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	<title>Ministério da Justiça &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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		<title>Desaparecimento de criança pode ser comunicado antes de 24h; veja como</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2024 11:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[desaparecimento de crianças e adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[policia civil]]></category>
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					<description><![CDATA[Campanha do governo federal quer desmitificar crença
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma campanha do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), lançada nesta semana, visa alertar a população que não é preciso esperar 24 horas para registrar o desaparecimento de uma criança. A iniciativa, chamada &#8220;Não Espere 24h&#8221;, foi lançada para lembrar o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, neste sábado (25).</p>
<p>Ao contrário, a recomendação é que a polícia seja notificada o mais rápido possível do sumiço. Quanto antes o desaparecimento é comunicado, maior a chance de localização da criança, destaca o ministério.</p>
<p>Levantamento da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas do MJSP mostra que cerca de 20 mil pessoas de até 17 anos desaparecem, por ano, no Brasil. Dessas, cerca de 12 mil são encontradas.</p>
<p>“São cerca de 8 mil famílias que vivem na incerteza e angústia de não saber o paradeiro de seus entes queridos. A campanha visa expor essa realidade, além de fornecer informações relevantes para a prevenção de novos casos e orientações sobre as medidas a serem tomadas em caso de desaparecimento”, disse o coordenador-geral de Políticas de Prevenção à Violência e à Criminalidade da Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (Dsusp/Senasp), Leandro Arbogast, em nota divulgada pela pasta.</p>
<p>O coordenador alerta ainda que as famílias informem às autoridades quando a criança ou adolescente é encontrado. Essa medida, segundo Argobast, é fundamental para que a pessoa deixe de continuar com registro de desaparecida nos sistemas de busca.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Saiba o que fazer quando uma criança some</span></strong></p>
<p>De acordo com o ministério, o desaparecimento ocorre quando há uma quebra repentina na rotina. Assim que for notado, o primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência na Polícia Civil ou ligar para o 190.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">As informações e os documentos considerados fundamentais para a busca da criança e do adolescente são: </span></p>
<ul>
<li>Fotografia nítida e atual da pessoa desaparecida</li>
<li>Descrever as características físicas do desaparecido, como altura, cor da pele, idade, peso, tipo de cabelo, olhos etc.</li>
<li>Informar quais roupas e pertences a criança ou adolescente usava quando foi visto pela última vez</li>
<li>Informar sobre a rotina, estado emocional ou condições físicas</li>
<li>Apresentar dados do aparelho celular, como nota fiscal para busca do Imei</li>
<li>Informar dados sobre redes sociais</li>
<li>Contar em qual contexto ocorreu o desaparecimento</li>
<li>Informar se é possível coletar amostras de DNA em objetos do desaparecido ou de parentes</li>
</ul>
<p>Após o registro do boletim de ocorrência, a polícia informa quais os passos para busca.</p>
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		<item>
		<title>Norma obriga redes sociais a retirar conteúdo de apologia à violência</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2023/04/14/norma-obriga-redes-sociais-a-retirar-conteudo-de-apologia-a-violencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco 1]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon)]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança pública]]></category>
		<category><![CDATA[violência escolar]]></category>
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					<description><![CDATA[O descumprimento das medidas, segundo o ministro Flávio Dino, poderá acarretar aplicação de multas que podem chegar a R$ 12 milhões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="320" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/image-34.jpg" alt="" class="wp-image-18558" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/image-34.jpg 640w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/image-34-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption><strong>Foto</strong>: Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio ao ambiente de pânico envolvendo ameaças e casos de violência no ambiente escolar, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) anunciou nesta quarta-feira (12) a edição de uma nova portaria com uma série de obrigações para as plataformas de redes sociais. De acordo com o ministro Flávio Dino, a norma assinada por ele traz &#8220;medidas práticas e concretas&#8221; de regulação do serviço prestado pelo setor, com foco específico na prevenção de violência contra escolas. Nas últimas semanas, ocorreram dois atentados desse tipo e ameaças de ataques têm se propagado no país inteiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Pela primeira vez temos um regramento claro de como combater condutas a partir da responsabilização das empresas, que, durante anos, disseram que elas eram neutras e que, portanto, elas não eram responsáveis. E são. O que a portaria afirma é que são responsáveis politicamente, socialmente e juridicamente. Porque essas empresas são prestadoras de serviços, eles selecionam conteúdo que nós visualizamos, eles impulsionam conteúdos, eles influenciam, portanto, no conteúdo que circula na internet&#8221;, afirmou em coletiva de imprensa para anunciar a medida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A portaria prevê, por exemplo, que a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão do Ministério da Justiça, instaure processos administrativos para apuração de responsabilidade de cada empresa em relação à eventual violação do que o ministro chamou de &#8220;dever de segurança e de cuidado&#8221; das plataformas em relação a conteúdos violentos contra comunidades escolares. É no âmbito desses processos que as plataformas deverão atender a diversas requisições da pasta prevista na norma, como, por exemplo, a obrigação de apresentar relatórios de avaliação de riscos sistêmicos sobre propagação de conteúdos ilícitos, informações sobre risco de acesso de crianças e adolescentes a conteúdos inapropriados para idade, além de conteúdos considerados ilegais, nocivos e danosos, segundo a portaria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Senacon também poderá requerer informações sobre risco de propagação e viralização de conteúdos e perfis que exibam extremismo violento, incentivem ataques ao ambiente escolar ou façam apologia e incitação a esses crimes ou a seus perpetradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O descumprimento das medidas, segundo o ministro Flávio Dino, poderá acarretar aplicação de multas que podem chegar a R$ 12 milhões ou, nos casos mais graves, até mesmo na suspensão administrativa dos serviços das redes sociais no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O que desejamos é a adequação desses serviços. Mas, o processo administrativo estará instaurado e, claro, se não houver o atendimento dessa normatividade ditada sobre violência contra escolas, o processo administrativo vai adiante para que haja aplicação dessas sanções, que vão desde multas até, eventualmente, a suspensão das atividades&#8221;, ressaltou Dino. Apesar de ser editada em contexto de crise, a portaria tem prazo indeterminado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Identificação de autores</span></strong><br>Outra determinação da portaria exige o compartilhamento, entre as plataformas de redes sociais e as autoridades policiais, de dados que permitam a identificação do usuário ou do terminal da conexão com a internet que o usuário disponibilizou o conteúdo considerado violento contra escolas. Este trabalho ficará sob coordenação da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), também vinculada ao MJSP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também segundo a portaria, a Senasp poderá determinar às plataformas que impeçam a criação de novos perfis a partir dos endereços de protocolo de internet (endereço IP) em que já foram detectadas atividades ilegais, danosas e perigosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com a portaria, a Senasp vai instituir um banco de dados de conteúdos ilegais, contendo links, imagens, vídeos, entre outros, com o objetivo de facilitar a identificação pelos sistemas automatizados das plataformas, para que sejam rapidamente removidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A portaria não determine prazos específicos de remoção, mas o ministro da Justiça disse que deverá adotar como padrão o prazo máximo de duas horas, o mesmo usado pela Justiça Eleitoral, durante as eleições de 2022, para a retirada de conteúdos ilegais nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Preocupação</span></strong><br>A decisão de regular redes sociais por meio de uma portaria ministerial, e não uma lei, levantou preocupações de especialistas e entidades da sociedade civil, apesar da situação de emergência envolvendo atos e ameaças de violência nas escolas. A própria regulação ampla das redes sociais está em discussão atualmente no Congresso Nacional, e é defendida pelo atual governo, que apresentou sugestões ao Projeto de Lei 2.630/2020 ainda no mês passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O Estado deve sim olhar para essa questão das escolas com a urgência que ela merece, mas me parece preocupante que, em meio a esse processo de discussão regulatória no Congresso, uma única pasta do governo federal adote uma portaria que prevê medidas muito duras, como a possibilidade de sanções com bloqueio do serviço&#8221;, aponta a jornalista e pesquisadora Bia Barbosa, representante do terceiro setor no Comitê Gestor da Internet (CGI.br) e integrante do coletivo DiraCom &#8211; Direito à Comunicação e Democracia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Bia Barbosa, o maior problema é a escolha do instrumento legal de regulação. &#8220;Hoje temos um governo comprometido com a democracia, mas se a gente muda de contexto, um governo autoritário poderia usar esse tipo de instrumento com sérias ameaças à democracia&#8221;, pondera. Segundo a pesquisadora, o ideal teria sido o envolvimento de outros órgãos, incluindo o próprio Poder Judiciário, a quem deveria caber ordens de remoção. &#8220;Acho que essa seria uma tarefa para a Procuradoria de Defesa do Estado Democrático de Direito, da Advocacia Geral da União, que poderia acionar a Justiça para dar ordens de remoção num curtíssimo prazo, sem ser um ato administrativo unilateral e sem prazo determinado&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora defende ainda que o Brasil crie, assim como a União Europeia &#8211; citada por Flávio Dino como referência regulatória -, um órgão com atribuição legal para orientar as plataformas no âmbito da moderação de conteúdos. &#8220;Em um contexto de crise como este, um órgão regulador poderia adotar medidas excepcionais de definição moderação de conteúdo, num determinado contexto e intervalo de tempo, mas não o governo de plantão. Os padrões internacionais restringem esse tipo de atuação por parte de governantes do Poder Executivo por entender que isso causa um risco excessivo ao exercício da liberdade de expressão&#8221;, observa.&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta de regulação das plataformas de redes sociais apresentada pelo governo prevê a criação de uma autoridade supervisora independente, nos moldes de outras experiências internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Rondas escolares</span></strong><br>Nesta terça-feira (11), o ministro Flávio Dino assinou um edital de chamamento público para ampliar o programa de segurança nas escolas. Ao todo, serão investidos R$ 150 milhões com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). As secretarias de segurança de estados e municípios, ou equivalentes, poderão apresentar projetos em seis diferentes áreas temáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Canais</span></strong><br>Denúncias sobre ameaças de ataques podem ser feitas ao canal Escola Segura, criado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com a SaferNet Brasil. As informações enviadas ao canal serão mantidas sob sigilo e não há identificação do denunciante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.gov.br/mj/pt-br/escolasegura" target="_blank"><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Acesse o site</span></a> para fazer uma denúncia.</p>
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