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	<title>Incêndios &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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	<title>Incêndios &#8211; Revista Tempo</title>
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		<title>7º Batalhão de Bombeiros Militar realiza combate a focos de incêndios florestais em diversos pontos de Montes Claros</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/10/03/7o-batalhao-de-bombeiros-militar-realiza-combate-a-focos-de-incendios-florestais-em-diversos-pontos-de-montes-claros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 13:02:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Montes Claros]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
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					<description><![CDATA[Sendo o ponto principal dentro do Parque Estadual da Lapa Grande]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o plantão operacional desta quinta-feira, o Corpo de Bombeiros Militar atuou intensamente no combate a diversos focos de incêndios em vegetação em áreas distintas de Montes Claros, sendo o ponto principal dentro do Parque Estadual da Lapa Grande &#8211; PELG.</p>
<p>O incêndio teve início no período vespertino do dia 01 de outubro e nesta data mobilizou 05 Bombeiros Militares e 11 brigadistas, sendo a chamada para o início do combate às 04:00. O combate às chamas ocorreu de forma direta com uso de abafadores, bombas costais e sopradores e de forma indireta, com a confecção de aceiros. Uma nova equipe retornará ao local pela manhã para efetuar monitoramento e conclusão do rescaldo.</p>
<p>Outros focos de incêndio também foram identificados e combatidos às margens da BR 251, próximo à sede da PRF, na Vila Atlântica, considerada área de amortecimento do Parque Estadual da Lapa Grande- PELG e outro grande foco também debelado próximo à Empresa Somai Nordeste, que cedeu 14 brigadistas, 01 pá carregadeira e um caminhão pipa com 10.000 Lt de água para apoio à equipe BM.</p>
<p>Apesar dos esforços, uma grande extensão de mata tipo cerrado foi consumida pelas chamas. Ressalta-se que quando as equipes empenhadas dentro do PELG concluíam o combate às chamas e retornavam à sede do 7º BBM, um novo foco foi identificado às margens da estrada de acesso a São João da Vereda. Imediatamente as equipes deslocaram para o local e iniciaram o combate às chamas, entretanto, não foi possível debelar o incêndio em virtude das características do terreno e da vegetação predominante.</p>
<p>Diante do exposto, uma nova equipe já foi mobilizada e deslocará para o local às 06:00.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Norte de Minas-Balanço das ocorrências de incêndio em vegetação na área de articulação do 7º BBM</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/09/11/norte-de-minas-balanco-das-ocorrencias-de-incendio-em-vegetacao-na-area-de-articulacao-do-7o-bbm/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 13:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Montes Claros]]></category>
		<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[norte de minas]]></category>
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					<description><![CDATA[Os incêndios foram em lote vago, área rural não protegida dentre outras naturezas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff0000;">Informações atualizadas</span></strong></p>
<p>No dia 10 de setembro, o 7º Batalhão de Bombeiros Militar (7º BBM)  atendeu a 20 ocorrências de incêndio em vegetação, incluindo Unidade de Conservação, incêndio em lote vago, área rural não protegida dentre outras naturezas.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Segue o resumo das ocorrências mais importantes.</span></strong></p>
<p>🔹 <span style="color: #ff0000;">APA Sabonetal</span></p>
<p>Ainda permaneciam 02 focos ativos. Bombeiros de Janaúba, com o apoio de aproximadamente 40 brigadistas e maquinário, atuaram no combate durante o dia 10/09.</p>
<p>Os trabalhos foram retomados na manhã desta quinta-feira (11/09).</p>
<p>🔹 <span style="color: #ff0000;">Parque Estadual da Serra do Cabral – Zona Rural de Buenópolis</span></p>
<p>Bombeiros e 14 brigadistas trabalham para conter um foco de incêndio em área de difícil acesso.</p>
<p>As ações foram retomadas na manhã desta quinta-feira (11/09).</p>
<p>🔹 <span style="color: #ff0000;">Parque Estadual de Lapa Grande – Montes Claros</span></p>
<p>As equipes reiniciaram o combate na manhã desta quinta-feira (11/09), atuando em uma linha de fogo em local de difícil acesso.</p>
<p>Participam da operação 12 bombeiros, com o apoio de brigadistas da Força-Tarefa Previncêndio, a fim de evitar que o incêndio ganhe grandes proporções.</p>
<p>🔹 <span style="color: #ff0000;">Montalvânia</span></p>
<p>O incêndio em área de pastagem foi controlado pelos Bombeiros, com apoio do poder público municipal, funcionários da prefeitura e colaboradores da comunidade.</p>
<div style="width: 848px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-52304-1" width="848" height="480" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Video-2025-09-11-at-08.06.16.mp4?_=1" /><a href="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Video-2025-09-11-at-08.06.16.mp4">https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Video-2025-09-11-at-08.06.16.mp4</a></video></div>
<p>Divulgação: ASCOM/7ºBBM</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fogo na Amazônia se concentra em locais onde agronegócio avança, diz pesquisador da UFPA</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/09/19/fogo-na-amazonia-se-concentra-em-locais-onde-agronegocio-avanca-diz-pesquisador-da-ufpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 10:04:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Autor do livro Amazônia: riqueza, degradação e saque, o especialista destaca que a grilagem de terra alimenta essa exploração econômica
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os incêndios que consomem o bioma amazônico são uma das etapas da exploração econômica da floresta, que vem sendo convocada pela economia mundial para fornecer alimentos e matérias-primas baratas, permitindo a manutenção do preço dos salários nos países mais desenvolvidos e o aumento do lucro em escala global. Essa é a avaliação do professor de economia Gilberto de Souza Marques, da Universidade Federal do Pará (UFPA).</p>
<p>Autor do livro Amazônia: riqueza, degradação e saque, o especialista destaca que a agropecuária, a mineração e o setor madeireiro são as principais atividades que contribuem para o desmatamento da Amazônia e que a grilagem de terra alimenta essa exploração econômica.</p>
<p>Para o especialista em economia política, natureza e desenvolvimento, as experiências dos povos indígenas e comunidades tradicionais são as sementes de esperança que devem ser regadas para se contrapor à monocultura na região amazônica. Confira a entrevista completa:</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Qual a relação da destruição da Amazônia com a exploração econômica do bioma?</span></strong></p>
<p>Gilberto Marques: A Amazônia tem duas grandes tarefas no mundo que são incompatíveis. A primeira é contribuir para aumentar a rentabilidade do capital nas economias centrais, com o rebaixamento dos custos de produção. Isso significa produzir matérias-primas baratas de exportação para a China e para a Europa, como o ferro, a soja e outros produtos. Ao produzir alimentos baratos, a Amazônia diminui a pressão para elevação salarial nesses países e contribui para elevar as taxas de lucro em meio a uma economia global que vive sucessivas crises de rentabilidade do capital. A segunda tarefa da Amazônia é contribuir para reduzir os efeitos do aquecimento global, em particular a emissão de gases de efeito estufa. Na atualidade, essas duas tarefas são incompatíveis porque a primeira tarefa impõe um ritmo de apropriação da natureza como nunca visto nos 13 mil anos de existência humana na Amazônia. Esse ritmo ditado pela busca do lucro faz com que a natureza tenha dificuldade de se recompor, pois são atividades extremamente degradantes para a natureza.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Quais as principais atividades que contribuem para degradar a Amazônia?</span></strong></p>
<p>Gilberto: A mineração e o agronegócio associados à exploração madeireira. E a característica mais gritante na Amazônia é que o legal se alimenta do ilegal e o ilegal do legal. O setor pecuarista, que se apropria de terras públicas e que utiliza muitas vezes o trabalho escravo, continua, de alguma forma, vendendo o seu gado para as grandes cadeias da comercialização dos grandes frigoríficos, direta ou indiretamente. Indiretamente porque eles maquiam esse gado [de áreas griladas] e os frigoríficos sabem disso. O gado que não pode ser vendido para Europa, por exemplo, porque tem regras mais rígidas, segue para o Nordeste ou o Sudeste, abastecendo esses mercados regionais e permitindo que os rebanhos criados nessas regiões possam ser exportados sem prejuízo do consumo local. Direta ou indiretamente, o gado amazônico, mesmo criado em áreas ilegais, entra nas grandes cadeias de proteína animal do planeta. Em 2021, o principal produto exportado pelo município de São Paulo foi o ouro, com aproximadamente 27% de tudo que o município exportou. De onde vem esse ouro que entra nos grandes circuitos legais da financeirização da economia? Esse ouro sai, em grande medida, dos circuitos ilegais que estão destruindo a Amazônia. A mineração destrói intensivamente a floresta, o solo e subsolo, mas ela ocorre em espaço menor, ainda que tenha uma extensão além da mina, como é o caso da contaminação dos rios. Já a agropecuária usa extensas áreas e o uso de agrotóxicos mata os insetos que polinizam a floresta. Além disso, a plantação de soja retira cobertura vegetal, aumentando a temperatura em torno do campo de plantio e os riscos de incêndios. Essas atividades estimulam a apropriação ilegal da terra na Amazônia.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Como ocorre essa apropriação ilegal da terra da Amazônia?</span></strong></p>
<p>Gilberto: O grileiro se apropria de uma terra pública, de uma área de preservação ou de território indígena, e derruba a floresta de imediato. Em seguida, vende para um segundo proprietário que sabe que a terra é ilegal pelo próprio preço de venda, que é rebaixado. Depois de comprar, o segundo dono entra com o pedido de regularização fundiária dessa terra, argumentando que a comprou de boa-fé, acreditando que era uma terra legalizada. Esse argumento da boa-fé serviu para regularizar propriedades griladas desde os governos da ditadura empresarial militar, com o argumento de que isso geraria segurança jurídica e impediria a grilagem de terra. Na realidade, isso estimula a grilagem na região amazônica.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Por que existe o risco de a soja avançar ainda mais no bioma amazônico?</span></strong></p>
<p>Gilberto: Por que o custo de transporte é elemento determinante hoje na soja. Do município de Sorriso (MT) até o Porto de Paranaguá, no Paraná, são 2,2 mil km. Depois de embarcada nos navios, ela sobe toda a costa brasileira. Quando essa soja é produzida aqui na Amazônia, próximo à linha do Equador, ou com conexão com os rios, o custo de transporte cai bastante ou chega a quase zero. É o caso da soja que está sendo produzida no Amapá, a 70 quilômetros do porto. Ou seja, há uma redução de custo brutal nesse processo e a redução eleva a rentabilidade da atividade, permitindo que o produto chegue barato aos mercados centrais. Fora isso, quando, por meio da Lei Kandir, o governo deixa de cobrar o ICMS sobre essa exportação, o produto pode ser vendido por um preço abaixo de seu valor, sem que a empresa perca nada. Mas o Estado deixou de arrecadar o que lhe caberia. Há, então, uma transferência de valor do Brasil para as economias centrais. Vendemos mercadorias e recebemos menos do que elas efetivamente valem.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Os incêndios na Amazônia têm relação com a exploração econômica?</span></strong></p>
<p>Gilberto: O fogo é resultado desse processo de apropriação ilegal da terra e é uma etapa da exploração econômica. Durante o primeiro semestre do ano, que é o período de mais chuva, se faz a derrubada da floresta para a retirada das madeiras. Quando começa o verão amazônico, que ocorre entre o final de junho até setembro principalmente, se toca muito fogo na floresta para queimar o que se derrubou no primeiro semestre, mas não se aproveitou para a atividade madeireira. Então, se forma o pasto. Além disso, 80% das propriedades da floresta são reservas legais que não podem ser desmatadas. O proprietário então toca fogo na floresta e diz que aquilo foi um incêndio não produzido por ele. Como deixou de ser floresta, ele vai utilizar a área para o aumento do pasto, para o plantio de soja ou outra atividade do agronegócio. Quando você pega a distribuição do fogo, você vê que a concentração está exatamente nos municípios em que mais avança o agronegócio. Como é o caso de São Félix Xingu (PA), que tem o maior rebanho bovino do Brasil. Porém, o que estamos vendo hoje, neste início de setembro, é um descontrole porque alguns dados de monitoramento apontam que até um terço do fogo sobre a Amazônia está ocorrendo em floresta em pé, diferentemente do padrão típico que é o fogo sobre floresta que foi derrubada no primeiro semestre.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">O senhor diz que a Amazônia está internacionalizada no mercado global. Como é isso?</span></strong></p>
<p>Gilberto: A Amazônia está internacionalizada porque os grandes ramos da produção do agronegócio e da mineração estão controlados pelas grandes empresas multinacionais em escala internacional. As duas maiores plantas de alumina e alumínio do planeta estão no Pará e são controladas por uma empresa transnacional, que é a Hydro, de capital principalmente norueguês. O principal acionista é o governo da Noruega, que é também o principal doador do Fundo Amazônia. A Vale anunciou que a maior parcela do seu capital total é negociada em circuitos estrangeiros, ou seja, não está nas mãos de brasileiros. Se pegarmos o comércio de grãos, principalmente soja, quem comercializa e controla esse comércio na Amazônia são as grandes transnacionais do agronegócio como Cargill, Bunge, ADM [Human, Pet and Animal Nutrition Company] e LDC [Louis Dreyfus Company].</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Qual a exploração econômica sustentável alternativa que pode beneficiar o povo brasileiro?</span></strong></p>
<p>Gilberto: Nosso desafio é entender que não necessariamente o que dá grande lucro é algo que beneficia o conjunto da população ou que seja necessariamente o melhor para o país e para a região. Precisamos problematizar essa noção de desenvolvimento como simples expansão da economia. Historicamente, isso foi utilizado no Brasil para justificar determinadas políticas, mas o resultado foi exclusão social e o enriquecimento de uma pequena minoria. Nesse sentido, temos experiências em curso na região amazônica que são ainda muito incipientes, mas muito ricas. A produção agroecológica, com as agroflorestas, é uma delas. Outras experiências são as atividades comunitárias, como a pesca do Mapará, no Rio Tocantins, onde as pessoas se juntam para pescar e o resultado é distribuído entre todos, inclusive entre aqueles que não puderam pescar. Tem ainda a rica experiência do povo indígena Ka’apor, do Maranhão, que tem criado áreas de proteção quando identifica a entrada de madeireiros e outros invasores. Eles constroem comunidades nas rotas dos invasores, barrando a entrada deles. Já criaram 12 áreas de proteção, permitindo a recomposição da floresta. Temos que ajudar a disseminar essas experiências de integração sociedade-natureza em oposição à monocultura na Amazônia. A gente tem que olhar a Amazônia com esperança, porque ela ainda é a maior concentração de matéria viva do planeta. Ela captura dióxido de carbono e cumpre papel vital para a existência da humanidade. O planeta vai continuar existindo, o que está em questão é a continuidade da humanidade. Nesse sentido, a Amazônia é a esperança para o planeta. E os povos que vivem na Amazônia, por meio de suas experiências, são sementes de esperança que temos que ajudar a brotar. (Agência Brasil)</p>
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		<item>
		<title>Corpo de Bombeiros mapeia áreas de atuação que mais são atingidas por incêndios em Minas</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/06/27/corpo-de-bombeiros-mapeia-areas-de-atuacao-que-mais-sao-atingidas-por-incendios-em-minas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 11:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[bases operacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[Minas]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Corporação vai contar com o reforço de 500 agentes para otimizar atendimento e reduzir danos ao meio ambiente

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Em seu primeiro ano coordenando a prevenção e combate a incêndios florestais nas 95 Unidades de Conservação, o <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.bombeiros.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG)</a></span> mapeou as áreas de preservação que mais sofrem com os incêndios e vai montar, no mês de julho, bases operacionais para otimizar o atendimento e conter os danos ao ecossistema e espécies endêmicas. Além da presença constante de bombeiros militares e brigadistas, a corporação contará com o aporte do <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Governo do Estado</a></span> de R$ 5 milhões para a contratação de aeronaves e aquisição de equipamentos.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Minas Gerais possui a quarta maior extensão territorial do país, concentrando riquezas naturais e biomas predominantes como Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica. De forma integrada à <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="http://www.meioambiente.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Secretaria de Estado de Meio Ambiente</a>, <a style="color: #ff0000;" href="http://www.ief.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto Estadual de Florestas</a></span> e <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://policiamilitar.mg.gov.br/site/ciapmmamb" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Polícia Militar Ambiental</a></span>, com a publicação do Decreto Estadual (48.767/2024), o CBMMG assume a coordenação operacional referente às atividades de prevenção e combate a incêndios florestais nas 95 Unidades de Conservação de Proteção Integral e Uso Sustentável do Estado de Minas Gerais, abrangendo mais de 2 milhões de hectares de área protegida.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Os incêndios florestais promovem a degradação da biodiversidade, prejuízos econômicos para o turismo e produtores rurais, problemas para a saúde humana, riscos de acidentes em rodovias e emissão de carbono para a atmosfera. Além disso, podem provocar problemas de abastecimento de água, conforme explica o tenente Leonan Soares.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">&#8220;A importância do esforço em preservar as Unidades de Conservação gera benefícios para toda a população. A proteção dos cursos d’água, da flora e a manutenção da fauna, contribui para a dispersão das sementes e o reflorestamento das nascentes, garantindo o abastecimento de água nas cidades. Neste sentido, a instalação das bases poderá intensificar o atendimento, que contará também com a dedicação diária de mais de 100 bombeiros, mais aeronaves e equipamentos&#8221;, comentou o oficial, que integra a Coordenadoria de Meio Ambiente da corporação.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Diante de tão grande desafio, nestes primeiros meses, o CBMMG estruturou o Sistema de Meio Ambiente, que disciplina o emprego de recursos humanos e logísticos de forma a promover a distribuição adequada nas regiões de maior demanda no período crítico. Em termos práticos, militares com grande experiência e especializados no combate a incêndios florestais assumiram a missão de criar diretrizes para prevenção e combate a incêndios florestais, elaborar planos, coordenar e executar as atividades operacionais.</p>
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS"><strong><span style="color: #ff0000;">Medidas de reforço</span></strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">O CBMMG elaborou um Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais com medidas de implementação de reforços operacionais, tanto aéreos como terrestres, utilização de ferramentas de georreferenciamento, monitoramento de focos de calor, controle de efetivo e logístico, além do estabelecimento de sala de coordenação operacional que reúne informações de todo o estado.</p>
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS"><strong><span style="color: #ff0000;">Bases operacionais</span></strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Das 95 Unidades de Conservação em Minas Gerais, 76 são de proteção integral e 19 de uso sustentável. Juntas, correspondem a 4% do território mineiro, em uma área de 23.460 km2 ou 2.346.000 hectares. O grande desafio para o Corpo de Bombeiros Militar é a proteção da biodiversidade, bem como dos recursos naturais e genéticos associados.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Para ampliar os esforços, a corporação irá lançar uma Operação de Reforço nas Unidades de Conservação, a partir do mês de julho, que contará com bases operacionais do CBMMG estabelecidas nas UCs com maiores estatísticas históricas de incêndio florestal. O foco é reduzir o tempo resposta, evitando que os incêndios florestais se propaguem e consumam áreas extensas de vegetação nativa. Mais de uma centena de bombeiros estarão dispostos com logística apropriada para a realização desta operação.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Neste primeiro momento, as bases operacionais serão montadas nas seguintes unidades: Parque Estadual Serra do Cabral, em Joaquim Felício, região centro-norte do estado; APA Cochá e Gibão, em <span style="color: #ff0000;">Bonito de Minas, no Norte de Minas</span>; Apae Alto do Mucuri, em Teófilo Otoni, no Nordeste, e Parque Estadual Serra do Rola Moça, na região central de Minas.</p>
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS"><span style="color: #ff0000;">Tecnologias</span></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Entre as tecnologias empregadas, está o projeto de aquisição de internet via satélite e estações meteorológicas portáteis para facilitar as análises e acompanhamentos, além dos instrumentos que já são utilizados como a Sala de Coordenação Operacional do CICC; monitoramento via satélite e software para gerenciamento.</p>
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS"><strong><span style="color: #ff0000;">Efetivo</span></strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">O reforço operacional contará com o emprego de bombeiros que terão concluído o Curso de Formação de Soldados (CFSd), sob a orientação de militares especializados em prevenção a incêndios florestais. A equipe será constituída por 115 bombeiros militares, distribuídos em todas as 17 unidades operacionais do estado, com empenho in loco nas Unidades de Conservação com maior registro anual de área queimada.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Dentre as atividades de coordenação e controle assumidas pela corporação, inclui-se também a gestão dos brigadistas. Neste ano, inicialmente, está sendo realizada a contratação e treinamento de 280 brigadistas florestais. Somando-se a estes, haverá o incremento de 90 brigadistas pela compensação minerária, dispondo ainda de todo o efetivo de bombeiros do CBMMG, que estará em condições para atuar na prevenção e combate aos incêndios.</p>
</div>
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<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS"><span style="color: #ff0000;"><em>*Com informações da Agência Minas</em></span></p>
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		<title>Incêndios na área urbana e florestal são registrados em Montes Claros e Francisco Sá</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2021/07/08/incendios-na-area-urbana-e-florestal-sao-registrados-em-montes-claros-e-francisco-sa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nátila Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2021 15:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco 1]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma das ocorrências, fogo destruiu 50 hectares de vegetação de capim em fazenda de Francisco Sá]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/IMG-20210708-WA0352-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-4576" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/IMG-20210708-WA0352-1024x576.jpg 1024w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/IMG-20210708-WA0352-768x432.jpg 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/IMG-20210708-WA0352-300x169.jpg 300w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/IMG-20210708-WA0352.jpg 1032w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Incêndios atingiram vegetação em fazenda de Francisco Sá/ Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Corpo de Bombeiros combateu quatro incêndios registrados nesta quarta-feira (07) nas cidades de Francisco Sá e Montes Claros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a guarnição, em Montes Claros, o primeiro foi registrado às 10h, no bairro Melo. O segundo foi às 11h, na BR-135, local em que dá acesso à comunidade de Lavaginha, na zona rural.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="339" height="219" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/IMG-20210708-WA0042.jpg" alt="" class="wp-image-4577" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/IMG-20210708-WA0042.jpg 339w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2021/07/IMG-20210708-WA0042-300x194.jpg 300w" sizes="(max-width: 339px) 100vw, 339px" /><figcaption>Em Montes Claros, fogo atingiu vegetação na BR-135/ Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Já em Francisco Sá, houve registro de incêndio florestal de grande proporção, às 15h, em uma fazenda chamada Tabual II. Os trabalhos para o combate das chamas duraram três horas. E 50 hectares da vegetação de capim foi atingida. Mais tarde, um local também pegou fogo no bairro Vila Vieira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo os bombeiros, em alguns desses Incêndios, o risco maior era de acidente de trânsito devido à grande quantidade de fumaça, o que dificultava a visibilidade de condutores de veículos que transitavam pelas ruas próximas. Em outros, a proximidade com residências também era um risco.</p>
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