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	<title>Emater &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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	<title>Emater &#8211; Revista Tempo</title>
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		<title>Levantamento inédito da Emater aponta área plantada de 480 hectares de cacau em Minas</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/10/10/levantamento-inedito-da-emater-aponta-area-plantada-de-480-hectares-de-cacau-em-minas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 10:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
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					<description><![CDATA[O plantio de cacau em Minas Gerais se concentra no Norte de Minas ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div class="clear col-md-10 col-md-offset-1 ">
<p>A <a href="https://www.emater.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #ff0000;">Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG)</span></a> iniciou neste ano o primeiro levantamento sobre a produção de cacau em Minas Gerais. Os dados começaram a ser catalogados em março e mostram que a cultura está ganhando espaço no estado.</p>
<p>“Recebemos esta demanda das nossas equipes do interior ao identificar que muitos produtores estão iniciando o plantio de cacau. Por isso, resolvemos incluir a cultura em nosso levantamento de safra. Fazemos o acompanhamento de mais de 40 frutas no território mineiro, mas ainda não tínhamos o cacau em nosso estudo. A inclusão deste produto em nossos levantamentos ajuda na formulação de políticas públicas e saber onde está localizada a produção caso haja interesse de compradores”, explica o coordenador técnico de Fruticultura da Emater-MG, Deny Sanábio.</p>
<p>Segundo o acompanhamento feito até agora pelos técnicos da empresa, Minas Gerais possui 480 hectares ocupados com cacau e uma produção anual estimada em 161 toneladas. A Emater-MG esclarece que estes números podem ser maiores, pois novas áreas ainda deverão ser identificadas.</p>
<p>O plantio de cacau em Minas Gerais se concentra no Norte de Minas. O município de Jaíba lidera o cultivo, com uma área plantada de 256 hectares, o que corresponde a 53,3% do estado. Em seguida aparecem Janaúba (120 hectares), Bandeira (64 hectares) e Matias Cardoso (25 hectares).</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Clima</strong></span></p>
<p>O coordenador da Emater-MG explica que o cacaueiro se desenvolve bem em regiões com alta temperatura e baixa umidade. Mas a cultura precisa ser irrigada. Muitos produtores do Norte de Minas estão iniciando o plantio de cacau consorciado com lavouras de banana, que já contam com o sistema de irrigação.</p>
<p>“O cacau não gosta de ventos fortes, nem de frio. Já as regiões com alta umidade favorecem o surgimento da vassoura de bruxa e outras doenças fúngicas que atacam a cultura. Por isso, as áreas irrigadas do Norte de Minas são propícias para a cultura. Mas os produtores precisam ficar atentos, pois a cultura exige investimento e conhecimento. Após colhida, a castanha do cacau precisa passar por um processo de fermentação, secagem e armazenamento”, afirma Deny Sanábio.</p>
<p>Ele também alerta que a oferta de mudas para plantio ainda é reduzida, então o produtor precisa se programar com muita antecedência. Com dois ou três anos já surgem os primeiros frutos. Mas só a partir do quarto ano é que a produção atinge um volume comercial”, diz o coordenador da Emater-MG.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><b>Futuro promissor</b></span></p>
<p>No município de Janaúba, a empresa Rimo Agroindustrial Ltda investiu em mais de 100 hectares em cacau. A ideia é substituir as lavouras de banana nos próximos anos.</p>
<p>“Com a mudança climática, deixamos de ser uma área exclusiva, que dominava o mercado. Começaram a plantar banana-prata em regiões mais próximas dos mercados consumidores, como Rio, São Paulo e Belo Horizonte. Também estávamos com áreas comprometidas com a doença do mal-do-Panamá, que prejudica a bananeira. Já o cacau é uma commodity, não tem essa briga de preço como é com a banana. Você pode armazenar, pode também entregar para receber depois. O mercado é totalmente diferente”, explica o gestor da empresa, Geraldo Pereira da Silva.</p>
<p>Ele conta que já vende para indústrias da Bahia e de Minas Gerais e faz uma previsão sobre o futuro da produção de cacau no Norte do estado. “Acredito que num espaço de sete a dez anos, teremos no Norte de Minas de 8 mil a 12 mil hectares de cacau plantado. Seremos um grande polo produtor com qualidade e produtividade. Essa é a nossa expectativa”, declara.<br />
&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nova Lei estimula produtores rurais de Minas Gerais a irrigar pela primeira vez</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/08/29/nova-lei-estimula-produtores-rurais-de-minas-gerais-a-irrigar-pela-primeira-vez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 10:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[Icaraí de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[norte de minas]]></category>
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					<description><![CDATA[Decreto que regulamenta a Nova Política de Agricultura Irrigada Sustentável foi assinada pelo governador do Estado em julho deste ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Outorga d´água, irrigação e tecnologias de reserva hídrica eram, até pouco tempo, recursos pouco acessíveis a muitos produtores rurais do Norte de Minas. Não são mais. Desde que o governador Romeu Zema assinou, em julho deste ano, o decreto que regulamenta a Nova Política de Agricultura Irrigada Sustentável, produtores rurais têm procurado a <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.mg.gov.br/agricultura" target="_blank" rel="noopener">Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa)</a></span> em busca de informações.</p>
<p>Prova desse interesse foi o número recorde de participações no 2º Seminário Mineiro de Irrigação, realizado em agosto pela Faemg, em Montes Claros, em parceria com a Seapa. O evento atraiu quase mil participantes, que lotaram o auditório do Parque João Alencar Athayde. Nove caravanas de ônibus vieram de municípios vizinhos.</p>
<p>A assessora-chefe do Núcleo de Gestão Ambiental da Seapa, Ariel Chaves, afirma que o novo decreto é um marco para o agro mineiro e atende, principalmente, os anseios dos agricultores familiares. “Ele facilita, por exemplo, a aprovação de projetos de irrigação e reserva de água nos períodos chuvosos para que esse recurso seja usado nos meses de seca”, diz Ariel.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Segurança jurídica e maior produtividade</strong></span></p>
<p>O texto do Decreto foi construído por especialistas da Seapa, da Secretaria de Meio Ambiente (Semad), do Instituto Mineiro de Águas (Igam) e do Instituto Estadual de Florestas (IEF). “Consultamos, também, técnicos da Emater, do IMA e da Epamig&#8221;, detalhou Ariel.</p>
<p>A principal mudança é a flexibilização de exigências que dificultavam o acesso de pequenos produtores a tecnologias como pivôs, sistema de irrigação por gotejamento e captação de água por meio de poços artesianos. Foram essas mudanças que atraíram Ivore Frans, Josimar de Almeida, Edmilson dos Santos e Luiz Felipe dos Santos, pecuaristas de Icaraí de Minas, Norte do Estado, a participarem do Seminário. “Irrigar é um sonho de muitos produtores. Com acesso à água, daremos um salto de produtividade”, acredita Ivore.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Bacia leiteira</strong></span></p>
<p>Com 12 mil habitantes, Icaraí de Minas reúne 450 pecuaristas de leite e duas cooperativas. Grandes empresas, como a Nestlé, captam leite no município. Uma das cooperativas, a Cooperleite, recolhe cerca de 12 mil litros de leite por dia. “Já chegamos a 1,2 milhão de litros por mês. Nos últimos três anos, tivemos uma queda de cerca de 40% por causa da falta de chuvas. A seca resulta em menos pasto para as vacas, que passam a produzir menos e têm menor taxa de prenhez”, explica Josimar, diretor da Cooperleite.</p>
<p>Também produtor de leite há 20 anos, ele conta que “ouviu falar” da nova lei quando foi convidado a participar do Seminário. “Me esforcei para ir, porque queria entender essas possibilidades que estão se abrindo para nós. Estou otimista com a proposta do Governo de Minas e quero estruturar a irrigação na minha propriedade”, falou.</p>
<p>A tecnologia em Icaraí de Minas vai ajudar, principalmente, no desenvolvimento das lavouras de milho, usado na produção da silagem que alimenta o gado. “Na seca, se o produtor não tem bom estoque de ração, o gado fica, praticamente, sem comida, é uma judiação”, conta Ivore.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Família referência</strong></span></p>
<p>A história do produtor rural Edmilson Alves dos Santos, da esposa Nilma e do filho Luiz Felipe, de 19 anos, ilustra a importância da irrigação. Antes do filho nascer, os pais conseguiram autorização para abrir um poço artesiano. A ‘façanha’, em tempos de legislação mais dura, fez com que ele pudesse criar uma área de piquete irrigado, para oferecer mais alimento e com mais qualidade para o gado.</p>
<p>O resultado? A produtividade das vacas deu um salto. A família tira, hoje, 600 litros de leite por dia, entregues a uma multinacional que paga, ainda, um bônus pela qualidade do leite.</p>
<p>“Há pouco tempo, expandimos novamente a irrigação, dobramos a área de pasto e fizemos uma lavoura de milho para a silagem”, disse Luiz, que cursa Agronomia. Depois de formado, ele planeja se dedicar integralmente ao negócio da família. O que mais o alegra é ver os animais bem alimentados. “Dá gosto de ver. Eles produzem mais e, às vezes, até parecem sorrir”.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Especialista aconselha atuação coletiva</strong></span></p>
<p>Ariel aconselha os produtores a atuarem de forma coletiva, por meio de associações, sindicatos rurais ou cooperativas. “Ir a muitas mãos é mais fácil. Estamos aqui, na Seapa, para orientar os produtores, falar sobre a documentação necessária, os procedimentos e as especificidades de cada caso”.</p>
<p>Os interessados podem clicar <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.mg.gov.br/agricultura/pagina/servicos/declaracao-de-utilidade-publica-dup-para-intervencao-ambiental" target="_blank" rel="noopener">neste link</a> p</span>ara obter mais informações sobre a nova lei. Também foi disponibilizado o e-mail cpar@agricultura.mg.gov.br para mais esclarecimentos.</p>
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		<title>Inscrições abertas em Minas Gerais para o Programa Garantia-Safra de 2025/2026</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/08/13/inscricoes-abertas-em-minas-gerais-para-o-programa-garantia-safra-de-2025-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 10:02:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[inscrições abertas]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Garantia-Safra de 2025/2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Prazo vai até o dia 21/10 para agricultores familiares da área da Sudene

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Agricultores familiares de Minas Gerais já podem se inscrever para o Programa Garantia-Safra referente ao período 2025/2026. A iniciativa oferece apoio financeiro aos pequenos produtores que sofrerem perdas superiores a 50% na produção, provocadas por seca ou excesso de chuvas.</p>
<p>O benefício, no valor de R$ 1,2 mil por família, é pago mediante comprovação das perdas e atendimento aos critérios técnicos e normativos do programa. Para participar, o agricultor deve possuir Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) ativo, ter renda familiar mensal de até um salário mínimo e meio (desconsiderando a aposentadoria rural) e cultivar entre 0,6 e cinco hectares de feijão, milho, arroz, algodão ou mandioca. Também é necessário que a propriedade esteja localizada em municípios que integram a área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).</p>
<p>As inscrições devem ser realizadas diretamente nos escritórios da <a href="https://www.emater.mg.gov.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.emater.mg.gov.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1755099810356000&amp;usg=AOvVaw0AJiooEJYIZrlU5Txw5QDY"><span style="color: #ff0000;">Emater-MG</span></a> de cada município, até o dia 21/10. Após o cadastro, o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS) fará a avaliação e homologação da lista de participantes inscritos. Somente depois dessa homologação é que o agricultor poderá efetuar o pagamento do boleto de adesão, no valor de R$ 24.</p>
<p>O Garantia-Safra é considerado uma política pública estratégica para fortalecer a agricultura familiar, garantir a segurança alimentar e proteger a renda de quem vive da terra, especialmente nas regiões mais suscetíveis aos impactos das mudanças climáticas.</p>
<p>Segundo Fabrícia Ferraz, coordenadora estadual de Inclusão Produtiva da Emater-MG, a ação promove a estabilidade das famílias rurais. “O Garantia-Safra é uma política pública fundamental para dar segurança aos agricultores, especialmente nas regiões mais vulneráveis às mudanças climáticas. É uma política que protege a renda das famílias e assegura dignidade para quem vive da terra”, ressalta.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Como funciona</strong></span></p>
<p>O fundo Garantia-Safra é formado por contribuições dos agricultores familiares, municípios, estados e União, calculadas sobre o valor do benefício de R$ 1,2 mil. O agricultor paga R$ 24, o município R$ 72, o estado R$ 144 e a União paga R$ 480 por produtor beneficiado. O repasse federal é condicionado à adimplência dos demais participantes.</p>
<p>Na safra 2024/2025, o <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.mg.gov.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.mg.gov.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1755099810356000&amp;usg=AOvVaw1KpeLEW7TMGddVGfBjXQwq">Governo de Minas</a> </span>liberou R$ 5,9 milhões para atender os agricultores familiares inscritos no programa.</p>
<p style="font-weight: 400;">
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Emater vai atender 112 famílias em Jaíba pelo Programa Fomento Rural</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/06/03/emater-vai-atender-112-familias-em-jaiba-pelo-programa-fomento-rural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 13:06:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa Fomento Rural]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa foi lançado no município nesta segunda-feira (2/6)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O distrito de Mocambinho, no município de Jaíba, no Norte de Minas, foi palco nesta segunda-feira (2/6) do lançamento do Programa Fomento Rural, destinado à inclusão produtiva e social de famílias em situação de vulnerabilidade no campo.</p>
<p>O evento reuniu agricultores, lideranças locais e da <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="http://emater.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Emater-MG</a></span>, marcando o início oficial da execução do programa no município. Ao todo, 112 famílias rurais de Jaíba serão beneficiadas com recursos para o desenvolvimento de projetos produtivos.</p>
<p>O programa é uma iniciativa do Governo Federal, em parceria com o Governo de Minas, e prevê a transferência direta de recursos financeiros não reembolsáveis, no valor de R$ 4,6 mil por unidade familiar beneficiada. Os recursos são utilizados na implantação de pequenos projetos produtivos, como hortas, criação de animais, produção de polpas, artesanato, entre outros empreendimentos voltados à geração de renda e segurança alimentar.</p>
<p>A participação do Governo de Minas Gerais ocorre por meio da atuação da Emater-MG,  responsável por prestar assistência às famílias contempladas. O trabalho da empresa inclui a identificação e mobilização das famílias, a elaboração dos projetos produtivos e o acompanhamento da execução das atividades em cada unidade familiar.</p>
<p>Com a adesão de Minas Gerais ao programa, 800 famílias serão atendidas em 2025 na região Norte e vales do Mucuri e Jequitinhonha, com investimento de R$ 3,68 milhões em recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e assistência da Emater-MG. Jaíba será o município com o maior número de beneficiados, recebendo um montante de R$ 515,2 mil.</p>
<p>“Estamos muito felizes em conseguir contemplar essas 112 famílias no Jaíba e ao todo 800 famílias de Minas Gerais, nesta parceria da Emater de Minas com o Governo Federal. É um projeto muito interessante que leva o desenvolvimento, melhoria de renda e qualidade de vida para as famílias contempladas”, afirmou o presidente da Emater-MG, Otávio Maia.</p>
<p>O Programa Fomento Rural é destinado a famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), residentes na zona rural e com renda mensal per capita de até R$ 218,00. Em geral, o público-alvo inclui agricultores familiares e povos e comunidades tradicionais, como indígenas, quilombolas e extrativistas. O recebimento do benefício não interfere em outros auxílios sociais, como o Bolsa Família.</p>
<p>Segundo a coordenadora estadual da Emater-MG, Fabrícia Ferraz, o programa tem grande impacto no fortalecimento da agricultura familiar e na superação da pobreza no campo. “Essa articulação entre o apoio técnico e o repasse direto de recursos permite que as famílias possam estruturar ou ampliar suas atividades produtivas, diversificar a renda e melhorar sua segurança alimentar e nutricional. É uma política pública transformadora para o meio rural”, afirma.</p>
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		<title>Aprenda produzir adubo natural, simples e barato</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/05/05/aprenda-produzir-adubo-natural-simples-e-barato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 17:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Adubo]]></category>
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		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[Simples]]></category>
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					<description><![CDATA[Compostagem simples, barata e eficiente. Este é o tema da nova cartilha lançada pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), ideal para agricultores familiares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Compostagem simples, barata e eficiente. Este é o tema da nova cartilha lançada pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), ideal para agricultores familiares. Com o título “Dez Passos para a Produção de Composto Orgânico”, ela orienta sobre como transformar resíduos vegetais e animais em adubo natural de alta qualidade.</p>
<p>A proposta é utilizar recursos que já existem na propriedade rural, como palha, cascas de frutas e legumes, esterco de curral e outros materiais. A publicação, elaborada pelos técnicos Lucas Menezes Gomes e Fernando Costa da Silva, está disponível na Livraria Virtual da Emater-MG, para consulta gratuita,  <a href="https://www.emater.mg.gov.br/download.do?id=89406"><strong>neste link</strong></a><strong>.</strong></p>
<p>O composto orgânico melhora a fertilidade e a estrutura do solo, fortalece o equilíbrio biológico e reduz a necessidade de fertilizantes químicos. Entre os dez passos abordados na cartilha estão: a escolha do local adequado, a separação e o preparo dos resíduos, a montagem das leiras (montes de compostagem), a irrigação correta, o acompanhamento da temperatura e o tempo necessário para a maturação do composto. O material também ensina como identificar se o composto está pronto para o uso e propõe formas de aplicação na propriedade, como em hortas, jardins e pomares.</p>
<p>“Por ser rico em matéria orgânica, ele melhora a aeração e a infiltração de água no solo. Ele também ajuda a manter a umidade, o que é bom principalmente para as regiões mais secas, diminuindo a necessidade de irrigação”, explica Lucas Gomes.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><em>Local e umidade</em></strong></span></p>
<p>Sobre a escolha do local para a produção do composto, os técnicos recomendam uma área com boa ventilação, acesso à água e iluminação solar. Também orientam sobre a separação criteriosa do material orgânico (esterco e palhada), descartando elementos como plásticos, metais e pedras.</p>
<p>A umidade é outro fator importante no processo de compostagem. As pilhas devem ser regadas à medida que as camadas são montadas, garantindo que todo o material fique úmido, mas sem encharcar. A manutenção da umidade é essencial para a atividade dos microrganismos decompositores, que atuam na transformação da matéria orgânica. Os técnicos também alertam para a importância de cobrir o monte de compostagem para proteger da chuva e evitar o excesso de umidade.</p>
<p>O composto orgânico pode ser misturado diretamente no solo, em caso de hortas e jardins. No caso de árvores frutíferas, pode ser utilizado no fundo da cova no momento do plantio ou ao redor do caule como adubação de cobertura.</p>
<p>“Outra vantagem do composto é a reciclagem de resíduos sólidos, como o esterco, restos de frutas e legumes. O uso desses materiais na compostagem acaba reduzindo a quantidade de lixo em uma propriedade”, afirma Lucas Gomes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Projeto de pesquisa busca soluções  em forrageiras para pecuária da Serra Geral</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/03/12/projeto-de-pesquisa-busca-solucoes-em-forrageiras-para-pecuaria-da-serra-geral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 16:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinocultura no Semiárido mineiro]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[EPAMIG]]></category>
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					<description><![CDATA[A principal dificuldade identificada pelos produtores da Serra Geral é manter a alimentação dos rebanhos durante os períodos de maior seca, o que enfraquece a competitividade da pecuária local em comparação com outras regiões.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto em desenvolvimento pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) pretende difundir alternativas de forrageiras perenes e anuais para bovinocultura na Serra Geral Norte. A inciativa conta com financiamento de R$ 530,5 mil do Banco do Nordeste (BNB) e tem participação direta de Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do de Estado de Minas Gerais (Emater-MG) e Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes).</p>
<p>O projeto “Bovinocultura no Semiárido mineiro: Unidades demonstrativas de alternativas forrageiras perenes e anuais” nasceu a partir de discussões do Programa de Desenvolvimento Territorial do Banco do Nordeste (Prodeter), que propõe, em parceria com outras instituições, ações para impulsionar o desenvolvimento das cadeias produtivas locais. A principal dificuldade identificada pelos produtores da Serra Geral é manter a alimentação dos rebanhos durante os períodos de maior seca, o que enfraquece a competitividade da pecuária local em comparação com outras regiões.</p>
<p>A iniciativa foi contemplada no edital Fundeci 01/2022 Desenvolvimento Territorial – Difusão Tecnológica, do Fundo de Desenvolvimento Econômico, Científico, Tecnológico e de Inovação, administrado pelo Banco do Nordeste. O trabalho é de autoria do escritório da Epamig de Nova Porteirinha, em parceria com o campus Janaúba da Unimontes e escritório regional da Emater em Janaúba. A Epamig participa com R$ 82,8 mil.</p>
<p>Três unidades demonstrativas já foram implantadas, nos municípios que compõem o território Serra Geral Norte: Pai Pedro, Porteirinha e Serranópolis de Minas. As próximas etapas do cronograma incluem capacitações para técnicos e produtores e visitas a fazendas de outros estados para conhecer novas variedades de forrageiras com potencial para serem utilizadas na região.</p>
<p>Mais de 100 pessoas participaram recentemente de encontros “Forrageiras Adaptadas ao Semiárido” nas unidades de Pai Pedro e Porteirinha. Os dias de campo reuniram produtores rurais, técnicos, pesquisadores, fornecedores de produtos agrícolas e representantes das entidades que integram o projeto.</p>
<p>Osmar Antunes é o coordenador da Emater em Janaúba e coordenador do Comitê Gestor Territorial do Território Serra Geral Norte. “Os dias de campo tiveram como objetivo a difusão de tecnologias voltadas ao Semiárido mineiro. Foram apresentadas as cinco espécies de capins que se desenvolvem em baixas precipitações de chuvas, além da cultura do sorgo, milheto e palma forrageira. Os eventos superaram todas as expectativas, com um bom público e palestrantes de alto nível”, avalia.</p>
<p>O professor Vicente Ribeiro, da Unimontes, destaca a importância do financiamento do Banco do Nordeste ao projeto, o que está permitindo que as pesquisas sejam realizadas em locais apropriados e por profissionais qualificados. Vicente ressalta que os estudos feitos de forma adequada reduzem consideravelmente as possibilidades de pular etapas e o risco de levar à região culturas invasoras ou transmissoras de pragas e doenças.</p>
<p>O gerente executivo de Desenvolvimento Territorial do BNB Jésus Ramos acrescenta que os eventos realizados em campo foram um sucesso e reuniram grande público interessado, inclusive os produtores rurais, principais beneficiados com a pesquisa. “Os resultados iniciais do projeto demonstram a importância do Prodeter pela sua capacidade de reunir os atores das atividades produtivas priorizadas na busca de soluções para os problemas que impactam no desenvolvimento dessas atividades”, comenta.</p>
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		<title>Norte de Minas: produção agroecológica beneficia produtores em Vargem Grande do Rio Pardo</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/01/31/norte-de-minas-producao-agroecologica-beneficia-produtores-em-vargem-grande-do-rio-pardo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 17:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[agro]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
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					<description><![CDATA[Para o sucesso da atividade, que tem foco na sustentabilidade, eles contam com as orientações da Emater-MG.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais qualidade na produção de alimentos e aumento da renda familiar estão entre as vantagens que o sistema de produção agroecológica tem trazido aos agricultores do Assentamento Vale do Guará, em Vargem Grande do Rio Pardo, no Norte de Minas. Para o sucesso da atividade, que tem foco na sustentabilidade, eles contam com as orientações da Emater-MG.</p>
<p>A agricultura de base agroecológica é voltada para a construção de sistemas produtivos sustentáveis, com manejo adequado dos agroecossistemas e da biodiversidade. Segundo o extensionista da Emater-MG, Wander Silva Viana, os moradores do assentamento começaram a receber assistência técnica da empresa em 2009. Desde então os trabalhos para o desenvolvimento da agricultura e da qualidade de vida não param. Uma dessas ações foi exatamente a implantação da produção agroecológica.</p>
<p>“A atividade tem sido benéfica, principalmente, porque essa região é de baixa pluviosidade. Agora eles cultivam vários produtos, entre verduras e legumes. Além disso, [o sistema agroecológico] apresenta baixo custo para implantação e manutenção, uso eficiente dos recursos naturais e proporciona geração de emprego e renda aos moradores”, explica Viana.</p>
<p><a href="https://revistatempo.com.br/?attachment_id=42559" rel="attachment wp-att-42559"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-42559" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Agricultores-do-Assentamento-Vale-do-Guara.jpg" alt="" width="450" height="359" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Agricultores-do-Assentamento-Vale-do-Guara.jpg 700w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Agricultores-do-Assentamento-Vale-do-Guara-500x400.jpg 500w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></a></p>
<p>Dezesseis famílias do assentamento são beneficiadas com a iniciativa. Elas cultivam hortaliças, mandioca e feijão no sistema agroecológico. A produtora, Nely Soares Santos, conta que no assentamento são produzidos mensalmente mais de 2.000 quilos de hortaliças. “Desde que implantamos o sistema temos notado melhoras. Houve um aumento da produção e também da demanda. O povo, quando fica sabendo que é sem veneno, fala: vou levar, então. Além disso, as caldas [agroecológicas] são mais eficazes que os venenos, as pragas demoram mais tempo para aparecer.”</p>
<p><a href="https://revistatempo.com.br/?attachment_id=42560" rel="attachment wp-att-42560"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-42560" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Tecnico-Wander-Silva-Viana-e-a-produtora-Nely-Sanrtos.jpg" alt="" width="439" height="329" /></a></p>
<p>O produtor Aparecido Teodorio dos Santos também ressalta que os produtos agroecológicos são mais saudáveis e têm ocupado cada vez mais espaço no mercado. As vendas, segundo ele, são realizadas para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e nas feiras livres da cidade. “O manejo agroecológico é bem mais vantajoso, pois além de os produtos terem mais valor no mercado ainda evita doenças e intoxicações em nós produtores”, explica.</p>
<p><a href="https://revistatempo.com.br/?attachment_id=42561" rel="attachment wp-att-42561"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-42561" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Produtore-Aparecido-Teodorio-dos-Santos.jpg" alt="" width="454" height="341" /></a></p>
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		<title>Emater lança cartilha com o passo a passo das boas práticas de fabricação de queijos artesanais</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/10/24/emater-lanca-cartilha-com-o-passo-a-passo-das-boas-praticas-de-fabricacao-de-queijos-artesanais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2024 10:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[cartinha]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[fabricação de queijos artesanais]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento está disponível para consulta gratuita no site da empresa
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Minas Gerais possui uma rica tradição na produção de leite, que se estende por gerações e constitui uma importante fonte de renda para milhares de famílias. A partir dessa atividade secular no estado, surgiu também a cultura de produção de queijos artesanais, que se tornaram referência nacional e vêm conquistando prêmios mundo afora.</p>
<p>Segundo levantamento da <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.emater.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG)</a></span>, existem no estado cerca de 7,7 mil agroindústrias familiares de queijos artesanais. São eles: Queijo Minas Artesanal, Requeijão Moreno, Queijo Cabacinha, os queijos artesanais de Alagoa, Mantiqueira de Minas, Serra Geral, Vale do Suaçuí, além daqueles queijos artesanais ainda não caracterizados.</p>
<p>Diante da relevância da fabricação de queijos artesanais no estado, principalmente entre pequenos produtores, a Emater-MG trabalha constantemente na aplicação de boas práticas agropecuárias e de produção nas queijarias.</p>
<p>Agora, a empresa está lançando a cartilha “Queijos Artesanais: Boas Práticas de Fabricação”, com orientações sobre os padrões de higiene e segurança em todas as fases da produção, para garantir a total qualidade do produto que chega aos consumidores. A cartilha está disponível para consulta gratuita na Livraria Virtual <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="http://www.emater.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">neste site</a> </span>  ou clicando diretamente <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.emater.mg.gov.br/download.do?id=89171" target="_blank" rel="noopener">neste link</a>.</span></p>
<p>“As boas práticas de fabricação, junto com as boas práticas agropecuárias, são de fundamental importância para a qualidade do queijo artesanal, seja ele o Queijo Minas Artesanal, o Queijo Artesanal da Alagoa ou Mantiqueira. Elas previnem contaminações por bactérias patogênicas, por produtos químicos ou por algum agente físico que possa causar algum dano à saúde do consumidor. Essas boas práticas, e o tempo de maturação dos queijos, vão garantir a qualidade desse produto para que não leve nenhum perigo para o consumidor”, explica o assistente técnico da Emater-MG e um dos autores da cartilha, Érik Flores.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Higiene na queijaria</strong></span></p>
<p>Com mais de 30 páginas e dividida em diversos tópicos, a cartilha aborda desde as exigências básicas para as instalações da queijaria, que devem garantir o fluxo contínuo de trabalho e evitar contaminação cruzada, até o uso de água de qualidade. O leite cru, utilizado na fabricação dos queijos artesanais, precisa ser obtido em condições que garantam sua qualidade e segurança. A higiene no manejo do leite, tanto durante a ordenha quanto no transporte até a queijaria, é fundamental para evitar a introdução de contaminantes que possam comprometer o produto final.</p>
<p>Além das condições adequadas das instalações, a higienização correta de utensílios e superfícies que entram em contato com o leite e o queijo é outro ponto tratado na cartilha. A remoção de resíduos, a utilização de detergentes e sanitizantes apropriados, além da aplicação de técnicas de higienização específicas garantem que o processo de fabricação seja seguro e livre de contaminações. A cartilha também orienta sobre o preparo correto de soluções cloradas para higienização, detalhando o passo a passo para que os produtos de limpeza sejam utilizados de maneira eficaz e segura.</p>
<p>O controle de pragas e a gestão de resíduos na queijaria também são abordados. Manter as instalações limpas, afastadas de fontes de contaminação e seguir um rigoroso controle de pragas são ações fundamentais para preservar a integridade dos queijos. Os resíduos devem ser descartados de forma adequada para evitar que se tornem focos de contaminação, e as prateleiras onde os queijos são maturados devem estar sempre limpas e em boas condições de uso.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Salga e transporte</strong></span></p>
<p>O processo de salga também recebe atenção especial. A cartilha recomenda o uso de salmoura em concentrações adequadas para que o queijo atinja o ponto certo de sabor sem comprometer a qualidade. Além disso, o tempo de maturação dos queijos é um fator crucial para garantir a segurança do produto, pois contribui para a eliminação de microrganismos indesejáveis que possam estar presentes no leite cru.</p>
<p>No transporte e armazenamento, a cartilha salienta a importância de usar veículos adequados para manter a integridade do produto até a chegada ao ponto de venda. Os queijos devem ser transportados em veículos com carroceria fechada e, em alguns casos, climatizados, para evitar variações de temperatura que possam comprometer sua qualidade.</p>
<p>A cartilha ressalta ainda a necessidade de os produtores implementarem Programas de Autocontrole (PAC) para monitorar a qualidade de suas produções. Esses programas, aliados à realização periódica de análises laboratoriais, são essenciais para garantir que o queijo artesanal atenda às exigências legais e chegue ao consumidor final com total segurança.</p>
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		<title>Concurso Cachaças Mineiras 2024 tem inscrições acima da expectativa</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/08/08/concurso-cachacas-mineiras-2024-tem-inscricoes-acima-da-expectativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 11:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso]]></category>
		<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso Cachaças Mineiras 2024]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[norte de minas]]></category>
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					<description><![CDATA[Competição inédita é organizada pela Emater
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Concurso Cachaças Mineiras 2024 – 1º Concurso de Avaliação da Qualidade das Cachaças de Alambique e Aguardentes de Cana Mineiras teve número de inscrições acima das expectativas. Ao todo, 289 bebidas foram inscritas e agora os produtores têm até o dia 9/8 para enviar cópia dos documentos obrigatórios e as amostras concorrentes para o endereço em Belo Horizonte, indicado no regulamento do concurso. A competição é realizada pela <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.emater.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG)</a>.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="clear ">
<p>Para julgar as amostras, foi escalado um time de 24 jurados já com experiência no setor e que também passaram por treinamento, realizado em parceria com o Instituto Federal do Norte de Minas Gerais &#8211; Campus Salinas (IFNMG), <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.ima.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA)</a></span>, a Universidade Federal de Lavras (UFLA), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Federal de Viçosa (UFV).</p>
<p>O julgamento vai ocorrer de 11 a 13/9, quando é comemorado o Dia Nacional da Cachaça. O processo de avaliação será no Mercado de Origem, em Belo Horizonte.</p>
<p>“Já na sua primeira edição podemos considerar o concurso um sucesso. Nós tínhamos a expectativa de 250 inscrições e atingimos um número bem superior, com participação de cachaças de todas as regiões do estado. Agora estamos aguardando a entrega das amostras para a realização da etapa de julgamento”, comenta o assessor técnico da Emater-MG, Lucas Rocha Carneiro.</p>
<p>O Concurso irá distribuir até 36 premiações. São 10 categorias, para as duas bebidas que estão sendo avaliadas: Cachaças de Alambique e Aguardentes de Cana Mineiras. As categorias são: Cachaça de alambique, Cachaça de alambique armazenada, Cachaça de alambique envelhecida, Cachaça de alambique envelhecida &#8211; Premium, Cachaça de alambique envelhecida &#8211; Extrapremium, Aguardente de cana, Aguardente de cana armazenada, Aguardente de cana envelhecida, Aguardente de cana envelhecida &#8211; Premium, Aguardente de cana envelhecida &#8211; Extrapremium.</p>
<p>Em cada categoria haverá premiações aos primeiros, segundos e terceiros colocados, sendo que a nota de corte será de 70 pontos. Haverá ainda as seguintes premiações: Diamante, um por bebida, que será concedido a maior nota acima de 95 pontos; Agricultor Familiar, um por bebida, para as bebidas mais bem pontuadas entre as notas mais altas; e Troféu Mulher Alambiqueira, um por bebida, para as bebidas mais bem pontuadas entre as notas mais altas, conforme regulamento.</p>
<p>Embora muita gente confunda, Cachaça de Alambique e Aguardente de Cana, as duas bebidas que serão avaliadas no concurso, são diferentes. A primeira é aquela produzida exclusivamente em alambique de cobre e obtida pela destilação do mosto fermentado do caldo de cana-de-açúcar crua, com graduação alcoólica de 38% a 48%. Já a aguardente de cana é a bebida com graduação alcoólica de 38% a 54%, obtida de destilado alcoólico simples de cana-de-açúcar ou pela destilação do mosto fermentado do caldo de cana-de-açúcar.</p>
<p>A cerimônia de premiação dos vencedores do Concurso Cachaças Mineiras 2024 será no início de novembro, em data ainda a ser confirmada.</p>
<p>O regulamento do concurso está disponível<b> <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.emater.mg.gov.br/download.do?id=88489" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable" data-linkindex="0">neste link</a></span></b><span style="color: #ff0000;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Governo de Minas garante água potável para comunidades rurais em mais um município do semiárido</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/06/25/governo-de-minas-garante-agua-potavel-para-comunidades-rurais-em-mais-um-municipio-do-semiarido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2024 11:33:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[GOVERNO]]></category>
		<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[água potável]]></category>
		<category><![CDATA[Cedec]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Emater]]></category>
		<category><![CDATA[Governo de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[norte de minas]]></category>
		<category><![CDATA[Semad]]></category>
		<category><![CDATA[semiárido]]></category>
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					<description><![CDATA[Ação beneficia cerca de 100 famílias no município de São João do Paraíso, no Norte de Minas

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://www.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.mg.gov.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1719401306734000&amp;usg=AOvVaw3vzJ6qEy7S6IhQPKBwIPKG"><span style="color: #ff0000;">Governo de Minas</span></a> inaugurou mais um conjunto de obras do Programa Água Doce (PAD) no semiárido mineiro, no sábado (22/6). A instalação do sistema simplificado de água vai beneficiar mais de 100 famílias das comunidades rurais de Paterra I, Lagoinha III e Boa Vista, no município de São João do Paraíso, no Norte de Minas.</p>
<p>O PAD é coordenado em Minas Gerais pela <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="http://www.meioambiente.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.meioambiente.mg.gov.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1719401306734000&amp;usg=AOvVaw2TFnoKyYRc9q1z1fEkoL6y">Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad)</a></span>, com apoio da <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.defesacivil.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.defesacivil.mg.gov.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1719401306734000&amp;usg=AOvVaw0R8WAK1ai1hV5QiQLO7dII">Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec)</a></span>. Com a implantação dos sistemas de dessalinização, é possível revitalizar poços tubulares já existentes, elevando o acesso à água potável de qualidade e melhorando a vida da população local.</p>
<p>O sistema de dessalinização é a estação de tratamento da água salobra do poço, que passa por etapas que vão tratando e adequando essa água ao padrão de potabilidade para consumo humano (água doce).</p>
<p>O subsecretário de Saneamento da Semad, Anderson Diniz, revela satisfação com a ação, que “fomenta assim uma política eficiente de acesso à água potável e contribui para o desenvolvimento local, pois garante acesso à água potável de qualidade para as famílias, assegurando também a saúde pública da população”.</p>
<p>Na solenidade, a prefeita de São João do Paraíso, Selma Maria Morais dos Santos, reforçou que a implantação do sistema no município é de grande relevância, uma vez que na comunidade rural de Paraterra I, o abastecimento de água era feito somente por meio de caminhões pipa. “Hoje temos uma infraestrutura de acesso à água potável de qualidade junto às famílias locais”, relatou.</p>
<p>A solenidade de inauguração contou ainda com a presença de representantes da <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.emater.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.emater.mg.gov.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1719401306734000&amp;usg=AOvVaw37kfeoRmd9Tfw6zFU4VIEi">Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater)</a></span> e da Cedec.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>PAD</strong></span></p>
<p>O Programa Água Doce é coordenado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, e, em Minas, é conduzido pelo Governo de Minas, por meio da Semad, contando, ainda, com o apoio do Núcleo de Gestão Estadual coordenado pela Cedec.</p>
<p>Para execução da primeira fase do Programa, o Estado firmou convênio com a União para implantação de 69 sistemas de dessalinização, com investimentos de R$ 25.354.231,27, sendo R$ 15.449.809,80 provenientes do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional e R$ 9.904.421,47 disponibilizados pelo Estado de Minas Gerais.</p>
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