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	<title>educação básica &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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		<title>MEC pretende chegar a 100% do país com escolas integrais em 2026</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 13:06:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Ampliar alfabetização e acesso à internet também é prioridade
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) estabeleceu como meta alcançar todos os territórios do país com matrículas em ensino integral na educação básica em 2026. Atualmente, a cobertura está próxima dos 90%, e o objetivo é determinar, ainda em dezembro deste ano, a estratégia para consolidar a ampliação do modelo, informou a secretária de Educação Básica do MEC, Katia Schweickardt, em entrevista à Agência Brasil.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1670492&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1670492&amp;o=node" /></p>
<p>A pasta espera, ainda, os resultados dos exames nacionais de alfabetização. A expectativa é atingir 64% das crianças alfabetizadas na idade correta. Em relação ao acesso das escolas brasileiras à internet, a perspectiva é chegar a 80% das unidades com conexão para fins pedagógicos até o final de 2026. Atualmente, o percentual é de 64%.</p>
<p>Também é prioridade da pasta consolidar o Programa Pé-de-Meia como política educacional, desvinculando a estratégia de uma perspectiva de política de incentivo financeiro ao estudante do ensino médio. Segundo a secretária, isso implica “garantir que ele esteja lá, que ele esteja aprendendo, que ele passe de ano, que ele queira ir adiante”.</p>
<p>Outra política recente, o Compromisso Nacional Toda Matemática, <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-10/governo-institui-o-compromisso-nacional-toda-matematica" target="_blank" rel="noopener">lançado em outubro deste ano</a></span>, também será uma das prioridades do governo na área de educação no próximo ano, de modo a integrar as redes de maneira semelhante ao pacto pela alfabetização na idade certa.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Ensino integral além do tempo a mais na escola</span></strong></p>
<p>Na regulamentação estabelecida pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o padrão para se reconhecer uma matrícula como de tempo integral é que ela seja de pelo menos sete horas diárias durante cinco dias na semana, ou 35 horas semanais. Para Kátia, esse é o passo inicial, sendo a qualidade dessa vaga a etapa seguinte.</p>
<p>“Isso é uma dimensão. A educação integral precisa trabalhar com uma série de outros aspectos. Primeiro, a formação de professores. Você ter os professores qualificados para cada componente, mas que também se permitam ser sujeitos aprendentes e que queiram aprender colaborativamente com seus outros colegas. Segundo, você precisa ter uma infraestrutura adequada, tem que ter escolas equipadas, tem que ter áreas disponíveis para teatro, para música, para lazer, para esporte”, explica a gestora.</p>
<p>A relação intersetorial é o passo seguinte para o programa, de acordo com Katia Schweickardt. Segundo ela, a comunidade escolar precisa entender a prática educacional para além do muro da escola. “Da mesma forma que durante a pandemia a escola foi, em muitas localidades, a única porta aberta, cuidou da saúde, acolheu e informou, as outras pastas têm de ter o mesmo compromisso. A gente precisa ter suporte também da saúde, a gente precisa ter suporte também da cultura, do esporte, e essa intersetorialidade tem que acontecer territorialmente também”, defendeu a secretária.</p>
<p>De forma semelhante, a questão do território se apresenta como espaço de construção das particularidades do ensino integral. Para Katia, é preciso pensar no currículo, na programação das atividades, nas metodologias de ensino-aprendizagem, no uso do espaço e dos materiais considerando as necessidades e riquezas de cada região do país.</p>
<p>A secretária concedeu a entrevista à Agência Brasil durante o encontro Educação Integral Impacto Real, promovido pelo Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE), Instituto Natura e Instituto Sonho Grande (ISG).</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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		<title>Um em cada cinco jovens abandona escola antes de terminar a educação básica</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/12/05/um-em-cada-cinco-jovens-abandona-escola-antes-de-terminar-a-educacao-basica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 10:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação básica]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[Dado equivale a pelo menos 9,1 milhões de pessoas entre 15 e 29 anos, segundo IBGE
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um em cada cinco jovens (19%) com idade de 15 a 29 anos havia deixado a escola antes de concluir a educação básica no Brasil, o equivalente a 9,1 milhões de pessoas nessa faixa etária. É o que apontam dados de 2023 divulgados nesta quarta-feira (4) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).</p>
<p>A proporção de quem abandona os estudos antes de finalizar o ensino médio, contudo, vem diminuindo ao longo do tempo. Era de 19,9% em 2022 e de 25,3% em 2016, o ano inicial da série histórica.</p>
<p>&#8220;Embora se verifique um aumento da conclusão da educação básica obrigatória a cada geração de brasileiros, ingressar no ensino médio ainda é um desafio para uma parcela dos jovens de 15 a 29 anos&#8221;, afirmou o IBGE.</p>
<p>&#8220;Em 2023, cerca de 9,1 milhões de jovens dessa faixa etária já haviam abandonado a escola sem concluir a educação básica&#8221;, acrescentou. A educação básica compreende o ensino infantil, o fundamental e o médio.</p>
<p>Os dados divulgados nesta quarta integram a Síntese de Indicadores Sociais, uma das principais publicações do IBGE.<br />
O levantamento reúne estatísticas de pesquisas como a Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), também realizada pelo instituto.</p>
<p>Do total de jovens que deixaram a escola antes do término da educação básica, 36,3% até começaram o ensino médio, mas não finalizaram os estudos.</p>
<p>Os outros 63,7% nem haviam alcançado esse nível: não tinham instrução ou tinham apenas o fundamental incompleto (39,4%) ou tinham concluído somente o fundamental (24,3%).</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">DIFERENÇAS ENTRE HOMENS E MULHERES</span></strong></p>
<p>Os dados também sinalizam diferenças entre homens e mulheres. A necessidade de trabalhar foi o principal motivo apontado pelos homens de 15 a 29 anos para a parada dos estudos (53,5%).</p>
<p>No caso das mulheres, gravidez (23,1%) e afazeres domésticos (9,5%), se observados em conjunto, superaram a necessidade de trabalhar (25,5%).</p>
<p>O levantamento lista ainda os motivos para não frequentar a escola na época da pesquisa. Entre os homens, a necessidade de trabalhar foi de novo a questão mais citada (58,6%), seguida pela falta de interesse (26%).</p>
<p>Entre as mulheres, o principal fator foi ter de realizar afazeres domésticos (36,3%), seguido pela necessidade de trabalhar (27,4%).</p>
<p>O IBGE afirmou que, em 2023, o percentual de pessoas de 25 a 64 anos que não haviam concluído a educação básica obrigatória no Brasil foi de 40,1%.</p>
<p>É mais do que o dobro da média dos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) em 2022 (19,8%), segundo o instituto.</p>
<p>A OCDE é conhecida como o &#8220;clube dos países ricos&#8221;, e os membros se comprometem com o cumprimento de boas práticas para o funcionamento de seus governos e economias.</p>
<p>&#8220;Esse resultado coloca o Brasil com o percentual de pessoas sem ensino médio acima de países latino-americanos, como Colômbia (37,9%), Argentina (33,5%) e Chile (28%)&#8221;, disse o IBGE. <em>(LEONARDO VIECELI/FOLHAPRESS)</em></p>
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