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	<title>arritmia cardíaca &#8211; Revista Tempo</title>
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		<title>Exercícios em excesso e estresse: o que mais pode levar à arritmia cardíaca, que matou Izquierdo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 13:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[arritmia cardíaca]]></category>
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					<description><![CDATA[Zagueiro uruguaio Juan Izquierdo e o técnico do Flamengo Tite foram acometidos pela condição
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estresse, exercícios físicos intensos, infecções e certos medicamentos podem desencadear um ritmo anormal de batimentos do coração, um quadro conhecido como arritmia cardíaca. Doenças preexistentes, como infarto, hipertensão e alterações estruturais ou genéticas do coração também são fatores de risco.</p>
<p>O assunto ganhou repercussão depois que o técnico do Flamengo, Tite, 63, e o zagueiro uruguaio Juan Izquierdo, 27, foram acometidos, na última quinta-feira (22), pela arritmia cardíaca durante as disputas das oitavas de final da Copa Libertadores. Juan morreu nessa terça-feira (27).</p>
<p>Palpitações, tontura, desmaio, falta de ar e dor no peito são alguns dos sintomas mais comuns. No caso de Izquierdo, ele chegou a cair no gramado durante a partida e teve uma parada cardíaca.</p>
<p>O cardiologista Antonio Amorim, especialista pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), explica que o coração possui um sistema elétrico que, em condições normais, gera e distribui impulsos para garantir um batimento regular. &#8220;A arritmia ocorre quando esses estímulos elétricos são gerados em locais indevidos, causando um tipo de curto-circuito e o coração sai do ritmo normal&#8221;, afirma.</p>
<p>&#8220;Uma parada cardíaca pode ocorrer como consequência de arritmia. Inclusive, a maioria dos casos de parada cardíaca é desencadeada por uma arritmia severa&#8221;, acrescenta.<br />
Segundo o cardiologista Roberto Kalil, presidente do Conselho Diretor do InCor (Instituto do Coração) da USP (Universidade de São Paulo) e diretor geral do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês, a arritmia cardíaca é um termo amplo que inclui diversos tipos de ritmos cardíacos anormais.</p>
<p>&#8220;Tem arritmias benignas, que não representam risco de vida, e as malignas, que podem ser fatais&#8221;, diz. Em casos graves, especialmente em jovens, doenças como miocardiopatia hipertrófica e displasia arritmogênica do ventrículo direito requerem cautela na prática de atividade física.</p>
<p>Kalil afirma que a necessidade de limitação ou ajuste no exercício de alta intensidade depende da condição do paciente. &#8220;Cada caso precisa ser avaliado individualmente para determinar quais atividades são seguras e quais devem ser evitadas&#8221;, diz.</p>
<p>No Brasil, cerca de 20 milhões de pessoas (1 em cada 10) apresentam algum tipo de arritmia cardíaca, segundo estimativas da Sobrac (Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas). A doença é a causa de mais de 320 mil mortes súbitas ao ano no país.</p>
<p>A maioria delas é benigna -quando interfere no batimento cardíaco, mas raramente leva à morte. Já as malignas, potencialmente mais letais e fator de risco para AVC (Acidente Vascular Cerebral), atingem cerca de dois milhões de brasileiros. Qualquer pessoa pode desenvolver uma arritmia ao longo da vida, especialmente sob condições físicas extremas.</p>
<p>&#8220;Atletas que praticam atividade física de resistência, como maratonistas e ciclistas, podem desenvolver alterações estruturais no coração, o que aumenta o risco de apresentarem uma arritmia chamada fibrilação atrial&#8221;, explica Amorim.</p>
<p>Esse é um tipo de arritmia benigna que ocorre na parte superior do coração (supraventricular) &#8211; o quadro diagnosticado no técnico Tite- e mais prevalente com o aumento da idade.</p>
<p>Apesar de não oferecer risco imediato de vida, a fibrilação atrial pode ter complicações sérias, como a formação de coágulos dentro do coração. &#8220;Esses coágulos podem se desprender e se deslocar para o cérebro, causando um AVC&#8221;, afirma Amorim. Existem ainda as arritmias na parte inferior do coração, conhecidas como ventriculares, e mais graves.</p>
<p>O tratamento vai depender do tipo específico e da gravidade da doença. Na maioria dos casos, é feito um acompanhamento clínico e uso de medicamentos antiarrítmicos.</p>
<p>Também pode incluir procedimentos de ablação para destruir focos anormais de impulsos elétricos no coração, e a implantação de dispositivos como o cardiodesfibrilador implantável (CDI) para prevenir morte súbita em pacientes com arritmias importantes. <span style="color: #ff0000;"><em>(VITOR HUGO BATISTA/Folhapress) </em></span></p>
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