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	<title>famílias &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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	<title>famílias &#8211; Revista Tempo</title>
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		<title>Educação: ​Semana do Bebê 2025 será encerrada na Orla Fluvial nesta sexta-feira (07/11).</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 16:50:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De acordo com a SEMED, na estrutura que foi preparada, as famílias de Pirapora poderão conhecer um pouco mais sobre as políticas públicas no município, em favor da primeira infância, nos âmbitos da Saúde, Educação e Social, além das parcerias e redes de apoio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Nesta sexta-feira (07/11), a partir das 17:30 hs na Praça de Eventos da Orla Fluvial, será finalizada a programação da Semana do Bebê 2025. Promovida pela Prefeitura de Pirapora, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), Secretaria da Família e Políticas Sociais (SEFAM) e Secretaria de Saúde (SESAU), a iniciativa proporcionará para o público, em sua culminância, um espaço especial para a visitação de stands temáticos e atrações culturais, com entrada franca.</p>
<p style="font-weight: 400;">De acordo com a SEMED, na estrutura que foi preparada, as famílias de Pirapora poderão conhecer um pouco mais sobre as políticas públicas no município, em favor da primeira infância, nos âmbitos da Saúde, Educação e Social, além das parcerias e redes de apoio. Como nas edições anteriores, haverá ainda espaços para a interação e estímulo das crianças, que serão alegradas com as apresentações de Inácio Loyola e a CIA dos Palhaços.</p>
<div id="attachment_54725" class="wp-caption alignnone" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-54725" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-06-as-12.16.46_6335fb23-504x630.jpg" alt="" width="504" height="630" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-06-as-12.16.46_6335fb23-504x630.jpg 504w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-06-as-12.16.46_6335fb23-768x960.jpg 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-06-as-12.16.46_6335fb23.jpg 1024w" sizes="(max-width: 504px) 100vw, 504px" /><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
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		<title>Famílias de crianças com Zika vírus começam a receber pensão vitalícia do Governo do Brasil</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/11/05/familias-de-criancas-com-zika-virus-comecam-a-receber-pensao-vitalicia-do-governo-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 11:35:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[pensão vitalícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Governo do Brasil, por meio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), começa a pagar novo grupo a partir de 28 de novembro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Brasil começou nesta segunda-feira, 3 de novembro, o pagamento da pensão especial vitalícia a pessoas nascidas no Brasil com deficiência permanente causada pela síndrome congênita associada ao vírus Zika durante a gestação.<br />
A partir de agora, as famílias de crianças que nasceram entre 2015 e 2019 e já recebiam a pensão especial de um salário mínimo (prevista em lei de 2020) passam a receber o valor equivalente ao maior benefício pago pela Previdência Social. O novo valor será depositado todos os meses, durante toda a vida da pessoa beneficiada.<br />
A medida foi regulamentada pela Portaria Conjunta do Ministério da Previdência Social (MPS) e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que estabelece o pagamento de uma indenização por dano moral e da pensão especial vitalícia a essas crianças.<br />
Em setembro, esse mesmo grupo já havia recebido a indenização por dano moral, paga em parcela única na mesma conta do benefício.<br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>PAGAMENTO RETROATIVO</strong> –</span> As famílias também têm direito ao pagamento retroativo da pensão vitalícia, conforme a Lei nº 15.156, que instituiu o benefício e a indenização. O marco para cálculo do retroativo é 2 de julho de 2025, data da publicação da lei.</p>
<ul>
<li>Quem apresentou o pedido antes da publicação da lei receberá o retroativo a partir de 2 de julho deste ano;</li>
<li>Quem apresentou o pedido depois dessa data receberá o benefício a partir da data do requerimento.</li>
</ul>
<p>Além do valor mensal, o benefício garante o abono anual (como o 13º dos trabalhadores), passa por reajuste todos os anos, seguindo os mesmos índices dos demais benefícios da Previdência, e é isento de Imposto de Renda.<br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>NOVO GRUPO</strong> –</span> Neste mês, o INSS começa a analisar os requerimentos das famílias que também têm direito, mas ainda não recebiam a pensão especial de um salário mínimo. A partir de 28 de novembro, essas famílias passarão a receber a indenização e a pensão vitalícia, ampliando o alcance da política de reparação conduzida pelo Governo do Brasil.</p>
<p>“Cada pagamento simboliza o reconhecimento de uma luta de anos. Não é um favor, é um valor devido a essas famílias que agora estão estão tendo seus direitos plenamente garantidos.”, afirmou o presidente do INSS, Gilberto Waller.<br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>RECONHECIMENTO</strong> –</span> Logo nas primeiras horas após o início dos pagamentos, muitas famílias compartilharam a alegria nas redes sociais e enviaram mensagens ao INSS para avisar que o valor da pensão e o retroativo já haviam caído na conta.<br />
As mensagens de gratidão chegaram de diferentes estados do país, como o de Daiane Freitas, mãe de Ayla (9 anos), de Salvador (BA), uma das vozes que representa a força das mães de crianças que nasceram durante o surto de Zika Vírus em 2015.<br />
O contato com as mães foi um gesto pessoal do presidente do INSS, que fez questão desse encontro com as famílias. Daiane relembra como tudo começou: “Eu mandava mensagens pelo Instagram. O presidente me respondia tão rápido que não acreditei. Achava que era um robô. Foi um gesto humano, e hoje o ‘Gil’, como eu o chamo, é um amigo. Vivemos um marco histórico após dez anos de luta. Nunca desanimamos e agradecemos a Deus e ao presidente do INSS por ouvir a nossa voz”, disse Daiane, emocionada.<br />
De acordo com o Ministério da Saúde, 1.828 crianças foram identificadas com a síndrome congênita associada ao Zika vírus entre 2015 e 2023.<br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>COMO SOLICITAR</strong> – Como solicitar?</span></p>
<p>O INSS continua recebendo os pedidos de pensão especial e de indenização por dano moral. A solicitação pode ser feita de forma prática pelo aplicativo Meu INSS (preferencialmente) ou pela Central 135. Não é necessário comparecer a uma agência física, somente se houver convocação do próprio Instituto.<br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>Documentos exigidos</strong></span></p>
<ul>
<li>Documento de identificação e CPF da pessoa com deficiência e de seu representante legal;</li>
<li>Laudo médico emitido por junta médica (pública ou privada) responsável pelo acompanhamento da pessoa com deficiência.</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Atenção!</strong></span> Quem já fez o requerimento neste ano não precisa apresentar novos documentos ou refazer a solicitação. Se a família já tiver recebido valor judicial pelo mesmo motivo, será preciso optar por um dos benefícios, pois não é permitido acumular os dois.<br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>LAUDO – </strong></span>O laudo médico deve ser preenchido de forma clara, sem rasuras, em formulário padronizado disponível <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-srgps/mps-n-1.843-de-17-de-setembro-de-2025-658098197" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-srgps/mps-n-1.843-de-17-de-setembro-de-2025-658098197&amp;source=gmail&amp;ust=1762369774028000&amp;usg=AOvVaw1SKKuOA6e2ukIMVdhKY3ZP"><strong>aqui em portaria do ministério da Previdência Social</strong></a></span> e conter:</p>
<ul>
<li>Identificação do paciente, diagnóstico clínico e histórico de acompanhamento médico;</li>
<li>Observância dos critérios diagnósticos da síndrome, estabelecidos em protocolos oficiais do Ministério da Saúde;</li>
<li>Registro expresso da existência da deficiência;</li>
<li>Assinatura, número de registro no conselho de classe e carimbo legível de todos os médicos integrantes da junta.</li>
</ul>
<p>Também devem ser anexados exames complementares, relatórios médicos e outros documentos que comprovem a síndrome. O laudo será analisado pela Perícia Médica Federal, que precisa confirmar a condição de deficiência permanente associada ao vírus.<br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>Importante</strong>:</span> Famílias que já recebem a pensão especial da Lei 13.985 de 2020 estão dispensadas de apresentar novo laudo.<br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>Orientações para o envio</strong></span></p>
<ul>
<li>No pedido, especificar que se trata de “parcela única e pensão especial – síndrome congênita do vírus Zika”;</li>
<li>Enviar os arquivos em cores, nos formatos PDF ou imagem;</li>
<li>Respeitar o limite de 5 MB por arquivo e até 50 MB no total.</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Canais oficiais de atendimento</strong></span></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Atenção:</span></strong> o INSS não envia links por WhatsApp, SMS ou e-mail sobre indenizações. Todo contato oficial é feito somente pelo aplicativo Meu INSS ou <a href="https://meu.inss.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://meu.inss.gov.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1762369774028000&amp;usg=AOvVaw0htjruvjVj-CADcQzNGHXB"><strong><span style="color: #ff0000;">site</span></strong></a> e pela Central 135.<br />
<span style="color: #ff0000;"><strong>Compromisso com as famílias</strong></span></p>
<p>O Governo do Brasil reafirma seu compromisso de respeito, reparação e acolhimento às famílias atingidas pela síndrome congênita associada ao Zika vírus, assegurando que seus direitos sejam plenamente reconhecidos e garantidos com dignidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><span style="color: #ff0000;"><strong>Fonte:</strong></span> <span style="color: #ff0000;">Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República</span></i></p>
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		<item>
		<title>Maio Laranja: famílias têm papel importante para evitar e identificar crimes sexuais envolvendo crianças e adolescentes</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/05/13/maio-laranja-familias-tem-papel-importante-para-evitar-e-identificar-crimes-sexuais-envolvendo-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 10:02:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crimes]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[crianças e adolescentes]]></category>
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					<description><![CDATA[Educadoras alertam para riscos crescentes na internet e reforçam a importância da atuação dos pais e responsáveis na prevenção]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 18 de maio é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, oportunidade para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da defesa dos direitos desses brasileiros. O mês de maio também ganhou a cor laranja, criando uma agenda de alerta sobre o tema.</p>
<p>Com a expansão do uso da internet entre crianças e adolescentes, cresceram também os crimes cibernéticos contra esse público, que se tornaram mais sofisticados e difíceis de detectar. Para se ter ideia da gravidade do tema, três em cada dez crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos de todo o Brasil (29% do total) já enfrentaram situações ofensivas ou discriminatórias na internet, segundo a <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://cetic.br/media/analises/tic_kids_online_brasil_2024_principais_resultados.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://cetic.br/media/analises/tic_kids_online_brasil_2024_principais_resultados.pdf&amp;source=gmail&amp;ust=1747158919863000&amp;usg=AOvVaw2fCXr9fLSEB8s-c2g1yVCg">pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024</a>.</span></p>
<p>Abusos sexuais virtuais, aliciamento, exposição indevida e cyberbullying são algumas das formas de violência que têm afetado milhares de jovens brasileiros. Para cometer os crimes, os criminosos virtuais se infiltram em jogos online, redes sociais e plataformas de mensagens com perfis falsos, fingindo ser crianças ou adolescentes para ganhar a confiança das vítimas.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Família tem papel importante de proteção</strong></span></p>
<p>Segundo a psicóloga, pedagoga e gestora da <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.escolainternacional.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.escolainternacional.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1747158919863000&amp;usg=AOvVaw1GF0Z9z1jdTBhvt0QP_tSh">Escola Internacional de Alphaville</a></span>, de Barueri, Ana Cláudia Favano, o ambiente digital se tornou parte do cotidiano infantil, mas muitas vezes os responsáveis não acompanham esse processo com o devido cuidado. “Isso cria um terreno fértil para que crianças e adolescentes sejam assediados no ambiente virtual, e seus pais nem fazem ideia disso. Monitorar por onde seus filhos navegam, quais ambientes frequentam e com quem se relacionam virtualmente é uma responsabilidade dos genitores. O abandono digital é muito frequente atualmente. Como as crianças e adolescentes não têm o repertório necessário para reconhecer situações de risco, a orientação de um adulto é essencial”, afirma.</p>
<p>Ana Claudia destaca ainda que, muitas vezes, os próprios pais contribuem — ainda que sem intenção — para a exposição dos filhos na internet. “Publicar fotos de crianças em redes sociais abertas, divulgar rotinas, locais que frequentam ou informações pessoais pode facilitar a ação de criminosos virtuais. A responsabilidade pela segurança digital começa com os adultos. É preciso refletir sobre o que se compartilha e entender que a superexposição pode colocar os filhos em risco”, alerta a especialista.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Proibir o uso não é o caminho, mas educar para o uso consciente é urgente</strong></span></p>
<p>Para a diretora geral da <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://aubrick.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://aubrick.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1747158919863000&amp;usg=AOvVaw1n_UboGbP_410de3PpX6m-">Escola Bilíngue Aubrick</a></span>, Fátima Lopes, em um mundo cada vez mais digitalizado — onde a internet atravessa não apenas telas, mas objetos e relações —, proibir o uso da tecnologia simplesmente não é viável. “A internet das coisas já é parte do nosso cotidiano. O que precisamos ensinar é o uso consciente e equilibrado da tecnologia, pois o excesso e o uso inadequado podem causar danos reais à saúde emocional, social e cognitiva das crianças e adolescentes”, afirma.</p>
<p>Inspirada em uma visão contemporânea sobre educação e tecnologia, Fátima defende que a orientação, o diálogo e a construção conjunta de regras são ferramentas muito mais eficazes do que a proibição pura. “O papel da família é ensinar, acompanhar e ajudar a estabelecer rotinas de uso, respeitando as fases da infância e da adolescência. Quando crianças e jovens participam da construção dessas rotinas, compreendem os limites como aliados do seu próprio bem-estar”, explica.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a educadora enfatiza que a responsabilidade não deve ser apenas das famílias e escolas. “As plataformas e tecnologias também precisam se transformar, adaptando seus perfis e práticas para proteger todos os usuários, especialmente os mais vulneráveis. A segurança digital é uma responsabilidade compartilhada”, reforça.</p>
<p>Fátima acrescenta que, nesse contexto, a lei que restringiu o uso de celulares nas escolas surgiu como uma medida necessária e protetiva. “A escola é um espaço de convivência, de celebração da existência e da formação de vínculos reais. Precisamos garantir ambientes em que a atenção plena e o encontro humano sejam preservados.”</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Crianças e jovens podem dar sinais</strong></span></p>
<p>A diretora pedagógica do <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://colegiobis.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://colegiobis.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1747158919863000&amp;usg=AOvVaw38ppRKhgWeQvpJXfpGz6Vu">Brazilian International School (BIS)</a></span>, de São Paulo, Audrey Taguti, alerta que as crianças e adolescentes costumam dar sinais de que algo não vai bem, seja no mundo real ou no virtual. “Mudanças bruscas de humor e de comportamento, irritabilidade, isolamento repentino, perda de interesse por atividades que antes gostavam, queda no rendimento escolar ou alterações no sono e apetite podem ser indícios de que estão enfrentando alguma situação de estresse”, explica.</p>
<p>Outro ponto importante, segundo a especialista, é observar a forma como a criança lida com os dispositivos digitais. “Se ela começa a usar o celular de maneira excessiva, se esconde para acessar a internet, apaga conversas ou histórico de navegação com frequência, pode estar tentando ocultar algo que a incomoda ou assusta. Nessas horas, é fundamental que a família esteja emocionalmente disponível para acolher, sem julgamento, e conduzir a conversa de forma segura e aberta”, orienta Audrey.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Dicas práticas para prevenir e identificar crimes cibernéticos</strong></span></p>
<p>As educadoras reuniram as dicas abaixo, que podem ajudar as famílias a lidarem melhor com o tema e, assim, protegerem seus filhos.</p>
<ul>
<li><strong><span style="color: #ff0000;">Converse com as crianças e adolescentes sobre segurança on-line.</span> </strong>Explique que existem pessoas más na internet e que nem todo mundo é quem diz ser. O velho conselho “não converse com estranhos na rua” também vale para o ambiente digital;</li>
<li><span style="color: #ff0000;"><strong>Oriente sobre o que fazer em caso de contato com estranhos ou situações desconfortáveis</strong>.</span> A criança precisa saber que pode contar com os adultos;</li>
<li><span style="color: #ff0000;"><strong>Mantenha os dispositivos em locais comuns da casa</strong>,</span> principalmente para crianças menores;</li>
<li><strong><span style="color: #ff0000;">Crie regras claras sobre tempo de uso, tipos de conteúdo permitidos e aplicativos utilizados.</span> </strong>A criança precisa entender, por exemplo, que não deve extrapolar o limite combinado de uso diário do celular, ou que determinados conteúdos, games e aplicativos não podem ser baixados e usados por ela até que tenha maturidade suficiente;</li>
<li><span style="color: #ff0000;"><strong>Utilize controles parentais e configure a privacidade de contas</strong> <strong>nas redes sociais</strong>.</span> Essas ferramentas ajudam os adultos a supervisionar o uso dos aparelhos;</li>
<li><span style="color: #ff0000;"><strong>Esteja presente nos ambientes digitais</strong> </span><strong><span style="color: #ff0000;">que seus filhos frequentam.</span> </strong>Adicione-se às redes sociais, conheça os jogos e participe das conversas sobre o que acessam on-line;</li>
<li><span style="color: #ff0000;"><strong>Procure ajuda especializada</strong> </span>se notar qualquer mudança brusca de comportamento.</li>
</ul>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>As especialistas:</strong></span></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Ana Claudia Favano</span> </strong>é gestora da Escola Internacional de Alphaville. É psicóloga; pedagoga; educadora parental pela Positive Discipline Association/PDA, dos Estados Unidos; e certificada em <i><span style="color: #ff0000;">Strength</span> <span style="color: #ff0000;">Coach</span></i> pela Gallup. Especialista em Psicologia da Moralidade, Psicologia Positiva, Ciência do Bem-Estar e Autorrealização, Educação Emocional Positiva e Convivência Ética. Dedicada à leitura e interessada por questões morais, éticas, políticas, e mobiliza grande parte de sua energia para contribuir com a formação de gerações comprometidas e responsáveis.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Audrey Taguti</strong></span> acumula 41 anos de experiência e trabalho em Educação. É formada em Magistério e Pedagogia, possui pós-graduações em Psicopedagogia e Bilinguismo e é especialista em Alfabetização. É diretora pedagógica do Brazilian International School – BIS, de São Paulo/SP desde a fundação do colégio, em 2000.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Fatima Lopes</strong></span> é pós-graduada em Gestão Escolar, especialista em Bilinguismo e apaixonada pela área da Educação. De sua primeira formação, em Enfermagem, ela mantém o dom de cuidar das pessoas: gosta de se relacionar com alunos, pais e colegas, promovendo um ambiente de aprendizado colaborativo e acolhedor. Diz ter como missão contribuir para a formação integral dos estudantes, formando cidadãos mais conscientes e preparados para o futuro. É fundadora e diretora geral da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo.</p>
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