As contratações do Banco do Nordeste em Minas Gerais superaram R$ 1 bilhão no acumulado do ano até abril. O valor está distribuído em mais de 90 mil operações e se divide em R$ 761,3 milhões em recursos de longo prazo e R$ R$ 259,2 milhões em créditos de curto prazo.
O Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), principal fonte de recursos da instituição, é responsável por R$ 777,8 milhões injetados na economia do estado. O setor que mais obteve recursos do fundo nos quatro primeiros meses de 2025 é a pecuária, com o montante de R$ 230,1 milhões.
O superintendente estadual do Banco do Nordeste em Minas Gerais, Wesley Maciel, destaca que a dotação da instituição para Minas Gerais no ano apenas com o Fundo Constitucional é de R$ 2,6 bilhões. “Temos recursos disponíveis para quem quer empreender em qualquer atividade produtiva na nossa região de atuação, com as melhores condições do mercado. Juntos podemos transformar realidades de pessoas, empresas e municípios”, afirma.
Distribuição
Após a pecuária, o setor que mais contratou recursos do Fundo Constitucional em 2025 é o de comércio e serviços: R$ 185,0 milhões. Em terceiro lugar, vêm os projetos de infraestrutura, com R$ 170,7 milhões. A agricultura recebeu R$ 157,1 milhões. Na sequência estão os contratos com indústria (R$ 19,7 milhões), turismo (R$ 5,7 milhões), pessoa física (R$ 5,4 milhões) e agroindústria (R$ 4,0 milhões).
Microcrédito
Os programas de microcrédito do Banco do Nordeste são responsáveis por R$ 456,1 milhões aplicados até abril. O Crediamigo, que atende microempreendedores urbanos, desembolsou R$ 244,2 milhões, enquanto o Agroamigo soma R$ 211,9 milhões em operações com o público rural.
Minas Gerais
O Banco do Nordeste atua em 249 municípios mineiros, que integram a área da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). A instituição mantém 24 agências abertas à população do estado, três delas inauguradas em 2025, em Mantena, Inhapim e Guanhães, no Vale do Rio Doce.
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