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	<title>EUA &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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	<title>EUA &#8211; Revista Tempo</title>
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	<item>
		<title>Presidente Lula recebe telefonema de Donald Trump</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/10/06/presidente-lula-recebe-telefonema-de-donald-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 17:10:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[acordos internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dois presidentes reiteraram a impressão positiva daquele encontro. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu na manhã desta segunda-feira, 6 de outubro, telefonema do presidente Donald Trump, dos Estados Unidos. Em tom amistoso, os dois líderes conversaram por 30 minutos, quando relembraram a boa química que tiveram em Nova York por ocasião da Assembleia Geral da ONU. Os dois presidentes reiteraram a impressão positiva daquele encontro.</p>
<p>O presidente Lula descreveu o contato como uma oportunidade para a restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente. Recordou que o Brasil é um dos três países do G20 com quem os Estados Unidos mantêm superávit na balança de bens e serviços. Solicitou a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais e das medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras.</p>
<p>O presidente Trump designou o secretário de Estado Marco Rubio para dar sequência às negociações com o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ambos os líderes acordaram encontrar-se pessoalmente em breve. O presidente Lula aventou a possibilidade de encontro na Cúpula da Asean, na Malásia; reiterou convite a Trump para participar da COP30, em Belém (PA); e também se dispôs a viajar aos Estados Unidos.</p>
<p>De acordo com a <i>Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, o</i>s dois presidentes trocaram telefones para estabelecer via direta de comunicação. Do lado brasileiro, a conversa foi acompanhada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, os ministros Mauro Vieira, Fernando Haddad, Sidônio Palmeira e o assessor especial Celso Amorim. <i> </i></p>
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		<title>Big techs são parte da máquina de guerra dos EUA, alerta pesquisador</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/09/18/big-techs-sao-parte-da-maquina-de-guerra-dos-eua-alerta-pesquisador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 10:04:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[big techs]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[máquina de guerra]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Sérgio Amadeu publica livro sobre uso de IA na guerra

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										<content:encoded><![CDATA[<div class="sc-1tdougb-1 dBuxlg">
<p>Em junho deste ano, o Exército dos Estados Unidos (EUA) revelou que executivos de gigantes da tecnologia como Meta, OpenIA e Palantir foram nomeados tenentes-coronéis do Destacamento 201, recém-criado para abrigar líderes da tecnologia.</p>
<p>“A posse deles é apenas o começo de uma missão maior para inspirar mais profissionais de tecnologia a servir sem abandonar suas carreiras, mostrando à próxima geração como fazer a diferença no uniforme”, informou o Exército norte-americano.</p>
<p>Em livro publicado neste mês, o sociólogo brasileiro Sérgio Amadeu da Silveira denuncia o uso da Inteligência Artificial (IA) pelas Forças Armadas dos EUA em parceria com as big techs como Google, Amazon e Microsoft.</p>
<p>Com o título As big techs e a guerra total: o complexo militar-industrial-dataficado, o professor da Universidade Federal do ABC (UFABC) explica como a IA é usada para matar pessoas na Faixa de Gaza e defende o desenvolvimento nacional de infraestrutura digital que acabe com a dependência do Brasil das gigantes dos EUA.</p>
<p>“As big techs são máquinas geopolíticas. Não vamos ter ilusão. A tecnologia não é só um meio para se atingir uma finalidade. A tecnologia é um dos principais instrumentos do poder político, econômico e militar global. O próprio Trump diz que as big techs são a linha de frente do poder americano”, explicou à Agência Brasil.</p>
<p>Após os donos das big techs ficarem em lugar de destaque na posse de Donald Trump, os chefes da Meta (dona do Facebook, Instagram e Whatsapp), Apple, Microsoft e OpenIA jantaram, no início de setembro, com o presidente dos EUA na Casa Branca.</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, o professor explica a necessidade de o Brasil investir em infraestrutura própria e os riscos que se corre quando o governo contrata empresas estrangeiras e seus serviços em órgãos públicos, deixando os bancos de dados vulneráveis.</p>
<p>No último dia 7 de setembro, o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos &#8211; em parceria com o Serpro e a Dataprev &#8211; lançou a Nuvem Soberana para processar e guardar dados públicos em uma infraestrutura física sob gestão do Estado, ainda que com tecnologia de empresas internacionais. Para Amadeu, o lançamento é um avanço em um país como o Brasil, mas ainda não é suficiente diante das políticas expansionistas de Trump.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Veja, abaixo, os principais trechos da entrevista:</span></strong></p>
<p>Agência Brasil: Como as big techs estão envolvidas com o negócio da guerra?</p>
<p>Amadeu: As big techs nasceram de atividades nas redes sociais e como mecanismos de busca, mas foram se tornando verdadeiros oligopólios, engolindo outras empresas e entrando também nos negócios da guerra.</p>
<p>Apesar de afirmarem que são empresas neutras, elas foram articuladas por aquilo que se chama o complexo militar-industrial dos EUA.</p>
<p>No livro, mostro a introdução da IA e das big techs na guerra e a gravidade de você ter empresas usando nossos dados e as interações de milhões de pessoas no planeta para finalidades militares.</p>
<p>Agência Brasil: O que é esse complexo militar-industrial-dataficado?</p>
<p>Amadeu: O termo complexo militar-industrial, popularizado pelo presidente dos EUA Dwight Eisenhower (1953-1961), explica a fusão das empresas com o Pentágono. Um dos exemplos é a Lockheed, empresa que fabrica aviões e armas. Mas a Lockheed não participa das atividades de estratégia, de tática, de ações militares.</p>
<p>Agora, é diferente. Como a inteligência artificial é desenvolvida em quantidades absurdas de coleta e tratamento de dados, que precisa de uma estrutura de data centers gigantesca e trabalhadores especializados, as Forças Armadas americanas trouxeram as big techs para o coração da estratégia e das ações táticas da guerra.</p>
<p>As big techs integram o complexo de guerra americano, não como a Lockheed, mera fornecedora de produtos, mas elas estão dentro desse complexo dada a natureza da atividade.</p>
<p>Hoje, os EUA têm contratos bilionários com as big techs. Tem o projeto Maven, da Google, alvo de protesto de funcionários da companhia, que depois incluiu a Amazon e a Palantir.</p>
<p>A notícia que alguns diretores dessas big techs ganharam postos de militares de alta patente confirma essa hipótese de que o complexo militar foi dataficado [o termo &#8220;data&#8221; se refere ao processo de armazenamento e tratamento de dados realizado pelas big techs].</p>
<p>Agência Brasil: A capa do livro são as ruínas de Gaza. Qual a relação das big techs com esse conflito?</p>
<p>Amadeu: O primeiro grande laboratório do uso de IA para fixação de alvos militares foi a Faixa de Gaza. A IA já vinha sendo usada, mas não para mapear a população civil e encontrar alvos que deveriam ser eliminados fora de áreas de combate. Isso foi feito de maneira intensa na Faixa de Gaza uma vez que essas big techs atuam para o Estado de Israel.</p>
<p>Agência Brasil: Como funciona esse mapeamento da população civil para fins militares?</p>
<p>Amadeu: A IA pode montar uma máquina de alvos que permite que você pegue dados de toda a população. Afinal, as big techs têm os dados do uso de redes sociais das pessoas em Gaza, além de outras bases de dados geográficos e de companhias de telefone.</p>
<p>Elas fazem um tratamento desses dados e criam um modelo, um padrão, para identificar supostos militantes do Hamas. A partir dos rastros digitais deles nas redes sociais, a IA identifica, com base no padrão prévio, quem seria um militante do Hamas, um apoiador, um simpatizante, etc.</p>
<p>A partir disso, eles matam os alvos fora da área de combate. Isso explicaria alguns ataques contra prédios em Gaza, que seriam para eliminar esses alvos. É uma fabricação de alvos a partir de dados de redes sociais.</p>
<p>Agência Brasil: Quais outras funções as big techs têm na guerra?</p>
<p>Amadeu:  Elas oferecem serviços de nuvem, de desenvolvimento da IA para tipos de combates, de ações táticas. Oferecem soluções para momentos de confronto. Existe uma ampla gama de serviços, de inteligência computacional, de desenvolvimento de algoritmos, de arranjos tecnológicos, principalmente de sistemas automatizados para as Forças Armadas.</p>
<p>Agência Brasil: As big techs oferecem esses serviços para todos os países?</p>
<p>Amadeu: Essa é uma grande questão porque a Amazon, e outros provedores de nuvem, oferecem serviços para as Forças Armadas de países que os EUA consideram aliados.</p>
<p>Agora, obviamente, se esses países, ou qualquer país, não atuarem como o Estado americano pretende, as big techs ficariam do lado do Estado americano. Isso está mais do que evidente. Muitos serviços dessas big techs só são oferecidos para o Estado americano e, obviamente, para o seu capataz no Oriente Médio, que é Israel.</p>
<p>Recentemente, o governo Trump, além de sancionar os juízes da Corte Penal Internacional (TPI) em retaliação ao mandado de prisão por crimes de guerra contra Netanyahu [primeiro-ministro israelenses], mandou bloquear o acesso aos e-mails e todos os arquivos digitais que esses magistrados tivessem na Microsoft.</p>
<p>Do jeito que o mundo está hoje, você não pode deixar arquivos estratégicos e sensíveis na mão da Microsoft, da Google ou Amazon. Há todo um arcabouço legal americano que essas empresas têm que cumprir. O próprio Donald Trump diz que as big techs são a linha de frente do poder americano.</p>
<p>As universidades brasileiras, toda a pesquisa da Universidade brasileira, por exemplo, está armazenada na Google e na Microsoft. O Ministério da Educação precisa desenvolver infraestruturas públicas sob controle total do Brasil, com baixo impacto ambiental, para as universidades.</p>
<p>Agência Brasil: As big techs prestam serviços para o Ministério da Defesa do Brasil?</p>
<p>Amadeu: Recentemente [julho de 2024], o governo fez uma parceria com a Amazon, por meio do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), para assuntos de defesa.</p>
<p>Quando o grupo X, antigo Twitter, do Elon Musk, não quis acatar decisões judiciais brasileiras, se avaliou bloquear a Starlink, outra empresa do Musk de conexão por satélite.</p>
<p>Tive acesso a um ofício das Forças Armadas alertando o Judiciário para não suspender a Starlink porque isso iria prejudicar a mobilização das tropas.</p>
<p>Isso mostra que as Forças Armadas brasileiras têm a sua infraestrutura de conectividade na mão de uma empresa americana com interesses no Brasil e que trabalha, em última análise, para o Departamento de Estado americano. Mas esse alto comando militar brasileiro não se importa com essa dependência.</p>
<p>Agência Brasil: A ofensiva de Trump contra a regulação das plataformas digitais no exterior tem relação com o uso das plataformas para a guerra?</p>
<p>Amadeu: Tem uma relação indireta. Desde a posse, Trump coloca as big techs como fundamentais para manter a liderança norte-americana em IA. Há várias medidas para manter os EUA líderes incontestes no terreno da IA. Isso exige dados do mundo inteiro.</p>
<p>Trump falou para não tributar essas empresas. Ele quer que essas empresas naveguem aqui no Brasil, tomem os dados que tem alto valor agregado e não são quantificados, levem embora e não paguem tributos. Esse é o imperialismo descarado.</p>
<p>O governo Trump criticou o Pix porque o mecanismo engoliu os meios de pagamento no Brasil do Grupo Meta. O problema foi que o Pix saiu quando o grupo Meta estava querendo, por meio do WhatsApp, viabilizar um sistema de pagamento instantâneo, o que iria gerar grana para eles. O Pix atrapalhou os planos do Zuckerberg.</p>
<p>Agência Brasil: Qual é o papel geopolítico hoje das big tehcs?</p>
<p>Amadeu: Elas são máquinas geopolíticas. Não vamos ter ilusão. Parece que tudo bem fazer parcerias com a OpenAI, como fez a Enap [Escola Nacional de Administração Pública, ligada ao Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos]. Isso é lamentável.</p>
<p>Nós deveríamos estar discutindo incentivar sistemas de gestão próprios. Tem setores do Estado brasileiro comprando acessos de programação da OpenAI. Ao fazer isso, você pega documentos que são estratégicos e entrega para a OpenAI.</p>
<p>A tecnologia, para alguns gestores públicos, é só um meio para se atingir uma finalidade. Mas a tecnologia é um dos principais instrumentos do poder político, econômico e militar global.</p>
<p>Agência Brasil: Quais políticas públicas o Brasil deveria desenvolver para alcançar a soberania digital?</p>
<p>Amadeu: Não há soberania nacional hoje, sem soberania tecnológica e digital. Isso é básico e é economicamente fundamental. O Brasil pode, por exemplo, organizar infraestruturas digitais federais, de baixo impacto ambiental, para as universidades, com data centers controlados e à disposição das universidades brasileiras que fazem a pesquisa.</p>
<p>Os dados do setor público não podem estar na mão das big techs, ainda mais no momento onde elas são linha de frente do poder político de Trump e que há quase uma relação direta entre extrema direita e big techs.</p>
<p>Não dá para você deixar os dados da saúde brasileira na Amazon. Temos que ter infraestruturas públicas, nacionais ou sob o controle de capital nacional.</p>
<p>É preciso recuperar as empresas públicas de dados que surgiram nos anos 60 e que o neoliberalismo desvirtuou. Hoje você tem o Serpro, a Dataprev, que estão contratando as big techs. Essa política tem que ser anulada, tem que ser alterada.</p>
<p>Essas empresas têm condição de bloquear as máquinas, de roubar dados dela, e isso está cada vez mais evidente. Os sistemas têm que ser atualizados o tempo todo, ou seja, as big techs lá de fora têm acesso a essas máquinas aqui de dentro.</p>
<p>Agência Brasil: Qual avaliação você faz do programa recém-lançado Nuvem Soberana do governo federal?</p>
<p>Amadeu: Lançar um programa de nuvem soberana é um avanço em um país como o Brasil. Os dados estratégicos do governo, do SUS, do desempenho escolar dos adolescentes, das universidades estão nas mãos das big techs. Temos que tomar cuidado, pois tanto o Serpro quanto a Dataprev alocam dados do setor público nas nuvens dos oligopólios digitais norte-americanos. Ter a nuvem da Amazon ou da MIcrosoft localizada no Brasil não é suficiente diante das políticas expansionistas de Trump. O Cloud Act e outras leis americanas fazem com que uma máquina e os sistemas das big techs estejam submetidos ao Estado norte-americano.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Chefes do Senado e da Câmara falam em união contra &#8220;agressão&#8221; dos EUA</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/07/17/chefes-do-senado-e-da-camara-falam-em-uniao-contra-agressao-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 10:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[guerra comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[Davi Alcolumbre e Hugo Motta se reuniram hoje com Geraldo Alckmin
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil – AP), assegurou, nesta quarta-feira (16), que o Congresso Nacional está unido em prol da defesa dos interesses brasileiros contra o que classificou como uma “agressão” por parte do governo dos Estados Unidos, ao anunciar que passará a cobrar 50% de tarifa de importação dos produtos brasileiros a partir de 1º de agosto.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1650936&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1650936&amp;o=node" /> “Tenho conversado muito com o presidente [da Câmara dos Deputados] Hugo Motta [Republicanos-PB] com relação a esses últimos acontecimentos e temos a compreensão de que nós, o Poder Legislativo, vamos defender a soberania nacional, os empregos dos brasileiros e os empresários brasileiros”, declarou Alcolumbre logo após reunião com Motta e com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.</p>
<p>“Também tenho a convicção de que este processo tem que ser liderado pelo Poder Executivo. Esta relação diplomática internacional tem que ser feita pelo chefe de governo, de Estado”, acrescentou Alcolumbre antes de ponderar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acertou ao delegar a Alckmin, que também responde pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, a atribuição de coordenar o comitê criado para discutir e negociar eventuais soluções para as medidas anunciadas pela Casa Branca.</p>
<p>“Acho que o presidente Lula, com sua equipe, acertou ao empoderá-lo para que o senhor possa conduzir todas essas tratativas sem abrir mão da soberania e dos interesses do nosso povo e do Brasil”, concluiu o presidente do Senado, dirigindo-se a Alckmin ao defender a importância do governo federal liderar o processo de negociações fornecendo as informações indispensáveis ao Congresso. “Neste momento de agressão ao Brasil e aos brasileiros, que não é correta, temos que ter firmeza, resiliência e tratar com serenidade esta relação, buscando estreitar os laços e fazer as coisas acontecerem.”</p>
<p>Já Motta destacou que a ameaça estadounidense produziu, no Brasil, “mais um momento de unidade nacional”. “Unidade em favor do país, de proteção a nossa indústria, aos nossos empregos, às nossas relações diplomáticas”, comentou o presidente da Câmara, lembrando que, em abril deste ano, o <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-04/camara-aprova-lei-da-reciprocidade-comercial-e-texto-vai-sancao" target="_blank" rel="noopener">Congresso Nacional aprovou o Projeto de Lei 2.088/2023</a></span>, que cria a Lei da Reciprocidade Comercial, autorizando o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos que imponham barreiras aos produtos do Brasil no mercado global. O presidente <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/lula-regulamenta-lei-de-reciprocidade-comercial" target="_blank" rel="noopener">Lula regulamentou a lei nesta segunda-feira (14)</a></span>. “Da mesma forma que aprovamos, por unanimidade, este instrumento que o governo hoje tem para garantir a proteção do nosso país, dos nossos negócios, estamos prontos para estar na retaguarda do Poder Executivo. Para que, nas decisões que necessitarem da ação do Parlamento, possamos agir com rapidez e agilidade”, comentou Motta ao avaliar que a população brasileira compreende que “decisões externas” não podem interferir na soberania nacional.</p>
<p>Além de Alcolumbre, Motta e Alckmin &#8211; que também enfatizou a união de amplos setores sociais em busca de uma solução -, participaram do encontro desta manhã, na residência oficial do Senado, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e um grupo de senadores e deputados federais.</p>
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		<item>
		<title>China critica tarifaço contra o Brasil e acusa EUA de intimidação</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/07/14/china-critica-tarifaco-contra-o-brasil-e-acusa-eua-de-intimidacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 11:28:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[brasil e china]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[china tarifaço eua]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[intimidação]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[Mao Ning diz que soberania é norma básica nas relações internacionais

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério das Relações Exteriores da China criticou nesta sexta-feira (11) a tarifa de importação de 50% a produtos brasileiros anunciada esta semana pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.</p>
<p>&#8220;A igualdade soberana e a não interferência em assuntos internos são princípios importantes da Carta das Nações Unidas e normas básicas nas relações internacionais&#8221;, disse a porta-voz do ministério, Mao Ning, ao ser questionada por uma repórter sobre o que achava da tarifa de 50% a produtos brasileiros anunciada por Trump.</p>
<p>&#8220;As tarifas não devem ser uma ferramenta de coerção, intimidação ou interferência&#8221;, concluiu Mao Ning.</p>
<p>No início da semana, quando Trump deu início ao envio das cartas aos parceiros comerciais com as ameaças de aumento de tarifas, Mao Ning já havia criticado o protecionismo norte-americano.</p>
<p>&#8220;A posição da China sobre as tarifas é consistente e clara. Não há vencedores em uma guerra comercial ou tarifária. O protecionismo prejudica os interesses de todos&#8221;, afirmou.</p>
<p>Entenda</p>
<p>Na última quarta-feira (9),  o presidente dos EUA, Donald Trump, enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva  <a class="sc-1ive7ao-3 hKXcOb" href="https://www.hojeemdia.com.br/economiaefinancas/trump-anuncia-tarifa-de-50-sobre-produtos-brasileiros-e-cita-perseguic-o-a-bolsonaro-1.1074394" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #ff0000;">anunciando a imposição de uma tarifa de 50%</span></a> sobre todas as exportações brasileiras ao país norte-americano, a partir do dia 1º de agosto. No documento, Trump justifica a medida citando o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado.</p>
<p>No mesmo dia, o presidente Lula defendeu a soberania do Brasil e disse que a elevação de tarifas de forma unilateral será respondida com a Lei de Reciprocidade Econômica. Ontem (10), Lula afirmou que o governo federal vai abrir uma reclamação oficial à Organização Mundial do Comércio (OMC), para tentar reverter as tarifas.</p>
<p>Especialistas ouvidos pela Agencia Brasil classificam a <a class="sc-1ive7ao-3 hKXcOb" href="https://www.hojeemdia.com.br/politica/sanc-o-de-trump-contra-brasil-e-chantagem-politica-e-mira-o-brics-afirmam-analistas-de-mercado-1.1074607" target="_blank" rel="noopener"> <span style="color: #ff0000;">pressão de Trump como chantagem política</span></a><span style="color: #ff0000;"> </span>e dizem que a medida é uma reação ao Brics. Durante a Cúpula do bloco, ocorrida no domingo e na segunda-feira, no Rio de Janeiro, Trump já tinha ameaçado <span style="color: #ff0000;"> <a class="sc-1ive7ao-3 hKXcOb" style="color: #ff0000;" href="https://www.hojeemdia.com.br/politica/trump-ameaca-paises-que-se-alinhem-ao-brics-com-tarifa-de-10-1.1073882" target="_blank" rel="noopener">os países que se alinhem ao Brics com uma taxa de 10%</a>.  </span></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Inundações no Texas já fizeram 82 mortos (incluindo 28 crianças)</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/07/07/inundacoes-no-texas-ja-fizeram-82-mortos-incluindo-28-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 13:06:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Inundação]]></category>
		<category><![CDATA[Texas]]></category>
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					<description><![CDATA[O nível das água do rio Guadalupe, no Texas, EUA, aumentou oito metros em 45 minutos, pegando muitos desprevenidos. O número de mortos continuam aumentando, sendo confirmados, até ao momento, 82 mortos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de mortos provocados pelas cheias no Texas, no sul dos Estados Unidos da América, continua subindo. Os dados mais recentes apontam, pelo menos, 82 mortos. As autoridades assumem que ainda há muitos desaparecidos e as fatalidades podem continuar aumentando.</p>
<p>Os números foram confirmados pelo governador do Texas, Greg Abbott, este domingo (6), aumentando quase para o dobro o número de mortos que tinha sido anunciado no sábado, horas depois das cheias repentinas, que fizeram subir o rio Guadalupe oito metros em apenas 45 minutos.</p>
<p><strong><span class="news_h3" style="color: #ff0000;">Terror em acampamento com crianças</span></strong></p>
<p><span class="news_bold">Entre as vítimas mortais, constam 28 crianças</span>. Algumas das quais estavam participando de um acampamento cristão, nas margens do rio, quando foram pegas de surpresa pela tempestade.</p>
<p><span class="news_bold">Onze meninas e um monitor ainda </span>estão <span class="news_bold">desaparecidos</span>. Cinco meninas, com idades entre os 8 e 9 anos, já foram dadas como mortas, bem como o responsável pelo acampamento ‘Camp Mystic’. No acampamento participavam 750 pessoas.</p>
<p><strong><span class="news_h3" style="color: #ff0000;">Texas tem já histórico de inundações</span></strong></p>
<p>A forte tempestade que teve inicio na noite de quinta para sexta-feira não é a primeira a assolar a região do Texas. Segundo o Washington Post, a região já enfrentou inundações mortais anteriormente. Esta nova tragédia, no entanto, vem expor lacunas na sua capacidade de avisar as pessoas, como porque o alerta de risco de inundação chegou atrasado ao condado de Kerr.</p>
<p>A publicação destaca que o Texas é uma zona propensa a inundações repentinas, estando as autoridades cientes de que o terreno de Hill Country pode transformar rios lentos e pouco profundos em paredes de água.</p>
<p>Contudo, quando as previsões meteorológicas começaram a indicar a possibilidade de chuvas fortes na quinta-feira, ficou patente uma falha: poucos, incluindo as autoridades locais, se prepararam para algo do gênero. Aliás, a publicação norte-americana aponta que todos estavam mais preocupados com as celebrações do dia 4 de Julho, Dia da Independência do país.</p>
<p>Quando a precipitação se intensificou nas primeiras horas da manhã de sexta-feira, muitas pessoas não receberam ou não responderam aos avisos de inundação em acampamentos e cabanas ribeirinhas que se sabia estarem acontecendo.</p>
<p>O Serviço Meteorológico Nacional, recorde-se, alertou na quinta-feira para possíveis inundações e, em seguida, enviou uma série de alertas de inundações repentinas nas primeiras horas de sexta-feira antes de emitir emergências de inundações repentinas &#8212; um alerta raro que notifica sobre o perigo iminente.</p>
<p>Donald Trump foi questionado se, após a tragédia, planejava eliminar gradualmente a Agência Federal de Gestão de Emergências, Trump disse que isso era algo sobre o qual iria &#8220;falar mais tarde&#8221;, pois estava ocupado &#8220;trabalhando&#8221;.</p>
<p>O presidente também foi questionado se planejava recontratar algum dos meteorologistas federais despedidos este ano como parte das amplas reduções de despesas do governo.</p>
<p><span class="news_bold">&#8220;Acho que não. Isto foi algo que aconteceu em segundos. Ninguém estava à espera. Ninguém viu. Havia pessoas muito talentosas lá, e não viram&#8221;</span>, disse Trump.</p>
<p><strong><span class="news_h3" style="color: #ff0000;">Buscas continuam até que todos sejam encontrados</span></strong></p>
<p>As equipes de resgate continuam as buscas pelos desaparecidos. O xerife Larry Leitha prometeu continuar as buscas até que &#8220;todos sejam encontrados&#8221;.</p>
<p>As cheias repentinas foram provocadas por chuvas torrenciais na parte central do estado na manhã de sexta-feira, Dia da Independência, que fizeram o rio Guadalupe subir oito metros em apenas 45 minutos. De repente, caíram quase 300 milímetros de chuva por hora, um terço da precipitação média anual.</p>
<p>O governador alertou no domingo que novos períodos de chuvas fortes até terça-feira poderiam causar mais inundações fatais, especialmente em locais já saturados.</p>
<p>Também no domingo, o presidente Donald Trump assinou uma declaração de grande desastre para o condado de Kerr, ativando a Agência Federal de Gestão de Emergências do Texas, e disse que provavelmente visitará a zona afetada na sexta-feira.</p>
<p>&#8220;Foi uma coisa horrível o que aconteceu, absolutamente horrível&#8221;, afirmou.</p>
<p>Os agentes de resgate usam helicópteros, barcos e &#8216;drones&#8217; para procurar vítimas e resgatar pessoas presas em árvores e em acampamentos isolados por estradas destruídas pela água. As autoridades disseram que mais de 850 pessoas foram resgatadas nas primeiras 36 horas.</p>
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		<title>EUA desmente Eduardo Bolsonaro sobre sanções a Alexandre de Moraes</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/05/06/eua-desmente-eduardo-bolsonaro-sobre-sancoes-a-alexandre-de-moraes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 10:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[desmente Eduardo Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[polêmica]]></category>
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					<description><![CDATA[A Casa Branca desmentiu as 'informações' divulgadas pelo filho de Jair Bolsonaro
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo dos Estados Unidos, de Donald Trump, negou informação divulgada pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro sobre o fato de que um funcionário norte-americano seria enviado ao Brasil para tratar de sanções contra Alexandre de Moraes e autoridades brasileiras.</p>
<p>A Casa Branca informou que irá enviar funcionários do governo dos EUA para reuniões com autoridades brasileiras para discutir o combate ao terrorismo e ao tráfico de drogas. <span class="news_bold news_italic">“O Departamento de Estado dos EUA enviará uma delegação a Brasília, chefiada por David Gamble, que participará de reuniões bilaterais sobre organizações criminosas transnacionais e discutirá os programas de sanções dos EUA voltados ao combate ao terrorismo e ao tráfico de drogas”</span>, disse a embaixada norte-americana no Brasil.</p>
<p>O filho de Jair Bolsonaro, que foi desmentido, havia afirmado que os EUA  enviaria um funcionário para questionar as ações do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e para avaliar se há uma censura ou perseguição por parte do magistrado.</p>
<p>Eduardo chegou a dizer nas redes sociais que a <span class="news_bold" style="color: #ff0000;"><em>“batata”</em></span> do ministro do STF <em>“<span class="news_bold news_italic" style="color: #ff0000;">está esquentando”</span></em> nos EUA, <span style="color: #ff0000;">porém o governo Trump informou que a reunião se tratará de acordos com o Brasil.</span></p>
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		<title>China anuncia retaliação e aumenta taxas de produtos dos EUA para 125%</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/04/11/china-anuncia-retaliacao-e-aumenta-taxas-de-produtos-dos-eua-para-125/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 13:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[retaliação]]></category>
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					<description><![CDATA["As ações dos Estados Unidos não têm o apoio do povo e terminarão em fracasso", disse o governo chinês]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira (11), a China anunciou que vai aumentar as tarifas de produtos dos Estados Unidos de 84% para 125%, de acordo com a agência de notícias Reuters.</p>
<p>Segundo o Ministério das Finanças do país asiático, a nova taxação sobre produtos americanos é mais uma reposta às medidas impostas pelo presidente Donald Trump. Nesta quinta-feira (10), o governo Trump explicou que as tarifas impostas ao país asiático somam 145%.</p>
<p><span class="news_bold news_italic">&#8220;A imposição pelos EUA de tarifas anormalmente altas à China viola gravemente as regras do comércio internacional e econômico, as leis econômicas básicas e o bom senso, sendo um ato completamente unilateral de intimidação e coerção&#8221;</span>, informou o governo da China, em comunicado.</p>
<p>Vale lembrar que os Estados Unidos aumentaram as taxas de 20% para 84%, depois de 84% para 104% e de 104% para 125%, sendo que a Casa Branca apontou que as sobretaxas chegariam a 145% no total, com combinação de quatro tarifas. <span class="news_bold news_italic">&#8220;As ações dos Estados Unidos não têm o apoio do povo e terminarão em fracasso&#8221;</span>, disse o Ministério das Finanças da China.</p>
<p>O país asiático também voltou a dizer que não vai recuar diante das provocações de Donald Trump. <span class="news_bold news_italic">&#8220;Nunca aceitaremos pressão extrema ou intimidação por parte dos Estados Unidos&#8221;.</span></p>
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		<title>Tarifaço do TRUMP: Brasil deixará de exportar milhões de sucos de laranja e toneladas de carne aos EUA</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/04/04/tarifaco-do-trump-brasil-deixara-de-exportar-milhoes-de-sucos-de-laranja-e-toneladas-de-carne-aos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 16:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a CNA, o protecionismo de Trump vai afetar não só o Brasil, mas grandes países produtores de produtos agropecuários.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil pode deixar de exportar 743 milhões de litros de suco de laranja e cerca de 17 toneladas de carne bovina para os Estados Unidos, após o tarifaço anunciado por Donald Trump nesta semana. O alerta foi feito pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em nota que a entidade pede que o Brasil adote ‘vias diplomáticas’ para negociar com a Casa Branca.</p>
<p>De acordo com a CNA, o protecionismo de Trump vai afetar não só o Brasil, mas grandes países produtores de produtos agropecuários. A Confederação alertou, ainda, que novas taxas poderão ser impostas por Washington. &#8220;Caso o governo dos EUA considere que as medidas anunciadas não sejam eficazes na resolução do déficit comercial geral&#8221;, disse a entidade.</p>
<p>Com a alíquota geral de 10% sobre os produtos brasileiros, o principal prejudicado será o suco de laranja. O produto já tinha uma taxa de 5,9% e, agora, com a sobretaxa, será submetido a 15,9%. Até 2023, o Brasil exportava cerca de 1 bilhão de litros aos Estados Unidos, mas após o tarifaço o volume deve cair a 261 milhões de litros.</p>
<p>No caso da carne bovina, que já tinha uma cobrança de um imposto de 33%, agora terá um tributo de 43%. O volume de exportação deve cair de 73 mil toneladas a 45 mil toneladas. Outros produtos brasileiros que serão impactados são a cana de açúcar, álcool, arroz e feijão.</p>
<p>“Cabe ao governo brasileiro seguir explorando a via negociadora com os EUA para buscar mitigar as tarifas anunciadas e alcançar benefícios mútuos para ambas as nações”, pediu a CNA. A Confederação rechaçou a retaliação neste momento. O Congresso aprovou o PL 2088/2023, que estabelece a Lei da Reciprocidade, e o texto seguiu para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>
<p>“Deve ser utilizado apenas após o esgotamento dos canais diplomáticos, para defender os interesses brasileiros. A Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) defende o livre comércio por meio de acordos que diversifiquem mercados, aumentem a renda dos produtores e ampliem o acesso de produtos agropecuários ao consumidor”, finalizou a entidade.</p>
<h2><strong><span style="color: #ff0000;">Pauta exportadora</span></strong></h2>
<p>A CNA informou que os produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos somam US$ 12,1 bilhões, conforme balanço de 2024. No ano passado, os produtos do agronegócio tiveram os Estados Unidos como o terceiro destino principal, ficando atrás apenas de União Europeia e China.</p>
<p>&#8220;Ao longo dos últimos dez anos, a participação dos EUA na pauta exportadora do agronegócio brasileiro sempre figurou entre 6% e 7,5%&#8221;, cravou a CNA. Os produtos brasileiros que lideram as exportações ao território norte-americano são:</p>
<ul>
<li>Café verde</li>
<li>Celulose</li>
<li>Sucos de laranja</li>
<li>Carne bovina in natura</li>
<li>Madeira Perfilada</li>
<li>Açúcar de cana em bruto</li>
<li>Obras de marcenaria ou carpintaria</li>
<li>Carne bovina industrializada</li>
<li>Madeira compensada ou contraplacada</li>
<li>Sebo Bovino</li>
</ul>
<p>&#8220;Os produtos mais afetados serão os que o Brasil já é altamente representativo no total das importações dos EUA, isso porque, nestes casos, o Brasil não teria &#8216;espaço&#8217; para ganhar de um eventual concorrente, sendo o único ou principal país afetado. É o caso dos sucos de laranja resfriados e congelados, onde o Brasil responde por 90% e 51% das compras americanas, respectivamente; da carne bovina termo processada, com 63%; e do etanol, com 75%&#8221;, finalizou a CNA.</p>
<p>[Com informações de O TEMPO]</p>
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		<title>Criança reclama de &#8216;monstro&#8217; debaixo da cama e babá encontra homem acusado de diversos crimes</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/03/28/crianca-reclama-de-monstro-debaixo-da-cama-e-baba-encontra-homem-acusado-de-diversos-crimes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 13:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[BABÁ]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Crimes]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[monstro]]></category>
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					<description><![CDATA[Caso aconteceu nos Estados Unidos e polícia precisou ser acionada
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma babá nos Estados Unidos que tentava tranquilizar uma criança dizendo que não havia nenhum monstro debaixo da cama foi surpreendida ao encontrar, de fato, um homem escondido, informou a polícia. O incidente ocorreu nesta semana na cidade de Great Bend, no estado de Kansas.</p>
<p>O suspeito é um homem de 27 anos que havia vivido nesse domicílio e tinha uma ordem judicial de não se aproximar do local. A babá estava colocando as crianças para dormir quando uma delas &#8220;reclamou que havia um &#8216;monstro&#8217; debaixo da cama&#8221;, relatou o escritório do xerife do condado de Barton.</p>
<p>&#8220;Quando a vítima tentou mostrar à criança que não havia nada debaixo da cama, ficou cara a cara com um suspeito que estava escondido ali&#8221;, acrescentou a polícia.</p>
<p>A babá e o homem entraram em uma briga física, mas ele fugiu da casa e foi detido na mesma área na manhã seguinte.</p>
<p>A polícia o identificou como Martin Villalobos Junior. Ele foi acusado de crimes como sequestro, roubo com arrombamento, agressão e colocar menores em risco.</p>
<p>Villalobos Junior está detido na prisão de Barton, sujeito a uma fiança de 500 mil dólares (2,8 milhões de reais), segundo o escritório do xerife.</p>
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		<title>‘Deixamos de ser colônia em 1822’, diz Moraes ao rebater ofensiva dos EUA às suas decisões</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/02/28/deixamos-de-ser-colonia-em-1822-diz-moraes-ao-rebater-ofensiva-dos-eua-as-suas-decisoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 10:04:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[alexandre de moraes]]></category>
		<category><![CDATA[COLÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[SOBERANIA]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro defendeu soberania brasileira e agradeceu apoio de Dino diante de ameaças da Câmara americana: ‘será um grande prazer conhecer a belíssima Carolina do Maranhão’ 
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes se defendeu das críticas feitas pelo governo dos Estados Unidos à Justiça brasileira, no início do julgamento das ações sobre a Lei de Abuso de Autoridade no plenário, nesta quinta-feira (27).</p>
<p>O magistrado, que vem sendo alvo de ataques e ações na Justiça dos Estados Unidos movidas por políticos da extrema direita ligados ao presidente Donald Trump e ao empresário Elon Musk, reafirmou a soberania do Brasil e declarou que o país não irá se curvar a ameaças de quem discorda das decisões do Judiciário.</p>
<p>&#8220;Deixamos de ser colônia em 7 de setembro 1822 e com coragem estamos construindo uma República independente e cada vez melhor. Independente e democrática com a Constituição de 1988. E construindo com coragem, pois como sempre lembrado pela eminente ministra Cármen Lúcia citando Guimarães Rosa: &#8216;o que a vida quer da gente é coragem'&#8221;, disse Moraes, destacando a independência do país.</p>
<p>Alexandre de Moraes também fez questão de agradecer publicamente o ministro Flávio Dino pelo apoio e pela manifestação em sua defesa, pela manhã. Dino, que governou o Maranhão de 2015 a 2021, fez uma publicação em suas redes sociais em que destaca as palestras do colega pelo país e o convida a conhecer uma cidade maranhense com nome semelhante a um Estado americano, diante das ameaças de veto à sua entrada nos Estados Unidos.</p>
<section id="bodyArticle" class="read-controller article-whole materia__tts">&#8220;Será um grande prazer conhecer a belíssima Carolina do Maranhão&#8221;, disse Moraes, que, em seguida, mencionou o princípio da autodeterminação dos povos e a igualdade entre as nações, valores consagrados na Constituição brasileira.Ainda em seu discurso, Moraes celebrou o aniversário de 73 anos da sede da ONU em Nova York, ressaltando a importância dos ideais defendidos pela organização, como a luta contra o fascismo, o nazismo e o imperialismo. &#8220;Devemos sempre reafirmar nosso compromisso com a democracia e os direitos humanos&#8221;, declarou.</p>
</section>
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