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	<title>queimadas &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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	<title>queimadas &#8211; Revista Tempo</title>
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	<item>
		<title>Prefeitura de Montes Claros alerta para risco de queimadas durante período seco</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/08/29/prefeitura-de-montes-claros-alerta-para-risco-de-queimadas-durante-periodo-seco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 10:06:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Montes Claros]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[tempo seco]]></category>
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					<description><![CDATA[A fumaça agrava problemas respiratórios, afeta a qualidade do ar e compromete o bem-estar da população, principalmente de crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>A Prefeitura de Montes Claros, por meio da Secretaria de Ambiente, Bem-Estar Animal e Sustentabilidade, alerta a população para o risco elevado de queimadas nesta época do ano, marcada pelo tempo extremamente seco e pela baixa umidade relativa do ar, que tem ficado abaixo dos 30%, índice considerado mínimo para a saúde e segurança ambiental. Essa combinação aumenta a vulnerabilidade da vegetação, facilita a propagação do fogo e coloca em risco a vida das pessoas e dos animais.</p>
<p>As queimadas, além de provocarem prejuízos ambientais, econômicos e à saúde pública, configuram crime previsto em lei. A fumaça agrava problemas respiratórios, afeta a qualidade do ar e compromete o bem-estar da população, principalmente de crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias. É essencial que cada cidadão colabore evitando qualquer prática que possa iniciar incêndios.</p>
<p>A Prefeitura de Montes Claros reforça que, ao menor sinal de fogo ou fumaça, a população deve acionar imediatamente os Bombeiros Militares pelo número 193. A atitude rápida pode evitar grandes danos ambientais e proteger vidas. Conscientização e prevenção são as melhores formas de enfrentar esse período crítico, e o cuidado de todos é fundamental para preservar a cidade e o meio ambiente.</p></div>
<div></div>
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		<title>Prejuízo além da fumaça: estiagem e queimadas devem encarecer alimentos em Minas</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/09/19/prejuizo-alem-da-fumaca-estiagem-e-queimadas-devem-encarecer-alimentos-em-minas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 13:04:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Prejuízo além da fumaça]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Reajuste pode ser maior para tomate, abóbora moranga, milho e soja

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A estiagem de mais de 150 dias e as queimadas têm prejudicado a produção de alimentos em Minas, e o consumidor vai sentir no bolso o peso dessa dupla tragédia. A falta de chuva e a destruição provocada pelo fogo vão impactar nos preços do atacado e depois nas redes de varejo, fazendo o cliente final pagar mais caro por hortaliças, legumes e frutas. O aumento pode chegar a 10%.</p>
<p>A tendência é que o reajuste no valor dos produtos seja notado ainda neste mês e também em outubro, segundo o presidente da Associação dos Produtores de Hortifrutigranjeiros das Ceasas do Estado de Minas Gerais (APHCEMG), Luciano José Lopes.</p>
<p>Dentre os alimentos mais impactados, Lopes cita tomate, abóbora moranga, milho e soja. Segundo ele, a falta de água é o que mais prejudica a lavoura atualmente, diminuindo a oferta dos produtos.</p>
<p>De acordo com Luciano Lopes, está faltando água para irrigar as plantações. “Nem todo mundo consegue ter um poço artesiano na fazenda. Neste ano a seca foi muito pesada e também teve dificuldade de mão de obra. Isso tudo pesa”.</p>
<p>Conforme o Hoje em Dia mostrou na semana passada, o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) declarou <strong><span style="color: #ff0000;"> <a style="color: #ff0000;" href="http://hoje.vc/3iof1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">situação crítica de escassez hídrica superficial em porções hidrográficas em Minas</a>.</span></strong> A medida se deve à estiagem e impacta 320 outorgas de direito de uso da água, com restrições na captação em rios que cortam 17 municípios.</p>
<p>A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) foi procurada para falar sobre o assunto, mas informou que a porta-voz só estaria disponível nesta quinta-feira (19). A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) informou que que a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) &#8220;ainda está realizando um levantamento&#8221;.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Mudanças climáticas também vão aumentar preços de alimentos no país</span></strong></p>
<p>As variações súbitas de clima, com sequência de períodos de calor e frio intensos e o impacto da seca, que favorece a ocorrência de queimadas, também devem pressionar os preços em São Paulo, conforme o economista Thiago de Oliveira, da Companhia de Entrepostos e Armazéns (Ceagesp).</p>
<p>Lá, de acordo com Oliveira, a pressão afeta mais os cítricos, como laranjas e limões. &#8220;Se não houver uma melhora considerável na umidade, haverá um aumento de custo considerável. Estamos falando do meio de outubro&#8221;, afirma o economista.</p>
<p>As hortaliças, tanto folhas como legumes, podem ter impacto em dezembro.</p>
<p>Os preços de frutas e verduras têm histórico de queda recente, tanto de acordo com a Ceagesp quanto o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que registrou <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="http://hoje.vc/3i8mc" target="_blank" rel="noopener noreferrer">recuo nos últimos dois meses nos custos de produtos da cesta básica</a>. </span></p>
<p><em>* Com Agência Brasil</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Fogo na Amazônia se concentra em locais onde agronegócio avança, diz pesquisador da UFPA</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/09/19/fogo-na-amazonia-se-concentra-em-locais-onde-agronegocio-avanca-diz-pesquisador-da-ufpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 10:04:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Autor do livro Amazônia: riqueza, degradação e saque, o especialista destaca que a grilagem de terra alimenta essa exploração econômica
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os incêndios que consomem o bioma amazônico são uma das etapas da exploração econômica da floresta, que vem sendo convocada pela economia mundial para fornecer alimentos e matérias-primas baratas, permitindo a manutenção do preço dos salários nos países mais desenvolvidos e o aumento do lucro em escala global. Essa é a avaliação do professor de economia Gilberto de Souza Marques, da Universidade Federal do Pará (UFPA).</p>
<p>Autor do livro Amazônia: riqueza, degradação e saque, o especialista destaca que a agropecuária, a mineração e o setor madeireiro são as principais atividades que contribuem para o desmatamento da Amazônia e que a grilagem de terra alimenta essa exploração econômica.</p>
<p>Para o especialista em economia política, natureza e desenvolvimento, as experiências dos povos indígenas e comunidades tradicionais são as sementes de esperança que devem ser regadas para se contrapor à monocultura na região amazônica. Confira a entrevista completa:</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Qual a relação da destruição da Amazônia com a exploração econômica do bioma?</span></strong></p>
<p>Gilberto Marques: A Amazônia tem duas grandes tarefas no mundo que são incompatíveis. A primeira é contribuir para aumentar a rentabilidade do capital nas economias centrais, com o rebaixamento dos custos de produção. Isso significa produzir matérias-primas baratas de exportação para a China e para a Europa, como o ferro, a soja e outros produtos. Ao produzir alimentos baratos, a Amazônia diminui a pressão para elevação salarial nesses países e contribui para elevar as taxas de lucro em meio a uma economia global que vive sucessivas crises de rentabilidade do capital. A segunda tarefa da Amazônia é contribuir para reduzir os efeitos do aquecimento global, em particular a emissão de gases de efeito estufa. Na atualidade, essas duas tarefas são incompatíveis porque a primeira tarefa impõe um ritmo de apropriação da natureza como nunca visto nos 13 mil anos de existência humana na Amazônia. Esse ritmo ditado pela busca do lucro faz com que a natureza tenha dificuldade de se recompor, pois são atividades extremamente degradantes para a natureza.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Quais as principais atividades que contribuem para degradar a Amazônia?</span></strong></p>
<p>Gilberto: A mineração e o agronegócio associados à exploração madeireira. E a característica mais gritante na Amazônia é que o legal se alimenta do ilegal e o ilegal do legal. O setor pecuarista, que se apropria de terras públicas e que utiliza muitas vezes o trabalho escravo, continua, de alguma forma, vendendo o seu gado para as grandes cadeias da comercialização dos grandes frigoríficos, direta ou indiretamente. Indiretamente porque eles maquiam esse gado [de áreas griladas] e os frigoríficos sabem disso. O gado que não pode ser vendido para Europa, por exemplo, porque tem regras mais rígidas, segue para o Nordeste ou o Sudeste, abastecendo esses mercados regionais e permitindo que os rebanhos criados nessas regiões possam ser exportados sem prejuízo do consumo local. Direta ou indiretamente, o gado amazônico, mesmo criado em áreas ilegais, entra nas grandes cadeias de proteína animal do planeta. Em 2021, o principal produto exportado pelo município de São Paulo foi o ouro, com aproximadamente 27% de tudo que o município exportou. De onde vem esse ouro que entra nos grandes circuitos legais da financeirização da economia? Esse ouro sai, em grande medida, dos circuitos ilegais que estão destruindo a Amazônia. A mineração destrói intensivamente a floresta, o solo e subsolo, mas ela ocorre em espaço menor, ainda que tenha uma extensão além da mina, como é o caso da contaminação dos rios. Já a agropecuária usa extensas áreas e o uso de agrotóxicos mata os insetos que polinizam a floresta. Além disso, a plantação de soja retira cobertura vegetal, aumentando a temperatura em torno do campo de plantio e os riscos de incêndios. Essas atividades estimulam a apropriação ilegal da terra na Amazônia.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Como ocorre essa apropriação ilegal da terra da Amazônia?</span></strong></p>
<p>Gilberto: O grileiro se apropria de uma terra pública, de uma área de preservação ou de território indígena, e derruba a floresta de imediato. Em seguida, vende para um segundo proprietário que sabe que a terra é ilegal pelo próprio preço de venda, que é rebaixado. Depois de comprar, o segundo dono entra com o pedido de regularização fundiária dessa terra, argumentando que a comprou de boa-fé, acreditando que era uma terra legalizada. Esse argumento da boa-fé serviu para regularizar propriedades griladas desde os governos da ditadura empresarial militar, com o argumento de que isso geraria segurança jurídica e impediria a grilagem de terra. Na realidade, isso estimula a grilagem na região amazônica.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Por que existe o risco de a soja avançar ainda mais no bioma amazônico?</span></strong></p>
<p>Gilberto: Por que o custo de transporte é elemento determinante hoje na soja. Do município de Sorriso (MT) até o Porto de Paranaguá, no Paraná, são 2,2 mil km. Depois de embarcada nos navios, ela sobe toda a costa brasileira. Quando essa soja é produzida aqui na Amazônia, próximo à linha do Equador, ou com conexão com os rios, o custo de transporte cai bastante ou chega a quase zero. É o caso da soja que está sendo produzida no Amapá, a 70 quilômetros do porto. Ou seja, há uma redução de custo brutal nesse processo e a redução eleva a rentabilidade da atividade, permitindo que o produto chegue barato aos mercados centrais. Fora isso, quando, por meio da Lei Kandir, o governo deixa de cobrar o ICMS sobre essa exportação, o produto pode ser vendido por um preço abaixo de seu valor, sem que a empresa perca nada. Mas o Estado deixou de arrecadar o que lhe caberia. Há, então, uma transferência de valor do Brasil para as economias centrais. Vendemos mercadorias e recebemos menos do que elas efetivamente valem.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Os incêndios na Amazônia têm relação com a exploração econômica?</span></strong></p>
<p>Gilberto: O fogo é resultado desse processo de apropriação ilegal da terra e é uma etapa da exploração econômica. Durante o primeiro semestre do ano, que é o período de mais chuva, se faz a derrubada da floresta para a retirada das madeiras. Quando começa o verão amazônico, que ocorre entre o final de junho até setembro principalmente, se toca muito fogo na floresta para queimar o que se derrubou no primeiro semestre, mas não se aproveitou para a atividade madeireira. Então, se forma o pasto. Além disso, 80% das propriedades da floresta são reservas legais que não podem ser desmatadas. O proprietário então toca fogo na floresta e diz que aquilo foi um incêndio não produzido por ele. Como deixou de ser floresta, ele vai utilizar a área para o aumento do pasto, para o plantio de soja ou outra atividade do agronegócio. Quando você pega a distribuição do fogo, você vê que a concentração está exatamente nos municípios em que mais avança o agronegócio. Como é o caso de São Félix Xingu (PA), que tem o maior rebanho bovino do Brasil. Porém, o que estamos vendo hoje, neste início de setembro, é um descontrole porque alguns dados de monitoramento apontam que até um terço do fogo sobre a Amazônia está ocorrendo em floresta em pé, diferentemente do padrão típico que é o fogo sobre floresta que foi derrubada no primeiro semestre.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">O senhor diz que a Amazônia está internacionalizada no mercado global. Como é isso?</span></strong></p>
<p>Gilberto: A Amazônia está internacionalizada porque os grandes ramos da produção do agronegócio e da mineração estão controlados pelas grandes empresas multinacionais em escala internacional. As duas maiores plantas de alumina e alumínio do planeta estão no Pará e são controladas por uma empresa transnacional, que é a Hydro, de capital principalmente norueguês. O principal acionista é o governo da Noruega, que é também o principal doador do Fundo Amazônia. A Vale anunciou que a maior parcela do seu capital total é negociada em circuitos estrangeiros, ou seja, não está nas mãos de brasileiros. Se pegarmos o comércio de grãos, principalmente soja, quem comercializa e controla esse comércio na Amazônia são as grandes transnacionais do agronegócio como Cargill, Bunge, ADM [Human, Pet and Animal Nutrition Company] e LDC [Louis Dreyfus Company].</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Qual a exploração econômica sustentável alternativa que pode beneficiar o povo brasileiro?</span></strong></p>
<p>Gilberto: Nosso desafio é entender que não necessariamente o que dá grande lucro é algo que beneficia o conjunto da população ou que seja necessariamente o melhor para o país e para a região. Precisamos problematizar essa noção de desenvolvimento como simples expansão da economia. Historicamente, isso foi utilizado no Brasil para justificar determinadas políticas, mas o resultado foi exclusão social e o enriquecimento de uma pequena minoria. Nesse sentido, temos experiências em curso na região amazônica que são ainda muito incipientes, mas muito ricas. A produção agroecológica, com as agroflorestas, é uma delas. Outras experiências são as atividades comunitárias, como a pesca do Mapará, no Rio Tocantins, onde as pessoas se juntam para pescar e o resultado é distribuído entre todos, inclusive entre aqueles que não puderam pescar. Tem ainda a rica experiência do povo indígena Ka’apor, do Maranhão, que tem criado áreas de proteção quando identifica a entrada de madeireiros e outros invasores. Eles constroem comunidades nas rotas dos invasores, barrando a entrada deles. Já criaram 12 áreas de proteção, permitindo a recomposição da floresta. Temos que ajudar a disseminar essas experiências de integração sociedade-natureza em oposição à monocultura na Amazônia. A gente tem que olhar a Amazônia com esperança, porque ela ainda é a maior concentração de matéria viva do planeta. Ela captura dióxido de carbono e cumpre papel vital para a existência da humanidade. O planeta vai continuar existindo, o que está em questão é a continuidade da humanidade. Nesse sentido, a Amazônia é a esperança para o planeta. E os povos que vivem na Amazônia, por meio de suas experiências, são sementes de esperança que temos que ajudar a brotar. (Agência Brasil)</p>
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		<item>
		<title>Corpo de Bombeiros militar intensifica campanha de prevenção contra os incêndios em vegetação</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/09/06/corpo-de-bombeiros-militar-intensifica-campanha-de-prevencao-contra-os-incendios-em-vegetacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 13:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros de Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Esse ano, de forma inovadora, O Corpo de Bombeiros Militar está monitorando via satélite os focos de calor, o que possibilita identificar o local onde os incêndios tiveram início]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos passando pelo período crítico de estiagem onde a vegetação seca combinada com altas temperaturas, a presença de ventos e a baixa umidade relativa do ar, criam um cenário propício aos incêndios em vegetação.</p>
<p>Esse ano, de forma inovadora, O Corpo de Bombeiros Militar está monitorando via satélite os focos de calor, o que possibilita identificar o local onde os incêndios tiveram início.</p>
<p>Mais de 90 % desses incêndios são causados por ação humana e o papel da população é muito importante para prevenção.</p>
<p>Fogueiras mal apagadas, o uso do fogo para limpeza de terrenos, rituais ou amontoados de lixo são as principais causas dos incêndios. Nesse momento, o Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar, Polícia Civil, Defesa Civil e Secretaria do Meio Ambiente e IEF estão integrados numa força tarefa de prevenção e combate aos incêndios em vegetação nas Unidades de Conservação. Brigadistas também estão desempenhando um papel importante mas a sua participação é fundamental.</p>
<p>Denuncie atitudes suspeitas através do telefone 190 ou do disque denúncia 181, sua identidade será preservada.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Corpo de Bombeiros mapeia áreas de atuação que mais são atingidas por incêndios em Minas</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/06/27/corpo-de-bombeiros-mapeia-areas-de-atuacao-que-mais-sao-atingidas-por-incendios-em-minas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 11:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[bases operacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Minas]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Corporação vai contar com o reforço de 500 agentes para otimizar atendimento e reduzir danos ao meio ambiente

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Em seu primeiro ano coordenando a prevenção e combate a incêndios florestais nas 95 Unidades de Conservação, o <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.bombeiros.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG)</a></span> mapeou as áreas de preservação que mais sofrem com os incêndios e vai montar, no mês de julho, bases operacionais para otimizar o atendimento e conter os danos ao ecossistema e espécies endêmicas. Além da presença constante de bombeiros militares e brigadistas, a corporação contará com o aporte do <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Governo do Estado</a></span> de R$ 5 milhões para a contratação de aeronaves e aquisição de equipamentos.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Minas Gerais possui a quarta maior extensão territorial do país, concentrando riquezas naturais e biomas predominantes como Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica. De forma integrada à <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="http://www.meioambiente.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Secretaria de Estado de Meio Ambiente</a>, <a style="color: #ff0000;" href="http://www.ief.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto Estadual de Florestas</a></span> e <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://policiamilitar.mg.gov.br/site/ciapmmamb" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Polícia Militar Ambiental</a></span>, com a publicação do Decreto Estadual (48.767/2024), o CBMMG assume a coordenação operacional referente às atividades de prevenção e combate a incêndios florestais nas 95 Unidades de Conservação de Proteção Integral e Uso Sustentável do Estado de Minas Gerais, abrangendo mais de 2 milhões de hectares de área protegida.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Os incêndios florestais promovem a degradação da biodiversidade, prejuízos econômicos para o turismo e produtores rurais, problemas para a saúde humana, riscos de acidentes em rodovias e emissão de carbono para a atmosfera. Além disso, podem provocar problemas de abastecimento de água, conforme explica o tenente Leonan Soares.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">&#8220;A importância do esforço em preservar as Unidades de Conservação gera benefícios para toda a população. A proteção dos cursos d’água, da flora e a manutenção da fauna, contribui para a dispersão das sementes e o reflorestamento das nascentes, garantindo o abastecimento de água nas cidades. Neste sentido, a instalação das bases poderá intensificar o atendimento, que contará também com a dedicação diária de mais de 100 bombeiros, mais aeronaves e equipamentos&#8221;, comentou o oficial, que integra a Coordenadoria de Meio Ambiente da corporação.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Diante de tão grande desafio, nestes primeiros meses, o CBMMG estruturou o Sistema de Meio Ambiente, que disciplina o emprego de recursos humanos e logísticos de forma a promover a distribuição adequada nas regiões de maior demanda no período crítico. Em termos práticos, militares com grande experiência e especializados no combate a incêndios florestais assumiram a missão de criar diretrizes para prevenção e combate a incêndios florestais, elaborar planos, coordenar e executar as atividades operacionais.</p>
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS"><strong><span style="color: #ff0000;">Medidas de reforço</span></strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">O CBMMG elaborou um Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais com medidas de implementação de reforços operacionais, tanto aéreos como terrestres, utilização de ferramentas de georreferenciamento, monitoramento de focos de calor, controle de efetivo e logístico, além do estabelecimento de sala de coordenação operacional que reúne informações de todo o estado.</p>
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS"><strong><span style="color: #ff0000;">Bases operacionais</span></strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Das 95 Unidades de Conservação em Minas Gerais, 76 são de proteção integral e 19 de uso sustentável. Juntas, correspondem a 4% do território mineiro, em uma área de 23.460 km2 ou 2.346.000 hectares. O grande desafio para o Corpo de Bombeiros Militar é a proteção da biodiversidade, bem como dos recursos naturais e genéticos associados.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Para ampliar os esforços, a corporação irá lançar uma Operação de Reforço nas Unidades de Conservação, a partir do mês de julho, que contará com bases operacionais do CBMMG estabelecidas nas UCs com maiores estatísticas históricas de incêndio florestal. O foco é reduzir o tempo resposta, evitando que os incêndios florestais se propaguem e consumam áreas extensas de vegetação nativa. Mais de uma centena de bombeiros estarão dispostos com logística apropriada para a realização desta operação.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Neste primeiro momento, as bases operacionais serão montadas nas seguintes unidades: Parque Estadual Serra do Cabral, em Joaquim Felício, região centro-norte do estado; APA Cochá e Gibão, em <span style="color: #ff0000;">Bonito de Minas, no Norte de Minas</span>; Apae Alto do Mucuri, em Teófilo Otoni, no Nordeste, e Parque Estadual Serra do Rola Moça, na região central de Minas.</p>
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS"><span style="color: #ff0000;">Tecnologias</span></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Entre as tecnologias empregadas, está o projeto de aquisição de internet via satélite e estações meteorológicas portáteis para facilitar as análises e acompanhamentos, além dos instrumentos que já são utilizados como a Sala de Coordenação Operacional do CICC; monitoramento via satélite e software para gerenciamento.</p>
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS"><strong><span style="color: #ff0000;">Efetivo</span></strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">O reforço operacional contará com o emprego de bombeiros que terão concluído o Curso de Formação de Soldados (CFSd), sob a orientação de militares especializados em prevenção a incêndios florestais. A equipe será constituída por 115 bombeiros militares, distribuídos em todas as 17 unidades operacionais do estado, com empenho in loco nas Unidades de Conservação com maior registro anual de área queimada.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Dentre as atividades de coordenação e controle assumidas pela corporação, inclui-se também a gestão dos brigadistas. Neste ano, inicialmente, está sendo realizada a contratação e treinamento de 280 brigadistas florestais. Somando-se a estes, haverá o incremento de 90 brigadistas pela compensação minerária, dispondo ainda de todo o efetivo de bombeiros do CBMMG, que estará em condições para atuar na prevenção e combate aos incêndios.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS"><span style="color: #ff0000;"><em>*Com informações da Agência Minas</em></span></p>
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		<title>Queimadas prejudicam mais de 54 mil clientes da Cemig nos primeiros sete meses de 2023</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2023/09/14/queimadas-prejudicam-mais-de-54-mil-clientes-da-cemig-nos-primeiros-sete-meses-de-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 13:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco 1]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Cemig]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[ Companhia registrou 110 ocorrências no sistema elétrico provocadas por queimadas entre janeiro e julho deste ano.  

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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_23584" class="wp-caption aligncenter" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-23584 size-large" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Queimadas-rede-eletrica-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Queimadas-rede-eletrica-1024x768.jpg 1024w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Queimadas-rede-eletrica-768x576.jpg 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Queimadas-rede-eletrica-300x225.jpg 300w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/Queimadas-rede-eletrica.jpg 1040w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="wp-caption-text"><strong>Foto</strong>: Divulgação/Cemig</p></div>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal">Além de causar danos irreparáveis ao meio ambiente e colocar em risco a fauna local, as queimadas também trazem outros prejuízos significativos para a população. Somente nos sete primeiros meses deste ano, os incêndios causaram interrupções no fornecimento de energia elétrica para mais de 54 mil clientes da Cemig, em um total de 110 ocorrências envolvendo a rede de distribuição da empresa. Para tentar conscientizar mais a população, a Cemig estendeu sua campanha de conscientização sobre queimadas até o final do próximo mês de outubro. <u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal">Somente na Região Norte foram registradas 22 ocorrências de queimadas, que prejudicaram quase 9 mil clientes. Apenas em Montes Claros, mais de 2 mil consumidores da Cemig tiveram o fornecimento de energia interrompido em decorrência de incêndios até julho. <u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal">As ocorrências de queimadas no sistema elétrico tendem a se intensificarem no segundo semestre, pouco antes do período chuvoso. É importante destacar que provocar queimadas – além de deixar hospitais, comércios e escolas sem energia &#8211; pode ser considerado crime e levar à prisão. De acordo com o art. 41 da Lei 9.605/98, provocar incêndio em mata ou floresta é tipificado como crime ambiental, que pode resultar em pena de reclusão de dois a quatro anos, além de multa.  <u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal">A técnica de supervisão e controle do sistema elétrico da Cemig, Suellen Karine Braga Vieira, explica que grande parte dos focos de incêndio é causada por ação humana. “Por isso, a companhia procura reduzir os desligamentos provocados por queimadas que atingem o sistema elétrico alertando a população a respeito dos riscos e consequências dessa prática, que é mais comum nesta época do ano, caracterizada por baixa umidade e vegetação seca”, explica.     <u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal"><span style="color: #ff0000;"><span class="m_6616394149984615224xxxcontentpasted0"><b>Dificuldade de acesso prejudica atuação da Cemig </b></span> </span><u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal"><span class="m_6616394149984615224xxxcontentpasted0">Ainda segundo Suellen Vieira, os equipamentos da rede elétrica, quando expostos às queimadas, têm seu funcionamento prejudicado, o que pode causar o desligamento de linhas de transmissão, de distribuição e subestações, bem como causar graves acidentes com pessoas que estão próximas a estas áreas. “Um dos maiores desafios para as equipes de campo é chegar ao local da ocorrência para fazer o reparo. Normalmente, são locais de difícil acesso e em áreas rurais muito amplas. Além disso, levar estruturas pesadas, como torres e postes, em áreas acidentadas, torna ainda mais desafiadora a manutenção das redes danificadas pelas queimadas”.  </span><u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal"><u></u><span class="m_6616394149984615224xxxcontentpasted0">A especialista da Cemig destaca que as queimadas podem prejudicar o fornecimento para hospitais e centros de saúde. &#8220;As chamas danificam equipamentos e tornam o restabelecimento mais demorado, o que pode trazer transtornos para todos. Além disso, o alto volume de fumaça pode trazer sérios danos à saúde, principalmente nesta época do ano em que doenças respiratórias são mais comuns. As pessoas precisam se conscientizar dos impactos causados por suas ações, pensar de forma coletiva e evitar dar início a focos de incêndio que podem tomar grandes proporções e causar grandes estragos”, alerta.  </span><u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal"><span class="m_6616394149984615224xxxcontentpasted0" style="color: #ff0000;"><b>Atuação preventiva e medidas de segurança</b></span><u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal"><span class="m_6616394149984615224xxxcontentpasted0">Para minimizar ocorrências deste tipo em sua área de concessão, a Cemig realiza, constantemente, ações preventivas, investindo na limpeza de faixas de servidão, com poda de árvores e arbustos, além da remoção da vegetação ao redor dos postes e torres. A companhia também realiza inspeções em suas linhas de transmissão, para identificar e mitigar riscos potenciais e tentar evitar ocorrências causadas por queimadas.      </span><u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal"><u></u><span class="m_6616394149984615224xxxcontentpasted0">Algumas medidas simples podem ser tomadas pela população para conter os riscos. As pessoas devem apagar com água o resto do fogo em acampamentos, para evitar que o vento leve as brasas para a mata, além de não jogar pontas de cigarros acesas na estrada ou em áreas rurais.   </span><u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal"><span class="m_6616394149984615224xxxcontentpasted0">Outra atitude consciente é não deixar garrafas plásticas ou de vidro expostas ao sol em áreas com vegetação, porque estes materiais podem criar focos de incêndio. Também existem restrições para a realização de queimadas mesmo quando permitidas por lei: não devem ser realizadas a menos de 15 metros de rodovias, ferrovias e do limite das faixas de segurança das linhas de transmissão e distribuição de energia. A Cemig lembra, ainda, que é proibido o uso de fogo em áreas de reservas ecológicas, preservação permanente e parques florestais.       </span><u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal"><u></u><span class="m_6616394149984615224xxxcontentpasted0">Em caso de incêndios, a Cemig (116) e o Corpo de Bombeiros (193) devem ser avisados o mais rápido possível. Vale destacar que todos podem denunciar a prática de queimadas ilegais, de maneira anônima, ligando gratuitamente para o telefone 181.  </span></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal"><u></u><u></u><span style="color: #ff0000;"><b>Tecnologia contra queimadas </b></span><u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal">A Cemig investe na tecnologia do projeto Apaga o Fogo!, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Por meio da plataforma on-line <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="http://www.apagaofogo.eco.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.apagaofogo.eco.br&amp;source=gmail&amp;ust=1694692160680000&amp;usg=AOvVaw15M_9sXbczu4i9Wqb1enKm">www.apagaofogo.eco.br</a></span>, que disponibiliza imagens em tempo real, a empresa e qualquer usuário voluntário podem identificar focos de incêndio em sua fase inicial. <u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal">Essas imagens são processadas por algoritmos de inteligência artificial que podem validar – já no início – focos de fumaça, além de monitorar a evolução de um incêndio. A plataforma também permite a participação de internautas, que podem se cadastrar e auxiliar na identificação dessas queimadas. <u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal">“Dessa forma, as áreas de preservação ambiental poderão ser supervisionadas 24 horas por dia, e ainda podem contar com uma ampla colaboração dos internautas. O objetivo do projeto é reduzir os registros de incêndio nos compartilhando infraestrutura das redes da Cemig. Também vem para melhorar a qualidade dos serviços da companhia, por meio da redução das interrupções no fornecimento de energia elétrica causadas por incêndios próximos às redes de transmissão e distribuição da empresa”, explica o engenheiro de Transmissão da Cemig, Carlos Alexandre Meireles do Nascimento. <u></u><u></u></p>
<p class="m_6616394149984615224xxxmsonormal">Atualmente, o site Apaga o Fogo! monitora, em tempo real em caráter experimental, a Reserva Biológica da UFMG, por meio de câmeras instaladas no Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-Tec), e a Mata Serra Verde, a partir de câmeras instaladas na Cidade Administrativa. A serra Rola Moça conta com seis pontos de monitoramento no site. A expansão dessa cobertura irá aproveitar a estrutura já existente nas linhas de transmissão e distribuição de energia para abrigar novas câmeras do projeto.  No último feriado de 7 de setembro, o Apaga o Fogo! Identificou uma queimada na Serra do Rola Moça, que poderia desligar linhas de transmissão e de distribuição da Cemig. Contudo, com o alerta e a ação rápida da brigada de incêndio, a estrutura da companhia não foi afetada. <u></u><u></u></p>
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