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	<title>dengue em minas &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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	<title>dengue em minas &#8211; Revista Tempo</title>
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	<item>
		<title>Onda de calor pode causar salto de mais de 20% na transmissão da dengue em MG</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/03/15/onda-de-calor-pode-causar-salto-de-mais-de-20-na-transmissao-da-dengue-em-mg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 14:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[dengue em minas]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Minas registra um caso provável da doença a cada 12 segundos; tempo de incubação do vírus no mosquito é encurtado com alta temperatura
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A onda de calor deve agravar o <span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="https://www.otempo.com.br/cidades/minas-gerais-responde-por-um-em-cada-tres-casos-de-dengue-no-pais-1.3345915">pior surto de dengue, zika e chikungunya</a></strong></span> vivido em Minas Gerais. Uma <span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="https://journals.plos.org/plosntds/article?id=10.1371/journal.pntd.0010839">pesquisa</a></strong> </span>da Universidade de Michigan (EUA), realizada no Brasil, calculou que, em um aumento de temperatura de 2ºC, as transmissões de arboviroses podem aumentar. O crescimento pode chegar a 20%.<br />
Para se ter ideia, a previsão da onda de calor em<br />
Minas Gerais é de <span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="https://www.otempo.com.br/cidades/onda-de-calor-com-temperaturas-de-quase-40-c-deve-atingir-mg-ate-a-proxima-sexta-1.3347026">temperaturas até 5ºC acima da média</a></strong></span> até a sexta-feira (15 de março). Infectologistas escutados pela reportagem alertam para um possível aumento no número de mosquitos Aedes aegypti e de diagnósticos diários das doenças. No Estado, <span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="https://www.otempo.com.br/cidades/a-cada-12-segundos-minas-tem-um-novo-caso-suspeito-de-dengue-em-2024-1.3347125">a cada 12 segundos, um novo caso suspeito</a></strong> </span>de dengue é registrado.</p>
<p>De acordo com o epidemiologista Carlos Henrique Nery Costa, um ajuste biológico ocorre naturalmente no Aedes aegypti conforme as condições de temperatura. Ele explica que o mosquito fica mais ativo durante o calor. “O inseto não tem controle de temperatura, então, à medida que fica mais quente, a transmissão dos vírus fica mais acelerada&#8221;, alerta ele, que é doutor em Saúde Pública Tropical pela universidade de Harvard. O processo é o mesmo que causa alta dos casos de arboviroses durante o verão, mas, dessa vez, intensificado pela temperatura ainda mais elevada pela onda de calor.</p>
<p>Na <span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="https://journals.plos.org/plosntds/article?id=10.1371/journal.pntd.0010839">pesquisa da Universidade de Michigan</a></strong></span>, por exemplo, a cidade de Recife foi usada como base de estudo, e o número de novos casos após a primeira pessoa infectada por dengue saltou de quatro para seis em um aumento de temperatura de 2ºC. Nery Costa reforça que, quanto mais quente, o tempo de incubação do vírus no mosquito fica menor, isto é, ele passa a transmitir <span style="color: #ff0000;"><strong><a style="color: #ff0000;" href="https://www.otempo.com.br/cidades/minas-gerais-responde-por-um-em-cada-tres-casos-de-dengue-no-pais-1.3345915">dengue, zika ou chikungunya</a></strong> </span>mais rápido.</p>
<p>&#8220;Naturalmente, leva alguns dias para que o inseto passe a transmitir as doenças desde o primeiro contato com os vírus. Isso é o que chamamos de tempo de incubação. Mas, com as altas temperaturas, o vírus chega mais rápido às partes bucais do inseto. Então, à medida que a temperatura sobe, aumenta a proliferação da dengue”, analisa Nery Costa.</p>
<p>De fato, de acordo com o infectologista em medicina tropical Julio Croda, o ciclo de transmissão das arboviroses pode cair de até 10 dias para 6 a 7 dias por causa do aumento da temperatura. A maior preocupação, segundo o médico, é a multiplicação do vetor. Ele explica que os mosquitos se reproduzem mais rápido durante o calor. “O mosquito da dengue é muito eficaz em se proliferar e transmitir as arboviroses. Com a alta temperatura, o ciclo reprodutivo fica mais rápido. Mais calor, mais mosquito no ambiente. A frequência do vetor vai aumentar”, diz.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Clima e ambientes ideais para a proliferação do mosquito </strong></span></p>
<p>É o que também alerta Mário Giusta, professor de Biomedicina da Una Contagem. Ele chama de “tempestade perfeita” a ocorrência da onda de calor em meio à maior epidemia de dengue do Estado. “A onda de calor, consequentemente, gera aumento das chuvas. Seja imediatamente ou após o fenômeno. Isso é ideal para a intensificação do vetor da dengue. A eclosão dos ovos do inseto funciona muito bem nesse clima. Preocupa bastante o aumento de população do vetor, que vai ter consequência na alta de casos”, alerta.</p>
<p>Segundo o especialista, outro desafio em meio à onda de calor é a dificuldade do controle dos mosquitos no ambiente urbano. “Dentro dos centros urbanos, nós não temos um controle ecológico do Aedes aegypti, não há limitação para o aumento reprodutivo do mosquito. Então, isso intensifica ainda mais o problema. É perfeito para o mosquito: está quente, chove e não há controle ecológico”, continua.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Contra a explosão de casos, previna-se dos focos do mosquito</strong></span></p>
<p>Para evitar grandes saltos na proliferação das arboviroses, Mário Gusta aconselha medidas de prevenção contra os focos do Aedes aegypti e proteção pessoal, como uso de repelentes. “O jeito, agora, é tentar evitar a presença do inseto. Então, o ideal é tomar muito cuidado essa semana, reforçar o uso de repelentes e cuidar do ambiente em que estamos, evitando focos de água parada e entulhos, como é amplamente divulgado”.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Cuidados contra focos do mosquito: </strong></span></p>
<p>Eliminar água armazenada em vasos de plantas, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e sem manutenção é a melhor forma de evitar a proliferação do Aedes aegypti;</p>
<ul>
<li>Deixe sempre bem tampados e lave com bucha e sabão as paredes internas de caixas d&#8217;água, poços, cacimbas, tambores de água ou toneis, cisternas, jarras e filtros;</li>
<li>Não deixe acumular água em pratos de vasos de plantas e xaxins. Coloque areia fina até a borda do pratinho;</li>
<li>Plantas que possam acumular água devem ser tratadas com água sanitária na proporção de uma colher de sopa para um litro de água, regando no mínimo, duas vezes por semana. Tire sempre a água acumulada nas folhas;</li>
<li>Não junte vasilhas e utensílios que possam acumular água (tampinha de garrafa, casca de ovo, latinha, saquinho plástico de cigarro, embalagem plástica e de vidro, copo descartável etc.) e guarde garrafas vazias de cabeça para baixo;</li>
<li>Entregue pneus velhos ao serviço de limpeza urbana, caso precise mantê-los, guarde em local coberto;</li>
<li>Deixe a tampa do vaso sanitário sempre fechada. Em banheiros pouco usados, dê descarga pelo menos uma vez por semana;</li>
<li>Retire sempre a água acumulada da bandeja externa da geladeira e lave com água e sabão;</li>
<li>Sempre que for trocar o garrafão de água mineral, lave bem o suporte no qual a água fica acumulada;</li>
<li>Mantenha sempre limpo: lagos, cascatas e espelhos d&#8217;água decorativos. Crie peixes nesses locais, eles se alimentam das larvas dos mosquitos;</li>
<li>Lave e troque a água dos bebedouros de aves e animais no mínimo uma vez por semana;</li>
<li>Limpe frequentemente as calhas e a laje das casas, coloque areia nos cacos de vidro no muro que possam acumular água;</li>
<li>Mantenha a água da piscina sempre tratada com cloro e limpe-a uma vez por semana. Se não for usá-la, evite cobrir com lonas ou plásticos;</li>
<li>Mantenha o quintal limpo, recolhendo o lixo e detritos em volta das casas, limpando os latões e mantendo as lixeiras tampadas.</li>
<li>Não jogue lixo em terrenos baldios, construções e praças;</li>
<li>Permita sempre o acesso do agente de controle de zoonoses em residência ou estabelecimento comercial.</li>
</ul>
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		<title>A cada 12 segundos, Minas tem um novo caso suspeito de dengue em 2024</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/03/13/a-cada-12-segundos-minas-tem-um-novo-caso-suspeito-de-dengue-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 11:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[dengue em minas]]></category>
		<category><![CDATA[epidemia de dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[Em apenas 71 dias, o Estado somou 514.830 casos prováveis de dengue, uma média de mais de 7.200 casos por dia
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na maior epidemia de dengue da história, Minas Gerais registra um caso suspeito da doença a cada doze segundos &#8211; o equivalente a cinco registros por minuto em 2024. O dado foi divulgado pelo secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Fábio Baccheretti, em coletiva nesta terça-feira (12). Conforme levantamento da pasta, em apenas 71 dias, o Estado somou 514.830 casos prováveis de dengue, uma média de mais de 7.200 casos por dia. Para conter o avanço da doença, o governo anunciou um novo Dia D, marcado para 23 de março.</p>
<p>&#8220;Não tenho a menor dúvida disso (de que os números de 2016 estão superados). A gente já deve ter batido. Ainda estamos na fase de os dados chegarem, mas nós certamente já batemos 2016 falando de um ano inteiro&#8221;, afirmou Baccheretti. Em 2016, o número de casos prováveis, usado como base de comparação pelo governo de Minas, tendo em vista que nem todos os casos da doença são confirmados, foi de 521.047. Com o índice atual, o estado está próximo de bater a marca registrada durante 2016, considerado o pior ano epidêmico até então.</p>
<p>Dos mais de 500 mil casos prováveis de dengue em Minas, 185.690 já estão confirmados. O Estado também soma 66 mortes pela doença e outras 308 estão em investigação. Baccheretti afirma, no entanto, que o pico da doença já ocorreu em Minas. A alta foi registrada na passagem do mês de fevereiro para março. Apesar disso, ele aponta que o sistema de saúde ainda terá alta demanda de atendimento nos próximos dias.</p>
<p>&#8220;Batemos o pico no final de fevereiro, na semana 10. Até descer, leva tempo. Teremos ainda muitos casos de dengue e chikungunya sendo atendidos nos hospitais, nas UPAs e postos de saúde, já com crescimento da sazonalidade das doenças respiratórias. Por isso essa somatória vai gerar um estresse ainda maior&#8221;, prevê Baccheretti.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Em 67 dias, MG já tem mais casos de dengue do que em anos epidêmicos inteiros</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/03/11/em-67-dias-mg-ja-tem-mais-casos-de-dengue-do-que-em-anos-epidemicos-inteiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2024 13:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[dengue em minas]]></category>
		<category><![CDATA[EPIDEMIA DE DENGUE EM MINAS]]></category>
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					<description><![CDATA[Com 483.296 diagnósticos prováveis em pouco mais de dois meses, números já superaram o total contabilizado em quatro de cinco anos em que houve epidemia da doença
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em apenas 67 dias, os casos prováveis de dengue contabilizados por Minas Gerais em 2024 já superaram todo o volume registrado em outros quatro de cinco anos considerados epidêmicos na história do Estado. Dados do painel de monitoramento da arbovirose, atualizado na última sexta-feira (8) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), apontam para 483.296 diagnósticos prováveis da doença somente nas dez primeiras semanas do ano, número que só não é superior ao total de 2016, quando 521.047 casos prováveis (soma dos confirmados e investigados) foram documentados em um ano.</p>
<p>Sob decreto de epidemia em 2024, Minas Gerais já enfrentou outros cinco episódios semelhantes desde 2010. No primeiro ano, 213,3 mil casos prováveis foram notificados pelo governo do Estado. De lá para cá, as crises sanitárias se agravaram, com novas epidemias a cada três anos: 2013 (414,4 mil); 2016 (521.047); e 2019 (472.508). Após uma breve trégua durante o período da pandemia de Covid-19, a dengue retomou a escalada de casos em 2023 e Minas fechou o ano com 418.786 diagnósticos prováveis.</p>
<p>Diferentemente dos períodos anteriores, quando havia um intervalo entre anos epidêmicos, Minas Gerais entrou em 2024 com uma nova epidemia, que caminha para o que pode se tornar a pior crise da doença já registrada em solo mineiro. Dados do Ministério da Saúde mostram, inclusive, que<span style="color: #ff0000;"> <a style="color: #ff0000;" href="https://www.otempo.com.br/cidades/minas-gerais-responde-por-um-em-cada-tres-casos-de-dengue-no-pais-1.3345915"><u><strong>o Estado é responsável por um em cada três casos de dengue no país</strong></u></a></span>. A enfermidade superlota unidades de saúde e já provocou ao menos 60 mortes. Além disso, outros 302 óbitos são investigados.</p>
<p>Embora não seja composto apenas por casos confirmados, <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.otempo.com.br/cidades/sintomas-de-dengue-veja-onde-buscar-atendimento-medico-no-fim-de-semana-em-bh-1.3345554"><u><strong>os números preocupam pelo impacto que provocam no sistema de saúde</strong></u></a></span>. Em janeiro deste ano, o secretário Municipal de Saúde de Belo Horizonte, Danilo Borges Matias, chegou a afirmar que os casos suspeitos são muito mais sensíveis para a administração pública. “Ou seja, é o atendimento propriamente dito, a UPA cheia, o posto de saúde cheio. E é isso que norteia nossas ações”, explicou o chefe da pasta em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Outras arboviroses</strong></span></p>
<p>Além da dengue, outra doenças transmitida pelo mosquito Aedes aegypti é motivo de alerta. Responsável por 19 mortes e com outros 20 óbitos em investigação, a chikungunya já tem 48.580 casos prováveis em 2024, dos quais 30.734 já foram confirmados.</p>
<p>Por outro lado, a zika ainda registra 98 casos, sendo apenas sete confirmados e nenhuma morte contabilizada.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Já passa de 100 o número de cidades em situação de emergência por conta da dengue em Minas</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/02/27/ja-passa-de-100-o-numero-de-cidades-em-situacao-de-emergencia-por-conta-da-dengue-em-minas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 14:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Montes Claros]]></category>
		<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[dengue em minas]]></category>
		<category><![CDATA[Minas]]></category>
		<category><![CDATA[norte de minas]]></category>
		<category><![CDATA[situação de emergência]]></category>
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					<description><![CDATA[Algumas são do norte de Minas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Minas Gerais chegou a 101 cidades em situação de emergência por conta da epidemia de dengue. A lista de municípios foi atualizada nesta segunda-feira (26). O decreto permite a contratação de serviços de assistência à população de forma mais rápida.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">O aumento de localidades acompanha o salto no número de casos e mortes da doença no Estado. Já mais de 108 mil doentes. Já os óbitos soma 35 confirmados, três a mais que o último boletim, da semana passada. Outras 176 mortes seguem em investigação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS"><span style="color: #ff0000;"><strong>Arboviroses</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Além da dengue, os números da chikungunya também têm aumentado em Minas. São sete óbitos e outras 21 em investigação. Os casos da doença também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti chegaram a 21.688.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Já em relação a Zika, são seis casos e 54 em investigação. Não há mortes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS"><span style="color: #ff0000;"><strong>Veja lista das cidades em emergência:</strong></span></p>
</div>
<ol class="sc-ieecCq Gvdqm">
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="1"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Guaxupé</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="2"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Machado</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="3"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Monte Belo</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="4"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Belo Horizonte</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="5"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Sabará</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="6"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Jaboticatubas</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="7"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Confins</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="8"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Contagem</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="9"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Crucilândia</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="10"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Juatuba</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="11"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Mateus Leme</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="12"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Mariana</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="13"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Lagoa Santa</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="14"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Vespasiano</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="15"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">São José da Lapa</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="16"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Matozinhos</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="17"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Brumadinho</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="18"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Sarzedo</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="19"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Taquaraçu de Minas</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="20"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">São Joaquim de Bicas</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="21"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Ibirité</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="22"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Pedro Leopoldo</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="23"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Betim</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="24"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Santa Luzia</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="25"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Caratinga</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="26"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Ipatinga</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="27"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Inhapim</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="28"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Mesquita</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="29"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Dom Cavati</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="30"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Piedade de Caratinga</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="31"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Santana do Paraíso</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="32"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Timóteo</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="33"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Coluna</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="34"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Senador Modestino Gonçalves</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="35"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Gouveia</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="36"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Cláudio</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="37"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Perdigão</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="38"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Arcos</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="39"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Itapecerica</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="40"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Bom Despacho</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="41"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Córrego Fundo</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="42"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Pains</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="43"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Carmo da Mata</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="44"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Santo Antônio do Monte</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="45"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Barão de Cocais</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="46"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Itabira</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="47"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">João Monlevade</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="48"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">São Gonçalo do Rio Abaixo</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="49"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Ferros</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="50"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Nova Era</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="51"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Rio Piracicaba</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="52"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">São Domingos do Prata</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="53"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Materlândia</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="54"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Catas Altas</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="55"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Santa Bárbara</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="56"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Santa Maria de Itabira</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="57"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">São Francisco</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="58"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Patis</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="59"><strong><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB" style="color: #ff0000;">Montes Claros</span></strong></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="60"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Engenheiro Navarro</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="61"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Botumirim</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="62"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Bocaiúva</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="63"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Glaucilândia</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="64"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Passos</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="65"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Ibiaí</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="66"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Várzea da Palma</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="67"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Lassance</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="68"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Pirapora</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="69"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Ponto Chique</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="70"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">São Pedro dos Ferros</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="71"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Raul Soares</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="72"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">São José do Alegre</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="73"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Andradas</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="74"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Santa Cruz de Minas</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="75"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">São João del rei</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="76"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Araçaí</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="77"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Baldim</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="78"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Cachoeira da Prata</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="79"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Capim Branco</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="80"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Curvelo</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="81"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Felixlândia</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="82"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Inimutaba</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="83"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Jequitibá</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="84"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Papagaios</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="85"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Paraopeba</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="86"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Presidente Juscelino</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="87"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Santana de Pirapama</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="88"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Cordisburgo</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="89"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Maravilhas</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="90"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Quartel Geral</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="91"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Sete Lagoas</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="92"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">São José do Divino</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="93"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Pedrinópolis</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="94"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Cabeceira Grande</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="95"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Chapada Gaúcha</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="96"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Carvalhos</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="97"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Itamonte</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="98"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Campanha</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="99"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Lambari</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="100"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Boa Esperança</span></li>
<li class="sc-bkkeKt gcJwGe" value="101"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 cZfxOB">Varginha</span></li>
</ol>
</div>
</div>
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		<title>Minas tem mais de 100 mil casos de dengue em menos de dois meses; mortes chegam a 35</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/02/27/minas-tem-mais-de-100-mil-casos-de-dengue-em-menos-de-dois-meses-mortes-chegam-a-35/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 13:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[casos confirmados de dengue]]></category>
		<category><![CDATA[dengue em minas]]></category>
		<category><![CDATA[Minas]]></category>
		<category><![CDATA[mortes por dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[Outras 311 mil notificações seguem em investigação

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Mais de 100 mil mineiros já testaram positivo para dengue em menos de dois meses. O novo balanço de casos da doença foi divulgado nesta segunda-feira (26) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). As mortes também aumentaram, com mais duas confirmações.</p>
<p>Agora são 108.027 doentes e 35 óbitos. Porém, 311 mil casos e 176 mortes seguem em investigação.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p>Em meio à epidemia da dengue, algumas cidades mineiras já iniciaram a vacinação de crianças de 10 e 11 anos. Belo Horizonte, município que recebeu mais doses, começa a imunização nesta terça-feira (27).</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p>Minas recebeu 78.790 doses da Qdenga. Além de BH, outras 21 cidades terão a campanha de vacinação.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Minas Gerais é o segundo Estado do país com mais mortes por dengue</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/02/16/minas-gerais-e-o-segundo-estado-do-pais-com-mais-mortes-por-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 12:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[dengue em minas]]></category>
		<category><![CDATA[norte de minas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estado só teve menos mortes que o Distrito Federal, onde 23 pessoas já perderam a vida por causa da dengue
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou, nesta quinta-feira (15 de fevereiro), mais sete mortes causadas pela dengue em Minas Gerais. O número já chega a 18, conforme a pasta. O Estado só teve menos mortes que o Distrito Federal, onde 23 pessoas já perderam a vida por causa da dengue. O Estado de São Paulo tem o terceiro maior número de óbitos do país: 11 vítimas em 2024.</p>
<p>Conforme os dados divulgados pelo governo do Estado, atualmente, Minas Gerais tem também 100 mortes em investigação. Ao todo, 62.872 pessoas foram diagnosticadas com dengue no Estado em 2024. O painel de monitoramento da enfermidade ainda mostra 181.645 casos prováveis da enfermidade.</p>
<p>As mortes pela doença foram registradas em Belo Horizonte (4), Cordisburgo (2), Ribeirão das Neves (2), Arceburgo (1), <span style="color: #ff0000;">Bocaiúva</span> (1), Conselheiro Lafaiete (1),  Crucilândia (1), <span style="color: #ff0000;">Jequitaí</span> (1), Lagoa Santa (1), Monte Belo (1), Nepomuceno (1), Sarzedo (1) e Sete Lagoas (1).</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Atendimento</strong></span></p>
<p>Em janeiro de 2024, as nove Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e os 152 centros de saúde da rede pública de Belo Horizonte realizaram 28 mil atendimentos a pacientes com sintomas de dengue, chikungunya e zika — a média é de 903 atendimentos por dia.</p>
<p>O número total representa um aumento de 1.172,7% quando comparado aos 2.200 atendimentos realizados no mesmo mês, em 2023. Diferentemente do último ano, em 2024 a capital mineira enfrenta uma epidemia de arboviroses. Isso ocorre quando há 300 casos por 100 mil habitantes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Na última semana, Minas teve um caso de dengue por minuto</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/02/06/na-ultima-semana-minas-teve-um-caso-de-dengue-por-minuto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 12:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[dengue em minas]]></category>
		<category><![CDATA[EPIDEMIA]]></category>
		<category><![CDATA[EPIDEMIA DE DENGUE EM MINAS]]></category>
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					<description><![CDATA[Diagnósticos no Estado cresceram 67% no período; já são sete mortes
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Minas Gerais registrou, apenas na última semana, quase 16 mil casos confirmados de dengue. Isso equivale, em média, a um diagnóstico da doença a cada minuto. Os dados estão no boletim epidemiológico atualizado nesta segunda-feira (5) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG).</p>
<p>Os casos confirmados da doença tiveram alta de 67% entre os dois últimos boletins (o desta segunda e o do dia 29 de janeiro), passando de 23.389 para 39.282. Os óbitos em investigação saltaram de 35 para 62 no período – um crescimento de 77%.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Mortes</span></strong></p>
<p>O Estado registra oficialmente <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.otempo.com.br/cidades/governo-confirma-mais-uma-morte-por-dengue-em-minas-gerais-1.3324885" target="_blank" rel="noopener">sete mortes</a> </span>pela doença – nas cidades de Arceburgo, Belo Horizonte, Lagoa Santa, Monte Belo, Ribeirão das Neves, Sarzedo e Sete Lagoas. O levantamento ainda não traz três mortes confirmadas recentemente pelas prefeituras de BH, Betim e Barbacena.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Epidemia</span></strong></p>
<p>No sábado (3), a SES-MG informou que Minas já vive uma epidemia de dengue. As notificações (casos prováveis) da doença por 100 mil habitantes mais que triplicaram nas últimas três semanas no Estado. No boletim de 22 de janeiro, essa taxa ficava em 161 por 100 mil. O índice saltou para 323 por 100 mil em 29 de janeiro. E, segundo o boletim mais recente, divulgado nesta segunda (5), para 555 casos por 100 mil habitantes.</p>
<p>No dia 27 de janeiro, o governo de Minas decretou situação de emergência devido ao aumento dos casos de dengue e chikungunya. A determinação permite que o governo acelere os processos para a aquisição de insumos e materiais para o tratamento médico dos pacientes.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">&#8216;Cenário preocupante&#8217;</span></strong></p>
<p>O cenário é “definitivamente preocupante”, de acordo com o infectologista Leandro Curi. A realidade hoje é de uma curva de ascensão alta, que tende a continuar dessa forma até chegar ao pico – que pode ser em março, segundo o especialista e como o próprio governo de Minas já disse. Procurada, a SES-MG não tinha dado seu posicionamento até o fechamento desta matéria. O espaço está aberto para a resposta.</p>
<p>Por ora, diz Curi, uma das ações mais eficientes é “evitar a picada” – com o uso de repelentes –, pois os mosquitos contaminados já estão por aí. O “dever de casa”, ressalta ele, deveria ter sido feito antes. “A gente ainda não chegou ao pico, portanto é esperado um <a href="https://www.otempo.com.br/cidades/casos-de-dengue-explodem-em-mg-mas-pico-ainda-esta-por-vir-diz-especialista-1.3325219" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #ff0000;">aumento dos casos</span> </a>nas próximas semanas. Sempre repito isso: o combate à dengue é durante todo o ano. No período da chuva, como agora, muitas vezes já é tarde demais”, diz Curi.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Conscientização</span></strong></p>
<p>Para o infectologista, é necessário que os órgãos públicos trabalhem na conscientização da população. É preciso, durante todo o ano, evitar água parada e limpar piscinas, calhas e pneus, antes que os ovos eclodam.</p>
<p>“O mosquito deposita centenas de ovos, e não dá para competir com eles já adultos. Agora, além da limpeza que tem que ser feita constantemente, é evitar a picada, com o uso de spray à base de icaridina e de mosquiteiros, por exemplo”, diz ele.</p>
<p>O Carnaval no próximo fim de semana também é um fator que preocupa e mais um chamado ao repelente, segundo Curi. “O trânsito de pessoas pode levar a mais gente infectada. O uso do repelente é muito importante”, afirma.<strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Minas decreta emergência em saúde pública por causa de dengue e chikungunya</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/01/29/minas-decreta-emergencia-em-saude-publica-por-causa-de-dengue-e-chikungunya/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[dengue em minas]]></category>
		<category><![CDATA[Minas]]></category>
		<category><![CDATA[situação de emergência]]></category>
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					<description><![CDATA[Até a sexta-feira, foram registrados mais de 11,4 mil casos de dengue; determinação foi oficializada pelo governador Romeu Zema no Diário Oficial deste sábado

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">Com mais de 11,4 mil casos de dengue registrados nestes primeiros dias de 2024, o governo de Minas decretou emergência em saúde pública por causa da doença e, também, da chikungunya. A determinação foi oficializada pelo governador Romeu Zema no Diário Oficial deste sábado (27).</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cNnnYL">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 eValfS">De acordo com o último boletim da Secretaria de Estado de Saúde (SES) , publicado no último dia 22, Minas já havia registrado 11.490 casos confirmados de dengue em 2024. No mesmo período, foram detectados, ainda, 3.067 pacientes com chikungunya.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A adoção da emergência em saúde pública permite, por exemplo, que o governo mineiro acelere os trâmites para a aquisição de insumos e materiais ligados ao tratamento médico. Há, inclusive, a possibilidade de dispensa de licitação. Uma pessoa morreu por causa da dengue em Minas neste ano.</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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