PONTOS DE APOIO
A Prefeitura de Montes Claros poderia providenciar, como a Prefeitura de Francisco Sá está fazendo, pontos de apoio ao longo da cidade para motoristas e motociclistas de aplicativos como Uber e iFood. É muito grande a quantidade de montes-clarenses que trabalham nessas plataformas e, em meio às corridas, eles não têm um lugar para encostar, descansar, fazer um café, ir ao banheiro etc., enquanto esperam a próxima chamada. Já que essa é uma realidade dos novos tempos, é fundamental que a cidade se adapte a ela. A Prefeitura poderia construir os pontos e entregar a gestão a uma associação ou cooperativa de motoristas e motociclistas de aplicativo.
APLICATIVO PRÓPRIO
Outra iniciativa que a Prefeitura de Montes Claros tem plenas condições de apoiar, dado o seu orçamento, é a implantação — com ampla divulgação, para que a população possa efetivamente utilizar — de um aplicativo próprio, tanto para transporte de passageiros como para entregas, visando a garantir que motoristas e motociclistas fiquem com um valor maior do que o que atualmente recebem pelos serviços prestados. Essas plataformas multinacionais costumam cobrar de 25% a 40% do faturamento desses profissionais para que eles trabalhem para elas.
APLICATIVO PRÓPRIO II
Com apoio da Prefeitura local, em Araraquara, no estado de São Paulo, foi criado um app municipal que repassa 95% do valor das corridas diretamente aos motoristas conveniados, ficando 5% para as taxas de administração do aplicativo, já que, diferentemente das big techs, as cooperativas não visam ao lucro.
Ah, mas os motoristas não poderiam se organizar sozinhos? Sim, mas após a Prefeitura viabilizar os investimentos necessários, que podem ser feitos até com emendas parlamentares — atualmente disponíveis em valores jamais vistos na história da República.
CAOS NA AVENIDA MINAS GERAIS
Em suas redes sociais, o primeiro suplente de vereador Carlos Henrique (PT) denuncia a situação de caos em que se encontra a Avenida Minas Gerais, que liga as avenidas Sidney Chaves e Osmane Barbosa, entre os bairros Floresta e JK. A reclamação dele é de que, a todo momento, precisam ser refeitos os serviços de asfaltamento, já que a pavimentação, segundo o líder comunitário, não teria resistência nem durabilidade. De fato, nos últimos meses, essa avenida teve que ser interditada várias vezes para que buracos fossem tampados ou o asfalto refeito.
CAOS NA AVENIDA MINAS GERAIS II
É preciso que a Prefeitura identifique qual é o problema estrutural da Avenida Minas Gerais e troque o paliativo pelo definitivo, até por uma questão de economia. Vale lembrar que, recentemente, a avenida ficou quase um ano bloqueada durante a obra de alargamento de uma de suas pontes, provocando muitos transtornos para os moradores da região — embora a obra fosse muito necessária. Agora, os motivos das paralisações são os constantes buracos que inviabilizam o trânsito no local. Na opinião de Carlos Henrique: “Se a Avenida Minas Gerais ficasse em uma região considerada mais nobre do ponto de vista econômico, o problema já estaria resolvido”.
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