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	<title>Operação Vox Vacua &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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	<title>Operação Vox Vacua &#8211; Revista Tempo</title>
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		<title>Polícia Civil conclui primeira fase da Operação Vox Vacua em Espinosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 11:32:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Operação policial]]></category>
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					<description><![CDATA[As investigações apontaram a existência de um esquema estruturado e reiterado de fraudes contra idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu na semana passada o inquérito policial referente à primeira fase da Operação Vox Vacua deflagrada em Espinosa, região Norte do estado. O material investigatório foi encaminhado à Justiça, enquanto um novo inquérito foi instaurado para aprofundar a apuração sobre lavagem de dinheiro e possíveis novos envolvidos.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Esquema de estelionato contra idosos</strong></span></p>
<p>As investigações apontaram a existência de um esquema estruturado e reiterado de fraudes contra idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade. O grupo criminoso utilizava dados pessoais e bancários das vítimas para realizar empréstimos fraudulentos com valores superiores aos acordados, efetuar portabilidades não autorizadas de benefícios previdenciários, e ainda, movimentar recursos com o objetivo de ocultar valores ilícitos.</p>
<p>O delegado Eujécio Coutrim, responsável pela operação explicou que a apuração conduzida pela delegacia revelou ainda o uso de empresas de fachada e “laranjas” para movimentar os recursos, além de celulares não pertencentes às vítimas para criar acessos bancários com senhas e autenticações biométricas falsas.</p>
<p>Além disso, a autoridade contou que um relatório técnico elaborado pelo Laboratório de Lavagem de Dinheiro da PCMG (CGCCO) identificou movimentações atípicas e expressivas em contas de diversos investigados, incompatíveis com sua capacidade econômica declarada. Os indícios reforçam a prática de lavagem de dinheiro.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Indiciamentos</strong></span></p>
<p>Com base nas provas reunidas — incluindo oitivas, análises técnicas, quebras de sigilo, relatórios periciais e diligências de campo — a Polícia Civil promoveu o indiciamento formal e individualizado de sete pessoas:</p>
<p>• Homem, 28 anos: apontado como líder operacional e financeiro da organização.</p>
<p>• Homem, 27 anos: identificado como líder jurídico, usava documentos falsos e procurações irregulares.</p>
<p>• Homem, 33 anos: financiador e articulador logístico, integrava o núcleo decisório do grupo.</p>
<p>• Mulher, 25 anos: atuava no núcleo financeiro, movimentando mais de R$ 5 milhões.</p>
<p>• Mulher, 29 anos: ligada a instituição financeira suspeita, auxiliava na abertura de contas fraudulentas.</p>
<p>• Mulher, 22 anos: integrante do núcleo operacional, coletava e transmitia dados de vítimas.</p>
<p>•Mulher, 30 anos: também com vínculo bancário suspeito, manipulava benefícios previdenciários.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Medidas patrimoniais</strong></span></p>
<p>A Justiça, atendendo às representações policiais, determinou o sequestro e apreensão de bens, incluindo duas caminhonetes, duas motocicletas, dois caminhões, um carro de luxo, um 01 jet ski e uma carretinha.</p>
<p>Além disso, foram bloqueados judicialmente valores em contas vinculadas aos investigados, até o limite de R$ 2,6 milhões.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Continuidade das apurações</strong></span></p>
<p>Apesar do indiciamento formal dos sete investigados, a Polícia Civil reforça que a investigação terá continuidade em novo inquérito, com foco no aprofundamento dos indícios de lavagem de dinheiro e na identificação de novos fatos e participantes</p>
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		<title>Polícia Civil conclui primeira fase da Operação Vox Vacua em Espinosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 13:04:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As investigações apontaram a existência de um esquema estruturado e reiterado de fraudes contra idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu na semana passada o inquérito policial referente à primeira fase da Operação Vox Vacua deflagrada em Espinosa, região Norte do estado. O material investigatório foi encaminhado à Justiça, enquanto um novo inquérito foi instaurado para aprofundar a apuração sobre lavagem de dinheiro e possíveis novos envolvidos.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Esquema de estelionato contra idosos</span></strong></p>
<p>As investigações apontaram a existência de um esquema estruturado e reiterado de fraudes contra idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade. O grupo criminoso utilizava dados pessoais e bancários das vítimas para realizar empréstimos fraudulentos com valores superiores aos acordados, efetuar portabilidades não autorizadas de benefícios previdenciários, e ainda, movimentar recursos com o objetivo de ocultar valores ilícitos.</p>
<p>O delegado Eujécio Coutrim, responsável pela operação explicou que a apuração conduzida pela delegacia revelou ainda o uso de empresas de fachada e “laranjas” para movimentar os recursos, além de celulares não pertencentes às vítimas para criar acessos bancários com senhas e autenticações biométricas falsas.</p>
<p>Além disso, a autoridade contou que um relatório técnico elaborado pelo Laboratório de Lavagem de Dinheiro da PCMG (CGCCO) identificou movimentações atípicas e expressivas em contas de diversos investigados, incompatíveis com sua capacidade econômica declarada. Os indícios reforçam a prática de lavagem de dinheiro.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Indiciamentos</span></strong></p>
<p>Com base nas provas reunidas — incluindo oitivas, análises técnicas, quebras de sigilo, relatórios periciais e diligências de campo — a Polícia Civil promoveu o indiciamento formal e individualizado de sete pessoas:</p>
<p>• Homem, 28 anos: apontado como líder operacional e financeiro da organização.</p>
<p>• Homem, 27 anos: identificado como líder jurídico, usava documentos falsos e procurações irregulares.</p>
<p>• Homem, 33 anos: financiador e articulador logístico, integrava o núcleo decisório do grupo.</p>
<p>• Mulher, 25 anos: atuava no núcleo financeiro, movimentando mais de R$ 5 milhões.</p>
<p>• Mulher, 29 anos: ligada a instituição financeira suspeita, auxiliava na abertura de contas fraudulentas.</p>
<p>• Mulher, 22 anos: integrante do núcleo operacional, coletava e transmitia dados de vítimas.</p>
<p>•Mulher, 30 anos: também com vínculo bancário suspeito, manipulava benefícios previdenciários.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Medidas patrimoniais</span></strong></p>
<p>A Justiça, atendendo às representações policiais, determinou o sequestro e apreensão de bens, incluindo duas caminhonetes, duas motocicletas, dois caminhões, um carro de luxo, um 01 jet ski e uma carretinha.</p>
<p>Além disso, foram bloqueados judicialmente valores em contas vinculadas aos investigados, até o limite de R$ 2,6 milhões.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Continuidade das apurações</span></strong></p>
<p>Apesar do indiciamento formal dos sete investigados, a Polícia Civil reforça que a investigação terá continuidade em novo inquérito, com foco no aprofundamento dos indícios de lavagem de dinheiro e na identificação de novos fatos e participantes.</p>
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		<title>PCMG deflagra nova fase da Operação Vox Vacua e apreende bens de grupo suspeito de aplicar golpes em pessoas vulneráveis</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/07/18/pcmg-deflagra-nova-fase-da-operacao-vox-vacua-e-apreende-bens-de-grupo-suspeito-de-aplicar-golpes-em-pessoas-vulneraveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 10:04:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ação visa desmantelar uma organização criminosa suspeita de praticar estelionatos majorados, lavagem de dinheiro, uso de documentos falsos, associação criminosa e litigância predatória]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou nesta quarta-feira (17) em Espinosa, região Norte do estado, a segunda fase da Operação Vox Vacua. A ação visa desmantelar uma organização criminosa suspeita de praticar estelionatos majorados, lavagem de dinheiro, uso de documentos falsos, associação criminosa e litigância predatória. Durante a ação, foram apreendidos veículos, dispositivos eletrônicos e documentos.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Esquema Criminoso</span></strong></p>
<p>As investigações apontam que o grupo atuava com uma estrutura sofisticada e bem segmentada, composta por núcleos operacionais, jurídicos e logísticos autônomos. Os suspeitos se aproveitavam da condição de vulnerabilidade das vítimas — incluindo idosos, pessoas com deficiência e analfabetos — para aplicar golpes financeiros de forma reiterada e articulada.</p>
<p>Para dar aparência de legalidade aos crimes, os integrantes do grupo utilizavam empresas de fachada, escritórios disfarçados de assessorias jurídicas, plataformas tecnológicas e procurações adulteradas. Com esses instrumentos, promoviam judicialização fraudulentas e movimentações patrimoniais suspeitas.</p>
<p>Durante a ação de hoje, foram cumpridos cinco mandados judiciais de sequestro de bens vinculados à organização criminosa, com o objetivo de bloquear patrimônios adquiridos por meios ilícitos. Entre os bens apreendidos estão: Um caminhão VW 8.120, uma motocicleta; Um caminhão VW 17.220 Euro3 Worker – localizado e apreendido na cidade de Urandi, na Bahia, em uma pedreira, Um Jet Ski Sea-Doo e a respectiva carretinha e um veículo BMW X3.</p>
<p>Além dos bens, a Polícia Civil recolheu documentos, contratos, dados bancários e dispositivos eletrônicos que serão analisados nos próximos dias.</p>
<p>O delegado da Polícia Civil Eujécio Coutrim, responsável pela operação, destacou a complexidade do esquema e o perfil dos alvos:<br />
“Estamos lidando com uma organização que opera com alto grau de sofisticação e frieza. Usavam conhecimento jurídico e recursos tecnológicos para enganar pessoas em situação de extrema vulnerabilidade. Essa segunda fase da operação visa estrangular o fluxo financeiro da organização e aprofundar a responsabilização criminal dos envolvidos.”</p>
<p>Coutrim ainda ressaltou que está sendo realizada a oitiva de novas vítimas que foram lesadas pelo grupo criminoso.<br />
“As investigações continuam e novas diligências não estão descartadas.”</p>
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