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	<title>Olimpíada de Paris &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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		<title>Prêmios em dinheiro para atletas olímpicos e paratletas ficam isentos de Imposto de Renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 16:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta medida, publicada hoje (8) no Diário Oficial da União, tem efeito retroativo a partir de 24 de julho de 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os prêmios em dinheiro concedidos a atletas e paratletas olímpicos que vencerem eventos esportivos oficiais serão isentos de imposto de renda, conforme estipulado pela Medida Provisória 1251/2024. Esta medida, publicada hoje (8) no Diário Oficial da União, tem efeito retroativo a partir de 24 de julho de 2024.</p>
<p>A isenção segue a mesma orientação já aplicada a medalhas, troféus e outros objetos comemorativos conquistados em competições internacionais. A decisão altera a Lei do Imposto de Renda (7.713/1988), incluindo os prêmios em dinheiro pagos pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) aos atletas e paratletas que ganharem medalhas em Jogos Olímpicos ou Paralímpicos.</p>
<p>De acordo com o COB, os medalhistas de ouro nas modalidades individuais das Olimpíadas de Paris receberão R$ 350 mil, enquanto os de prata ganharão R$ 210 mil e os de bronze R$ 140 mil. Para modalidades em grupo, os valores são de R$ 700 mil para ouro, R$ 420 mil para prata e R$ 280 mil para bronze.</p>
<p>O CPB anunciou que, para as competições individuais em 2024, o prêmio será de R$ 250 mil para medalhas de ouro, R$ 100 mil para prata e R$ 50 mil para bronze. Nas modalidades coletivas, cada paratleta receberá R$ 125 mil pela medalha de ouro, R$ 50 mil pela prata e R$ 25 mil pelo bronze.</p>
<p>Os Jogos Olímpicos de Paris 2024 começaram no dia 24 de julho e se estendem até 11 de agosto, com a distribuição das primeiras medalhas iniciada em 27 de julho. Durante os 17 dias de competições, serão realizadas 329 disputas em 35 locais diferentes na França.</p>
<p>Até a manhã desta quinta-feira (8), o Brasil está na 18ª posição no ranking de medalhas, com um total de 14 conquistas: duas de ouro, cinco de prata e sete de bronze.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>É OURO: Rebeca Andrade supera Simone Biles e vira maior medalhista olímpica do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 14:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Time Brasil. Esporte]]></category>
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					<description><![CDATA[Este foi o primeiro ouro de Rebeca em Paris. Ela já havia conquistado a prata no individual geral e no salto, além do bronze por equipes. Das finais que disputou, a brasileira não foi ao pódio somente na trave, ficando na quarta posição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A despedida de Rebeca Andrade da Olimpíada de Paris não poderia ser melhor. Nesta segunda-feira (5), a paulista conquistou a medalha de ouro na prova de solo, alcançando seu quarto pódio na capital francesa. Foi a sexta medalha olímpica dela, que se isolou como atleta brasileira mais laureada na história do evento, superando os velejadores Robert Scheidt e Torben Grael, com quem a ginasta estava empatada.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1606524&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1606524&amp;o=node" /></p>
<p>Rebeca obteve 14.166 de nota em sua exibição, superando a favorita Simone Biles. A estadunidense &#8211; que, mais cedo, ficou fora do pódio da trave, assim como a brasileira &#8211; alcançou 14.133, sofrendo duas penalidades por pisar fora do tablado de competição. Mesmo assim, conseguiu a medalha de prata. O pódio foi completado por Jordan Chiles, também dos Estados Unidos, com 13.766.</p>
<p>A brasileira foi a segunda a se apresentar, ao som de uma combinação das músicas &#8220;End of Time&#8221;, de Beyonce, e &#8220;Movimento da Sanfoninha&#8221;, de Anitta. Ela recebeu 8.266 pela execução da série e mais 5.900 da nota de dificuldade das acrobacias. A comissão técnica pediu revisão desta última nota, sem sucesso. A pontuação total (14.166) de Rebeca foi melhor que as do individual geral (14.033) e da classificatória (13.900), mas inferior ao que atingiu na disputa por equipes (14.200).</p>
<p>As atenções, então, voltaram-se para Biles. Ela realizou a série mais complexa da final, com 6.900 de nota de dificuldade. No entanto, em duas acrobacias, pisou com os dois pés fora do tablado, o que diminuiu a nota de execução (7.833) e causou uma penalidade de 0.6. Rebeca ainda teve de aguardar as apresentações da romena Sabrina Maneca-Voinea e de Jordan Chiles para comemorar, emocionada, a vitória no solo.</p>
<p>Este foi o primeiro ouro de Rebeca em Paris. Ela já havia conquistado a prata no individual geral e no salto, além do bronze por equipes. Das finais que disputou, a brasileira não foi ao pódio somente na trave, ficando na quarta posição.</p>
<p>[Com informações de Agência Brasil]</p>
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