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	<title>Jovens Negros &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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		<title>Jovens negros chegam à universidade, mas não ao mercado de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 13:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusão racial]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo pesquisa, exclusão racial persiste em carreiras mais bem pagas
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa Juventudes Negras e Empregabilidade mostra que,embora o acesso de jovens negros à educação tenha aumentado, esse aumento não tem se refletido, na mesma proporção, na inclusão profissional.A pesquisa, divulgada nesta semana na 4ª Conferência Empresarial ESG Racial, em São Paulo, foi elaborada pelo Pacto de Promoção da Equidade Racial em parceria com a Fundação Itaú.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1670182&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1670182&amp;o=node" /></p>
<p>O Índice ESG de Equidade Racial da Juventude Negra (IEERJN), utilizado no estudo, em 2023, era de aproximadamente -0,38 para Pós-Graduação e -0,29 para Ensino Superior. Quanto menor o índice, maior o descolamento entre educação e inclusão profissional. Já o Ensino Fundamental Completo registrava -0,01 (próximo à equidade) e o Fundamental Incompleto, cerca de +0,15. “O Brasil está formando uma geração de jovens negros altamente qualificados, mas o mercado ainda não os absorve com equidade. Isso representa não apenas uma injustiça social, mas também uma perda econômica: estamos desperdiçando produtividade e inovação”, afirmou Gilberto Costa, diretor-executivo do Pacto de Promoção da Equidade Racial.</p>
<p>Segundo a pesquisa, a exclusão racial é mais acentuada nas profissões de maior remuneração, especialmente em engenharia, direito e tecnologia. Os dados mostram que jovens negros com ensino fundamental incompleto ou completo permanecem mais próximos da equidade racial ao longo dos anos, enquanto aqueles com maior escolaridade enfrentam barreiras maiores. O padrão detectado reforça a segregação ocupacional, que mantém pessoas negras predominantemente em cargos de baixa hierarquia e remuneração.</p>
<p>“O acesso à educação é fundamental para reduzir desigualdades. Porém, ainda que um profissional negro tenha a mesma formação de um profissional branco, esbarra em barreiras como o racismo no ambiente corporativo. A educação, sozinha, não é suficiente para promover equidade racial. É necessário enfrentar o racismo estrutural”, acrescentou Costa.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Jovens negras</span></strong></p>
<p>O estudo mostra que a desigualdade é ainda maior sob a perspectiva de gênero. Mulheres jovens negras ocupam a base da hierarquia dos salários, e estão entre as que mais realizam trabalho doméstico não remunerado e são mais expostas à gravidez em idade precoce.</p>
<p>O IEERJN das mulheres jovens negras por escolaridade (RAIS) era, em 2023, -0,33 na Pós-Graduação; -0,31 no Ensino Superior; e -0,37 no Ensino Médio. No entanto, o índice aponta que, quando superam as barreiras de acesso à universidade, as jovens negras com ensino superior completo possuem melhores resultados em relação aos outros níveis analisados, com um histórico mais consistente de crescimento.</p>
<p>“Historicamente, as mulheres negras recorrem ao empreendedorismo como forma de sustentar as suas famílias, diante das dificuldades encontradas no mercado formal. Mesmo quando elas conseguem concluir o ensino superior e conquistar maior mobilidade social, não necessariamente estão em uma situação favorável. Muitas vezes, ainda precisam lidar com salários menores e dificuldade de acesso a cargos de liderança”, destacou Costa.</p>
<p>*Agência Brasil</p>
<div class="noticias-relacionadas rel-position rowflex"></div>
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		<item>
		<title>Ambev e Movimento Black Money oferecem 20 mil bolsas de estudo para jovens negros</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/10/09/ambev-e-movimento-black-money-oferecem-20-mil-bolsas-de-estudo-para-jovens-negros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 13:06:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[20 mil bolsas de estudo]]></category>
		<category><![CDATA[Ambev]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens Negros]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Black Money]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Cursos online são destinados ao conhecimento do mundo digital em áreas como Tech e Inteligência Artificial

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vinte mil jovens negros terão a chance de fazer cursos online gratuitos nas áreas de Marketing Digital, Inteligência Artificial, Ciência de Dados, Venda B2B e Transformação Digital por meio de um programa de bolsa de estudos oferecido numa parceria entre o Bora, hub de inclusão produtiva da Ambev, e o Movimento Black Money.</p>
<p>As inscrições, também gratuitas, são feitas pela plataforma voltada para pessoas negras Afreektech e valem para moradores de todo o país. As aulas são online para garantir a flexibilidade dos alunos e abrangem trilhas diversas que preparam o público para oportunidades por meio de vídeo-aulas, quizzes, materiais de apoio e projetos. O objetivo é incluir jovens negros no mercado de trabalho por meio da formação tecnológica.</p>
<p>Após o curso, os participantes receberão certificados de conclusão e terão acesso ao banco de vagas do Movimento Black Money, do Movimento pela Equidade Racial, o MOVER e da 1MIO, aumentando as oportunidades de ingressarem no mercado de trabalho.</p>
<p>Além das trilhas de conhecimento, os alunos da iniciativa podem se inscrever no Inovahack, um evento especial destinado aos jovens que queiram colocar em prática suas qualificações e concorrer a prêmios em dinheiro.</p>
<p>O Inovahack será realizado em novembro, em Salvador, e reunirá 150 jovens, que terão a oportunidade de colocar em prática seus conhecimentos em Tecnologia e concorrer a prêmios que somam mais de R$ 20 mil. As inscrições para o Inovahack podem ser feitas pelo <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://marketing.movimentoblackmoney.com.br/inovahack-2024" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site</a>.</span></p>
<p>“A inclusão produtiva e digital de jovens negros é crucial para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Representando 56% da população brasileira, essa parcela significativa enfrenta barreiras no acesso à educação tecnológica, impactando diretamente suas oportunidades profissionais e a geração de renda. A superação desse desafio demanda investimentos em capacitação e políticas públicas eficazes que promovam a inclusão digital. Ao garantir o acesso à tecnologia e ao letramento digital, empoderamos jovens negros a ocuparem espaços na economia digital, fomentando a inovação e impulsionando o crescimento do país de forma justa e equitativa.” diz Alan Soares, fundador do Movimento Black Money.</p>
<p>&#8220;Com o apoio dos nossos parceiros, estamos mostrando que a inclusão produtiva impacta no crescimento econômico das pessoas. Nosso principal objetivo com a parceria é ampliar as oportunidades genuínas para todos, para que elas mudem suas realidades e passem a ter autonomia e independência financeira para prosperarem em suas carreiras&#8221;, comenta Carlos Pignatari, diretor de Impacto Social da Ambev.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Uma jornada de impacto</span></strong></p>
<p>Nos últimos dois anos, o hub de inclusão produtiva da Ambev, o Bora, que tem a ambição de impactar 5 milhões de pessoas até 2032, gerou aos brasileiros mais de R$ 620 milhões em renda indireta. A iniciativa tem o objetivo de proporcionar novas oportunidades de trabalho, de profissionalização e conexões entre quem busca emprego e quem quer contratar. Até o momento, são mais de 40 projetos, com mais de 500 mil pessoas impactadas.</p>
<p>Em 2024, o projeto deu um novo passo rumo à ambição e agora conta com o apoio de empresas parceiras para expansão do projeto. Afreektech, Generation Brazil, Catho e Santander são algumas das mais de 30 empresas parceiras que fazem parte dessa jornada.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Governo prevê mais de R$ 665 milhões em ações para jovens negros</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/03/22/governo-preve-mais-de-r-665-milhoes-em-acoes-para-jovens-negros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 12:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[GOVERNO]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens Negros]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Juventude Negra Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança pública]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[Lula assinou decreto que institui o Plano Juventude Negra Viva
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plano Juventude Negra Viva foi articulado pelo Ministério da Igualdade Racial e pela Secretaria-Geral da Presidência da República e desenvolvido a partir das demandas os próprios jovens. Em 2023, as pastas realizaram caravanas participativas em todos os estados e no Distrito Federal e escutaram cerca de 6 mil jovens.</p>
<p>De acordo com o governo, a juventude negra representa aproximadamente 23% da população brasileira e a principal demanda desse grupo é “viver em um país que respeita e investe na vida dos jovens negros”. Com isso, o plano tem o intuito de promover mudanças estruturantes e duradouras para essa população.</p>
<p>Segundo a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, 84% dos jovens negros saem da escola para trabalhar e, por isso, as primeiras demandas apresentadas por eles sempre eram segurança, empregabilidade e acesso à educação.</p>
<p>“Então, nesse pacote a gente fala da redução de vulnerabilidades sociais, a gente fala da redução da letalidade, a gente fala de bolsa de estudo com editais de intercâmbios”, disse, destacando ainda o programa de saúde mental para jovens negros.</p>
<p>“A gente precisa garantir os nossos jovens vivos”, afirmou. “Eu tô cansada de falar de juventude negra, dos nossos líderes mortos. Eu quero falar da gente vivo, chegando, protagonizando e fazendo a diferença porque é o que a gente pode fazer”, acrescentou Anielle.</p>
<p>Para ela, o Plano Juventude Negra Viva vai deixar um legado de políticas para a juventude negra.</p>
<blockquote><p>“Um legado na educação, no combate à violência, na saúde desses jovens e um legado de empregabilidade que dá direito de sonhos. Que nunca nos tirem a vontade e o direito de sonhar.”</p></blockquote>
<p>O documento conta com 217 ações e 43 metas específicas, divididas em 11 eixos: saúde; educação; cultura; segurança pública; trabalho e renda; geração de trabalho e renda; ciência e tecnologia; esportes; segurança alimentar; fortalecimento da democracia; meio ambiente, garantia do direito à cidade e a valorização dos territórios.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">O governo listou as dez ações prioritárias do plano:</span></strong></p>
<ol>
<li>Projeto Nacional de Câmeras Corporais, com diretrizes, treinamento e capacitação para policiais</li>
<li>Criação do Pronasci Juventude, com bolsas de R$ 500 por mês para jovens negros em cursos de capacitação profissional nos institutos federais</li>
<li>Política Nacional de Atenção Integral a Saúde de Adolescentes e Jovens, com recorte de juventude negra e programa específico sobre saúde mental</li>
<li>Bolsa de preparação para concursos da administração pública</li>
<li>Equipamentos de referência no âmbito do programa Estação Juventude, revitalização dos CEUs da Cultura e instalação de Centros Comunitários pela Vida (Convive)</li>
<li>Promoção de intercâmbios entre países do hemisfério sul, com R$ 6 milhões de investimento em intercâmbios de professores e estudantes de licenciatura para África e América Latina</li>
<li>Implementação do Pontão de Cultura com recorte específico para a juventude</li>
<li>Internet em territórios periféricos, comunidades tradicionais e espaços públicos</li>
<li>Formação de jovens esportistas nas periferias a partir dos núcleos do programa Segundo Tempo</li>
<li>Crédito rural com foco na produção de alimentos, agroecologia e sociobiodiversidade, com ênfase na ampliação da linha de crédito rural Pronaf Jovem.</li>
</ol>
<p>A ministra também comentou o <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-01/camera-corporal-em-policiais-e-caminho-sem-volta-afirma-cappelli" target="_blank" rel="noopener">Projeto Nacional de Câmeras Corporais</a></span>, ao lembrar que estudos comprovam que o uso de câmeras nas fardas de policiais leva à redução de letalidade e vulnerabilidade da população em operações dentro de comunidades, favelas e periferias. Ele prevê uma diretriz nacional para implementação de câmeras corporais pelos governos estaduais, que são os responsáveis diretos pela segurança pública.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Empreendedorismo</span></strong></p>
<p>Durante o evento, o Ministério da Igualdade Racial lançou um conjunto de editais no valor de R$ 6 milhões nas áreas de empreendedorismo de jovens negros, capoeira, coletivos de jovens negros, juventude de terreiro e Circuito Nacional de Batalha de Rima.</p>
<p>A pasta, juntamente com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, também lançou edital de R$ 3 milhões a serem destinados a organizações da juventude negra que atuam na política de contenção de danos pelo uso de drogas.</p>
<p>O Plano Juventude Negra Viva tem projeção de 12 anos, com a previsão de ser avaliado e renovado a cada quatro anos. Além disso, governadores estaduais poderão aderir ao documento, firmando o compromisso com a juventude negra e apontando suas localidades prioritárias para o governo brasileiro executar as políticas nacionais para este público.</p>
<p>O governador do Amapá, Clécio Luís, participou da cerimônia desta segunda-feira em sinal de adesão do estado ao plano. Segundo o Ministério da Igualdade Racial, Amazonas, Distrito Federal, Goiás e Piauí também já formalizaram as adesões.</p>
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