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	<title>Saúde &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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	<title>Saúde &#8211; Revista Tempo</title>
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		<title>Sífilis continua em ritmo acelerado de crescimento no país</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/12/18/sifilis-continua-em-ritmo-acelerado-de-crescimento-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 10:02:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Febrasgo]]></category>
		<category><![CDATA[gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[Sífilis]]></category>
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					<description><![CDATA[Situação é mais grave entre mulheres jovens e gestantes, diz médica

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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Dados do Ministério da Saúde, divulgados em outubro deste ano, mostram que a sífilis continua em ritmo acelerado de crescimento no Brasil, acompanhando uma tendência mundial. A situação é mais grave entre as gestantes: entre 2005 e junho de 2025, o país registrou 810.246 casos de sífilis em gestantes, com 45,7% dos diagnósticos na Região Sudeste, 21,1% no Nordeste, 14,4% no Sul, 10,2% no Norte e 8,6% no Centro-Oeste.</p>
<p>A taxa nacional de detecção alcançou 35,4 casos por mil nascidos vivos em 2024, o que revela o avanço da transmissão vertical, quando a infecção passa da mãe para o bebê.</p>
<p>Segundo a ginecologista Helaine Maria Besteti Pires Mayer Milanez, membro da Comissão Nacional Especializada em Doenças Infectocontagiosas da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a luta para controlar os números da sífilis congênita se estende desde a década de 1980.</p>
<p>“Na realidade, sempre tivemos problema com a questão da sífilis no Brasil. Ainda não conseguimos encarar a redução dessas cifras há muitos anos”, disse à Agência Brasil.</p>
<p>Apesar de ser uma doença mais fácil de diagnosticar, rastrear e barato de tratar, em relação ao HIV, por exemplo, ainda não conseguimos o enfrentamento adequado para a redução significativa entre as mulheres jovens e também em fetos recém-nascidos.</p>
<p>&#8220;Então, temos um problema sério no Brasil, tanto com relação à população adulta jovem e,  consequentemente, na população em idade reprodutiva, e daí o aumento na transmissão vertical.&#8221; Para a médica, a sífilis é um desafio que ainda não conseguiu resultados positivos, diferentemente do que foi conseguido em relação ao HIV.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Subdiagnóstico</span></strong></p>
<p>Helaine apontou que, “infelizmente”, a população da área da saúde subdiagnostica a infecção. O exame que se realiza para fazer a identificação da sífilis através do sangue é o VDRL (do inglês Venereal Disease Research Laboratory), teste não treponêmico, mais usado no Brasil.</p>
<p>Ele não é específico do treponema, mas tem a vantagem de indicar a infecção e acompanhar a resposta ao tratamento. Outro teste é o treponêmico, que fica positivo e nunca mais negativo.</p>
<p>A ginecologista explicou que o que tem acontecido, na prática, é o profissional da saúde ao ver o exame treponêmico positivo e o não treponêmico negativo, assumir que aquilo é uma cicatriz e não precisa tratar.</p>
<p>“Esse é o grande erro. A maioria das grávidas estará com um teste não treponêmico ou positivo ou com título baixo. Aí, ela mantém o ciclo de infecção que infecta o parceiro sexual e seu feto dentro do útero”. A interpretação inadequada da sorologia do pré-natal tem sido um problema, segundo a médica.</p>
<p>Outro  problema é o não tratamento da parceria sexual.</p>
<p>“Muitas vezes, os parceiros ou são inadequadamente tratados ou não tratados,  e aí as bacatérias continuam circulando na gestante e no parceiro que não foi tratado e ele reinfecta a mulher grávida e, novamente, ela tem risco de infectar a criança.”</p>
<p>O não diagnóstico adequado, a não valorização da sorologia no pré-natal acabam levando ao desfecho de uma criança com sífilis congênita.</p>
<p>A Febrasgo promove cursos de prevenção e tratamento das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) aos profissionais de saúde, além de produzir vários materiais técnicos de esclarecimento da população de médicos para que abordem de modo adequado as pacientes.</p>
<p>Helaine Martinez participa ainda do grupo de transmissão vertical do Ministério da Saúde, que tem, há muitos anos, protocolo clínico e diretrizes terapêuticas da transmissão vertical de sífilis, HIV e hepatites virais. O material está disponível <em>online</em> para qualquer pessoa que queira acessá-lo.</p>
<p>“A gente fala que não é falta de informação. Mas precisa aplicar e estudar para ter o conhecimento adequado. Hoje a ocorrência de sífilis congênita é um dos melhores marcadores da atenção pré-natal”.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Infectados</strong></span></p>
<p>A população que mais infecta agora por sífilis e HIV no Brasil é a situada entre 15 e 25 anos e também a terceira idade. “A população jove, porque caiu o medo em relação às infecções sexualmente transmissíveis, e acabou abandonando os métodos de barreir. Quanto ao HIV, não existe mais aquele terror, porque é uma doença crônica tratável. Isso fez com que os adultos jovens baixassem a guarda na prevenção das infecções sexualmente transmissíveis”.</p>
<p>Já a terceira idade, com o consequente aumento da vida sexual ativa, com uso de remédios como o Viagra, que melhora a performance sexual dos homens mais velhos, e a falta do receio, porque não tem o risco de gravidez, contribui para o abandono dos métodos de barreira.</p>
<p>Um problema sério no Brasil é que a maioria das mulheres grávidas, mais de 80%, não tem sintoma da doença durante a gestação. Elas têm a forma assintomática, chamada forma latente. Com isso, se o exame não for interpretado da maneira adequada, a doença não será tratada e ela vai evoluir para a criança infectada.</p>
<p>Helaine Martinez afirmou que o homem também tem grande prevalência da doença assintomática atualmente. A partir do momento em que o indivíduo entra em contato com o treponema, ele desenvolve uma úlcera genital, que pode também ser na cavidade oral. Aí, esse cancro, na maior parte das vezes, aparece no órgão genital externo, na coroa do pênis. Já na mulher, a lesão fica escondida no fundo da vagina ou no colo do útero. Não é comum ela ficar na vulva. Portanto, ela passa despercebida para a mulher.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Riscos</span></strong></p>
<p>O que acaba acontecendo é que no homem, mesmo sem tratar a sífilis, a lesão desaparece. Se ele não tiver agilidade e buscar atendimento, a lesão pode desaparecer, ele acaba não sendo tratado e acumula alto risco de transmitir para sua parceira sexual.</p>
<p>Tanto a lesão da parte primária, que é o cancro, desaparece sem tratamento. Pode aparecer uma vermelhidão no corpo todo que também desaparece mesmo sem tratamento. O grande problema da sífilis é que a doença tem um marcador clínico de lesão na fase primária e secundária, mas a parte latente é assintomática e, mesmo nessa fase, o homem transmite a doença. A maioria desses homens não tem sintoma e, se não fizerem exame, não são identificados, indicou a especialista.</p>
<p>O único método que identifica o paciente é raspar a lesão e fazer a pesquisa do treponema porque, na fase inicial, os exames laboratoriais do sangue do paciente podem ser negativos. Mas eles positivam em média em duas ou três semanas.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Carnaval</span></strong></p>
<p>A ginecologista afirmou que com a proximidade das festas carnavalescas, o contágio por sífilis é uma ameaça constante, porque as práticas sexuais com proteção nem sempre são utilizadas nessa época do ano.</p>
<p>“O abandono dos métodos de barreira tem feito crescer, infelizmente, as infecções sexualmente transmissíveis”.</p>
<p>Ela lembrou que, atualmente, já existe um recurso para o HIV, que é a PrEP (Profilaxia Pré-Exposição). Trata-se de um medicamento antirretroviral tomado por pessoas sem HIV 24 horas antes de a pessoa se expor a uma relação de risco, para prevenir a infecção. O medicamento reduz o risco em mais de 90% quando usado corretamente, através de comprimidos diários ou injeções, sendo ideal para populações-chave em maior risco e disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil.</p>
<p>Sem tratamento, a infecção pode evoluir para a fase secundária, caracterizada por um exantema difuso (manchas na pele), que atinge inclusive as palmas das mãos e as plantas dos pés. A doença também pode provocar alopecia em “caminho de rato” e condiloma plano (lesão genital).</p>
<p>“A fase secundária apresenta grande quantidade de treponemas circulantes (altos níveis da bactéria no sangue). Em gestantes, a chance de acometimento fetal chega a 100% quando a gestante apresenta a sífilis recente, o que torna o diagnóstico e o tratamento ainda mais urgentes”, destacou a médica.</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>PPGCS impulsiona processo de internacionalização da Unimontes com pós-graduandos no exterior</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/12/12/ppgcs-impulsiona-processo-de-internacionalizacao-da-unimontes-com-pos-graduandos-no-exterior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bia Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 17:54:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[internacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade estudantil]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Unimontes]]></category>
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					<description><![CDATA[Estiveram presentes cerca de 250 pessoas entre representantes de instituições de ensino superior membros da RACS, graduandos e pós-graduandos, profissionais de saúde e pesquisadores (investigadores) nas Ciências da Saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS) da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) mantém pós-graduandos no exterior: duas doutorandas em Portugal e um doutorando na Espanha. A iniciativa faz parte do processo de internacionalização da universidade.</p>
<p>A professora Cristina Sampaio, que integra o Departamento de Saúde Mental e Saúde Coletiva e o PPGCS, na Unimontes, e a Câmara Especial de Avaliação de Projetos de Políticas Públicas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), destaca a atuação de discentes e docentes em centros de excelência fora do país, além de premiações em eventos internacionais no âmbito do PPGCS, que “consolida sua posição como um dos principais motores da internacionalização da Unimontes”.</p>
<p>Ela pontua que o PPGCS amplia significativamente sua presença no cenário internacional, “a partir de ações estruturadas e resultados expressivos em mobilidade acadêmica, cooperação científica e divulgação de pesquisas”.</p>
<p>Atualmente, o PPGCS possui três discentes no Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE), com apoio das principais agências de fomento do país: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Inseridos em universidades e centros de pesquisa reconhecidos mundialmente, “esses estudantes desenvolvem parte de suas investigações em ambientes internacionais, ampliando redes de colaboração e trazendo novas perspectivas metodológicas e científicas para o programa”, enfatiza Cristina Sampaio.</p>
<p>A professora, no entanto, aponta que, “além da mobilidade discente, o corpo docente também vivencia um momento de intensa inserção global”. Caso do professor que orienta alunos colombianos que realizam suas pesquisas no Brasil; de duas professoras que fazem estágio pós-doutoral na Espanha; e de outros três professores que apresentaram trabalhos em congressos na Argentina, Portugal e Itália &#8211; ações que fortalecem parcerias internacionais e desenvolvem projetos conjuntos com grupos de pesquisa de referência. Outra docente, colaboradora do PPGCS, conforme Cristina Sampaio, retornou recentemente ao Brasil após concluir estágio pós-doutoral fora do país, financiado pela Fapemig. Trata-se de ações, segundo ela, que multiplicam oportunidades de internacionalização dentro da Unimontes, via novos projetos, intercâmbios e cooperações institucionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A internacionalização do PPGCS também se expressa na participação ativa de seus pós-graduandos em eventos científicos internacionais. Nos últimos meses, salienta Cristina Sampaio, estudantes apresentaram resultados de pesquisa em congressos realizados no Chile, Portugal e Itália, “ampliando a visibilidade do trabalho desenvolvido no programa e fortalecendo sua inserção nos debates globais da área da saúde”. O que rendeu, inclusive, premiações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Doutorandos</strong></h4>
<p>A doutoranda Tatiane Palmeira Eleutério, mestre e doutoranda em Ciências da Saúde, com pesquisa sobre Saúde Pública – Obesidade, é um exemplo. Ela participou, de 26 a 29 de novembro último, da 7.ª Reunião Internacional da Rede Acadêmica das Ciências da Saúde da Lusofonia (RACS), que trouxe o tema “Desafios em Saúde na Lusofonia”. As atividades ocorreram na Faculdade de Medicina da cidade do Porto, Portugal. Estiveram presentes cerca de 250 pessoas entre representantes de instituições de ensino superior membros da RACS, graduandos e pós-graduandos, profissionais de saúde e pesquisadores (investigadores) nas Ciências da Saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tatiane Eleutério, que segue os estudos em Portugal até 2026, na Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (CESPU), faz parte do PDSE. Os professores que a acompanham são Sara Lima (supervisão em Portugal), Andréa Martins (orientação no PPGCS) e Érika Reis (coorientação na Universidade Federal de Ouro Preto – UFOP).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já Mônica Thaís Soares Macedo, mestre e doutoranda pelo PPGCS na Universidade de Trás-os Montes e Alto Douro (UTAD), atua no Laboratório de Biomecânica, Composição Corporal e Saúde (LaB2Health), situado na cidade de Vila Real, Portugal. Entre as atividades que realiza no país europeu consta a coautoria do e-book “Rigidez arterial na pós-menopausa: implicações no risco cardiovascular”, publicado pela UTAD no último mês de outubro e que pode ser acessado de graça no link https://sites.google.com/view/ebookrigidezarterialnaps-menop/início. A doutoranda, que encerra o período de um ano na UTAD, por meio de bolsa DSE/Fapemig/PPGCS, em abril de 2026, foi membro da Comissão Organizadora do II Simpósio Luso-Brasileiro e esteve presente no II Congresso Nacional Multidisciplinar em Gerontologia, entre outras atividades. Tem orientação do professor Marcelo Perim Baldo. Ambos integram o Centro de Pesquisa Cardiovascular da Unimontes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Enquanto o discente Gabriel Donner, orientado pelo professor Alfredo Batista, desenvolve projeto de pesquisa em parceria com a professora Silvia Busquets Rius, da Universitat de Barcelona, Espanha. A meta é investigar se a capacidade da doença periodontal (DP) de influenciar a incidência e progressão da caquexia associada ao câncer (CAC). O estudo procura esclarecer um elo ainda não explorado entre uma infecção oral crônica e uma condição metabólica grave, com potencial impacto translacional.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Governo Federal vai investir R$ 18,4 bi em obras na saúde</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/12/11/governo-federal-vai-investir-r-184-bi-em-obras-na-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bia Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 18:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[GOVERNO]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[Opção de financiamento do BNDES traz as condições mais vantajosas que o mercado oferece e, pela primeira vez, contempla entidades filantrópicas e privadas contratualizadas com o SUS]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesta manhã (10), o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciaram, no Palácio do Planalto, mais de 1.010 propostas aprovadas pelo Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS). Com investimento de R$ 18,4 bilhões, 1.119 municípios de 26 estados serão beneficiados com a realização de obras nas estruturas do Sistema Único de Saúde (SUS), compra de equipamentos e veículos de transporte sanitário. O investimento total, considerando também os R$ 9,7 bilhões destinados à Educação, chega a R$ 28,1 bilhões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essas iniciativas dialogam com o programa Agora Tem Especialistas, que visa aumentar a capacidade de atendimento do SUS para reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias. “O programa Agora Tem Especialistas é uma obsessão que eu tenho. Para o povo mais humilde, que não tem plano de saúde e depende muito do SUS, a pessoa ia à primeira consulta e nem sempre tinha chance de chegar à segunda. Hoje, isso é diferente, porque conseguimos garantir o atendimento mais completo e qualificado”, afirmou o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na ocasião, o presidente também agradeceu às Santas Casas e aos hospitais que estão participando dos mutirões do Agora Tem Especialistas. “Não há preço para salvar uma vida. Governar não tem outro sentido que não seja servir às pessoas que mais necessitam do Estado&#8221;, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os projetos, estão contemplados 48 novos hospitais e 52 ampliações, 451 novas Unidades Básicas de Saúde (UBS), 212 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), 45 Policlínicas, 29 Centros Especializados em Reabilitação (CER), 37 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), 8 Maternidades e Centros de Parto Normal e 173 outras obras (Centros de especialidades médicas, prontos-socorros e clínica de fisioterapia), além da aquisição de equipamentos e veículos de transporte sanitário, como ambulâncias, vans, micro-ônibus e adaptados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o volume de investimentos garantirá mais atendimento para quem precisa, estimulando também a indústria nacional. “Por meio do Agora Tem Especialistas e as ações dos hospitais privados e filantrópicos, que abrem suas portas ao SUS, as filas e o tempo de espera por atendimentos, exames e cirurgias diminuem diariamente. Cada investimento como esse significa estimular a produção da nossa indústria nacional e os novos equipamentos garantem o cuidado contínuo do tratamento de diversas doenças, como o câncer”, ressaltou. Para ele, “por trás dos atendimentos e novas unidades de saúde, empregos são gerados, com vagas preenchidas por profissionais qualificados, estimulando a produção e o mercado nacional”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao todo, foram 1.327 propostas inscritas, das quais 1.039 foram consideradas válidas, por se enquadrarem corretamente às políticas, programas e diretrizes do Ministério da Saúde. Das propostas aprovadas, mais de 233 vieram de entidades privadas que, como critério de elegibilidade para a submissão de propostas ao Fundo, devem prestar serviços para o SUS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>O Fundo</strong></h4>
<p>O FIIS tem como agente financeiro o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e, no eixo saúde, é uma alternativa de financiamento aos entes federados para ampliar e qualificar o atendimento à população. O comitê gestor, coordenado pela Casa Civil, também conta com a participação dos Ministérios da Educação, Fazenda e Justiça.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com informação da Agência Brasil, o fundo apresenta novidades importantes, resolvendo entraves que modelos de financiamento padrão não solucionam. Nunca se teve, por exemplo, uma modalidade em que entidades filantrópicas ou contratualizadas com o SUS pudessem participar. Os investimentos por equipamentos priorizarão a indústria nacional e, no caso de importados, só serão aceitos caso não haja um similar no país, para fomentar o mercado interno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Condições atrativas</strong></h4>
<p>A modalidade apresenta condições vantajosas com taxas de juros de, aproximadamente, 5,5% a 7% ao ano, prazo de carência de até 24 meses e de pagamento do financiamento até 20 anos. No caso de entes públicos, a classificação mínima exigida na CAPAG, avaliação do Tesouro Nacional sobre a capacidade de endividamento e pagamento, será C.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O fundo também apresenta uma facilidade para estados e municípios que já submeteram propostas pelo PAC, na plataforma Transferegov, que foram habilitadas, ou seja, cumpriram com os requisitos e a apresentação dos documentos necessários, mas não foram contemplados em nenhuma seleção. Nesse caso, não será necessário reanalisar os projetos, com o próprio sistema, realizando uma migração da proposta a fim de garantir celeridade ao processo. Cerca de 20% das propostas anunciadas hoje fazem referência a propostas do PAC Seleções habilitadas em 2023 e/ou 2025.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Agora Tem Especialistas amplia atendimento especializado no Brasil</strong></h4>
<p>A iniciativa integra esforço do Ministério da Saúde para ampliar o acesso da população à assistência com o programa Agora Tem Especialistas. Lançado em maio deste ano, o programa visa reduzir o tempo de espera no SUS por consultas especialistas, exames e cirurgias. Nesse esforço, os mutirões da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS) já garantiram 65,5 mil cirurgias, consultas e exames, incluindo 17,9 mil atendimentos em territórios indígenas — um avanço essencial para fortalecer o cuidado em regiões historicamente desassistidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com 35 carretas de saúde da mulher, oftalmologia e exames de imagem circulando por 22 estados, o programa atendeu 14,9 mil pessoas em apenas 60 dias, totalizando 37,3 mil procedimentos. Nesse período, sete municípios tiveram a fila zerada: Ceilândia (DF), Patos (PB), Arapongas (PR), Humaitá (AM), Japeri (RJ) e Garanhuns (PE), para diagnóstico de câncer de mama e exames ginecológicos; além de Ribeirão Preto (SP), para cirurgias de catarata; nesse município, 720 pessoas voltaram a enxergar, recuperando autonomia e qualidade de vida. A meta é chegar a 150 carretas até 2026. As cidades atendidas estão distribuídas pelas cinco regiões do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No provimento de profissionais, o Mais Médicos Especialistas já levou 577 novos especialistas para todo o país — 348 apenas no Nordeste. A iniciativa reforça equipes em 187 municípios, levando médicos ao interior, a áreas vulneráveis e à Amazônia Legal, aproximando serviços de média e alta complexidade da população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na oncologia, uma das prioridades do programa, o Ministério da Saúde avança para garantir tratamento de câncer no tempo certo. Até 2026, serão instalados 121 novos aceleradores lineares, beneficiando 84,7 mil pacientes por ano. Somente em 2024 e 2025, 22 novos equipamentos chegaram a seis estados, incluindo o primeiro acelerador do Amapá. Pelo Pronon, mais 13 aceleradores estão sendo adquiridos, ampliando o acesso à radioterapia para 26 unidades da federação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Alunos do SESI apresentam projeto sobre tratamento de água FENIC 2025</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/12/11/alunos-do-sesi-apresentam-projeto-sobre-tratamento-de-agua-fenic-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bia Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 17:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ciência e tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[FENIC]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento acontece até sábado, 13/12, em Salvador (BA)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal"><span data-ogsc="black" data-olk-copy-source="MessageBody">Com o projeto “Avaliação da Eficiência da Moringa Oleifera na Remoção de Turbidez e Microrganismos da Água”, estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental da Escola SESI Professora Quita Guimarães, de Montes Claros, estão entre as 150 equipes das Escolas SESI selecionadas para participar da 2ª Feira Internacional de Iniciação Científica (FENIC) 2025, iniciada nesta quinta-feira (11/12), na Escola SESI Djalma Pessoa, em Salvador (BA).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal"><span data-ogsc="black">Orientados pela professora Gabriela Fonseca Evangelista, os alunos Lara Mariany Silva Ramos, Alice Maria Mendes e Miguel Samarone da Cruz Maia, desenvolveram uma pesquisa que utiliza as sementes da <i data-ogsc="">Moringa oleifera</i> como alternativa de baixo custo para melhorar a qualidade da água em comunidades rurais que não têm acesso ao tratamento convencional disponível nos grandes centros.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal"><span data-ogsc="black">A orientadora explica que a <i data-ogsc="">Moringa oleifera</i> tem se destacado como um coagulante natural capaz de reduzir a turbidez e a carga microbiológica da água, configurando-se como solução sustentável em comparação aos produtos químicos tradicionais. “Nosso principal objetivo foi desenvolver e avaliar um método econômico e ambientalmente responsável de tratamento da água, utilizando as sementes da planta <i data-ogsc="">Moringa oleifera Lam.</i>”, destaca a professora.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal"><span data-ogsc="black">Segundo Gabriela, os resultados obtidos comprovam a eficácia do biocoagulante natural. “O uso da moringa demonstrou viabilidade científica e relevância social, validando sua capacidade de reduzir a turbidez e o volume de microrganismos presentes. É uma alternativa promissora aos coagulantes sintéticos, especialmente em contextos onde acessibilidade e baixo custo são fatores críticos”, afirma.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal"><span data-ogsc="black">O projeto já havia conquistado o 1º lugar na categoria Ensino Fundamental durante a 12ª Feira de Ciências do Norte de Minas e Vales do Jequitinhonha e Mucuri, realizada em 14 de novembro, no campus da UFMG em Montes Claros.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal"><span data-ogsc="black">A viagem da equipe a Salvador é custeada totalmente pela Escola SESI.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal"><b><span data-ogsc="black">Sobre a Moringa Oleifera</span></b></p>
<p class="x_MsoNormal"><span data-ogsc="black">A <i data-ogsc="">Moringa oleifera</i> é uma planta da família Moringaceae, conhecida popularmente como moringa, acácia-branca, cedro ou quiabo-de-quina. Suas folhas e vagens são amplamente utilizadas na alimentação e, nos últimos anos, suas sementes têm ganhado destaque por seu potencial no tratamento natural da água.</span></p>
<div id="attachment_56303" class="wp-caption aligncenter" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-56303 size-medium" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-10.36.57-473x630.jpeg" alt="" width="473" height="630" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-10.36.57-473x630.jpeg 473w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-10.36.57-768x1024.jpeg 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-10.36.57-1152x1536.jpeg 1152w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-11-at-10.36.57.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 473px) 100vw, 473px" /><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação SESI</p></div>
<p class="x_MsoNormal"><b><span data-ogsc="black">Sobre a FENIC</span></b></p>
<p class="x_MsoNormal"><span data-ogsc="black">A Feira Internacional de Iniciação Científica (FENIC) é um evento de promoção da ciência voltado a estudantes e professores da Educação Básica e do Ensino Técnico. Iniciativa do SESI Bahia, a feira valoriza a produção científica pré-universitária, reunindo pesquisas inovadoras e socialmente responsáveis desenvolvidas por estudantes de escolas públicas e privadas do Brasil e de outros países.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal"><span data-ogsc="black">Para participar, os estudantes devem ter entre 12 e 21 anos e estar matriculados no 9º ano do Ensino Fundamental, Ensino Médio ou Técnico.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal"><span data-ogsc="black">De acordo com Fernando Moutinho, gerente de Educação Científica e Tecnológica do SESI Bahia, o objetivo da FENIC é fortalecer o letramento científico por meio do desenvolvimento de projetos em áreas aplicadas das Ciências da Natureza, Humanas, Linguagens, Matemática e Engenharia. “As soluções apresentadas por esses jovens mostram como a ciência tem potencial para transformar realidades”, destaca.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Profissionais do SUS receberão treinamento em cuidados paliativos</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/12/09/profissionais-do-sus-receberao-treinamento-em-cuidados-paliativos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 11:37:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados Paliativos]]></category>
		<category><![CDATA[profissionais de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Objetivo é oferecer mais qualidade de vida a quem tem doença grave
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Profissionais de serviços de atenção primária à saúde serão treinados para atuar em cuidados paliativos, com o objetivo de proporcionar mais qualidade de vida às pessoas com doenças graves. O novo ciclo do Projeto Cuidados Paliativos começa em 2026 em 20 estados. O projeto é uma parceria do Ministério da Saúde e do Hospital Sírio-Libanês, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, a paliativista e coordenadora médica do projeto no Sírio-Libanês, Maria Perez, informou que o primeiro encontro com as 20 secretarias estaduais de Saúde já foi realizado. Ela explicou que a compreensão mais frequente sobre os cuidados paliativos é que eles são utilizados apenas em pacientes terminais, sem chance de cura. Mas isso não é correto.</p>
<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa é uma abordagem que foca a questão de qualidade de vida, olhando não só os sintomas físicos, mas também questões emocionais, sociais, espirituais dos pacientes e seus familiares, benéfica a todos os portadores de doenças graves. Esses cuidados devem ser oferecidos junto com o tratamento específico para a doença de base que o paciente tiver</p>
<p>“Quando a gente fala em abordagem de cuidados paliativos, não necessita necessariamente que seja um especialista em cuidados paliativos atuando. Mas que tenha esse olhar, pensando na qualidade de vida, trazendo a pessoa para o centro do cuidado, ter sempre uma atenção na comunicação e no manejo de sintomas&#8221;, afirmou Maria Perez.</p>
<p>Para ela, isso deveria acontecer desde o diagnóstico de uma doença ameaçadora da vida. &#8220;Os pacientes precisam muito dessa abordagem de cuidados paliativos. Que ela seja ofertada no momento da terminalidade, mas não só”, acrescentou.</p>
<p>O projeto Cuidados Paliativos, via Proadi-SUS, começou a ser desenvolvido no Hospital Sírio-Libanês em 2020, envolvendo profissionais de hospitais, ambulatórios de especialidades e serviços de atendimento domiciliar. Mais de 10 mil profissionais de saúde do SUS participaram de capacitações ofertadas por meio do projeto e mais de 12 mil pacientes com demandas de cuidados paliativos foram identificados por esses serviços de saúde.</p>
<p>A iniciativa é focada na capacitação e na implementação de novos protocolos para atender a esse perfil de paciente. Em 2024, após o lançamento da Política Nacional de Cuidados Paliativos, o programa foi reformulado, transformando-se em projeto de apoio à política.</p>
<p>“Aí, a gente passou a trabalhar não só hospitais, ambulatórios de especialidades e serviços de atendimento, mas também unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (Samus), que têm atuação mais próxima às secretarias estaduais de Saúde&#8221;, disse</p>
<p>No ciclo iniciado em 2024, mais de 150 serviços de saúde de 19 estados e do Distrito Federal participaram do projeto, entre eles UPAs e serviços de Atendimento Médico de Urgência (Samus). Como se tratam de serviços de atendimento emergencial, Maria Perez conta que a primeira impressão foi de estranhamento. &#8220;Mas à medida que as equipes foram entendendo o conceito correto de cuidados paliativos, foram percebendo que já atendiam essas pessoas, com crises de dor e falta de ar e que acionam o Samu&#8221;, acrescentou.</p>
<p>“A gente teve a participação de 49 hospitais, 54 serviços de atendimento domiciliar, 11 ambulatórios, 19 UPAs e 16 Samus espalhados pelo Brasil. Agora, estamos esperando a indicação das secretarias sobre quais são os serviços que vão participar no próximo ano”, disse a especialista. A expectativa é que, ao final de 2026, o projeto deverá alcançar um terço das macrorregiões do país.</p>
<p>A partir de agora, com a ação mais próxima às secretarias estaduais de Saúde, a ideia é fortalecer o trabalho em toda a rede. “Porque daí a gente consegue garantir ou buscar essa continuidade de cuidado, essa qualidade assistencial”, disse ainda Maria Perez.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Pioneirismo</strong></span></p>
<p>Um dos primeiros serviços a receber o projeto foi o Samu 192 &#8211; Regional do Alto Vale do Paraíba, no estado de São Paulo. Para Rita de Cássia Duarte, enfermeira e supervisora do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no Vale do Paraíba, a iniciativa  foi um divisor de águas, trazendo benefícios para o serviço, para a população e toda a atenção básica.</p>
<p>“Para os profissionais que atuam com urgência e emergência, cuidados paliativos eram algo muito novo. De maneira geral, o foco desse profissional sempre foi salvar vidas e lidar com situações de risco imediato, e não acompanhar pacientes com condições irreversíveis. Havia uma dificuldade em entender que há limitação e que, em alguns casos, não haverá intervenções curativas, mas, ainda assim, haverá cuidado, acolhimento e atenção a um perfil específico de paciente”, disse Rita de Cássia.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Avanços</strong></span></p>
<p>Maria Perez avaliou que o Brasil tem avançado muito na pauta de cuidados paliativos. “Antigamente, a gente falava e a pessoa não sabia nem do que estávamos falando. Hoje em dia, como o assunto tem estado mais na mídia, os profissionais têm procurado entender”.</p>
<p>De acordo com a especialista, um dos principais pontos trabalhados na capacitação é a identificação da demanda, para que os profissionais consigam identificar os pacientes que precisam desses cuidados e qual a melhor forma de oferecê-los. A formação parte de ferramentas com base científica, mas também ressalta a importância de haver  &#8220;um momento para conversar com o paciente e familiares para entender as condições biográficas e de valores, do que é importante para o paciente, o que é qualidade de vida para ele”, enfatizou.</p>
<p>Juntando essas informações com o paciente e a família, o profissional poderá entender qual é o melhor tratamento para aquela pessoa. “É o que a gente chama de cuidado centrado na pessoa: tem a ver com a história de vida do paciente e seus valores, não só com questões biológicas&#8221;. A partir daí, o profissional deve fazer o planejamento de cuidados, considerando a doença de base do paciente e as possibilidades de tratamento, com a relação risco benefício de cada uma delas.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta que cuidados paliativos constituem uma abordagem voltada para reduzir o sofrimento de pacientes com doenças que ameaçam a vida, proporcionando a melhor qualidade de vida, inclusive no final da existência dessa pessoa. Estima-se que mais de 73 milhões de pessoas no mundo necessitam de cuidados paliativos a cada ano. Ainda de acordo com a OMS, cerca de 20 milhões de pessoas morrem anualmente com dor e sofrimento devido à falta de acesso a cuidados paliativos e ao alívio da dor.</p>
<p>O projeto resultou na produção e publicação de um Manual de Cuidados Paliativos, adotado como referência na apresentação da nova política no SUS, publicado em 2023.</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Fundação de Saúde Dilson de Quadros Godinho será homenageada no 28º Encontro da Imprensa</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/12/05/fundacao-de-saude-dilson-de-quadros-godinho-sera-homenageada-no-28o-encontro-da-imprensa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bia Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 17:55:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação & Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Montes Claros]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dilson]]></category>
		<category><![CDATA[Dilson Godinho]]></category>
		<category><![CDATA[gestão hospitalar]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação de Saúde Dilson de Quadros Godinho, mantenedora do Hospital Dilson Godinho (HDG), será a única Instituição homenageada no 28º Encontro da Imprensa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>A Fundação de Saúde Dilson de Quadros Godinho, mantenedora do Hospital Dilson Godinho (HDG), será a única Instituição homenageada no 28º Encontro da Imprensa, que acontece no próximo dia 13 de dezembro, no Parque de Exposições João Alencar Athayde, em Montes Claros.</div>
<div>O evento é promovido pela Associação dos Profissionais da Imprensa Mineira (APIM) e reúne anualmente jornalistas, comunicadores, autoridades civis e políticas, além de representantes de diferentes setores da sociedade.</div>
<div>Neste ano, a APIM reconhece cinco profissionais que representam diferentes gerações da comunicação e da vida pública norte-mineira, valorizando aqueles que contribuem para o fortalecimento da imprensa, da cultura e da cidadania e a Fundação Dilson Godinho.</div>
<div>São eles:</div>
<ul>
<li>Hélio Machado, jornalista com 45 anos de carreira, atuante em jornais, rádios e TV, e com forte presença na Maçonaria;</li>
<li>Kelson Fabiano Barbosa Melo, diretor de imagens da InterTV há 35 anos e referência nas transmissões ao vivo e nos bastidores de produção;</li>
<li>Silvana Mameluque Mota, turismóloga, fotógrafa e servidora pública que há mais de três décadas registra a história e a cultura de Montes Claros através de seu olhar sensível;</li>
<li>Cid Durães, radialista, comunicador e criador de personagens icônicos, como o inesquecível Chico Duca, com quatro décadas dedicadas ao rádio;</li>
<li>Rogério Souto Chaves (Roy Chaves), comunicador e publicitário com ampla atuação em rádio, TV e entidades de classe.</li>
</ul>
<div>Com 30 anos de atuação, completados no último dia 17 de novembro, a Fundação Dilson de Quadros Godinho reafirma sua missão de promover saúde com responsabilidade social, sendo referência regional em atendimento oncológico e hospitalar.</div>
<div>A homenagem representa o reconhecimento público ao trabalho contínuo da instituição e à sua contribuição para a qualidade de vida da população do Norte de Minas.</div>
<div></div>
<div>O diretor-administrativo da Fundação, Helder Leone Alves de Carvalho, expressou gratidão pelo reconhecimento: “Receber esta homenagem da APIM é motivo de orgulho para toda a nossa Instituição. A imprensa tem papel fundamental na construção de uma sociedade mais informada, consciente e participativa. Agradecemos a todos os colaboradores, prestadores, políticos que acompanham nossa trajetória e ajudam a divulgar e fomentar nosso compromisso com a saúde e com o bem-estar da comunidade”, destacou Leone.</div>
<div>O presidente da APIM, Aldeci Xavier, reforça o propósito do evento:<br />
“O Encontro da Imprensa não é apenas uma festa — é um gesto de respeito, união e reconhecimento àqueles que ajudam a contar a história do Norte de Minas com verdade, ética e paixão. Cada homenageado representa uma parte importante da nossa caminhada coletiva”, destaca.</div>
<div></div>
<h4><i>Sobre a Fundação</i></h4>
<div></div>
<div>A Fundação de Saúde Dilson de Quadros Godinho atende conjuntamente com os outros hospitais, uma população superior a dois milhões de habitantes, incluindo a macrorregião norte de saúde com 86 municípios, além dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri e Sul da Bahia.</div>
<div></div>
<div>Em 2011, conquistou o reconhecimento e certificado de entidade beneficente de assistência social na área da saúde pelo Ministério da Saúde e possui 146 leitos públicos, convênios e particulares com previsão de ampliação para 180 leitos até dezembro de 2026.</div>
<div>A instituição oferece serviços de ponta e referência, principalmente nas áreas de Oncologia, Nefrologia e Cardiologia. No Centro de Diagnóstico são realizados os mais modernos exames laboratoriais e diagnósticos por imagem.</div>
<div></div>
<div>Na Hemodinâmica, diversos serviços hospitalares de ponta também são realizados na área da cardiologia. Com Pronto-Socorro 24 horas atendendo especialidades de clínica médica, cardiologia, oncologia e nefrologia.</div>
<div>Oferecemos serviços de média e alta complexidade nas mais variadas especialidades médicas em Montes Claros, nas Unidades de Extensão Clínica em Oncologia e Nefrologia, em Salinas e Pirapora, e na Unidade de Extensão Clínica em Oncologia, em Brasília de Minas.</div>
<div></div>
<div>No Pronto Atendimento 24 horas, são atendidas as seguintes especialidades: clínica médica, cardiologia e ortopedia. Sob agendamento, as especialidades de: ortopedia, cardiologia, urologia, ginecologia, anestesiologia, cirurgia geral e exames cardiológicos.</div>
<div></div>
<div>Na área assistencial, a Fundação de Saúde Dilson de Quadros Godinho tem investido em tecnologias de ponta e contantes treinamentos das equipes, para garantir um atendimento de qualidade e segurança aos pacientes.</div>
<div>Com o compromisso de fornecer assistência médica humanizada e integral, a Instituição foi pioneira em todo o norte de Minas, e criou a primeira equipe de cuidados paliativos intra-hospitalar, entre os hospitais de Montes Claros, na modalidade de interconsulta, com equipe especializada para os pacientes internados.</div>
<div>Também está sendo implantado o sistema de &#8220;Dose Unitária&#8221;, que tem por finalidades ser racional, eficiente, econômico, seguro, além de estar de acordo com o esquema terapêutico prescrito.</div>
<div></div>
<div>O sistema eficaz eleva as chances de sucesso da terapêutica e da profilaxia instauradas no âmbito hospitalar. A dose unitária é considerada o melhor sistema de distribuição de medicamentos aos pacientes internados, pois garante todos os objetivos de acordo com o esquema terapêutico prescrito.</div>
<div>
<div id="attachment_56042" class="wp-caption alignnone" ><img decoding="async" class="size-medium wp-image-56042" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-15.10.24-683x630.jpeg" alt="" width="683" height="630" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-15.10.24-683x630.jpeg 683w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-15.10.24-768x708.jpeg 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-15.10.24.jpeg 960w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><p class="wp-caption-text">otos: Divulgação/ASCOM</p></div>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-56043" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_6866-945x630.jpg" alt="" width="945" height="630" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_6866-945x630.jpg 945w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_6866-768x512.jpg 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_6866-1536x1024.jpg 1536w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_6866-2048x1365.jpg 2048w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_6866-900x600.jpg 900w" sizes="(max-width: 945px) 100vw, 945px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-56044" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Inauguracao-Apartamentos-e-CTI-18-946x630.jpeg" alt="" width="946" height="630" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Inauguracao-Apartamentos-e-CTI-18-946x630.jpeg 946w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Inauguracao-Apartamentos-e-CTI-18-768x512.jpeg 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Inauguracao-Apartamentos-e-CTI-18-1536x1023.jpeg 1536w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Inauguracao-Apartamentos-e-CTI-18-900x600.jpeg 900w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Inauguracao-Apartamentos-e-CTI-18.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 946px) 100vw, 946px" /></div>
<div></div>
<div>A Fundação tem investido para melhorar a plataforma do sistema dos processos assistenciais. Foi adquirido um dos mais modernos programas do país, a plataforma Tasy, uma ferramenta de gestão hospitalar com o objetivo de estabelecer melhorias relacionadas à segurança do paciente e serviços prestados. Ainda, melhorias nos processos assistenciais e administrativos, norteando as tomadas de decisão com maior assertividade e rapidez.</div>
<div>Na área de infraestrutura, tem investido para melhorar a qualidade dos leitos, com abertura de novas alas e apartamentos que oferecem um atendimento de qualidade e hotelaria de primeira.</div>
<div></div>
<div>Além de trabalho de humanização e conforto na acolhida, Fundação Dilson Godinho mais uma vez se destaca pela inovação e dedicação à saúde da comunidade de Montes Claros e região. A Fundação de Saúde Dilson de Quadros Godinho agradece à APIM pela homenagem e parabeniza todos os profissionais celebrados nesta edição do evento, reforçando seu compromisso com a transparência, o diálogo e a valorização da comunicação responsável.</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Prefeitura recolhe animais soltos em vias públicas, aumentando a segurança da população</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/12/02/prefeitura-recolhe-animais-soltos-em-vias-publicas-aumentando-a-seguranca-da-populacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 16:17:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Montes Claros]]></category>
		<category><![CDATA[Pet]]></category>
		<category><![CDATA[Politicas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-Estar Animal]]></category>
		<category><![CDATA[Medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[médicos-veterinários]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A estrutura disponibilizada pela Prefeitura reforça o compromisso do Município com a proteção, bem-estar animal e com a segurança]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>A Prefeitura de Montes Claros realiza diariamente o serviço de recolhimento de animais que circulam pelas vias públicas, garantindo mais segurança para a população e evitando riscos de acidentes. A administração reforça que não é correto deixar animais soltos nas ruas, pois isso coloca em risco tanto a integridade dos próprios animais quanto a segurança de motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.</p>
<p>A população pode solicitar o recolhimento sempre que necessário, por meio dos telefones 2211-4889 e 2211-3328. Equipes ficam à disposição para atender prontamente às demandas. Esse serviço é essencial para controlar o trânsito de animais em áreas urbanas, assegurando respostas rápidas e eficazes às ocorrências registradas.</p>
<p>No Curral Municipal, os animais recolhidos recebem alimentação adequada e todos os cuidados necessários prestados por uma equipe especializada com médicos-veterinários, medicamentos e tecnologia voltada para garantir saúde e bem-estar. A estrutura disponibilizada pela Prefeitura reforça o compromisso do Município com a proteção, bem-estar animal e com a segurança de toda a população.</p></div>
<div></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Brasil elimina transmissão da mãe para o bebê do HIV e alcança menor taxa de mortalidade em 32 anos</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/12/02/brasil-elimina-transmissao-da-mae-para-o-bebe-do-hiv-e-alcanca-menor-taxa-de-mortalidade-em-32-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 13:25:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[elimina]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[transmissão da mãe para o bebê do HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[Avanços são resultados da ampliação da testagem e oferta de tratamentos mais modernos no SUS. Ministério da Saúde lança campanha de conscientização sobre a doença e celebra 40 anos de enfrentamento com exposição no SESI Lab em Brasília]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou queda 13% no número de óbitos por <a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aids-hiv" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title=""><span style="color: #ff0000;">aids</span> </a>entre 2023 e 2024 – o que representa mais de mil vidas salvas, segundo o <span style="color: #ff0000;"><a class="external-link" style="color: #ff0000;" title="" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2025/boletim-epidemiologico-de-hiv-e-aids-numero-especial-dez-2025.pdf" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">novo boletim epidemiológico </a></span>divulgado pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (1º). Os dados refletem os avanços em prevenção, diagnóstico e, principalmente, no acesso gratuito pelo <a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/sus" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title=""><span style="color: #ff0000;">SUS</span> </a>a terapias de ponta capazes de tornar o vírus indetectável e intransmissível. Combinação que levou também a eliminação, como problema de saúde pública, da transmissão vertical da doença, quando ocorre da mãe para o bebê.</p>
<p>“Hoje é um dia de luta, mas também de conquista histórica: alcançamos o menor número de mortes por aids em 32 anos. Esse resultado só foi possível porque o SUS oferece gratuitamente as tecnologias mais modernas de prevenção, diagnóstico e tratamento. Os avanços também permitiram ao país alcançar as metas de eliminação da transmissão vertical como problema de saúde pública”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</p>
<p>O número de mortes por aids no Brasil caiu de mais de 10 mil em 2023 para 9,1 mil em 2024. Pela primeira vez, o número de mortes ficou abaixo de dez mil em três décadas. Os casos de aids também apresentaram redução no período, com queda de 1,5%, passando de 37,5 mil em 2023 para 36,9 mil no último ano.</p>
<p>No componente materno-infantil, o país registrou queda de 7,9% nos casos de gestantes com HIV (7,5 mil) e de 4,2% no número de crianças expostas ao vírus (6,8 mil). O início tardio da profilaxia neonatal caiu 54%, o que demonstra melhora significativa na atenção ofertada no pré-natal e nas maternidades.</p>
<p>A eliminação da transmissão vertical como problema de saúde pública também foi alcançada: o Brasil manteve a taxa de transmissão vertical abaixo de 2% e a incidência da infecção em crianças abaixo de 0,5 caso por mil nascidos vivos. O país também atingiu mais de 95% de cobertura em pré-natal, testagem para HIV e oferta de tratamento às gestantes que vivem com o vírus.</p>
<p>Isso significa que o país interrompeu, de forma sustentada, a infecção de bebês durante a gestação, o parto ou a amamentação, atingindo integralmente as metas internacionais. Os resultados estão em linha com os critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Em 2024, o Brasil contabilizou 68,4 mil pessoas vivendo com HIV ou aids, mantendo a tendência de estabilidade observada nos últimos anos.</p>
<h4><span style="color: #ff0000;"><strong>Ampliação do acesso à prevenção, diagnóstico e tratamento</strong></span></h4>
<p>O Brasil adota a estratégia de Prevenção Combinada, que reúne diferentes métodos para reduzir o risco de infecção pelo HIV. Antes centrada principalmente na distribuição de preservativos, a política incorporou ferramentas como a <span style="color: #ff0000;"><a class="external-link" style="color: #ff0000;" title="" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/assuntos/prevencao-combinada/prep-profilaxia-pre-exposicao/prep-profilaxia-pre-exposicao" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">PrEP </a></span>e a <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/assuntos/prevencao-combinada/pep-profilaxia-pos-exposicao-ao-hiv" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title=""><span style="color: #ff0000;">PEP</span> </a>, que reduzem o risco de infecção antes e depois da exposição ao vírus. Para dialogar com o público jovem, que vem reduzindo o uso de preservativos, <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/agosto/para-aumentar-uso-de-preservativos-no-pais-ministerio-da-saude-diversifica-oferta-de-camisinhas-no-sus" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title=""><span style="color: #ff0000;">o Ministério da Saúde lançou camisinhas texturizadas e sensitivas</span> </a>, com a aquisição de 190 milhões de unidades de cada modelo.</p>
<p>O país também ampliou o acesso à Profilaxia Pré-Exposição. Desde 2023, o número de usuários da PrEP cresceu mais de 150%, resultado que fortaleceu a testagem, aumentou a detecção de casos e contribuiu para a redução de novas infecções. Atualmente, 140 mil pessoas utilizam a PrEP diariamente.</p>
<p>No diagnóstico, houve expansão na oferta de exames com a aquisição de 6,5 milhões de duo testes para HIV e sífilis, 65% a mais do que no ano anterior, além da distribuição de 780 mil autotestes, que facilitam a detecção precoce e o início oportuno do tratamento.</p>
<p>O SUS mantém oferta gratuita de terapia antirretroviral e acompanhamento a todas as pessoas diagnosticadas com HIV. Mais de 225 mil utilizam o comprimido único de lamivudina mais dolutegravir, combinação de alta eficácia, melhor tolerabilidade e menor risco de efeitos adversos a longo prazo. Por concentrar o tratamento em uma única dose diária, o esquema favorece a adesão e melhora a qualidade de vida.</p>
<p>Esses avanços aproximam o Brasil das metas globais 95-95-95, que preveem que 95% das pessoas vivendo com HIV conheçam o diagnóstico, 95% delas estejam em tratamento e 95% das tratadas alcancem supressão viral. Duas das três metas já foram cumpridas pelo país.</p>
<h4><span style="color: #ff0000;"><strong>Saúde lança edital de R$ 9 milhões para participação social</strong></span></h4>
<p>Para fortalecer a participação social e a governança da resposta ao HIV, o Ministério da Saúde lançou editais inéditos que somam R$ 9 milhões destinados a organizações da sociedade civil, reconhecendo o papel histórico dessas entidades no controle social e na construção de políticas públicas de enfrentamento à aids.</p>
<p>A pasta também reúne hoje o maior número de comissões e comitês consultivos já instituídos na área, o que amplia a escuta da sociedade e qualifica decisões estratégicas. Além disso, liderou a criação de um comitê interministerial voltado à eliminação de infecções e doenças determinadas socialmente, com foco especial na transmissão vertical do HIV e na aids, iniciativa inédita no campo da saúde</p>
<h4><span style="color: #ff0000;"><strong>Exposição celebra avanços do Brasil no enfrentamento à doença</strong></span></h4>
<p>O Ministério da Saúde abre ao público, em Brasília, a exposição “40 anos da história da resposta brasileira à aids” e lança a <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/hiv-aids" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title=""><span style="color: #ff0000;">campanha “Nascer sem HIV, viver sem aids” </span></a>, reforçando o compromisso contínuo do país no enfrentamento ao HIV.</p>
<p>A mostra não apenas revisita o passado: convida o público a reencontrar memórias, reconhecer avanços e refletir sobre os desafios que permanecem. A iniciativa marca o início do Dezembro Vermelho 2025, mês dedicado à conscientização sobre HIV e aids.</p>
<p>Instalada no SESI Lab, a exposição reúne relatos de vida, documentos, obras e conteúdos que retratam quatro décadas de políticas públicas, produção científica, mobilização social e conquistas que consolidaram o Brasil como referência mundial na resposta ao HIV e à aids. A visitação segue aberta até 30 de janeiro de 2026.</p>
<p><span class="discreet"><em>Amanda Milan</em></span><br />
<span class="discreet"><em>Ministério da Saúde</em></span></p>
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		<title>Oficina em Montes Claros reforçará as estratégias para o aumento das coberturas vacinais no Norte de Minas</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/12/02/oficina-em-montes-claros-reforcara-as-estrategias-para-o-aumento-das-coberturas-vacinais-no-norte-de-minas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 13:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[coberturas vacinais]]></category>
		<category><![CDATA[Montes Claros]]></category>
		<category><![CDATA[norte de minas]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos dias 4 e 5 de dezembro a oficina reunirá profissionais de 32 municípios jurisdicionados às Gerências Regionais de Saúde (GRS) de Januária e Pirapora]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com previsão de reunir mais de cem profissionais de saúde de 54 municípios que integram a sua área de atuação, nos dias 2 e 3 de dezembro a Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Montes Claros realizará oficina de trabalho abordando o tema “Estratégias para o aumento das coberturas vacinais nos ciclos de vida em Minas Gerais – Brasil”. Nos dias 4 e 5 de dezembro a oficina reunirá profissionais de 32 municípios jurisdicionados às Gerências Regionais de Saúde (GRS) de Januária e Pirapora.</p>
<p>Agna Soares da Silva Menezes, coordenadora de vigilância em saúde na SRS de Montes Claros explica que a realização da oficina é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG) em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), por meio do Observatório de Pesquisas em Vacinação (OPESV).</p>
<p>“Em todo o estado a iniciativa busca fortalecer as ações de capacitação e sensibilização dos profissionais de saúde, por meio de avaliação dos cenários de vacinação nas macrorregiões, troca de experiências e elaboração de planos de ações municipais levando em conta as necessidades e especificidades de cada localidade”, destaca a coordenadora.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></span></p>
<p>A oficina será realizada no auditório do campus das Faculdades Unidas do Norte de Minas (Funorte), sediado na Rua Coronel Joaquim Costa, 491 – Centro. A programação será aberta no dia 2, às 9h30, com a participação de referências do nível central da SES-MG, da SRS de Montes Claros, bem como de profissionais da UFMG.</p>
<p>A primeira parte dos trabalhos contará com apresentações de experiências exitosas em imunização em Minas Gerais; apresentação do cenário das coberturas vacinais na área de atuação da SRS de Montes Claros; apresentação do Programa Mineiro de Imunizações e debate sobre as estratégias para o aumento das coberturas vacinais.</p>
<p>A partir das 13 horas os profissionais de saúde serão divididos em grupos, visando aprofundar a avaliação dos indicadores dos processos de trabalho e a troca de experiências de imunização.</p>
<p>Na terça-feira, dia 3, a oficina terá continuidade às 8h30 abordando o tema “Hesitação Vacinal” e a elaboração de planos de ações nos municípios.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>CENÁRIO</strong></span></p>
<p>Dados do Painel de Coberturas Vacinais mantido pela SES-MG apontam que, entre 2023 e 2025, na área de atuação da SRS de Montes Claros houve aumento do percentual de coberturas vacinais de vários imunobiológicos, mas elas ainda estão abaixo da meta de 95% preconizada pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>Atualmente os percentuais de cobertura estão na seguinte situação: vacina Hepatite B (94,05%); BCG (93,27%); Tríplice Viral primeira dose (92,37%); Pneumocócica 10 (91,15%); Meningocócica C primeiro reforço (90,80%); Hepatite A (90,70%); Pneumocócica 10 – primeiro reforço (90,24%); Rotavírus (88,13%); Meningocócica C (87,82%); Tríplice Viral segunda dose (85,89%); DTP primeiro reforço (85,46%); Varicela (85,26%); Pólio injetável – reforço (85,04%); Penta (84,88%) e Febre Amarela (83,01%).</p>
<p>Ainda de acordo com o Painel de Coberturas Vacinais, neste ano a Campanha de Multivacinação realizada em outubro para atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos, viabilizou a aplicação de 788 mil 361 doses de 21 diferentes tipos de vacinas em todo o estado.</p>
<p>Além do público alvo da campanha a multivacinação também contemplou pessoas até 59 anos de idade com aplicação de 49.248 doses de vacina contra a febre amarela e administração de 45.602 doses de vacinas contra o sarampo.</p>
<p>“Durante todo o ano o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente, em todos os municípios, vacinas contra várias doenças. Independente das campanhas de vacinação realizadas anualmente, pessoas de qualquer idade podem atualizar os cartões de vacina e, com isso, evitar o adoecimento e o risco de morte. Uma das formas de valorizar a vida é cuidar da saúde e se vacinar contra doenças que podem ser prevenidas”, reforça Agna Menezes.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Médica lança protocolo personalizado para auxiliar mulheres na menopausa a emagrecer com saúde</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/12/01/medica-lanca-protocolo-personalizado-para-auxiliar-mulheres-na-menopausa-a-emagrecer-com-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 13:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Juliana Santos e Silva]]></category>
		<category><![CDATA[menopausa]]></category>
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					<description><![CDATA[Abordagem integra avaliação hormonal, nutrição e reeducação metabólica para garantir resultados sustentáveis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A menopausa, frequentemente associada ao ganho de peso e à queda de energia, pode ser vivida com equilíbrio e qualidade de vida. É o que defende a médica e nutricionista Juliana Santos e Silva, que começou a aplicar um protocolo personalizado de emagrecimento voltado exclusivamente para mulheres nesse período de transição.</p>
<p>Com formação em Nutrição pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e Medicina pelo Instituto de Ciências da Saúde/Funorte, Juliana une as duas áreas em uma abordagem integrada. A especialista possui ainda pós-graduações em Endocrinologia, Nutrologia do Esporte e Gestão do Cuidado em Saúde da Família.</p>
<p>Segundo ela, o tratamento deve ir além das dietas restritivas. “A menopausa não é o fim da boa forma nem da autoestima. É um momento em que o corpo pede cuidado e estratégia. Cada paciente precisa de um olhar clínico individualizado, que considere hormônios, metabolismo e estilo de vida”, afirma.</p>
<p>O protocolo desenvolvido pela médica combina avaliação hormonal, acompanhamento nutricional e reeducação metabólica. A proposta é tratar as causas do ganho de peso, e não apenas os sintomas. “Não existe milagre nem fórmula única. O emagrecimento saudável acontece quando entendemos o que está por trás das mudanças do corpo e trabalhamos para manter resultados duradouros”, explica.</p>
<p>A metodologia é baseada em três pilares: alimentação estratégica, equilíbrio hormonal e saúde emocional. De acordo com Juliana, a integração desses fatores é fundamental para devolver disposição e promover mudanças consistentes. “Muitas mulheres chegam frustradas por já terem tentado de tudo. O que fazemos é resgatar o equilíbrio do corpo e mostrar que a menopausa pode ser uma fase de vitalidade e autoconhecimento”, completa.</p>
<p>Além do atendimento em consultório, a médica promove palestras e ações educativas voltadas à saúde feminina, com o objetivo de desmistificar a menopausa e defender a importância do cuidado contínuo durante essa etapa da vida.</p>
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