<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>carne &#8211; Revista Tempo</title>
	<atom:link href="https://revistatempo.com.br/tag/carne/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://revistatempo.com.br</link>
	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 Jul 2024 12:04:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2020/09/cropped-logo_sticky-32x32.png</url>
	<title>carne &#8211; Revista Tempo</title>
	<link>https://revistatempo.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Câmara cede à pressão e inclui carne em lista isenta de imposto</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/07/11/camara-cede-a-pressao-e-inclui-carne-em-lista-isenta-de-imposto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 13:06:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imposto]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[câmara]]></category>
		<category><![CDATA[carne]]></category>
		<category><![CDATA[imposto]]></category>
		<category><![CDATA[reforma tributaria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistatempo.com.br/?p=33511</guid>

					<description><![CDATA[Emenda apoiada pela bancada ruralista foi incluída pouco após aprovação do texto-base
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pouco depois de aprovar o texto-base da regulamentação da reforma tributária sem as carnes na cesta básica com alíquota zero, a Câmara dos Deputados acolheu uma emenda do PL e incluiu as proteínas animais na lista de produtos isentos de impostos. “Estamos acolhendo no relatório da reforma todas as proteínas”, disse o relator do projeto, o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).</p>
<p>O líder do governo na Câmara, José Guimarães, que mais cedo chegou a dizer que o PT e o governo não iriam fazer emendas para carnes, também comunicou a inclusão. “Quero comemorar a inclusão das proteínas na cesta básica. A cada minuto temos uma agonia”.</p>
<p>Antes, as carnes estavam na lista de redução de 60% da alíquota do Imposto sobre Valor Agregado (IVA). A inclusão ocorreu após pressão do setor do agronegócio, contrariando o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-A), e a equipe econômica do governo. Até o fechamentos desta edição, os deputados seguiam discutindo outras emendas ao projeto.</p>
<p>Líderes parlamentares passaram o dia debatendo possíveis alterações no texto, sendo que a principal delas era justamente a inclusão das proteínas animais na cesta básica. Apesar de ter sido defendida pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a isenção para a carne era combatida por Lira.</p>
<p>O argumento é que a medida pode aumentar em até 0,57 ponto percentual a alíquota padrão dos novos tributos a serem criados, a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que é federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), destinado a Estados e municípios. Nesse casos, o índice médio previsto pode passar de 26,5% para 27,07%, contrariando um dos pilares da reforma tributária.</p>
<p>Mas a oposição na Câmara dos Deputados, com apoio da bancada ruralista, insistia na inclusão das carnes no rol de produtos isentos. Outros setores, como o de saneamento e esgoto, por exemplo, também tentavam ser beneficiados com descontos na tributação.&lt;/CW&gt; Ao todo, o texto recebeu quase 800 sugestões de alterações, que seriam debatidas noite adentro.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Mudanças </span></strong></p>
<p>Em relação à versão anterior, a proposta apresentada ontem por Lopes reduz a alíquota do IBS que incidirá em medicamentos e amplia o cashback nos serviços de energia elétrica, água e esgoto. No texto original, teria alíquota zero uma lista de 383 remédios. Do restante, uma parte obteria uma isenção de 60%, e, em outra, incidiria o valor total do imposto.</p>
<p>No novo texto, com exceção dos medicamentos com 100% de isenção, todos os outros registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou produzidos por farmácias de manipulação terão a redução em 60%.</p>
<p>Outra redução inserida pelo relator vale para planos de saúde de animais domésticos, que terão uma alíquota 30% menor do que o padrão. Além disso, conforme o texto, seguem reduzidas a zero as alíquotas incidentes sobre absorventes e tampões.</p>
<p>O novo relatório apresentado por Reginaldo Lopes amplia de 50% para 100% o cashback do imposto pago pelo consumidor de baixa renda, inscrito no CadÚnico do governo federal, nas contas de luz, água e esgoto. Segue mantida a devolução total do tributo no botijão de gás. Os demais bens e serviços contarão com cashback de 20%. (<span style="color: #ff0000;"><em>Com Eduardo Cucolo/Folhapress</em></span>)</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">33511</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
