show que a Prefeitura de Montes Claros vai promover no dia 3 de julho, no Parque de Exposições, com portões abertos, nas comemorações do aniversário da cidade (…)

Foto: Divulgação

HENRY FREITAS

Fonte da coluna garante que está praticamente batido o martelo sobre o show que a Prefeitura de Montes Claros vai promover no dia 3 de julho, no Parque de Exposições, com portões abertos, nas comemorações do aniversário da cidade.

O cantor Henry Freitas seria a atração escolhida. Ele já teve duas músicas entre as mais tocadas do Spotify em 2025, mas confesso que desconheço totalmente quem é. Resta saber se a população sabe quem é o artista e se vai aprovar a contratação.

PACHECO FORA

Mais um capítulo da novela Rodrigo Pacheco. Após a rejeição do nome de Jorge Messias para uma vaga de ministro do STF, a pré-candidatura do senador Rodrigo Pacheco (PSB) parece ter subido ao telhado.

Além do desânimo do próprio senador, muitos aliados do presidente Lula, que seria o principal fiador de sua campanha, têm dúvidas sobre qual teria sido o comportamento de Pacheco no Senado no caso Messias.

A imprensa de Belo Horizonte noticiou, inclusive, que Rodrigo Pacheco teria dito a aliados que desistiu não só de disputar o Governo de Minas, como também de tentar ser ministro do STF.

Vale lembrar que ele queria a vaga antes de Lula indicar Messias. A não indicação de Pacheco provocou o rompimento do presidente da República com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil).

KALIL DENTRO

Com a iminente saída de Rodrigo Pacheco do páreo, quem se articula para receber, mais uma vez, o apoio de Lula e do PT na campanha para o Governo de Minas é o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT).

Kalil já se resolveu com parte do palanque de Lula em Minas, formado pela Federação Rede-PSOL, que defende abertamente o apoio ao seu nome. Falta agora que ele se sente com os dirigentes petistas mineiros para curar as feridas que estão abertas desde as eleições de 2022 e, principalmente, as de 2024 para prefeito de BH, quando ele apoiou o bolsonarista Mauro Tramonte (Republicanos), dirigente da Igreja Universal do Reino de Deus.

JARBAS DE OLHO

Uma eventual não candidatura de Rodrigo Pacheco, somada a um não entendimento com Kalil, pode fazer com que o candidato a governador de Minas com apoio de Lula seja o ex-procurador-geral de Justiça do Estado, Jarbas Soares, que deixou o Ministério Público e se filiou ao PSB para ser candidato este ano.

Jarbas, como já escrevi aqui antes, tem um grande argumento em seu favor: o de que a maioria das obras do Governo de Minas desde Zema foi ou está sendo executada com recursos dos acordos feitos com as empresas responsáveis pelos crimes ambientais de Mariana e Brumadinho, mediados por ele à frente do MPMG.

É o caso, por exemplo, das pontes sobre o Rio São Francisco que estão sendo executadas no Norte de Minas. Ele ainda pode alegar que os recursos estão disponíveis há alguns anos e que algumas das obras que deveriam ser feitas com eles sequer saíram do papel.

CANDIDATO AO CENTRO

Pacheco, Kalil ou Jarbas, fato é que o PT busca um candidato de centro para apoiar em Minas Gerais. Entende que esse é o melhor caminho para o partido ter um bom desempenho no estado e garantir um bom palanque para a campanha à reeleição de Lula.

A última pesquisa Quaest mostra que, a despeito da folgada liderança do senador Cleitinho (Republicanos), a intenção de votos somada de Kalil, que foi o candidato de Lula em 2022, e Pacheco, o nome mais falado entre os lulistas para 2026, gera uma candidatura muito competitiva ao Governo do Estado.

Num estado marcado pela polarização total do Brasil, é pouco provável que, no frigir dos ovos, esses votos não se concentrem em um único candidato quando a política esquentar.

DERROTA FRAGOROSA

Lula sofreu uma derrota histórica e fragorosa no episódio da indicação de Jorge Messias a uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Derrota que evidencia o fim do pacto republicano previsto na Constituição de 1988 e mostra o atropelo de competências entre poderes no Brasil.

Porém, ela poderia ter sido evitada se, em vez de, mais uma vez, indicar um escudeiro fiel para o Supremo, mesmo que com notório saber jurídico, Messias é graduado, mestre e doutor em Direito por universidades federais, além de servidor de carreira da AGU, optasse, por exemplo, por uma jurista negra.

Dificilmente o nome seria vetado pelo consórcio Centrão-extrema-direita que domina o Congresso, já que a pressão das ruas e da opinião pública não deixaria. Sobrou confiança e faltou estratégia, nesse caso, ao político mais habilidoso da história brasileira, o único que venceu três eleições presidenciais no voto popular e foi protagonista máximo de outras duas, as de Dilma Rousseff.

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Henry Freitas deve ser o show do aniversário da cidade em 3 de julho

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