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	<title>obesidade &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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	<title>obesidade &#8211; Revista Tempo</title>
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		<title>Obesidade atinge mais de 30% brasileiros e escancara falhas no cuidado e na prevenção</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/08/18/obesidade-atinge-mais-de-30-brasileiros-e-escancara-falhas-no-cuidado-e-na-prevencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 13:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado e na prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Com quase 7 em cada dez brasileiros acima do peso, país vive uma epidemia pouco compreendida e mal combatida]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A obesidade é hoje um dos maiores desafios de saúde pública no Brasil. Silenciosa e muitas vezes tratada com preconceito ou desinformação, essa condição afeta cerca de 50 milhões de brasileiros — quase um em cada três adultos. Os dados são do Atlas Mundial da Obesidade 2025, da Federação Mundial da Obesidade (World Obesity Federation), que destaca ainda a tendência de crescimento nos próximos anos.</p>
<p>Segundo o relatório, 68% da população brasileira está com excesso de peso. Desses, 31% têm obesidade e 37% estão com sobrepeso. A projeção para 2030 é preocupante: o número de homens com obesidade pode crescer 33,4%, enquanto entre as mulheres o aumento estimado é de 46,2%.</p>
<p>Ao contrário do que muitos ainda pensam, a obesidade não é apenas uma questão estética ou de “falta de disciplina”. Trata-se de uma doença crônica complexa, reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, como explica a médica endocrinologista Vivian Ribeiro.</p>
<p>“A obesidade está diretamente ligada ao aumento de casos de diabete tipo 2, hipertensão, doenças cardiovasculares, apneia do sono, dores articulares e diversos tipos de câncer. Além disso, tem forte impacto na saúde mental, provocando ansiedade, depressão e isolamento social”, detalha.</p>
<p>Entre os principais fatores estão o sedentarismo, o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, o estresse cotidiano e a falta de orientação profissional adequada. Para muitas famílias, opções saudáveis simplesmente não cabem no orçamento. Em comunidades mais vulneráveis, a obesidade convive com a pobreza e a insegurança alimentar.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Carência de formação médica especializada</span></strong><br />
Além da escalada nos índices, outro ponto crítico é o despreparo de parte dos profissionais de saúde para lidar com a obesidade de forma técnica e empática. A formação médica tradicional ainda trata o tema de maneira superficial, o que compromete diagnósticos, acompanhamento e a condução de tratamentos eficazes.</p>
<p>Diante dessa realidade, a MedExperts, em parceria com a Faculdade Sirius, realiza no dia 20 de setembro o 1º Simpósio Brasileiro de Medicina da Obesidade, evento 100% online voltado à capacitação prática de médicos. Com quatro horas de conteúdo intensivo, palestrantes de referência e certificado reconhecido pelo MEC, o simpósio trará atualizações sobre abordagens modernas no tratamento da obesidade, incluindo o uso clínico de análogos de GLP-1 e estratégias para estruturação de consultórios voltados ao cuidado integral.</p>
<p>“A obesidade é uma doença crônica complexa que exige abordagem terapêutica baseada em ciência sólida. O simpósio surge como resposta direta à lacuna de formação especializada entre os médicos brasileiros”, afirma Vivian Ribeiro.</p>
<p>As inscrições já estão abertas por meio do site <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="http://simposio.medexperts.com.br.">simposio.medexperts.com.br.</a></span></p>
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		<item>
		<title>Um a cada três brasileiros vive com obesidade, mostra relatório global</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/03/04/um-a-cada-tres-brasileiros-vive-com-obesidade-mostra-relatorio-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Mar 2025 13:04:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atlas Mundial da Obesidade 2025]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados são do Atlas Mundial da Obesidade 2025
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aproximadamente um a cada três brasileiros, 31%, vive com obesidade e essa porcentagem tende a crescer nos próximos cinco anos. No país cerca da metade da população adulta, entre 40% e 50%, não pratica atividade física na frequência e intensidade recomendadas.</p>
<p>Os dados são do Atlas Mundial da Obesidade 2025 (World Obesity Atlas 2024), da Federação Mundial da Obesidade (World Obesity Federation – WOF), lançado nessa segunda-feira (3).</p>
<p>O relatório mostra que, no Brasil, 68% da população tem excesso de peso e, dessas, 31% tem obesidade e 37% tem sobrepeso. O Atlas traz ainda uma projeção de que o número de homens com obesidade até 2030 pode aumentar em 33,4%. Entre as mulheres, essa porcentagem pode crescer 46,2%.</p>
<p>O sobrepeso e a obesidade podem trazer riscos. Segundo o Atlas, 60,9 mil mortes prematuras no Brasil podem ser atribuídas as doenças crônicas não transmissíveis devido ao sobrepeso e obesidade, como diabetes tipo 2 e Acidente Vascular Cerebral (AVC) – a informação é baseada em dados de 2021.</p>
<p>Diante desse cenário, o endocrinologista Marcio Mancini, diretor do Departamento de Tratamento Farmacológico da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) e diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), diz que o Brasil precisa tratar o sobrepeso e a obesidade com uma questão de saúde pública.</p>
<p>“É um problema de saúde pública, não dá mais para responsabilizar um indivíduo. Não dá para falar para aquela pessoa que sai às 5h da manhã de casa e chega em casa às 21h, que passa várias horas em transporte público, para comer mais frutas e legumes e ir para academia fazer exercício”, defende. “O problema de saúde pública tem que ser enfrentado com medidas de saúde pública”, enfatiza.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-07/embalagens-de-alimentos-terao-alerta-sobre-excesso-de-nutrientes" target="_blank" rel="noopener">Ele cita exemplos de medidas como aumentar as taxas de bebidas açucaradas</a> </span> como formas de conscientizar a população e colocar avisos nos rótulos dos alimentos de que aquele produto possui altas taxas de açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. Mas reforça que ainda são necessárias outras ações, como reduzir os preços de alimentos saudáveis e campanhas permanentes nas escolas.</p>
<p>“Tem um dia por ano que se fala de alimentação saudável na escola. Isso não adianta absolutamente nada. Ninguém vai mudar a sua alimentação por escutar uma vez do ano alguma coisa sobre a alimentação saudável. Tem muito a ser feito”, diz o médico.</p>
<p>Ele acrescenta que até mesmo medidas de segurança pública e urbanismo podem incentivar e permitir que a população tenha uma melhor qualidade de vida.</p>
<p>“Até mesmo violência urbana, iluminação urbana [têm impacto] porque as pessoas têm medo de andar na rua. As pessoas poderiam usar menos o carro e usar transporte público, se o transporte público fosse de qualidade”, diz. “Ter parques em todas as regiões da cidade, não só em regiões privilegiadas, ter calçadas adequadas para as pessoas caminharem. Vai muito além de só falar para a pessoa, olha, coma direito e vá se movimentar”.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Situação no mundo</span></strong></p>
<p>De acordo com o Atlas, atualmente, mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo vivem com obesidade. Projeções indicam que esse número pode ultrapassar 1,5 bilhão até 2030, caso medidas efetivas não sejam implementadas.</p>
<p>O relatório mostra que dois terços dos países estão despreparados para lidar com o aumento dos níveis de obesidade, com apenas 7% tendo sistemas de saúde adequadamente preparados.</p>
<p>A obesidade está ligada a 1,6 milhão de mortes prematuras anuais por doenças não transmissíveis, superando as fatalidades em acidentes de trânsito. A Federação Mundial da Obesidade calcula um possível aumento de 115% na obesidade entre 2010 e 2030, e pede que a questão seja tratada por “toda a sociedade&#8221;, com políticas como rotulagem de alimentos, tributação e promoção da atividade física.</p>
<p>O relatório mostra que os índices brasileiros são melhores que os dos Estados Unidos, por exemplo, com 75% da população com excesso de peso e, dentro desse grupo, 44% das pessoas com obesidade. Mas, na outra ponta, são piores que países como a China, com 41% da população com excesso de peso e, desses, 9% com obesidade.</p>
<p>“Apesar de a alimentação do brasileiro estar piorando ano a ano, cada vez se come menos arroz e feijão e se come mais esses alimentos processados, o Brasil não come tanto ultraprocessado como os Estados Unidos, por exemplo. É o momento de tentar reverter esse cenário”, defende Mancini.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Mudar o Mundo Pela Saúde</span></strong></p>
<p>Diante desses dados, a campanha <span style="color: #ff0000;">Mudar o Mundo Pela Saúde</span> busca mobilizar governos, organizações de saúde e toda a sociedade para promover mudanças. Esta terça-feira (4) é o Dia Mundial da Obesidade, que buscar conscientizar população e governos sobre a obesidade.</p>
<p>Como parte da campanha no Brasil, a Abeso, em parceria com a Sociedade SBEM, lança o e-book gratuito Mudar o Mundo Pela Nossa Saúde, que tem como objetivo analisar e propor mudanças em políticas públicas, iniciativas privadas e diversos setores para criar sistemas mais eficazes na prevenção e tratamento da obesidade.</p>
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		<title>Cannabis pode ser esperança no tratamento contra a obesidade</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/12/23/cannabis-pode-ser-esperanca-no-tratamento-contra-a-obesidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 13:02:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cannabis]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[A doença é crônica, progressiva e multifatorial, caracterizada por uma complexa inflamação neuroendócrino-metabólica

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já utilizada no tratamento contra Alzheimer, Parkinson, epilepsia, ansiedade, insônia, TEA, fibromialgia, dor crônica e até câncer, a cannabis sativa vira agora esperança contra a obesidade. A ciência vem explorando o uso de compostos como CBD, CNB e THCV, todos derivados da planta.</p>
<p>A obesidade é uma doença crônica, progressiva e multifatorial, caracterizada por uma complexa inflamação neuroendócrino-metabólica. O tratamento requer uma abordagem multidisciplinar e o uso de canabinoides tem gerado resultados positivos, explica João Carlos Caruso Silveira, pesquisador e médico da Associação Brasileira de Médicos com Expertise de Pós-Graduação (Abramepo).</p>
<p>Pesquisador nas áreas de Obesidade e Nutrição, o médico tem certificação pela WeCann Endocannabinoid Global Academy e publicou recentemente um artigo sobre novas perspectivas de tratamento para a obesidade. O profissional destaca que o sistema endocanabinoide, presente em todos os mamíferos, desempenha papel crucial na regulação de funções fisiológicas como apetite, metabolismo e armazenamento de gordura.</p>
<p>“A interação dos canabinoides com o sistema endocanabinoide tem se mostrado promissora no tratamento da obesidade em várias frentes”, afirma Caruso. “No Brasil, esse tratamento é considerado off label, mas resolução do CFM ( permite o uso para tratamento de outras doenças”.</p>
<p>Em 14 de outubro de 2022, o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou uma resolução que restringia os usos da cannabis medicinal, permitindo a receita apenas para tratamentos de Síndrome de Dravet, Lennox-Gastaut e no Complexo de Esclerose Tuberosa. A decisão foi duramente criticada por pacientes e profissionais da saúde. Dias depois a medida foi revogada, deixando a cargo de cada médico a cargo de cada médico a recomendar do tratamento.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Ação multidisciplinar</span></strong></p>
<p>João Carlos Caruso detalha que pesquisas recentes destacam o THCV (Tetrahidrocannabivarina) como um eficaz supressor do apetite, atuando como antagonista dos receptores CB1, frequentemente superativados em pessoas com obesidade –o que resulta em menos fome e mais gasto energético.</p>
<p>“Várias substâncias presentes na cannabis são usadas no tratamento da obesidade. O CBD, além dos efeitos ansiolíticos, pode modular o sistema endocanabinoide, regulando o apetite e o metabolismo, e tem propriedades anti-inflamatórias, contribuindo para a melhora da saúde metabólica. Já o Canabinol auxilia na melhora do sono, contribuindo indiretamente para o controle do apetite e a regulação do peso”, defende.</p>
<p>O médico observa que, ao contrário do CBD, o THCV não é produzido em larga escala e deve ser importado com aprovação da Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. “É um composto mais difícil de encontrar até mesmo no Exterior”, comenta.</p>
<p>Apesar de todos os benefícios, o médico enfatiza que a cannabis não deve ser vista como solução única para a obesidade. “A obesidade é um desafio complexo que exige uma abordagem multidisciplinar e individualizada, não existe uma fórmula pronta”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Obesidade afeta 32% das crianças mineiras: veja como evitá-la</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2023/10/11/obesidade-afeta-32-das-criancas-mineiras-veja-como-evita-la/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 12:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco 1]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[crianças mineiras]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[No Estado há180.363 crianças e adolescentes em obesidade, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24596" class="wp-caption aligncenter" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-24596 size-large" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-10-at-15-55-26-jpeg-1024x683.png" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-10-at-15-55-26-jpeg-1024x683.png 1024w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-10-at-15-55-26-jpeg-900x600.png 900w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-10-at-15-55-26-jpeg-768x512.png 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-10-at-15-55-26-jpeg-300x200.png 300w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-10-at-15-55-26-jpeg-128x86.png 128w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-10-at-15-55-26-jpeg.png 1224w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="wp-caption-text"><strong>Foto:</strong> Videopress Produtora</p></div>
<p>Quando os pais da Eloísa Souza, de 8 anos, perceberam que a filha estava acima do peso não hesitaram em buscar ajuda profissional. Com o diagnóstico de sobrepeso em mãos, uma verdadeira mudança de hábitos fez com que a família da criança alterasse o cardápio da casa e incluísse atividades físicas na rotina.  “Levamos à nutricionista, entramos na dieta e a colocamos para fazer esteira”, contou o pai da menina, Marco Antônio Honório Souza.</p>
<p>Mesmo com pouca idade, Eloísa é uma das 180.363 crianças e adolescentes de Minas Gerais que estão em obesidade, ou seja, 32,01% do público nesta idade no Estado, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais. No dia em que se celebra o Combate à Obesidade, nesta quarta-feira (11 de outubro), especialistas reforçam os riscos do sobrepeso na infância e a importância dos pais na construção de uma alimentação saudável.</p>
<p>“As crianças se tornam obesas devido ao ambiente que elas vivem, já que os pais são responsáveis pela alimentação delas. Elas não sabem comprar comida, não têm acesso a dinheiro. Porém, as crianças obesas  podem ser acometidas pelas mesmas doenças dos adultos acima do peso, como colesterol alto, pressão alta, diabetes em função da obesidade, além de problemas respiratórios, que tendem a agravar com o aumento do peso”, alerta a nutricionista Fernanda Amaral.</p>
<p>No consultório onde atende, a profissional relata que as principais justificativas dadas pelos responsáveis são a falta de tempo e as pressões da indústria alimentícia na hora de preparar as refeições.</p>
<p>“Costumo orientar aos pais que não levem os filhos ao supermercado, temos tantas opções mais divertidas para levá-los. Nesses locais, as crianças vão ser bombardeadas de alimentos industrializados e a tentação será maior para todos. A bagunça feita pelas crianças na hora de comer,  principalmente as menores, também interfere nessa rotina, então, eu aconselho as mães e pais que deixem os filhos se relacionarem com os alimentos, que sintam o gosto, a textura, o cheiro e que criem memórias com os alimentos”, indica. A Eloisa já aprendeu a lição. “A Fernanda me falou para fazer dieta e não comer besteira”, afirma.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Atividade física pode minimizar os efeitos da obesidade </strong></span></p>
<p>Uma das orientações para a perda de peso é incluir atividades físicas na rotina das crianças.  Pensando nisso, uma academia de ginástica passou a oferecer aulas de natação e jiu jitsu às crianças como forma de promover saúde com muita diversão.</p>
<p>“A atividade física para as crianças deve ser divertida, já a criança aprende de forma lúdica, brincando. Então, além de combater obesidade e sedentarismo, os exercícios físicos ainda promovem a autonomia, individualidade, competitividade de forma positiva e socilalização”, afirma o educador físico Gabriel Martins.</p>
<p>&nbsp;</p>
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