<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>FLEXIBILIZAÇÃO &#8211; Revista Tempo</title>
	<atom:link href="https://revistatempo.com.br/tag/flexibilizacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://revistatempo.com.br</link>
	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
	<lastBuildDate>Mon, 04 Aug 2025 11:35:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2020/09/cropped-logo_sticky-32x32.png</url>
	<title>FLEXIBILIZAÇÃO &#8211; Revista Tempo</title>
	<link>https://revistatempo.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Flexibilização no licenciamento ambiental em MG ameaça Cordilheira do Espinhaço</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/08/04/flexibilizacao-no-licenciamento-ambiental-em-mg-ameaca-cordilheira-do-espinhaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 13:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Cordilheira do espinhaço]]></category>
		<category><![CDATA[FLEXIBILIZAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Governo de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[LICENCIAMENTO AMBIENTAL]]></category>
		<category><![CDATA[norte de minas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistatempo.com.br/?p=50661</guid>

					<description><![CDATA[Medida, aprovada pelo Copam, flexibiliza atuação de empreendimentos em áreas de vegetações "especiais" que ocupam cerca de 17% do território mineiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam), colegiado formado por representantes de órgãos públicos e da sociedade civil sob coordenação da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), aprovou uma <span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="https://www.otempo.com.br/cidades/2025/7/31/deputadas-tentam-barrar-flexibilizacao-nos-licenciamentos-ambientais-em-mg">série de medidas que flexibilizam ainda mais os licenciamentos ambientais em Minas Gerais</a></strong>.</span> Entre as mudanças aprovadas, está a retirada da “proteção” a mais de 50 áreas com vegetação nativa cuja preservação têm importância biológica classificada como “extrema” ou “especial”, sendo que, entre estes locais, está a única cordilheira existente no Brasil: a Serra do Espinhaço. As áreas que poderão ser exploradas com licenciamentos simplificados sem a necessidade de vistorias do Estado para aprovação de empreendimentos estão distribuídas por todas as regiões do Estado (veja a lista ao fim do texto) e, juntas, representam 17% de toda a área de Minas Gerais.</p>
<p><strong>O TEMPO</strong> conversou com um servidor público lotado na Semad, que preferiu não ser identificado por temer “retaliações”, que classificou as mudanças na legislação ambiental como um risco “sério” para a propagação da mineração e do agronegócio no Espinhaço. “Ela fragiliza ainda mais a conservação dos Campos Rupestres, dos recursos hídricos, e do patrimônio espeleológico (cavernas) e arqueológico da região”, afirmou o servidor público.</p>
<p dir="ltr">Reconhecida há 20 anos como <span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="https://www.otempo.com.br/cidades/patrimonio-da-humanidade-unesco-avalia-se-serra-do-curral-segue-com-titulo-1.2674124">Patrimônio da Humanidade, título concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco)</a></strong></span>, a Cordilheira do Espinhaço nasce em Minas e se estende até o Norte da Bahia, tendo 1,2 mil quilômetros de extensão e atravessando 172 municípios mineiros. O monumento foi alvo, no último dia 24 de junho, do lançamento de uma campanha para divulgação do que o governo de Minas chamou de <span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="https://www.otempo.com.br/turismo/2025/6/24/voce-sabia-que-minas-tem-uma-cordilheira-conheca-a-campanha-para-promover-o-destino">“novo e extraordinário destino turístico do Estado”</a></strong>.</span></p>
<p dir="ltr">No documento “Biodiversidade em Minas Gerais: um Atlas para sua Conservação”, preparado pela Fundação Biodiversitas, a entidade destaca que a serra do Espinhaço possui &#8220;notável relevância nacional e mundial&#8221; por abrigar nascentes de diversos rios e constituir um &#8220;ecossistema único&#8221;, apresentando um alto grau de endemismo, com várias famílias de plantas que só existem ali. &#8220;Nessa serra se concentram cerca de 80% de todas as espécies de sempre-vivas do País e cerca de 70% das espécies do planeta. A serra abriga ainda 40% das espécies de plantas ameaçadas do Estado&#8221;, detalha o Atlas.</p>
<p dir="ltr">O funcionário da Semad ouvido pela reportagem explica que a reunião do Copam tinha como foco principal aumentar os parâmetros da Deliberação Normativa (DN) 217/2017, com o objetivo de liberar atividades agrossilvipastoris do licenciamento ambiental. A mudança, que também foi aprovada na ocasião pelo colegiado, passou de 200 para 1 mil hectares a área destas atividades agrícolas que seriam dispensadas de licenciamento. “Porém, com base em um relatório de visita feito pelas entidades que representam os setores da indústria, imobiliário e de mineração, foi incluída a exclusão de um critério locacional que não tinha relação nenhuma com a matéria principal da reunião”, detalha o funcionário.</p>
<p dir="ltr">Os chamados “critérios locacionais de enquadramento” consistem basicamente em uma tabela com pesos específicos para cada um dos possíveis danos que a implantação de um determinado empreendimento pode causar ao meio ambiente. Dos 11 critérios listados, só três tinham peso 2, o mais alto. Durante a votação, o Copam aprovou a exclusão de um destes critérios de peso máximo, voltado para empreendimentos que venham a promover a “supressão (desmate) de vegetação nativa em áreas prioritárias para conservação, considerada de importância biológica ‘extrema’ ou ‘especial’”.</p>
<p dir="ltr">Dos 20 conselheiros membros do Copam, somente dois votaram contrários às mudanças: a Polícia Militar de Meio Ambiente e o Ministério do Meio Ambiente (MMA). O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) optou pela abstenção. Todos os outros membros, que incluem diversos órgãos do governo de Minas e ONGs de defesa ao meio ambiente, votaram pela alteração na legislação.</p>
<p dir="ltr">“A retirada deste critério locacional de peso 2 fragiliza demasiadamente a conservação da vegetação presente na Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço, principalmente a que está localizada no bioma Cerrado, uma vez que é uma área não abrangida pela lei da Mata Atlântica. Os setores minerário e imobiliário foram muito beneficiados com a simplificação do processo de licenciamento”, completa o servidor que não será identificado.</p>
<p dir="ltr">Ele explica que, por exemplo, um pedido para implantação de uma lavra de extração de quartzito, que antes precisaria passar por um processo mais complexo de licenciamento, agora, com a retirada desse critério da lista, passa a ser aplacado pelo licenciamento simplificado.</p>
<p dir="ltr">“A atividade minerária de lavra a céu aberto de rocha ornamental está pipocando na região do Alto Jequitinhonha (Diamantina e cidades do entorno) causando impactos irreversíveis na paisagem natural da Serra do Espinhaço. É lamentável esse afrouxamento, um verdadeiro retrocesso ambiental”, protestou o trabalhador da pasta.</p>
<p dir="ltr"><strong><span style="color: #ff0000;">Licenciamento simplificado ocorre sem vistoria no local</span></strong></p>
<p dir="ltr">Diretor de Políticas Ambientais do Sindicato dos Servidores Estaduais do Meio Ambiente e da Arsae de Minas (Sindsema), Francisco de Assis da Silva Júnior, que também é gestor ambiental da Fundação Estadual de Meio Ambiente (FEAM), destaca que, ao permitir empreendimentos nestas áreas com licenciamento simplificado, o Estado deixa, por exemplo, de fazer vistorias no local antes de sua aprovação.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Passa a ser um ato quase que declaratório, onde vai ter uma análise mais superficial com relação à documentação. Ou seja, o órgão ambiental deixa de ser protagonista na análise e passa-se a confiar, quase que totalmente, nas informações prestadas pela própria empresa&#8221;, detalha. &#8220;Outro ponto falho é que o licenciamento simplificado passa a ser analisado por um único técnico. Por mais que esse servidor seja competente na área que foi destinado, é diferente nos outros tipos de licenciamento, que é analisado por uma equipe com seis ou sete analistas ambientais, de múltipla formação&#8221;, completa.</p>
<p dir="ltr">Já aplicado em Minas Gerais, o processo de licenciamento ambiental simplificado é fruto de debate no país por conta do Projeto de Lei, chamado por ambientalistas de <span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="https://www.otempo.com.br/politica/congresso/2025/7/16/camara-aprova-pl-do-licenciamento-ambiental-antes-do-recesso-e-projeto-vai-a-sancao-de-lula" target="_blank" rel="noopener">&#8220;PL da Devastação&#8221;, recém aprovado na Câmara dos Deputados</a></strong>.</span> O projeto de lei aprovado recentemente estava no Congresso Nacional há 21 anos e agora aguarda posicionamento do presidente Lula.</p>
<p dir="ltr">Na última quinta-feira (31/7), deputadas apresentaram na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) um<a href="https://www.otempo.com.br/cidades/2025/7/31/deputadas-tentam-barrar-flexibilizacao-nos-licenciamentos-ambientais-em-mg"> <span style="color: #ff0000;"><strong>projeto de resolução que visa suspender os efeitos das alterações aprovadas pelo Copam</strong></span></a><span style="color: #ff0000;">.</span> “O Espinhaço é a única cordilheira brasileira, é a espinha dorsal do Brasil. Precisamos atuar em todas as frentes para evitar os avanços contra ela, e eles não são poucos. Uma forma de preservar esse nosso tesouro é justamente garantindo os processos devidos de licenciamento e preservação. Se o que estamos chamando de &#8216;Deliberação da Devastação&#8217; passar a valer, como barrar esses empreendimentos de destruir?”, questiona a deputada estadual Bella Gonçalves (PSOL), que é uma das autoras do projeto.</p>
<p dir="ltr"><strong><span style="color: #ff0000;">Áreas de importância “especial” e “extrema” correspondem quase 10 milhões de hectares</span></strong></p>
<p dir="ltr">Excluídas do critério para definição do tipo de licenciamento ambiental, as áreas prioritárias para conservação da biodiversidade de importância &#8220;especial&#8221; e &#8220;extrema&#8221;, que, agora, podem ter licenças simplificadas para empreendimentos, totalizam mais de 9,8 milhões de hectares. A área corresponde a cerca de 17% de todo o território mineiro.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Infelizmente essas vegetações não têm proteção específica, mas abrigam espécies da flora na lista de ameaçadas de extinção, além de inúmeras espécies endêmicas&#8221;, lamenta o servidor da Semad entrevistado sob anonimato por <strong>O TEMPO</strong>.</p>
<p dir="ltr">Questionada pela reportagem sobre os riscos das medidas aprovadas pelo Copam para a preservação da Cordilheira do Espinhaço e outras áreas de importância &#8220;extrema&#8221; e &#8220;especial&#8221; de Minas, a Semad se posicionou por nota. A pasta argumentou que a missão do Copam é &#8220;deliberar sobre normas técnicas e operacionais voltadas à proteção ambiental, com base em critérios técnicos, legais e na busca pelo uso sustentável dos recursos naturais&#8221;.</p>
<p dir="ltr"><span data-olk-copy-source="MessageBody">&#8220;Em relação aos questionamentos, a Semad informa que a principal mudança envolve o tipo de estudo que será apresentado no âmbito do licenciamento ambiental. A alteração não modifica as regras de proteção existentes&#8221;, argumentou a secretaria. A pasta não respondeu se a possível facilitação da exploração mineral e agropecuária na Cordilheira do Espinhaço não poderia afetar o turismo na região alvo de divulgação pelo Estado.</span></p>
<p dir="ltr"><span data-olk-copy-source="MessageBody">Em publicação feita pelo governo de Minas sobre o que chamou de &#8220;novas regras para simplificar licenciamento ambiental para produtores rurais&#8221;, a secretária Marília Melo afirmou que as medidas adotadas &#8220;não se confundem com intervenção ambiental ou desmatamento&#8221;. &#8220;Minas continua a defender o crescimento com responsabilidade. A simplificação de procedimentos para quem produz sem degradar, mantendo rígidos instrumentos de controle sobre atividades de alto impacto. ​Essa é a proposta do Governo de Minas para a verdadeira sustentabilidade: equilibrar produção, proteção e prosperidade para esta e para as próximas gerações”, afirmou.</span></p>
<p dir="ltr"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-50663" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/08/download-8.png" alt="" width="1480" height="1148" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/08/download-8.png 1480w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/08/download-8-768x596.png 768w" sizes="(max-width: 1480px) 100vw, 1480px" /></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #ff0000;"><em>Áreas de importância &#8220;especial&#8221; e &#8220;extrema&#8221; aparecem, respectivamente, em verde e vermelho no mapa l Atlas Biodiversitas</em></span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #ff0000;"><strong>Confira as listas com todas as áreas</strong><strong> afetadas pela mudança: </strong></span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #ff0000;"><strong>VEGETAÇÕES DE IMPORTÂNCIA BIOLÓGICA ESPECIAL</strong></span></p>
<ul>
<li>Vale do Rio Peruaçu</li>
<li>Região de Jaíba</li>
<li>Várzeas do Médio Rio São Francisco</li>
<li>Vereda São Marcos</li>
<li>Espinhaço Setentrional</li>
<li>Serra do Cabral</li>
<li>Área Peter Lund</li>
<li>Espinhaço Meridional</li>
<li>Alto Rio Santo Antônio</li>
<li>Parque Estadual do Rio Doce</li>
<li>Lagoas do Rio Doce</li>
<li>Complexo do Caparaó</li>
<li>Serra do Brigadeiro</li>
<li>Quadrilátero Ferrífero</li>
<li>Serra da Canastra</li>
<li>Região de Barbacena e Barroso</li>
<li>Região do Parque Estadua do Ibitipoca</li>
<li>Região da Serra da Mantiqueira</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>VEGETAÇÕES DE IMPORTÂNCIA BIOLÓGICA EXTREMA</strong></span></p>
<ul>
<li>Complexo Jaíba / Peruaçu</li>
<li>Parque Nacional Grande Sertão Veredas</li>
<li>São Miguel</li>
<li>Rio Itacambiruçu</li>
<li>Região de Bandeira</li>
<li>Reserva Biológica da Mata Escura</li>
<li>Região de Salto da Divisa</li>
<li>Região de Cariri</li>
<li>Rio Mucuri</li>
<li>Alto Jequitinhonha</li>
<li>Região de Buritizeiro / Pirapora</li>
<li>Fazenda Brejão</li>
<li>Serra da Carcaça</li>
<li>Remanescentes Lóticos do Rio Paranaíba</li>
<li>Lagoas do Rio Uberaba</li>
<li>Fazenda Tatu</li>
<li>Veredas de Uberaba</li>
<li>RPPN Galheiro</li>
<li>Região de Paraopeba</li>
<li>Província Cárstica de Lagoa Santa</li>
<li>Serra do Ambrósio</li>
<li>Região de Caratinga</li>
<li>Região de Carangola</li>
<li>Complexo da Serra do Brigadeiro</li>
<li>Região de Porto Firme</li>
<li>Florestas da Borda Leste do Quadrilátero</li>
<li>Área Cárstica de Arcos/Pains</li>
<li>Alto Rio São Francisco</li>
<li>Entorno da Serra da Canastra</li>
<li>Região de Poços de Caldas</li>
<li>Serra de São José</li>
<li>Rio Pomba</li>
<li>Matas de Pirapetinga</li>
</ul>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-50664" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/08/download-64.jpg" alt="" width="1600" height="1068" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/08/download-64.jpg 1600w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/08/download-64-768x513.jpg 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/08/download-64-1536x1025.jpg 1536w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/08/download-64-900x600.jpg 900w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">50661</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
