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	<title>consumo &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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	<title>consumo &#8211; Revista Tempo</title>
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		<title>Consumo nos lares brasileiros aumenta 7% em novembro</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/12/23/consumo-nos-lares-brasileiros-aumenta-7-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 09:54:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Associação Brasileira de Supermercados]]></category>
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		<category><![CDATA[Produtos Natalinos]]></category>
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					<description><![CDATA[Black Friday e pagamento do 13º impulsionaram vendas
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo nos lares brasileiros, medido pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), cresceu 7% em novembro, na comparação com o mês anterior. Em relação a novembro de 2023, a alta é de 4,40% e, no acumulado do ano, de 2,85%. O resultado inclui os formatos de lojas do tipo atacarejo, supermercado convencional, loja de vizinhança, hipermercado, minimercado e comércio eletrônico. Todos os indicadores são deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1624470&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1624470&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo o vice-presidente da Abras, Marcio Milan, as promoções da <span style="color: #ff0000;"><em>Black Friday</em></span> ajudaram a impulsionar as vendas de novembro, que contaram com o pagamento do 13º salário, aumentando o volume no último fim de semana do mês. &#8220;Durante a <span style="color: #ff0000;"><em>Black Friday</em></span>,<em> </em>o consumo teve elevação de 27,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. Entre os itens mais procurados, destacaram-se artigos natalinos, bebidas, como sidras, pisco, <span style="color: #ff0000;"><em>whisky</em></span>, champanhe e<span style="color: #ff0000;"> <em>gin</em></span>, panetones, carnes típicas de natal e frutas em calda&#8221;, disse.</p>
<p>Milan também atribuiu a alta ao aumento do emprego formal, à liberação de R$ 1,3 bilhões para os aposentados a partir de julho, ao pagamento de R$ 27,7 bilhões do PIS/Pasep, ao pagamento do lote residual do Imposto de Renda (R$ 559 milhões), do Bolsa Família (R$ 14,11 bilhões) e à liberação de R$ 2,4 bilhões de Requisições de Pequeno Valor para aposentados e pensionistas.</p>
<p>Conforme o levantamento, os descontos oferecidos no período reduziram os preços da cesta natalina em quase 7% na média nacional. A maior queda foi registrada em aves natalinas, panetones e sidras. O valor médio da cesta passou de R$ 345,83 para R$ 320,76, representando uma economia de R$ 25,07.</p>
<p>A maior redução ocorreu na região Sul (-11%), seguida do Centro-Oeste (-9,75%), Nordeste (-9%) e Sudeste (-7,5%). Já no Norte, os preços apresentaram alta de 1,5%, devido a questões logísticas que pressionaram os custos.</p>
<p>A pesquisa abrange produtos de marcas próprias dos supermercados, marcas regionais e tradicionais, incluindo aves natalinas, azeite, caixas de bombons, espumantes, lombos, panetones, pernis, perus, sidras e <span style="color: #ff0000;"><em>tender</em></span>. O levantamento de preços foi feito entre os dias 12 e 17 de dezembro.</p>
<p>Segundo a Abras, com a terceira alta consecutiva nos preços dos alimentos, novembro terminou com a AbrasMercado, cesta de 35 produtos de largo consumo (alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza), em alta de 3,02% na comparação com outubro. Os preços passaram de R$ 757,49 para R$ 780,36, na média nacional. No ano, a variação é de 8%. Em 12 meses, os itens da cesta subiram 9,46%.</p>
<p>Todas as carnes tiveram alta nos preços em novembro: carne bovina – cortes do dianteiro (+ 8,87%) e cortes do traseiro (+7,83%), pernil (+6,67%) e frango congelado (+2,50%). A única proteína animal cujo preço caiu foi o ovo (-1,23%).</p>
<p>A pesquisa mostrou que a maior variação nos preços veio do óleo de soja (+11%), seguido de café torrado e moído (+2,33%), batata (+2,18%), extrato de tomate (+1,10%), leite em pó integral (+0,94%), açúcar refinado (+0,85%) e farinha de mandioca (+0,25%). As quedas foram puxadas por cebola (-6,26%), leite longa vida (-1,72%), papel higiênico (-0,71%) e feijão (-0,51%).</p>
<p>As variações por região foram: Norte (+3,94%), com os preços da cesta saindo de R$ 816 para R$ 848,16; Centro-Oeste (+3,30%), de R$ 716,12 para R$ 739,75; Sudeste (+2,98%), de R$ 776,03 para R$ 799,15; Nordeste (+2,45%), de R$ 675,95 para R$ 692,53, e Sul (+2,18%) passando de R$ 839,08 para R$ 857,34.</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa revela que 62% das pessoas já compraram um produto pelo WhatsApp</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/10/02/pesquisa-revela-que-62-das-pessoas-ja-compraram-um-produto-pelo-whatsapp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2024 10:04:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo dados da Opinion Box, 67% dos usuários consideram o aplicativo como um ótimo canal para se comunicarem com as empresas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="mkdf-post-text-main">
<p>Com o avanço da <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://cndl.org.br/varejosa/" target="_blank" rel="noopener">tecnologia</a> </span>e a popularização dos smartphones, cada vez mais as pessoas têm utilizado aplicativos de mensagens instantâneas para se comunicarem com amigos, familiares e até mesmo com empresas. Uma pesquisa da Opinion Box revelou que 62% das pessoas já compraram um produto pelo WhatsApp, mostrando a relevância e o potencial desse aplicativo como canal de <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://site.cndl.org.br/" target="_blank" rel="noopener">vendas</a>.</span> Além disso, 67% dos usuários consideram a plataforma de mensagens como um ótimo meio de comunicação com as empresas, reforçando a importância das empresas estarem presentes nela.</p>
<p>A facilidade desse canal de comunicação tem se mostrado um diferencial para as empresas que desejam se aproximar dos seus clientes e oferecer um atendimento mais personalizado. A pesquisa também destaca os maiores objetivos das pessoas ao se comunicarem com as empresas pelo WhatsApp: 77% buscam tirar dúvidas e receber informações, 67% desejam suporte técnico e 51% querem receber promoções.</p>
<p>Para a empresária Silene Medeiros, com a popularidade do WhatsApp entre os consumidores, investir nesse canal gera oportunidade para as empresas que podem se destacar da concorrência e conquistar a fidelidade dos clientes. “Para as organizações, estar no WhatsApp significa marcar presença onde os seus clientes estão, facilitando o contato e fortalecendo o relacionamento com o público. Além disso, o aplicativo oferece recursos como catálogo de produtos, listas de transmissão, segmentação de contatos e envio de mensagens automáticas e personalizadas, o que pode aumentar a efetividade das campanhas de marketing e vendas”, comenta.</p>
<p>Atuante no ramo de logística, Silene é fundadora da Netmak. A empresa, que vende empilhadeiras e peças para todo o Brasil, já nasceu totalmente digital e usa o app como seu principal canal de vendas, já que 80% delas são realizadas pelo aplicativo. Segundo ela, é importante aproveitar as oportunidades oferecidas pela plataforma, mas o atendimento precisa ser qualificado. “Investir em um atendimento ágil, personalizado e eficiente no WhatsApp pode ser um diferencial. Não adianta usá-lo para alcançar mais pessoas e, ao mesmo tempo, não resolver as demandas dos clientes. É preciso conquistar a confiança e a preferência dos consumidores, e isso é feito com um atendimento de qualidade”, finaliza a CEO.</p>
</div>
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<a href="https://cndl.org.br/varejosa/pesquisa-revela-que-62-das-pessoas-ja-compraram-um-produto-pelo-whatsapp/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://cndl.org.br/varejosa/pesquisa-revela-que-62-das-pessoas-ja-compraram-um-produto-pelo-whatsapp/#" alt="" /></a></figure>
<div class="mkdf-post-info-bottom clearfix"></div>
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		<item>
		<title>Dia das Mães é oportunidade para os pequenos negócios garantirem novas receitas</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/05/07/dia-das-maes-e-oportunidade-para-os-pequenos-negocios-garantirem-novas-receitas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 13:06:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura Empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo Feminino]]></category>
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					<description><![CDATA[Donos de pequeno negócio precisam desenvolver estratégias que envolvam criatividade e personalização e o Sebrae Rio lista cinco perfis geracionais de mães
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda data mais importante para o varejo é o Dia das Mães. Para atrair novos clientes e aumentar o faturamento, o dono de pequeno negócio precisa desenvolver estratégias que envolvam criatividade e personalização.</p>
<p>Ao todo, existem cinco perfis de mães: geração silenciosa, <span style="color: #ff0000;"><em>baby boomers</em></span>, gerações X, Y e Z. Para apoiar os empreendedores, o Sebrae Rio desenvolveu orientações para que o negócio aproveite a data para definir os processos de vendas mais adequados para cada empreendimento. De forma gratuita, as informações podem ser acessadas pelo <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://inteligenciademercado.rj.sebrae.com.br/produtos/Dia-das-Maes-2024-As-geracoes-de-maes-Infografico">link.</a></span></p>
<p>&#8220;Cada mãe é única, mesmo que sejam do mesmo perfil geracional. Personalizar produtos e serviços de acordo com os clientes que consomem sua marca, pode ser uma estratégia de diferenciação no mercado e uma forma de atrair novos consumidores. Por isso, entender os diversos tipos de comportamento e os perfis de consumo das mães, ajudará a encantar o cliente no momento da compra&#8221;, diz Margareth Carvalho, gerente de Conhecimento e Competitividade do Sebrae Rio.</p>
<p>Independentemente da geração, para atrair esse perfil de consumo, os empreendedores precisam adotar estratégias em seus negócios como encantar o público, inovar nos presentes, utilizar estratégias <span style="color: #ff0000;"><em>phygital</em> </span>e multicanais, além de ser claro nos valores, visões e nas práticas sustentáveis.</p>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Geração Silenciosa</span> (1923 a 1946)</li>
</ul>
<p>Práticas e econômicas em seus hábitos de consumo, essas mães valorizam a qualidade e a durabilidade dos produtos e são leais a suas marcas favoritas.</p>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Baby Boomers (</span>1947 e 1963)</li>
</ul>
<p>Essas mães possuem forte senso de liderança. São mais tradicionais e exigentes quanto à qualidade, além de fiéis às marcas, valorizando a estabilidade.</p>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Geração X</span> (1964 a 1983)</li>
</ul>
<p>São mães práticas, que buscam por equilíbrio em seus hábitos. Cresceram num período de transição tecnológica. Prezam pela qualidade do que consomem.</p>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Geração Y</span> (Millennials) (1984 a 1995)</li>
</ul>
<p>Essas mães valorizam experiências significativas. Elas possuem forte relação com a tecnologia. Valorizam mais experiências do que bens materiais.</p>
<ul>
<li><span style="color: #ff0000;">Geração Z</span> (1995 a 2009)</li>
</ul>
<p>São nativas digitais e valorizam a diversidade, a sustentabilidade, a autenticidade e a transparência das marcas. Gostam de experiências diferenciadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Cesta básica, combustível, serviços: o que muda com reforma tributária</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2023/12/18/cesta-basica-combustivel-servicos-o-que-muda-com-reforma-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Dec 2023 11:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[IVA]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributaria]]></category>
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					<description><![CDATA[Impactos do novo sistema variam conforme setor da economia.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aprovada na sexta-feira (15) <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-12/camara-aprova-reforma-tributaria-em-segundo-turno" target="_blank" rel="noopener">após 30 anos de discussão</a>,</span> a reforma tributária simplificará a tributação sobre o consumo e provocará mudança na vida dos brasileiros na hora de comprar produtos e serviços.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1572950&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1572950&amp;o=node" /></p>
<p>Cesta básica, remédios, combustíveis, serviços de internet em streaming, os produtos são diversos. Com uma longa lista de exceções e de alíquotas especiais, o novo sistema tributário terá impactos variados conforme o setor da economia. Paralelamente, pela primeira vez na história, haverá medidas que garantam a progressividade na tributação de alguns tipos de patrimônio, como veículos, e na transmissão de heranças.</p>
<p>Ao longo do próximo ano, o Congresso terá de votar leis complementares para regulamentar a reforma tributária. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, os projetos serão enviados nas primeiras semanas de 2024.</p>
<p>Também no próximo ano, o governo poderá dar início à reforma do Imposto de Renda, com mudanças como a taxação de dividendos (parcela de lucros das empresas distribuídos aos acionistas). Nesse caso, porém, as mudanças ocorrerão por meio de projeto de lei, com quórum menor de votação.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">Confira como a reforma tributária mudará o dia a dia do consumidor:</span></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Cesta básica</span></strong></p>
<p>Um dos itens que mais gerou polêmica na reforma foi a tributação da cesta básica. O Senado havia criado duas listas de produtos. A primeira com a cesta básica nacional, destinada ao enfrentamento da fome. Essa cesta terá alíquota zero e poderá ter os itens regionalizados por lei complementar.</p>
<p>Os senadores haviam criado uma segunda lista, chamada de cesta básica estendida, com alíquota reduzida para 40% da alíquota-padrão e mecanismo de cashback (devolução parcial de tributos) a famílias de baixa renda. O relator da reforma na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), no entanto, retirou essa lista, sob o argumento de que boa parte dos alimentos é beneficiada pela alíquota reduzida para insumos agropecuários.</p>
<p>O impacto final sobre os preços, no entanto, ainda é desconhecido. No fim de junho, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) apresentou um relatório segundo o qual a <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-07/reforma-pode-gerar-alta-de-60-em-impostos-de-itens-da-cesta-basica" target="_blank" rel="noopener">cesta básica poderia subir 59,83% em média</a> </span>com a redação anterior da reforma tributária, que reduzia pela metade a alíquota do Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual.</p>
<p>O estudo, no entanto, foi contestado por economistas, parlamentares e membros do próprio governo. Na época, o secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, disse que o novo sistema baratearia a cesta básica. O <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-07/relator-confirma-mudancas-em-tres-pontos-da-reforma-tributaria" target="_blank" rel="noopener">relator da reforma na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)</a></span>, apresentou um estudo do Banco Mundial, segundo o qual a carga tributária sobre a cesta básica cairia 1,7%, em média, com a alíquota de IVA dual reduzida em 50%.</p>
<p>A disparidade nas estimativas ocorre porque atualmente muitos produtos da cesta básica são tributados em cascata, com os tributos incidindo sobre o preço na etapa anterior da cadeia, antes de chegarem aos supermercados. A isenção atual de tributos federais sobre os produtos da cesta barateia os produtos por um lado, mas por outro lado impede o aproveitamento de créditos tributários, devoluções de tributos pagos nas etapas anteriores da cadeia produtiva.</p>
<p>No sistema de IVA dual, a devolução dos créditos tributários, segundo o governo, compensaria a cobrança de impostos. A alíquota do IVA dual só será definida após a reforma tributária. O relatório da Abras usou uma alíquota de IVA de 12,5%, pouco menos da metade da provável alíquota cheia de 27,5% estimada por economistas, para justificar um eventual encarecimento da cesta básica.</p>
<p>O novo redutor de 60% e a futura alíquota zero deverão baratear os produtos da cesta básica, mas o cálculo sobre o impacto final só poderá ser feito quando a reforma tributária entrar em vigor. Itens mais industrializados, com cadeia produtiva mais longa, deverão ter redução maior de preços. Alimentos in natura ou pouco processados deverão ter leve redução ou até leve aumento porque terão poucos créditos tributários.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Remédios</span></strong></p>
<p>O texto aprovado prevê a alíquota reduzida em 60% para medicamentos e produtos de cuidados básicos à saúde menstrual. O Senado incluiu na lista de alíquota reduzida produtos de nutrição enteral e parenteral, que previnem ou tratam complicações da desnutrição.</p>
<p>Segundo especialistas, a reforma não deverá trazer grandes impactos sobre o preço dos medicamentos. Isso ocorre por dois motivos. Primeiramente, os medicamentos genéricos estão submetidos a uma legislação específica. Além disso, a <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10147.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 10.047, de 2000</a></span>, estabelece um regime tributário especial a medicamentos listados pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>O Senado também incluiu na isenção de IVA a compra de medicamentos e dispositivos médicos pela administração pública e por entidades de assistência social sem fins lucrativos. A Câmara dos Deputados tinha zerado a alíquota para medicamentos usados para o tratamento de doenças graves, como câncer.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Combustíveis</span></strong></p>
<p>A reforma tributária estabelece um regime de tratamento diferenciado para combustíveis e lubrificantes. O IVA dual, com alíquota única em todo o território nacional e variando conforme o tipo de produto, será cobrado apenas uma vez na cadeia produtiva, no refino ou na importação. A mudança segue uma reforma proposta em 1992.</p>
<p>Durante a tramitação no Senado, no entanto, foi incluída a possibilidade de cobrança do Imposto Seletivo, tributo sobre produtos que gerem danos à saúde e ao meio ambiente, sobre combustíveis e petróleo (para a extração de petróleo e de minérios, haveria alíquota de 1%). Durante a votação na Câmara nesta sexta-feira, o PSOL tentou elevar essa alíquota, mas os deputados derrubaram o destaque.</p>
<p>Segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), o imposto seletivo deve gerar R$ 9 bilhões em arrecadação, considerando apenas a exploração de petróleo, sem os demais minérios.</p>
<p>Segundo o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), o regime diferenciado levará a uma forte alta do preço final aos consumidores. Especialistas, no entanto, afirmam que o impacto é incerto porque muitos pontos do regime diferenciado para os combustíveis serão definidos por lei complementar e a reforma prevê a possibilidade de concessão de créditos tributários. Além disso, o impacto só será conhecido após a definição da alíquota cheia do IVA dual.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Veículos</span></strong></p>
<p>A cobrança de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) passará a incidir sobre veículos aquáticos e aéreos, como jatos, helicópteros, iates e jet ski. A reforma também estabelece que o imposto passará a ser progressivo conforme o impacto ambiental do veículo. Veículos movidos a combustíveis fósseis pagam mais. Veículos movidos a etanol, biodiesel e biogás e os carros elétricos pagarão menos IPVA.</p>
<p>O Senado acatou uma emenda da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) e incluiu a compra de automóveis por taxistas e pessoas com deficiência e autismo entre os itens com alíquota zero. O benefício existe atualmente e seria extinto com a reforma tributária.</p>
<p>Em julho, durante a primeira votação na Câmara, os deputados criaram uma lista de exceção para evitar a cobrança sobre veículos usados para a agricultura e para serviços. A relação abrange os seguintes tipos de veículos: aeronaves agrícolas e certificadas para prestar serviços aéreos a terceiros; embarcações de pessoa jurídica com outorga de serviços de transporte aquaviário; embarcações de pessoa física ou jurídica que pratique pesca industrial, artesanal, científica ou de subsistência; plataformas que se locomovam na água sem reboques (como navio-sonda ou navio-plataforma); e tratores e máquinas agrícolas.</p>
<p>No Senado, a prorrogação, até 2032, de um incentivo para montadoras das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste elevou as tensões. Na primeira votação, em julho, a Câmara havia derrubado a prorrogação desse incentivo. Na primeira versão do relatório no Senado, o incentivo foi prorrogado apenas para a produção de carros elétricos, mas a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa estendeu o benefício a montadoras de veículos movidos a biodiesel e a veículos híbridos movidos a biodiesel e a gasolina.</p>
<p>Isso gerou mal-estar entre os governadores do Sul e do Sudeste, que alegaram desigualdade de condições com as montadoras instaladas nas duas regiões. Na sexta-feira, o relator Aguinaldo Ribeiro concordou em manter o benefício no texto-base, mas destacar esse ponto. Diferentemente da primeira votação na Câmara, onde o incentivo obteve 307 votos, um a menos que os 308 necessários, os deputados mantiveram o benefício por 341 votos a favor, 153 contra e quatro abstenções.</p>
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