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	<title>cidadania &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Oct 2025 03:02:52 +0000</lastBuildDate>
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	<title>cidadania &#8211; Revista Tempo</title>
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	<item>
		<title>Cemig destina novos recursos para projetos esportivos, de proteção à infância e atenção ao idosos</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/10/23/cemig-destina-novos-recursos-para-projetos-esportivos-de-protecao-a-infancia-e-atencao-ao-idosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 16:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-Estar e Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
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		<category><![CDATA[idosos]]></category>
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					<description><![CDATA[Chamadas públicas da companhia estão abertas até 2026 e destinam recursos a projetos com impacto social]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://novoportal.cemig.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig)</a> abriu novas chamadas públicas para seleção de projetos sociais que receberão apoio da companhia nos próximos dois anos.</p>
<p>Os editais contemplam iniciativas nas áreas de esporte, proteção à infância e adolescência e atenção à pessoa idosa. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio da Plataforma Prosas no <a href="https://novoportal.cemig.com.br/inscreva-seu-projeto/" target="_blank" rel="noopener">site da companhia</a> na seção de chamadas públicas até 13/7/2026.</p>
<p>Os editais possuem cronograma contínuo de seleção, com liberação de recursos de forma trimestral até o encerramento do prazo de inscrição. Dessa forma, os interessados devem observar atentamente as etapas de cada chamada pública e garantir o envio das propostas dentro dos períodos previstos em edital.</p>
<p>Ainda em 2025, será feita a primeira escolha de projetos. As outras três seleções ocorrerão em 2026. Assim, para o primeiro aporte aos projetos selecionados, ainda neste ano, a inscrição deverá ocorrer até o dia 17/11 para todas as modalidades de projetos.</p>
<p><strong>Como participar</strong></p>
<p>Para participar do processo de seleção, o projeto esportivo tem que estar aprovado e apto à captação de recursos via leis federal e/ou estadual de incentivo ao esporte. As iniciativas voltadas para as crianças e adolescentes devem estar aprovadas pelos respectivos conselhos municipais, estaduais ou nacional da criança e do adolescente, assim como as ações de direcionadas aos idosos devem estar aprovados em seus respectivos conselhos.</p>
<p>A diretora de Comunicação e Marketing da Cemig, Cristiana Kumaira, destaca o compromisso da empresa em atuar como uma das principais promotoras de investimento social em Minas Gerais.</p>
<p>“Todos os anos, a Cemig lança editais que fomentam cidadania e desenvolvimento social. Nosso propósito é ampliar o alcance dos investimentos em todas as regiões do estado, valorizando iniciativas transformadoras e contribuindo para melhorar a vida das comunidades onde atuamos”, afirma.</p>
<p><strong>Projetos esportivos</strong></p>
<p>A Cemig irá avaliar e selecionar projetos esportivos aprovados e aptos à captação de recursos via Leis Federal e Estadual de Minas Gerais de Incentivo ao Esporte. A companhia realizará aportes em projetos nas manifestações esportivas desporto educacional, social, rendimento, formação, participação e lazer. O email para contato é e-mail esporte@cemig.com.br.</p>
<p><strong>Crianças e adolescentes</strong></p>
<p>A chamada pública do Fundo da Infância e Adolescência (FIA) é voltada à seleção de projetos de atendimento direto, apoio sociofamiliar, proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade ou risco social em Minas Gerais. O objetivo é ampliar e melhorar as ações voltadas a essa população. O email para contato é editalfia@cemig.com.br.</p>
<p><strong>População idosa</strong></p>
<p>O edital voltado à população idosa tem como objetivo selecionar projetos assistenciais e de fortalecimento da rede de apoio ao idoso em Minas Gerais. Serão priorizados projetos que viabilizem a estruturação dos Fundos Municipais e Estadual do Idoso, além de iniciativas voltadas para empreendedorismo, geração de renda, diversidade, saúde, cultura e inclusão digital. O email para contato é e-mail idoso@cemig.com.br.</p>
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		<item>
		<title>Em ritmo atual, Brasil levará 70 anos para cumprir lei de acessibilidade em calçadas, diz IBGE</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/06/17/em-ritmo-atual-brasil-levara-70-anos-para-cumprir-lei-de-acessibilidade-em-calcadas-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 10:02:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[pessoa com deficiência]]></category>
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					<description><![CDATA[Conforme dados apurados no Censo 2022, nem 20% das pessoas vivem em ruas com passeios livres de irregularidades no país
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A qualidade das calçadas está longe do ideal nas áreas urbanas brasileiras. Buracos, obstáculos e construções irregulares ameaçam a segurança do cidadão. É o que mostram os resultados da Pesquisa Urbanística do Entorno dos Domicílios, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo de 2022. O estudo foi divulgado em abril deste ano.</p>
<p>Embora 84% da população que vive em cidades (cerca de 146,4 milhões de pessoas &#8211; <em>veja abaixo</em>) tenha passeios em sua rua, somente 15% dela (26,4 milhões de pessoas) reside em localidades com rampas de acesso para cadeiras de rodas; e apenas 18,8% (32,7 milhões de pessoas) mora em vias cujas calçadas são livres de impedimentos, como desníveis, rachaduras e lixeiras ou árvores mal posicionadas.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Cenário urbano brasileiro &#8211; Censo 2022</strong></span><br />
Ruas com calçada | 146.380.867 (84%)<br />
Calçada com rampa para cadeirante | 26.475.698 (15,2%)<br />
Calçada sem obstáculos | 32.799.617 (18,8%)</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Moradores com calçada &#8211; 2010 | 2022</strong></span><br />
BR: 146.380.867 | 102.027.318<br />
<span style="color: #ff0000;">MG: 12.430.449 | 16.186.504</span><br />
BH: 2.102.643 | 2.111.567</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Moradores sem calçada &#8211; 2010 | 2022</strong></span><br />
BR: 56.943.433 | 27.349.528<br />
<span style="color: #ff0000;">MG: 3.923.334 | 1.718.114</span><br />
BH: 154.366 | 189.801</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Territórios com mais calçadas</strong></span><br />
1º: Distrito Federal (92,9%)<br />
2º: Goiás (92,6%)<br />
3º: São Paulo (91,6%)<br />
<span style="color: #ff0000;">4º: Minas Gerais (90,3%) </span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Piores</strong></span><br />
Amapá (57,1%)<br />
Roraima (60,3%)</p>
<p><span style="color: #ff0000;">Fonte:</span> Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Estudo feito em setores censitários selecionados para a Pesquisa Urbanística do Entorno dos Domicílios. Ou seja, não foi realizada em TODOS os domicílios brasileiros.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Mais 70 anos</span></strong></p>
<p>Mesmo que problemas como passeios quebrados ou com pisos escorregadios sejam preocupantes para todos, é a Pessoa com Deficiência (PCD) quem mais sofre. A falta de uma rampa de acesso para cadeirantes, por exemplo, impede o mínimo de segurança de deslocamento para esse cidadão. De acordo com Jaison Cervi, geógrafo da Coordenadoria de Geografia do IBGE e responsável pelo estudo urbanístico, no ritmo atual de implantação de rampas nas calçadas, o Brasil levará cerca de sete décadas para atender à necessidade da atualidade.</p>
<p>&#8220;Considerando que em 12 anos (entre os Censos de 2010 e 2022) houve acréscimo em mais 20 milhões de pessoas residindo em domicílios em cuja calçada ou passeio havia rampa para cadeirantes, levaríamos aproximadamente 70 anos para que a totalidade da população tivesse acesso a este importante equipamento urbano, mantido o ritmo de crescimento da oferta e as variáveis demográficas&#8221;, disse o especialista.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">Entre os problemas que atrapalham a qualidade de uma calçada, estão:</span></p>
<p><em>&#8211; Buracos e desníveis;</em><br />
<em>&#8211; Ausência de faixa tátil para pessoas com deficiência visual</em><br />
<em>&#8211; Rachaduras e piso escorregadio ou quebrado por razões diversas, incluindo raízes de árvores expostas;</em><br />
<em>&#8211; Postes de luz mal posicionados;</em><br />
<em>&#8211; Lixeiras, caçambas, bancos, etc, mal localizados ou mal instalados;</em><br />
<em>&#8211; Entulho ou itens abandonados;</em><br />
<em>&#8211; Degraus ou rampas sem padrão;</em><br />
<em>&#8211; Falta de largura adequada para passagem;</em><br />
<em>&#8211; Publicidade ou placas que obstruem o caminho.</em></p>
<p>No Brasil, as calçadas devem ter acessibilidade, conforme é regulamentado pela Lei nº 10.098/2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para esse fim para Pessoas com Deficiência (PCD) ou com mobilidade reduzida. Em complemento, a norma ABNT NBR 9050 também estabelece critérios para a acessibilidade em calçadas, incluindo largura mínima de faixa livre para circulação de pedestres, pisos antiderrapantes, ausência de desníveis e obstáculos, entre outros.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Experiência própria</span></strong></p>
<p>O aposentado Leonardo José de Mattos <em>(foto abaixo)</em>, de 69 anos, tornou-se cadeirante em 1978, após um acidente de carro. Ele é presidente da Associação Mais Acessível (AMA), entidade criada em 1982 para defender os direitos das pessoas com deficiência. Segundo ele, entre 0 e 10, sendo 0 a pior nota e 10 a melhor, a capital mineira receberia nota 1 em acessibilidade.</p>
<p>Um dos principais motivos para uma avaliação tão ruim é, justamente, a qualidade das calçadas. &#8220;Já caí mais de mil vezes por causa de calçada irregular. É uma realidade de quebrar cadeira, quebrar eixo, que joga o cadeirante no chão. Então, se sai à rua, vai precisar de ajuda de terceiros. Isso prejudica a autonomia da PCD&#8221;, afirmou Leonardo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-48766" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/06/download-58.jpg" alt="" width="1600" height="1064" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/06/download-58.jpg 1600w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/06/download-58-768x511.jpg 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/06/download-58-1536x1021.jpg 1536w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2025/06/download-58-900x600.jpg 900w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></p>
<p><em>Na foto, Leonardo José de Mattos. Crédito: João Godinho/O Tempo</em></p>
<p>Para minimizar os problemas, a AMA sugere que o poder público municipal assuma a responsabilidade pela padronização das calçadas. Na atualidade, é o dono do imóvel quem tem, por lei, que construir e manter o passeio em bom estado. Em BH, essa determinação faz parte do Código de Posturas do Município (Lei 8.616/2003).</p>
<p>&#8220;Qualquer cadeirante sofre muito nessa cidade (BH). A gente atua para tentar convencer a prefeitura a cuidar do passeio, pois o proprietário da casa, muitas vezes, é instável. Um vizinho tem dinheiro e boa vontade para fazer a calçada corretamente, já o outro, não, resultando em um passeio irregular&#8221;, declarou. A reportagem procurou a PBH para entender se há chances de que as calçadas sejam assumidas pelo Executivo, mas não havia obtido retorno até a publicação desta matéria.</p>
<p>O também aposentado Felicíssimo Batista Neto, de 65 anos, perdeu completamente a visão há 18 anos, devido a um quadro de glaucoma associado a diabetes. Ele diz que consegue andar sozinho em BH, mas assume que isso é um risco à própria integridade.</p>
<p>&#8220;Setenta por cento das calçadas de BH são uma armadilha para cegos e cadeirantes. Principalmente aqueles riscos no chão: se você seguir aquilo, você cai no meio da rua, entra no meio dos carros, bate em muro. Então, é preciso ficar atento ao barulho dos carros ao invés de seguir (o piso tátil)&#8221;, disse. Felicíssimo também reclama da falta de cuidado de moradores com suas calçadas. &#8220;As pessoas têm que se preocupar com os deficientes e arrumar os passeios. Mas eles não arrumam e não há ninguém que fiscalize (as irregularidades)&#8221;, completou.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Problema multifatorial</span></strong></p>
<p>Para Sandra Nogueira, professora de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), e doutora em Planejamento Urbano e Regional, a questão da melhoria das calçadas no Brasil é complexa e vai muito além da responsabilização do proprietário do imóvel. Segundo ela, historicamente, as cidades brasileiras foram pensadas e construídas sem priorizar a mobilidade do pedestre.</p>
<p>&#8220;Foi privilegiado o veículo motorizado, resultando em espaços públicos fragmentados e inseguros para circulação a pé. Além disso, as calçadas vêm sendo cada vez mais disputadas por usos diversos, como comércio informal, mobiliário urbano, placas e equipamentos que, embora tragam vitalidade aos espaços públicos, também limitam e dificultam o deslocamento seguro e confortável das pessoas, especialmente aquelas com mobilidade reduzida ou deficiência&#8221;, afirmou.</p>
<p>Para tornar o tema ainda mais complexo, ela completa que a fiscalização sobre irregularidades é insuficiente, somada a uma população que ainda não entende completamente a importância do respeito à acessibilidade e do direito do uso compartilhado à cidade. &#8220;Fatores que, juntos, explicam o cenário atual apontado pelo Censo&#8221;, disse. Para solucionar o desafio, a especialista propõe que a discussão seja um processo contínuo e colaborativo entre poder público e cidadãos.</p>
<p>&#8220;Isso inclui uma revisão crítica da legislação urbanística, mas também a criação de espaços de diálogo e parcerias comunitárias. É fundamental investir em educação cidadã que estimule o respeito à acessibilidade e à inclusão, reforçando o compromisso com os direitos de todas as pessoas que vivem e circulam pela cidade. Uma mudança real só acontecerá com uma gestão pública responsável e cidadãos conscientes do seu papel em garantir uma cidade acessível, segura e verdadeiramente democrática para todos&#8221;, encerrou.</p>
<p>Alysson Coimbra, diretor da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego, também propõe que a solução vá além da responsabilização individual. Segundo ele, é fundamental pensar em uma relação entre cidadão e poder público, com alternativas que podem ser implementadas pelas prefeituras, incluindo incentivo fiscal, com redução no valor do IPTU para imóveis que mantêm suas calçadas em boas condições; programas de cooperação entre prefeitura e moradores para divisão de responsabilidades; multas e notificações educativas, mas com um caráter pedagógico antes de punitivo; e projetos de calçadas padronizadas, em que a prefeitura oferece materiais ou mão de obra subsidiada, especialmente em áreas de maior vulnerabilidade.</p>
<p>&#8220;A solução passa por transformar o cuidado com a calçada em um tema coletivo, e não apenas uma obrigação individual. Quando o poder público, os moradores e os comerciantes trabalham juntos, a cidade toda se beneficia: menos acidentes, mais mobilidade, mais saúde e um ambiente urbano mais humano&#8221;, declarou Coimbra.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Questão de saúde</span></strong></p>
<p>O diretor da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego ainda lembra que as calçadas irregulares ou em más condições representam risco à segurança de todos, especialmente aqueles com mobilidade reduzida, idosos, gestantes e crianças, que são mais vulneráveis a desequilíbrios e quedas. &#8220;Irregularidades como desníveis, buracos, rachaduras e má conservação podem levar a quedas que resultam em lesões ortopédicas, como entorses, fraturas de tornozelo e pé, e, em casos mais graves, traumatismos cranianos&#8221;, explicou.</p>
<p>Além disso, Coimbra afirma que a falta de manutenção das calçadas pode obrigar os pedestres a utilizarem a pista de rolamento, aumentando o risco de atropelamentos e outros acidentes de trânsito, o que, segundo ele, sobrecarrega o sistema de saúde pública com atendimentos de emergência, cirurgias e reabilitações. Os passeios irregulares ainda contribuem para a redução da mobilidade urbana, &#8220;desestimulando o uso de meios de transporte ativos e sustentáveis, como caminhar e andar de bicicleta&#8221;.</p>
<p>&#8220;Do ponto de vista da mobilidade urbana, calçadas acessíveis e seguras incentivam o deslocamento a pé, promovendo a mobilidade ativa. Isso contribui para a redução do sedentarismo, melhora a qualidade de vida da população e reduz a dependência de veículos motorizados, diminuindo o trânsito e as emissões de poluentes&#8221;, disse o especialista.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Regras do passeio</span></strong></p>
<p>Conforme previsto no Código de Posturas do Município (Lei 8.616/2003), o proprietário do imóvel deve construir, manter e conservar o passeio em bom estado. Em regra geral, os passeios precisam ter uma faixa reservada ao trânsito de pedestres e outra destinada ao mobiliário urbano (árvores, lixeiras, etc).</p>
<p>Em caso de irregularidade comprovada, o dono do imóvel pode ser multado. Em primeiro lugar, geralmente, o fiscal dá um prazo em dias para a solução do problema. Se ele não for resolvido, vêm as multas, que podem variar entre R$ 704,56 (para casos em que o proprietário reveste o passeio em desacordo com a norma) e R$ 3.522,90 (quando o responsável deixa de recompor passeio após a execução de obra ou serviço).</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Carteira de identificação especial garante cidadania para mais de 22 mil pessoas com espectro autista</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/04/08/carteira-de-identificacao-especial-garante-cidadania-para-mais-de-22-mil-pessoas-com-espectro-autista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2024 13:35:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GOVERNO]]></category>
		<category><![CDATA[Social]]></category>
		<category><![CDATA[Carteira de identificação especial]]></category>
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		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas com espectro autista]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento gratuito emitido pelo Governo de Minas já chegou a mais de 700 munícipios, e coleciona histórias de superação e autonomia

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Eu sou Arthur, um garoto autista. Eu tenho 16 anos e sou fã do Hulk, do Galo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A fala entusiasmada de Arthur Hygino mostra o papel importante da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea). No mês em que se comemora a Conscientização sobre o autismo, o documento gratuito emitido pelo <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.mg.gov.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1712668855144000&amp;usg=AOvVaw0_mQlkFDHB43tY-GL0f8LF">Governo de Minas</a></span> alcançou a marca histórica de 83% dos municípios atingidos (727 municípios), beneficiando e garantindo a cidadania de mais de 22 mil pessoas (22.633).</p>
<p>“Sou a mãe do Arthur. Ele é um adolescente autista que hoje anda de forma identificada. A Ciptea facilitou muito a nossa vida”, reconhece Maria Suely.</p>
<p>A enfermeira conta que durante muitos anos teve dedicação exclusiva nos cuidados ao filho, e hoje comemora a autonomia alcançada por Arthur. <u></u><u></u></p>
<p>&#8220;Durante o período da descoberta do diagnóstico nós passamos por alguns preconceitos, justamente por não ter antes uma forma de identificação dos autistas. Hoje, como nós temos a Ciptea, que é a identidade do autista, isso nos auxiliou muito”, reforça.</p>
<p>Graças à dedicação da família, e com o apoio da Ciptea, o atleticano apaixonado por futebol pôde frequentar estádios, passear pelas ruas do bairro e usar o transporte público sem a preocupação de ser questionado por recorrer aos seus direitos.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Visibilidade</strong></span></p>
<p>A Ciptea foi desenvolvida para garantir os direitos das pessoas com TEA, que muitas vezes são expostas a situações que não respeitam suas especificidades ou comprometem sua segurança e integridade.</p>
<p>Com esse documento, o cidadão tem direito ao pronto atendimento e prioridade no acesso a serviços públicos e privados, especialmente nas áreas de saúde, educação e assistência social.</p>
<p>Vinícius Carvalho é pai do pequeno Marcelo, e conta que já viveu episódios difíceis para conseguir atendimento.<br />
O empresário relata que desde que começou a identificar o filho com a Ciptea, a família ficou mais tranquila e confortável.</p>
<p>“Nós já chegamos a passar por situações de constrangimento em fila de supermercado, de postos de saúde, e até mesmo de idosos reclamando, porque o Marcelo estava na fila preferencial. A Ciptea facilitou para as pessoas entenderem as dificuldades do meu filho”, pontua.</p>
<p>O documento também contém informações de identificação da pessoa com TEA, contato de emergência e pode conter informações de seu representante legal ou cuidador, o que traz mais segurança e autonomia para os beneficiários da Ciptea.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Facilidade para emitir</strong></span></p>
<p>A Ciptea é um documento gratuito, e pode ser solicitado de forma fácil e rápida pela internet, pelo canal digital <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="http://cidadao.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://cidadao.mg.gov.br&amp;source=gmail&amp;ust=1712668855144000&amp;usg=AOvVaw0sbDDZWWX8brExVStnmEoN">cidadao.mg.gov.br</a> </span>ou pelo MG App. Também é possível solicitar o documento, presencialmente, em uma das 32 Unidades de Atendimento Integrado (UAIs) do estado.</p>
<p>Para realizar o processo virtual, o usuário precisa ter uma assinatura eletrônica Gov.br nível prata ou ouro.</p>
<p>É preciso realizar um cadastro, preencher as informações e anexar os documentos exigidos.<u></u><u></u></p>
<p>Após fazer a solicitação, o usuário receberá as atualizações do processo pelo e-mail cadastrado. A solicitação é enviada para a <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://social.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://social.mg.gov.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1712668855144000&amp;usg=AOvVaw2t7R5QwVc7d7y6okjYBDcD">Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais (Sedese-MG)</a></span> que é responsável pela análise e aprovação dos documentos.</p>
<p>Caso a Ciptea seja aprovada, a carteira digital é emitida. O cidadão pode ter acesso ao documento de forma rápida e segura através de um dispositivo móvel, além de poder baixar a Carteira de Identificação. Para mais informações sobre o serviço e informações sobre documentos necessários para emissão do documento, <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.mg.gov.br/servico/obter-carteira-de-identificacao-da-pessoa-com-transtorno-do-espectro-autista-ciptea" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.mg.gov.br/servico/obter-carteira-de-identificacao-da-pessoa-com-transtorno-do-espectro-autista-ciptea&amp;source=gmail&amp;ust=1712668855144000&amp;usg=AOvVaw0f8UgRNLgJ0KUI_LyciN6O">clique aqui</a>.</span></p>
<p>O empresário Vinícius Carvalho relembra o processo para solicitar e emitir a Ciptea do filho Marcelo, tudo de forma online e descomplicada. “Quando o neurologista fechou o laudo dele como autista, imediatamente eu entrei no site do Governo e consegui fazer a carteirinha, tudo muito simples. Com menos de uma semana a carteirinha já estava disponível para a gente poder baixar e, inclusive, poder imprimir”, contou.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Validade nacional</strong></span></p>
<p>A implementação da Ciptea foi resultado de um esforço conjunto do Governo de Minas, em parceria com associações, conselhos, representantes da sociedade civil e futuros usuários, demonstrando um compromisso efetivo com a inclusão e o bem-estar das pessoas com TEA.</p>
<p>A partir da regulamentação da Lei 13.977, conhecida como “Lei Romeo Mion”, de 8/1/2020, a Sedese e a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MG) iniciaram o trabalho para implementação do sistema de emissão da Carteira de Identificação que é emitida desde dezembro de 2021.</p>
<p>“A Ciptea é um motivo de muito orgulho para nós. Essa carteira serve para identificar e para incluir essas pessoas em serviços essenciais”, destaca a secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Elizabeth Jucá. “É uma política inclusiva e acolhedora para os mineiros”, completou.</p>
<p>“A Ciptea vem transformando a vida da pessoa com autismo em Minas Gerais desde a primeira emissão do documento, que trouxe inúmeros benefícios na garantia dos direitos de atendimento e acesso a serviços, além de mitigar episódios de preconceito em que a família e a pessoa autista poderiam enfrentar, destaca o secretário-chefe de <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.casacivil.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.casacivil.mg.gov.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1712668855144000&amp;usg=AOvVaw32rPAmiyyKqAaUJbBhRH7t">Casa Civil</a>,</span> Marcelo Aro.</p>
<p>Aro reforça ainda que a Carteira de Identificação passou por diversas atualizações e chegar à marca histórica de municípios alcançados pela política pública demonstra a preocupação do Governo de Minas em tornar a vida dos mineiros mais inclusiva.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Nacional</strong></span></p>
<p>Em 2023, para dar mais visibilidade e seguridade para os usuários da Ciptea, o governador Romeu Zema sancionou a Lei 24.532/23 que regulamentou a validade em todo território nacional do documento expedido em Minas.</p>
<p>“A carteira é válida em todos os estados do Brasil e foi implementada para entender as especificidades das pessoas com TEA. É interessante que muitos órgãos públicos e privados aceitam a Ciptea. As pessoas estão começando a conhecer e a entender para que ela foi implementada”, destaca a diretora Estadual de Políticas para Pessoas com Deficiência, Ana Lúcia de Oliveira.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Desburocratização</strong></span></p>
<p>Desde a sua implantação, em dezembro de 2021, o Governo de Minas trabalha para implementar melhorias nos processos de emissão da Ciptea, a fim de contribuir para uma melhor experiência do cidadão.</p>
<p>Além da assinatura eletrônica, desde fevereiro de 2024 é possível realizar a alteração de informações no documento 100% on-line, sem que o usuário precise se deslocar até uma UAI.</p>
<p>O cidadão pode pedir para alterar, por exemplo, dados pessoais, como nome social, cuidador, tipo sanguíneo, código da Classificação Internacional de Doenças (CID), endereço, entre outras informações, o que contribui para desburocratizar ainda mais o processo.</p>
<p>“Esse é um benefício para as famílias e para as próprias pessoas com TEA. Às vezes a pessoa precisa ir até uma UAI, precisa se deslocar com uma criança com autismo para solicitar a alteração. Agora ela pode fazer isso com mais facilidade”, ressalta Ana Lúcia de Oliveira.</p>
<p>A alteração no sistema também vai beneficiar todos os usuários da Ciptea quando for preciso renovar o documento que tem validade de cinco anos.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Abril azul</strong></span></p>
<p>O mês de conscientização Abril Azul foi estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de reconhecer os desafios enfrentados pelas pessoas com TEA, suas habilidades, contribuições e necessidades específicas.</p>
<p>A data de 2/4 foi então reconhecida, em 2007, para ampliar a compreensão e promover a inclusão dessas pessoas. No Brasil, a data foi instituída em 2018.</p>
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		<title>Cidadania portuguesa mais próxima dos norte-mineiros</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2022/10/11/cidadania-portuguesa-mais-proxima-dos-norte-mineiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 17:04:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco 1]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
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					<description><![CDATA[Entidades se mobilizam para emissão de passaporte português para gerar mais investimentos e projetos entre os dois países]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="532" height="351" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/cidadania-p.png" alt="" class="wp-image-13959" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/cidadania-p.png 532w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/cidadania-p-300x198.png 300w" sizes="(max-width: 532px) 100vw, 532px" /><figcaption><strong>Foto:</strong> Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência de Desenvolvimento Sustentável do Norte de Minas – ADENOR- e a Associação Comercial Industrial e de Serviços de Montes Claros – ACI, com o apoio do Elos Clube, vão receber o Cônsul de Portugal em Minas, Rui Almeida, no dia 21 de outubro, para mostrar as potencialidades de Portugal. Ele vai receber o cadastro de pessoas que desejem emitir o passaporte português. O objetivo é estreitar os laços entre os dois países, através de investimentos e projetos de desenvolvimento socioeconômico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Cônsul, Rui Almeida, do Consulado de Portugal em Minas Gerais, e Carlos Alberto Nunes Lopes, presidente da Câmara Portuguesa de Minas Gerais, vão abordar o tema “O Portugal do Século XXI” &#8211; Oportunidades, desafios e atração de investimentos no Norte de Minas. O Cônsul e o presidente da Câmara luso brasileira vão visitar o centro tecnologia Fundetec/ADENOR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro com empresários e comunidade em geral será na nova sede da ACI, na Av. Major Alexandre Rodrigues, 232, no Bairro Ibituruna, às 18h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alexandre Ramos, Cônsul Honorário de Portugal em Montes Claros, destaca que “o movimento econômico de norte- mineiros em busca de oportunidades em Portugal tem crescido nos últimos anos. Em 2019, foi realizado um convênio entre a Universidade do Porto e a Fundetec para projetos entre instituições de pesquisa e acadêmicas. Outra oportunidade é a Inatel, com base na Sudene, fazer projetos com incentivos diferenciados. Ainda temos a Engenharia Biomédica e a energia fotovoltaica, que podem ser algumas das principais tecnologias da região, em curto e médio prazos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Passaporte português</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Passaporte português vale para toda a comunidade europeia, e a emissão depende de formulário que será entregue ao cônsul de Portugal em Belo Horizonte, Ruy Almeida, que responde pelo consulado em todo o estado. O atendimento para cartão de cidadão, passaporte, nacionalidade e transcrição de casamento, será feito mediante agendamento através do e-mail consulado.belohorizonte@mne.pt, indicando nome completo, endereço e-mail, número de celular e qual o ato consular pretendido (cartão de cidadão, passaporte, nacionalidade ou transcrição de casamento).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações sobre a documentação que deverá ser apresentada podem ser consultadas no site: <strong><a href="https://belohorizonte.consuladoportugal.mne.gov.pt/pt/"><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">belohorizonte.consuladoportugal.mne.gov</span></a></strong>. O atendimento consular na ACI será no dia 22 de outubro, entre 08h30 e 12h30 e das 13h30 às 16h30, com todo o aparato para captar dados para um formulário, foto e digital, para cidadãos portugueses e seus descendentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de vagas é limitado, por isso é indispensável fazer o agendamento para ser atendido. Ligue 38 -2101 3303 e 98407 4137.</p>
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		<title>Nova Carteira de Identidade começa a ser emitida na próxima semana</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2022/07/22/nova-carteira-de-identidade-comeca-a-ser-emitida-na-proxima-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 20:30:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco 1]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[carteira]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a Receita Federal, as primeiras carteiras serão emitidas no Rio Grande do Sul, na próxima terça-feira. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1024" height="727" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/974A931B-A48F-4E65-B7B7-00CD2F9C3A7F.jpeg" alt="" class="wp-image-11720" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/974A931B-A48F-4E65-B7B7-00CD2F9C3A7F.jpeg 1024w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/974A931B-A48F-4E65-B7B7-00CD2F9C3A7F-768x545.jpeg 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/974A931B-A48F-4E65-B7B7-00CD2F9C3A7F-300x213.jpeg 300w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) começa a ser emitida na próxima terça-feira (26/7). De acordo com o Decreto nº 10.977/2022, o novo documento adotará o CPF como registro geral, único e válido para todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Receita Federal, as primeiras carteiras serão emitidas no Rio Grande do Sul, na próxima terça-feira. Depois, o novo documento poderá sair no Acre, Distrito Federal, em Goiás, Minas Gerais e no Paraná.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, a Receita Federal pontuou que, inicialmente, serão registradas as novas identidades apenas para os cidadãos que estiverem com as informações no CPF de acordo com suas certidões atualizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cidadãos que não possuírem ou estiverem com as informações incorretas no CPF poderão recorrer aos canais de atendimento a distância da Receita Federal para resolver sua situação. No futuro, os próprios órgãos de identificação civil farão novas inscrições e atualizações no CPF”, informou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para atualizar informações do CPF, o cidadão deve procurar o site da Receita Federal, por meio&nbsp;<a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/atualizar-cadastro-de-pessoas-fisicas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">deste link</a>. Em alguns casos, o procedimento gera um protocolo de atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas situações, o usuário pode enviar seus documentos para a Receita Federal por e-mail. Para atualizar o CPF por e-mail, é preciso juntar os seguintes documentos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>documento oficial da identicidade com foto;</li><li>certidão de nascimento ou de casamento, se no documento de identidade não constar naturalidade, filiação ou data de nascimento;</li><li>comprovante de endereço;</li><li>foto de rosto (selfie) do cidadão (ou responsável legal, se for o caso) segurando o próprio documento de identidade.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para o cidadão com 16 ou 17 anos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>se for solicitado por um dos pais, documento de identidade oficial com foto do solicitante (um dos pais).</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para menores de 16 anos, tutelados ou sujeitos à guarda:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>documento de identidade oficial com foto do solicitante (um dos pais, tutor ou responsável pela guarda);</li><li>documento que comprove a tutela ou responsabilidade pela guarda, conforme o caso, do incapaz.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para cidadão com deficiência e mais de 18 anos (solicitado por parente até 3º grau)</p>



<ul class="wp-block-list"><li>laudo médico atestando a deficiência;</li><li>documento de identificação oficial com foto do solicitante (cônjuge, convivente, ascendente, descendente ou parente colateral até o 3º grau);</li><li>documento que comprove o parentesco.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de juntar os documentos, a solicitação deve ser enviada por e-mail para um dos endereços a seguir:</p>



<figure class="wp-block-image size-full" id="attachment_2292366"><img loading="lazy" decoding="async" width="719" height="567" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/BCAFC80D-B040-44BD-B601-FEEE570DDE8E.jpeg" alt="" class="wp-image-11719" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/BCAFC80D-B040-44BD-B601-FEEE570DDE8E.jpeg 719w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2022/07/BCAFC80D-B040-44BD-B601-FEEE570DDE8E-300x237.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 719px) 100vw, 719px" /></figure>
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