<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Pacto Ninguém se Cala &#8211; Revista Tempo</title>
	<atom:link href="https://revistatempo.com.br/tag/pacto-ninguem-se-cala/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://revistatempo.com.br</link>
	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
	<lastBuildDate>Thu, 05 Jun 2025 17:43:11 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2020/09/cropped-logo_sticky-32x32.png</url>
	<title>Pacto Ninguém se Cala &#8211; Revista Tempo</title>
	<link>https://revistatempo.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Em um ano e meio, pacto Ninguém se Cala conta com mais de 80 parcerias</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/06/06/em-um-ano-e-meio-pacto-ninguem-se-cala-conta-com-mais-de-80-parcerias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 10:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Pacto Ninguém se Cala]]></category>
		<category><![CDATA[Violência de gênero]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistatempo.com.br/?p=48312</guid>

					<description><![CDATA[Programa incentiva ambientes institucionais seguros para mulheres]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ano e meio após seu início, o pacto institucional Ninguém se Cala, de combate à violência contra as mulheres, aproxima-se do centésimo convênio.</p>
<p>O programa é uma iniciativa do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e do Ministério Público do Trabalho paulista e busca firmar protocolos de esforço de instituições em prol da prevenção da violência contra a mulher e da promoção de ambientes seguros, igualitários e respeitosos para todos, em espaços de lazer, trabalho, cultura, esporte e convivência e em toda a sociedade.</p>
<p>“A iniciativa busca romper com a cultura do estupro, o silenciamento institucional e a responsabilização da vítima, promovendo uma transformação ética, política e cultural nas instituições e na sociedade, angariando aliados, e reafirma: &#8216;a culpa nunca é da vítima&#8217;. O impacto é real dentro das instituições, nos espaços públicos e nas relações”, disse à Agência Brasil a promotora de Justiça Vanessa Therezinha de Sousa de Almeida, coordenadora do Núcleo de Gênero do MPSP.</p>
<p>Entre os 85 parceiros com convênios já consolidados, estão instituições públicas, privadas e da sociedade civil que se comprometeram com a equidade de gênero, a integridade organizacional e a promoção da dignidade humana.</p>
<p>As primeiras 15 adesões foram firmadas em novembro de 2023, quando o programa foi lançado. Entre os parceiros, há universidades, empresas e grupos privados, clubes, sindicatos e federações, além de coletivos feministas e movimentos sociais. Novas adesões podem ser feitas a qualquer momento por meio de formulário disponível no <span style="color: #ff0000;"><em><a style="color: #ff0000;" href="https://www.mpsp.mp.br/" target="_blank" rel="noopener">site </a></em><a style="color: #ff0000;" href="https://www.mpsp.mp.br/" target="_blank" rel="noopener">oficial do MPSP</a>.</span></p>
<p>“O Pacto Ninguém se Cala é mais do que um compromisso institucional — é um grito coletivo por mudança — e nasce da urgência de romper com o silêncio que ainda cerca tantas violências e da certeza de que toda mulher tem o direito de existir em segurança, respeito e dignidade. Baseado em três pilares: divulgação da legislação protetiva, criação de espaços seguros e mobilização de aliados, o pacto se torna um instrumento de transformação concreta”, complementa Vanessa Almeida.</p>
<p>O objetivo é aumentar o conjunto de parceiros, pois os ministérios públicos consideram urgente que mais setores da sociedade se comprometam. &#8220;São necessários mais formações, mais aliados, mais coragem coletiva, porque quando a sociedade inteira se posiciona, a violência recua”, ressalta a coordenadora do Núcleo de Gênero do MPSP.</p>
<p>Além das ações institucionais é importante que atos de violência, em geral, e sobretudo contra mulheres e minorias, sejam denunciadas. Há diversos canais públicos para isso, como o Disque 100 ou as Delegacias da Mulher, atuantes em todo o país, além de redes de atendimento compostas pelas promotorias dos ministérios públicos e pelas defensorias públicas nos estados.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">48312</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
