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	<title>Valmyr de Oliveira &#8211; Revista Tempo</title>
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		<title>Festa do Pequi: Instrumentista e compositor Valmyr de Oliveira retorna a Montes Claros em show especial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2023 12:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[30ª Festa Nacional do Pequi, que acontece entre os dias 24 e 26 de novembro, em Montes Claros.]]></description>
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<p style="font-weight: 400;">“Falo da vida a pulsar”. Este pequeno trecho é um resumo da obra do instrumentista e compositor Valmyr de Oliveira que estará presente durante seu show na 30ª Festa Nacional do Pequi, que acontece entre os dias 24 e 26 de novembro, em Montes Claros. Batizado de “Trilhas do Tempo”, o espetáculo, que tem a produção artística do Formigueiro Cultural, será uma síntese dos discos solos de Valmyr (Brilho de Saudade e Trejeito), onde o artista celebra suas raízes regionais, as amizades e os tempos de infância.</p>
<p style="font-weight: 400;">“No repertório dos dois discos gravo Tino Gomes, Zé Arlen, Tico Lopes, Sérgio Ferreira, Rita Maciel, Georgino Júnior, entre tantas outras pessoas, amizades de grande riqueza artística, que tive a oportunidade de conviver durante os anos que morei em Montes Claros. Nesse show vou celebrar o pulsar da vida e a volta à infância”, pontua o artista.</p>
<p style="font-weight: 400;">Com forte influência da cultura mineira em suas composições e arranjos, mais especificamente das raízes construídas, vivenciadas e experimentadas na cultura regional do Norte do estado, Valmyr de Oliveira tem na marca dos seus trabalhos uma sonoridade cativante, que vai brincando com nossos ouvidos a cada nota. Como é o caso da canção “Catopelando”, uma saudação aos tambores, ao divino e ao povo que constrói dia a dia a tradição regional.</p>
<p style="font-weight: 400;">Com tantas influências marcantes na sua trajetória, voltar ao Norte de Minas para se apresentar é motivo de orgulho para o artista, que celebra a força cultural da região. “Quando recebi o convite fiquei surpreso e ao mesmo tempo envaidecido. É com grande alegria que volto a Montes Claros para mostrar meu trabalho. A cidade é eminentemente cultural, é uma escola de influências e confluências, uma das mais importantes. E essa cultura tem voz própria, corpo próprio. E eventos como a Festa do Pequi, neste trabalho feito pela secretaria de Cultura, buscando artistas da terra e mesclando com quem vem de fora, é importante para reforçar essa força cultural”, pontua Valmyr de Oliveira.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Sobre o show</strong></span></p>
<p style="font-weight: 400;">O show “Trilhas do Tempo” acontecerá no dia 24/11, às 22h, na Praça da Matriz, no Centro de Montes Claros, com entrada gratuita. Na apresentação, Valmyr de Oliveira será acompanhado pelo percursionista Tico Lopes e o grupo montes-clarense Pequi Trio, formado por Marcelo Andrade (sax), Marco Neves (bateria), Thomas Fernandes (baixo) e André Marques (tecladista).</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #ff0000;"><strong>Valmyr de Oliveira</strong></span></p>
<p style="font-weight: 400;">Natural de Buenópolis, Valmyr de Oliveira mudou-se aos 11 anos de idade (em 1971) para Montes Claros, onde conviveu, desde muito cedo, com a forte influência folclórica regional. Iniciou seus estudos em música em 1972, no Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernandez. Anos mais tarde graduou-se bacharel em violão clássico; fez licenciatura em música e pós-graduação em educação musical no Conservatório Brasileiro de Música. É mestre em Educação Musical pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), cidade onde fixou residência a partir de 1993.</p>
<p style="font-weight: 400;">Artisticamente atua como violonista, compositor, arranjador e produtor artístico musical. Participou como músico instrumentista e cantor do Grupo Folclórico Banzé e integrou o Grupo Instrumental Marina Silva. No teatro, participou das peças “A Ver Estrelas” e “Uma Noite de Lua”, de autoria de João Falcão, como instrumentista; “Lisbela e o Prisioneiro”, dirigida por Guel Arraes, como arranjador; e do musical “Um Lugar Chamado Recanto”, escrito e dirigido por Frederico Mayrink, como instrumentista. Compôs, em parceria com Gabriel Machado, a trilha original da peça “Não se brinca com o amor”, autoria de Alfred de Musset.</p>
<p style="font-weight: 400;">Tem dois CDs solo: “Brilho de Saudade” (1996), que obteve indicação para o Prêmio Sharp, e “Trejeito”, em que vive a experiência de cantar, compor, arranjar e produzir. Dentre outros trabalhos, participou dos grupos Terno de São Benedito, Trio.Br e Seresta Carioca. Em 1996, ao lado de Paulo Pedrassoli e Ricardo Filipo, funda a Camerata de Violões, sendo até hoje integrante do grupo.</p>
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