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	<title>operação da pf &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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		<title>Megaoperação contra traficantes que fraudavam Farmácia Popular é feita em MG e em outros 5 estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 13:06:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
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		<category><![CDATA[Tráfico de drogas]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 medidas judiciais são cumpridas contra os suspeitos

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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um bando envolvido com o tráfico de drogas é alvo de operação da Polícia Federal nesta quinta-feira (13). O grupo também é suspeito também de causar prejuízos milionários ao programa Farmácia Popular, do Governo Federal. As ações da PF ocorrem em Minas, Goiás, Paraíba, Mato Grosso, Acre e Distrito Federal.</p>
<p>Conforme a PF, mais de 100 policiais participam da Operação Arthron. Ao todo, são cumpridas 106 ordens judiciais expedidas pela Justiça Federal em Goiás: 6 mandados de prisão, 26 mandados de busca e apreensão, 28 medidas restritivas de direitos, além de medidas de constrição patrimonial que abarcam o sequestro de bens móveis e imóveis. Foi determinado bloqueio de mais de R$ 39 milhões dos investigados.</p>
<p>A investigação teve início em 2022, após a prisão em flagrante de duas pessoas que estavam transportando grande quantidade de cocaína com destino a Luziânia/GO. Apurou-se que a droga seria destinada a um traficante da região que, inclusive, chegou a ser candidato ao cago de vereador nas eleições municipais do ano de 2024.</p>
<p>A investigação ainda apontou que os envolvidos eram responsáveis pela internalização de grandes volumes de substâncias entorpecentes, provenientes, sobretudo, da Bolívia, Colômbia e do Peru. As drogas eram revendidas, principalmente, a traficantes do entorno do Distrito Federal que possuem vínculos com facções criminosas.</p>
<p>O rastreamento das movimentações financeiras operadas pelas pessoas já identificadas permitiu a identificação de sistemática rede destinada a ocultar e ou dissimular a proveniência ilícita dos valores obtidos.</p>
<p>Segundo a PF, foi identificada a constituição de diversas empresas do ramo farmacêutico que, posteriormente, eram utilizadas para fins de obtenção de vantagens indevidas junto ao Programa Farmácia Popular do Governo Federal.</p>
<p>Os valores obtidos a partir das atividades fraudulentas, posteriormente, foi utilizado por parte dos investigados para fins de financiamento ao tráfico de drogas. Foram identificadas ao menos 28 pessoas jurídicas diretamente utilizadas para comenter o estelionato.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Como funcionava as fraudes em desfavor do Programa Farmácia Popular do Governo Federal?</span></strong></p>
<p>O Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB) é um programa do Governo Federal que visa complementar a disponibilização de medicamentos utilizados na Atenção Primária à Saúde, por meio de parceria com farmácias da rede privada. As fraudes ocorriam assim:</p>
<p>Os investigados adquiriam empresas que estavam licitamente cadastradas no PFPB, mas que tinham encerrado as atividades;</p>
<p>Faziam as alterações societárias e, na maioria dos casos, vinculava as pessoas jurídicas a pessoas interpostas (que age em nome de outra, utilizando nome próprio);</p>
<p>As alterações societárias e os ajustes junto ao PFPB eram intermediados por investigada que, aparentemente, atuava como espécie de “despachante” junto aos órgãos públicos atuantes no programa;</p>
<p>Realizadas as alterações, ocorria aumento do número de lançamentos de medicamentos comercializados por meio do Farmácia Popular, seja na modalidade gratuidade ou subsidiada</p>
<p>Liberação dos pagamentos em favor dos envolvidos que se valiam de diferentes tipologias voltadas a dificultar a identificação dos reais beneficiários.</p>
<p>Para a operacionalização das fraudes, eram realizadas vendas simuladas de medicamentos que, na prática, nunca chegaram a ser fornecidos ao beneficiário declarado. Os investigados lançaram dados de consumidores que, sequer, possuem conhecimento quanto a utilização indevida de suas informações de qualificação.</p>
<p>Em sua maioria, as empresas utilizadas pelo grupo ficavam em estados totalmente diverso do domicílio dos sócios declarados. Notou-se que, durante o funcionamento lícito dos estabelecimentos, os repasses mensais do PFPB não ultrapassavam R$ 5 mil e que, após o início das fraudes, cada farmácia passava a receber valores que giravam em torno de R$ 60 mil a R$ 90 mil por mês.</p>
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		<title>Operação da PF mira esquema milionário de fraudes ao INSS em Minas</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/01/07/operacao-da-pf-mira-esquema-milionario-de-fraudes-ao-inss-em-minas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 13:02:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Operação policial]]></category>
		<category><![CDATA[Fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Minas]]></category>
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		<category><![CDATA[PF]]></category>
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					<description><![CDATA[Suspeitos falsificavam certidões de nascimento, documentos de identidade e comprovantes de residência

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma ação conjunta com a Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP), a Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (07) a Operação Progênie. A operação, que teve como alvo uma associação criminosa especializada em fraudar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), resultou na prisão de duas pessoas e no cumprimento de sete mandados de busca e apreensão em Minas Gerais.</p>
<p>De acordo com as investigações, o grupo criminoso utilizava um modus operandi bastante elaborado, que consistia na criação de pessoas fictícias. Para dar sustentação a essas identidades falsas, os criminosos falsificavam certidões de nascimento, documentos de identidade e comprovantes de residência. Com essa documentação fraudulenta, eles solicitavam benefícios previdenciários, principalmente destinados a idosos de baixa renda.</p>
<p>O nome da operação, Progênie, faz referência à origem e ascendência das fraudes, já que a maior parte dos crimes investigados envolvia um único núcleo familiar. A investigação, que teve início a partir da descoberta de 43 benefícios fraudulentos, permitiu identificar os integrantes da organização criminosa.</p>
<p>Os envolvidos serão indiciados pelos crimes de estelionato qualificado e associação criminosa, com penas que podem chegar a nove anos e sete meses de reclusão. O prejuízo causado aos cofres públicos com as fraudes já ultrapassa R$ 7 milhões, mas as investigações indicam que esse valor poderia ser ainda maior, chegando a mais de R$ 9 milhões.</p>
<p>A operação, que contou com a participação da Força Tarefa Previdenciária/MG, demonstra o compromisso das autoridades em combater crimes contra o patrimônio público.</p>
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