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	<title>oftalmologista &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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		<title>Hospital Universitário da Unimontes retoma procedimento de retirada de córneas para doação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 17:36:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Hospital Universitário Clemente de Faria (HUCF) retomou, neste mês, a retirada de córneas (enucleação) para a doação.]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>O Hospital Universitário Clemente de Faria (HUCF) retomou, neste mês, a retirada de córneas (enucleação) para a doação. O procedimento voltou a ser efetuado no HUCF depois de 10 anos que não era realizado no hospital, que é vinculado à Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes).</p>
<p>O bem sucedido procedimento cirúrgico, denominado enucleação (retirada dos globos oculares) foi feito em uma paciente, de 39 anos, que veio a óbito no Hospital Universitário, cuja família optou pela doação de córneas, seguindo o protocolo recomendado para a referida doação.</p>
<p>A retirada das córneas foi feita pela equipe da OPO (Organização de Procura de Órgãos) em parceria com a equipe da Cihdott (Comissão Intra-hospitalar de Doação de órgãos e Tecidos para Transplantes) do HUCF, coordenada pelo médico clínico Carlos Augusto Souza Marques, especialista em captação, doação e transplante de órgãos e tecidos.</p>
<p>A equipe é integrada ainda pelo médico (e graduado em Enfermagem) Luciano Oliveira Marques e pelo servidor Kleber Alves Vieira, também graduado em Enfermagem e especialista em captação, doação e transplante de órgãos e tecidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Antes da realização do procedimento, a equipe da Cidhott do Hospital Universitário participou do curso “Capacitação em doação de córnea: da identificação do potencial doador a enucleação”, ministrado pela equipe do MG transplantes, em parceria com a Fundação Lucas Machado, da Faculdade de Ciências Médicas, de Belo Horizonte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os globos oculares retirados durante o procedimento realizado no Hospital Universitário serão encaminhados para o Banco de Olhos em Belo Horizonte. A unidade da Capital vai cuidar do transplante, o que possibilita o atendimento de duas pessoas que estão na fila em Minas Gerais, aguardando o transplante de córneas. Ao todo, cerca de 4 mil pessoas se encontram na fila nessa condição, com a esperança de voltar a enxergar por meio do transplante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O retorno da captação de córneas no Hospital Universitário significa um grande passo para que o hospital possa contribuir com a redução da lista de espera por córneas. Além disso, representa a possibilidade de angariar recursos para viabilizar novas captações na instituição”, destaca o coordenador da Cihdott do HUCF, Carlos Augusto Souza Marques.</p>
<p>Os critérios estabelecidos para doação de córneas</p>
<p>Ele salienta que o grande desafio do Hospital Universitário, a partir de agora, é alcançar as metas estabelecidas dentro do programa de incentivo a doações de córneas. As doações de córneas dos pacientes que vêm a óbito na unidade hospitalar precisam obedecer aos critérios estabelecidos.</p>
<p>As córneas podem ser doadas até seis horas depois do óbito. Podem fazer a doação falecidos entre dois e 80 anos incompletos, após a triagem das condições clínicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #ff0000;">Como é feito o encaminhamento de pacientes</span></h4>
<p>São encaminhados para receber a doação de córneas pacientes com cegueira, portadores de alterações como ceratocone avançado, úlceras ou distrofia de córnea. Eles passam pela avaliação de um oftalmologista e, se necessitarem de transplante, são cadastrados no sistema nacional de transplante e ficam à espera de um doador.</p>
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		<title>Encontro de Anatomia da Unimontes reúne mais de 190 acadêmicos no campus-sede</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/11/12/congresso-mineiro-de-vereadores-reune-mais-de-duas-mil-pessoas-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 17:09:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Universidade Estadual de Montes Claros realizou o IV Encontro de Anatomia da Unimontes. Iniciativa da Liga Norte-Mineira de Anatomia, sob coordenação dos professores Pedro Eleutério dos Santos Neto
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Estadual de Montes Claros realizou o IV Encontro de Anatomia da Unimontes. Iniciativa da Liga Norte-Mineira de Anatomia, sob coordenação dos professores Pedro Eleutério dos Santos Neto, Deborah de Farias Lelis, Thaisa Soares Crespo e João Marcus Oliveira Andrade, o evento teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Vários profissionais anatomistas, cujo trabalho é reconhecido em todo o país, estiveram presentes para desenvolver atividades técnico-científicas no Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), que funciona no Prédio 6 do campus-sede, nos dias 31 de outubro e 1º de novembro. Participaram 193 acadêmicos oriundos de cursos do CCBS.</p>
<h4><span style="color: #ff0000;">Minicursos</span></h4>
<p>Os professores anatomistas Marco Aurélio Passos, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e Kennedy Martinez de Oliveira e Rafael Leite Alves, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), além de ministrar palestras, realizaram quatro minicursos teórico-práticos de dissecação em cadáveres das regiões facial, torácica, abdominal e de membro inferior ocorridos no Laboratório de Anatomia da instituição de ensino superior.</p>
<p>Houve também minicursos práticos sobre “Importância da anatomia em cirurgias de emergências”, com o professor Wille Dingsor Souza; “Suturas cirúrgicas”, com os professores Vitor Dantas e Kaio Alves Couto; “Desenho artístico da anatomia, com o professor Lucas Carvalho, e “Atendimento de primeiros-socorros”, com o professor Welberte Ferreira de Araújo.</p>
<h4><span style="color: #ff0000;">Palestras</span></h4>
<p>O evento ainda ofereceu várias palestras sobre diferentes temas relacionados à Anatomia com a mastologista Bertha Andrade Coelho, a neuropsicóloga Aldelúcia de Castro Souza, o educador físico Eric Hudson Evangelista e o oftalmologista Breno Barreto Ribeiro; e a apresentação de 50 trabalhos científicos (resumos apresentados em painéis) e artísticos (pintura corporal, pintura em quadros e apresentação de poemas).</p>
<p>O IV Encontro de Anatomia da Unimontes, segundo os organizadores, foi uma oportunidade de aprendizado sobre Anatomia e suas aplicações nas mais diversas formas.</p>
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		<title>Campanha alerta para riscos do glaucoma e importância da prevenção</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2023/12/04/campanha-alerta-para-riscos-do-glaucoma-e-importancia-da-prevencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Dec 2023 12:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco 1]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Glaucoma]]></category>
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					<description><![CDATA[Doença é a maior causa de cegueira irreversível do mundo.
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26346" class="wp-caption aligncenter" ><img decoding="async" class="wp-image-26346 size-large" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/olho-1024x613.webp" alt="" width="1024" height="613" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/olho-1024x613.webp 1024w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/olho-768x459.webp 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/olho-300x179.webp 300w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/12/olho.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="wp-caption-text"><strong>Foto:</strong> Arquivo/Agência Brasil</p></div>
<p>Entre os dias 7 e 15 de dezembro, quem for aos cinemas de 125 cidades do Brasil assistirá a filme de 29 segundos com alerta sobre os riscos do glaucoma, causa mais comum da cegueira irreversível no mundo. A campanha da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) quer mostrar a importância dos exames preventivos com oftalmologista.   <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1570181&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1570181&amp;o=node" /></p>
<p>A ideia da campanha nos cinemas é mostrar o que pode se perder ao deixar a doença avançar. &#8220;Infelizmente, no glaucoma a perda de visão é definitiva. No cinema, que é uma arte tão querida por todos, onde vemos imagens belíssimas, o paciente com a visão ruim, não consegue aproveitar. Então quisemos chocar as pessoas. Quase 150 mil pessoas serão impactadas por essa ação e o objetivo é informar que existe essa doença e fazer com que as pessoas procurem o oftalmologista para iniciar o tratamento o mais cedo possível”, disse o presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG), Roberto Galvão Filho.</p>
<p>Apesar de ser a mais comum causa de cegueira o glaucoma ainda é desconhecido por grande parte da população. Segundo uma pesquisa realizada por oftalmologistas ligados à SBG, com 1.636 indivíduos, 90% ignoravam que já apresentavam sinais de risco da doença. As estimativas da SBG mostram que 2,5 milhões de pessoas vivem com a doença no país.</p>
<p>Segundo a SBG, no mundo, há pelo menos 3,6 milhões de cegos e 4,1 milhões de indivíduos com deficiência visual moderada a grave devido ao glaucoma. Estima-se que 2040, o número de pessoas com glaucoma em todo o planeta chegará a 114 milhões. De 1% a 2% da população terá a doença. Quando se considera os indivíduos acima dos 70 anos, esse percentual sobe para 6% a 7%.</p>
<p>Os dados do dossiê elaborado pela SBG, indicam que em 2022 foram realizadas 10.805.942 consultas oftalmológicas pelo SUS, em todo o Brasil. Como o SUS atende 76% da população (24% têm cobertura de planos de saúde), o que corresponde a cerca de 163 milhões de brasileiros, o percentual de indivíduos que visitaram o oftalmologista uma vez por ano fica em torno de 6,7%.</p>
<p>“Por isso, os casos no Brasil são descobertos tão tarde. E o glaucoma descoberto tardiamente é mais difícil e mais caro para tratar. É quatro vezes mais caro tratar um glaucoma avançado do que um inicial. Além disso, os pacientes sofrem mais porque os defeitos visuais são irreversíveis. E isso implica em mais acidente de trânsito, mais quedas e mais custo para o estado”, enfatizou Galvão.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Sintomas e tratamento </span></strong></p>
<p>O glaucoma não tem cura, mas, com diagnóstico precoce, é possível conter o avanço da doença. Por isso, a consulta anual ao oftalmologista é tão importante. A doença afeta a visão das laterais para o centro do olho e por isso o indivíduo não percebe que há algo errado, podendo se dar conta apenas quando até 60% do nervo ótico já estiver destruído. “As pessoas simplesmente não percebem que a visão está sumindo. Elas só percebem quando começam a bater no carro, esbarrar nas pessoas, na lateral de móvel, isso quando o campo visual periférico está danificado”, explicou.</p>
<p>A doença pode atingir pessoas de qualquer idade e normalmente é causada pelo aumento da  pressão intraocular, que também passa desapercebida pelo paciente. “O glaucoma não tem sintomas, mas tem sinais. Quando eu vejo o paciente no consultório, um dos primeiros sinais de glaucoma é a pressão intraocular elevada”. Outros aspectos que também podem ser observados em um exame no consultório são defeitos no nervo ótico e no fundo de olho, como aumento da escavação, sangramento e assimetrias de escavação. Ao notar esses sinais, o médico deve pedir exames mais detalhados.</p>
<p>Segundo o médico, o glaucoma não tem um tratamento específico e definitivo, e é muito difícil controlar, mas é possível estacionar a doença e a perda de campo visual. Além da pressão intraocular elevada, são fatores de risco o diabetes, a hipertensão arterial e miopia. Pessoas negras também precisam ficar atentas, pois têm maior predisposição a desenvolver o glaucoma.  “Se a pessoa tem um desses fatores de risco presentes, precisa ir ao oftalmologista uma vez ao ano”, disse Galvão.</p>
<p>O presidente da SBG enfatizou ainda que todo o tratamento para o glaucoma está disponível no SUS para pacientes de qualquer localidade do Brasil. “Se prescrito por um médico, o paciente tem a possibilidade de fazer o tratamento no SUS, incluindo desde os colírios que alguns estados até fornecem gratuitamente, até o tratamento com laser e cirurgias”, finalizou.</p>
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