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	<title>agricultores &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
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	<title>agricultores &#8211; Revista Tempo</title>
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		<title>Biocombustível de macaúba mudará vida de agricultores em MG, diz Lula</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/09/02/biocombustivel-de-macauba-mudara-vida-de-agricultores-em-mg-diz-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 10:04:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agroindústria]]></category>
		<category><![CDATA[Montes Claros]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Acelen Renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
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		<category><![CDATA[Macaúba]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Lula inaugura empresa, em Montes Claros,  que investirá R$ 3 bi em biocombustíveis em MG
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A agricultora Maria Eunice Soares de Machado Costa, de 60 anos de idade, moradora de Montes Claros (MG), descobriu que a macaúba que planta em sua roça poderia transformar não só a própria realidade, mas também mudar o mundo.</p>
<p>Nesta sexta (29), ela foi chamada de “revolucionária” pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na inauguração do Centro de Tecnologia e Inovação Agroindustrial da empresa Acelen Renováveis. Vai ser pela macaúba que será produzido biocombustível com um investimento previsto de US$ 3 bilhões.</p>
<p>“Para mim, é uma grande alegria saber que nós, agricultores, vamos fazer parte desse investimento que vai não só favorecer a nós, mas também ao meio ambiente”, disse a trabalhadora rural. Ela faz parte da Cooperativa dos Agricultores Familiares e Agroextrativista Ambiental do Vale do Riachão.</p>
<p>No evento de inauguração, o presidente Lula pediu para que ela contasse ao público e às outras autoridades presentes que, desde a década de 1990, ela luta pela sustentabilidade da região.</p>
<p>“Essa mulher tem muito a ver com a história da sobrevivência da macaúba aqui nessa região”, testemunhou Lula.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Luta pela produção</span></strong></p>
<p>Ao microfone, lembrou que o Rio Riachão, que banha a área, começou a secar depois que fazendeiros da região instalaram pivôs de irrigação apenas para as próprias terras e tirando água dos pequenos produtores.  “Foi uma luta muito grande durante três anos. Até que conseguimos lacrar os pivôs dos grandes produtores”, disse a agricultora.</p>
<p>Segundo explica a empresa, o fruto extraído pelos produtores passa pelo processo de limpeza e esmagamento. Depois, o óleo vegetal vira querosene de aviação verde, um diesel verde.</p>
<p>O projeto envolve uma área plantada de 180 mil hectares, sendo que 20% são de pequenos agricultores. A previsão é que, em 10 anos, sejam gerados 85 mil empregos.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">&#8220;Campeão do mundo&#8221;</span></strong></p>
<p>O presidente Lula, ao celebrar o trabalho dos pequenos produtores e a inauguração da empresa, defendeu que o Brasil será o campeão mundial na transição energética e dos combustíveis renováveis. Ele garantiu que a produção não fará com que sejam derrubadas florestas para plantar macaúba. “Nós temos mais de 40 milhões de hectares de terra degradadas”.</p>
<p>Além disso, o presidente defendeu parcerias comerciais em prol da sustentabilidade do planeta. “Nós é que temos que pensar que tipo de projeto de desenvolvimento que nós queremos. A gente não pode ficar na expectativa de que ficar rindo para os Estados Unidos vai fazer aquilo que nós precisamos”, disse o presidente.</p>
<p>Ele enfatizou que não se pode esperar que outros países resolvam os problemas do Brasil. “A gente não tem tempo de reclamar, a gente não tem tempo de chorar. A gente tem que acreditar e fazer as coisas acontecerem”, afirmou.</p>
<p>Ele celebrou o empreendimento e garantiu que será transformador para os produtores rurais. “Enquanto a planta não der a primeira colheita, os agricultores vão receber um pró labore”, disse o presidente.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Políticas públicas</strong></span></p>
<p>Também no evento desta sexta, o técnico de operações sênior da empresa, João Paulo dos Santos Fonseca, disse ao presidente que as políticas públicas foram decisivas para mudar a sua vida.</p>
<p>Ele concluiu a graduação dele em engenharia de produção com Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) sem que as dificuldades financeiras interrompessem os estudos.</p>
<p>“Essa oportunidade transformou a minha vida. Hoje, na empresa, tenho o privilégio de contribuir com entusiasmo para a transição energética do Brasil. Que a minha presença aqui possa inspirar outros jovens a acreditarem no seu potencial”, disse.</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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		<title>Projeto de extensão do campus da UFMG oferece assistência técnica a agricultores urbanos, em  Montes Claros</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/02/21/projeto-de-extensao-do-campus-da-ufmg-oferece-assistencia-tecnica-a-agricultores-urbanos-em-montes-claros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 16:17:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Montes Claros]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
		<category><![CDATA[Associação]]></category>
		<category><![CDATA[UFMG]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje, grupos de agricultores urbanos de cinco bairros de Montes Claros participam da iniciativa. São eles: Recanto das Águas, Village do Lago, Barcelona, Ciro dos Anjos e Renascença.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Criado inicialmente com o objetivo de mapear o número de agricultores urbanos no município de Montes Claros, o projeto de extensão Agricultura Urbana e Planejamento Urbanístico, hoje é um auxílio para dois grupos do município. A iniciativa está vinculada ao Programa de Desenvolvimento Rural e Apoio a Reforma Agrária (PRODERA). As atividades, realizadas pelo campus regional da UFMG em Montes Claros, começaram em 2010. Após diálogos com os agricultores, foi criado um trabalho mais integrativo envolvendo estudantes, docentes e técnicos da Unidade Acadêmica. O diretor do campus e coordenador do projeto, professor Hélder dos Anjos Augusto, explica que foram identificados três tipos de agricultores. “Há um tipo de agricultor que usa a própria propriedade. Nós temos também áreas que são públicas em que pequenos agricultores criam uma certa coletividade, uma cooperação entre eles e eles fazem uso dessas áreas. E temos áreas que são de associações onde eles conseguem demandar algumas políticas públicas a partir de algumas chamadas do Governo do Estado, do Governo Federal que possam proporcionar a aquisição de equipamentos, que a gente chama de kits da agricultura urbana”.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Assistência técnica</strong></span></p>
<p>Hoje, grupos de agricultores urbanos de cinco bairros de Montes Claros participam da iniciativa. São eles: Recanto das Águas, Village do Lago, Barcelona, Ciro dos Anjos e Renascença. Na associação de agricultores urbanos do bairro Ciro dos Anjos nove agricultoras atuam no projeto atualmente. Para muitas delas, o trabalho é uma forma de retomar os laços com a origem rural. “Quando a gente começou, era para mães de alunos aqui da escola. Aí, com isso a gente engajou aí que está até hoje, né? E por a gente gostar muito, porque a gente era da roça, né. Eu vou falar logo assim que a gente era da roça. E aí chegou aqui, achou essa oportunidade e a gente continuou e é muito prazeroso”, conta a agricultora urbana Romana de Jesus.</p>
<p>Mestre em agroecologia pela UFMG em Montes Claros, Giliarde Brito é um dos responsáveis por prestar assistência técnica ao grupo de mulheres. Ele destaca o perfil social das agricultoras do bairro. “Essas mulheres vêm do interior, migraram para Montes Claros mais de 40 anos atrás. Estamos falando de mulheres com 50 anos, até 78 ou 80 anos que cultivam a agricultura urbana. São mulheres que, algumas delas não têm a presença do marido, o marido já faleceu. São mulheres que, hoje, estão cuidando mais dos netos. A horta para essas mulheres é um refúgio”.</p>
<p>Janice Costa de Jesus, também agricultora do bairro Ciro dos Anjos, conta que cresceu acompanhando o pai nas feiras do antigo mercado na rua Coronel Joaquim Costa, no Centro da cidade. Hoje, ela é feirante no Mercado Central e também participa de feiras livres. Para ela, a assistência técnica recebida por meio do projeto de extensão tem reflexos diretos na qualidade dos produtos que entrega. “Eu me sinto segura. Gosto de coisa boa, minhas plantinhas todas boas, fornecer meus clientes. Então assim: aquilo é uma alegria. Os clientes me elogiarem que eu estou mandando coisa fresquinha, sem agrotóxico. Então pra mim não tem igual”.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Village Ativo</strong></span></p>
<p>A partir da articulação junto aos agricultores urbanos, teve início um projeto mais amplo junto ao Instituto Village Ativo, no bairro Village do Lago, próximo ao campus da UFMG em Montes Claros. Presidida por Adão Batista Rocha, ex-funcionário da jardinagem do campus, a organização tem várias frentes de trabalho como com jovens, na área do esporte, as mulheres na área de costura, artesanato e a agricultura urbana. Ele relembra que, aos poucos superou os desafios do início entre eles, o engajamento da comunidade. No futebol, por exemplo, já foram vencedores de campeonatos. “Hoje a gente entra para ser campeão. Agora mesmo, disputamos o Campeonato Norte Mineiro e a gente foi campeão invicto. E aí, com esse apoio que a UFMG dá, a gente tem condições de ir até eles e ajudar”, ressalta Adão Rocha.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Intercâmbio Sociedade e Universidade</strong></span></p>
<p>Os trabalhos com a agricultura urbana envolvem atividades na comunidade e também no campus. “Nós temos agora um trabalho de campo com essas famílias, um trabalho juntamente com nossos estudantes. Algumas atividades práticas são desenvolvidas nas áreas de produção desses agricultores e, muitas das vezes, esses agricultores também participam de algumas oficinas dentro da universidade” afirma Hélder dos Anjos Augusto.</p>
<p>Para os acadêmicos, esta é também a oportunidade de aprender na prática um pouco do dia a dia da profissão. Foi acompanhando agricultores urbanos do projeto que a estudante de Agronomia Fernanda Lourenço percebeu situações que normalmente não são registradas dentro do ambiente de pesquisa. “A gente ter uma vivência maior com os produtores aqui é bem diferente do que a gente ter uma vivência numa aula prática, porque às vezes, é uma condição mais controlada, não tem uma praga ou outra que pode vir a ter, que a gente estuda na teoria, mas às vezes, na prática, a gente não consegue ver, na universidade. Mas aqui a gente consegue ver e auxiliar o produtor se vai funcionar ou não”, analisa.</p>
<p>O trabalho desenvolvido pelo projeto Agricultura Urbana e Planejamento Urbanístico foi mostrado em uma reportagem feita pela TV UFMG publicada esta semana. O material tem produção de Ana Cláudia Mendes e Olívia Resende, reportagem e edição de conteúdo de Olívia Resende, imagens de Ângelo Araújo e Samuel do Vale e edição de Marcelo Duarte e Otávio Zonatto.</p>
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		<item>
		<title>Produtor afetado pela seca em Minas poderá renegociar dívidas</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/10/02/produtor-afetado-pela-seca-em-minas-podera-renegociar-dividas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2024 13:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Minas]]></category>
		<category><![CDATA[renegociar dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>
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					<description><![CDATA[Agricultores conseguirão rever contratos e parcelas com o Banco do Brasil, maior operador de crédito agrícola do país

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A<a href="https://www.mg.gov.br/instituicao_unidade/secretaria-de-estado-de-agricultura-pecuaria-e-abastecimento-seapa" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.mg.gov.br/instituicao_unidade/secretaria-de-estado-de-agricultura-pecuaria-e-abastecimento-seapa&amp;source=gmail&amp;ust=1727950036793000&amp;usg=AOvVaw3bHMlir3gnAg6bq0nYh3nC"> <span style="color: #ff0000;">Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa)</span></a><span style="color: #ff0000;"> </span>anuncia, após reunião com o Banco do Brasil, que a instituição financeira que os agricultores afetados pela seca severa no estado poderão rever suas dívidas com condições exclusivas.</p>
<p>O gerente de Agronegócios do Banco do Brasil para Minas Gerais, Bruno Machado, afirmou que o banco vai renegociar os contratos de custeio e as parcelas que tenham vencimento ainda este ano. Ele acrescentou que, mesmo com a renegociação, os agricultores continuam tendo acesso a linhas de crédito, sejam pequenos, médios ou grandes produtores.</p>
<p>Para saber como acessar as condições, os produtores devem procurar uma agência do Banco do Brasil.</p>
<p>Minas Gerais é, hoje, a maior carteira agrícola do banco, com R$ 52 bilhões aplicados no estado, frente a um total de R$ 330 bilhões em todo o Brasil, conforme Bruno Machado.</p>
<p>O secretário Thales Fernandes destaca que é fundamental apoiar o produtor frente às intempéries climáticas.</p>
<p>“Essa parceria mostra a força que o agro mineiro tem e a importância das linhas de financiamento para impulsionar a nossa agropecuária, para que ela continue a gerar renda, emprego e alavancando Minas Gerais. São oportunidades para que o produtor rural se mantenha no negócio e se fortaleça cada vez mais”, analisou.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Garantia safra</strong></span><br />
<u></u><u></u>Os recursos do Programa Garantia-Safra são outra possibilidade para quem foi afetado pela estiagem. Este ano, o Governo de Minas repassou cerca de R$ 5,7 milhões ao Fundo Garantia-Safra 2023/2024, aproximadamente 12% a mais em relação ao repasse feito na safra anterior. O aumento do aporte ampliou em 11% o número de agricultores beneficiados, chegando a aproximadamente 40 mil.</p>
<p>O benefício anual de R$ 1,2 mil é pago aos agricultores dos municípios que comprovem perdas de 50% ou mais das culturas cobertas pelo programa em razão de secas ou chuvas em excesso. O programa é destinado a residentes na região de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Ações de prevenção e mitigação</strong></span></p>
<p>Para além dos recursos financeiros, os agricultores estão se adaptando à seca com apoio da<a href="https://www.emater.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.emater.mg.gov.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1727950036793000&amp;usg=AOvVaw349R4W6gpzucRahIs4ch03"> <span style="color: #ff0000;">Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG)</span></a><span style="color: #ff0000;">. </span></p>
<p>Os extensionistas rurais ensinam técnicas para reter água no solo, como o uso de plantas de cobertura para melhorar a infiltração de água e o uso da palhada, que sobra após o corte destas plantas, para proteger e ajudar na diminuição da sua temperatura do solo.</p>
<p>Outras práticas de conservação do solo e da água ao alcance dos agricultores são a construção de barraginhas para captação de água, o terraceamento (também conhecido como ‘curva de nível’), e investir no cercamento de nascentes e recomposição das matas ciliares em rios e córregos.</p>
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		<item>
		<title>Projeto criado pela Credinor e Prefeitura Municipal de Lontra é finalista de prêmio nacional</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2024/07/16/projeto-criado-pela-credinor-e-prefeitura-municipal-de-lontra-e-finalista-de-premio-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 17:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Montes Claros]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
		<category><![CDATA[credinor]]></category>
		<category><![CDATA[Lontra]]></category>
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					<description><![CDATA[Única instituição financeira presente no município, a Credinor foi convidada pela administração municipal para propor uma solução de pagamentos e recebimentos, uma vez que a própria prefeitura não poderia transferir o valor diretamente na conta dos beneficiários.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto &#8220;Vale Feira&#8221;, criado por meio de uma parceria entre o Sicoob Credinor e a Prefeitura Municipal de Lontra, está ganhando destaque nacional após figurar entre os finalistas do Prêmio ProsperaCoop, na categoria Social. Este reconhecimento premia práticas sustentáveis implementadas por cooperativas financeiras no Brasil, alinhadas aos princípios de ESG (Environmental, Social e Governance) e Finanças Sustentáveis.</p>
<p>Criado pela Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras), o prêmio recebeu mais de 150 inscrições, que foram julgadas por um time de 22 especialistas voluntários. Para a final, foram selecionados 12 projetos, sendo três em cada uma das categorias: Meio Ambiente, Social, Governança e Finanças Sustentáveis.</p>
<p>O &#8220;Vale Feira&#8221; foi lançado em 2021 com o objetivo principal de proporcionar segurança alimentar para 200 famílias em situação de vulnerabilidade no município. Por meio de um benefício mensal de R$ 50,00 por família, destinado exclusivamente à compra de alimentos na feira da agricultura familiar, o projeto visa melhorar a qualidade da alimentação e ao mesmo tempo fortalecer a agricultura local.</p>
<p>Única instituição financeira presente no município, a Credinor foi convidada pela administração municipal para propor uma solução de pagamentos e recebimentos, uma vez que a própria prefeitura não poderia transferir o valor diretamente na conta dos beneficiários.</p>
<p>Diante da solicitação, uma equipe de colaboradores da cooperativa se envolveu na demanda e criou o “Vale Feira”, projeto de agricultura sustentável e segurança alimentar que não se limita ao aspecto social, visto que integra os pequenos produtores da Associação dos Feirantes de Lontra (ASFELON), o que promove a inclusão financeira desses empreendedores locais e fortalece o princípio da retenção de riquezas nos próprios municípios.</p>
<div id="attachment_33711" class="wp-caption alignnone" ><a href="https://revistatempo.com.br/?attachment_id=33711" rel="attachment wp-att-33711"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-33711" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-16-at-13.29.01-scaled.jpeg" alt="" width="741" height="494" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-16-at-13.29.01-scaled.jpeg 2560w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-16-at-13.29.01-768x512.jpeg 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-16-at-13.29.01-1536x1024.jpeg 1536w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-16-at-13.29.01-2048x1366.jpeg 2048w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-16-at-13.29.01-900x600.jpeg 900w" sizes="(max-width: 741px) 100vw, 741px" /></a><p class="wp-caption-text">Créditos: Solon Queiroz</p></div>
<p>“A feira livre acontece todos os sábados e conta com cerca de 22 agricultores cadastrados, que comercializam os mais diversos produtos. Para regulamentar o projeto, foi celebrado um termo de colaboração entre o município de Lontra e a ASFELON, que mensalmente recebe o dinheiro da prefeitura e faz os repasses para as famílias beneficiadas”, explica a chefe de gabinete da prefeitura de Lontra, Janete Ferreira.</p>
<p>Com o apoio da Credinor, os feirantes foram contemplados, de forma gratuita, com uma máquina de cartão Sipag para receberem os pagamentos, que são efetuados por meio do cartão Coopcerto, além das barracas para a feira. Após o sucesso do projeto, outras cidades da região, como Bocaiuva e Coração de Jesus, já aprovaram lei municipal para implementar a iniciativa, enquanto Itacambira e Capitão Enéas estudam a implementação do “Vale Feira”.</p>
<p><strong>PREMIAÇÃO</strong></p>
<p>Os vencedores do Prêmio ProsperaCoop serão anunciados durante o 15º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred), no dia 7 de agosto, em Belo Horizonte (MG). As cooperativas campeãs receberão um troféu e terão a oportunidade de apresentar as ações ao público do congresso. Os projetos premiados também serão publicados no e-book Melhores Práticas Sustentáveis do Cooperativismo de Crédito Brasileiro, editado pela Confebras, além de serem divulgados no site e nas redes sociais da instituição.</p>
<p>“Estamos orgulhosos de ver o impacto positivo do &#8216;Vale Feira&#8217; em Lontra e a indicação como finalista no Prêmio ProsperaCoop. Esse projeto foi idealizado com um objetivo muito bem desenhado e que está sendo atingido, fazendo jus ao nosso propósito de desenvolver os municípios onde estamos inseridos”, comenta o presidente do Sicoob Credinor, Dario Colares.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Incentivo do Governo de Minas beneficia 4,8 mil agricultores que coletam e processam frutos do Cerrado mineiro</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2023/12/12/incentivo-do-governo-de-minas-beneficia-48-mil-agricultores-que-coletam-e-processam-frutos-do-cerrado-mineiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 13:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[agricultores]]></category>
		<category><![CDATA[frutos do Cerrado mineiro]]></category>
		<category><![CDATA[Incentivo do Governo de Minas]]></category>
		<category><![CDATA[norte de minas]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária e Abastecimento (Seapa)]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Agricultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Aporte de R$ 1,5 milhão do Pró-Pequi será utilizado em seis associações do Norte de Minas para reestruturação produtiva.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <span style="color: #ff0000;"><a style="color: #ff0000;" href="https://www.mg.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Governo de Minas</a> </span>tem investido em ações de agroextrativismo para apoiar o sustento de agricultores e garantir condições de exploração dos frutos do Cerrado e de sua área de transição para a Caatinga. No Norte de Minas, seis entidades de agricultura familiar, que beneficiam cerca de 4,8 mil pessoas na região, vão receber aporte de R$ 1,5 milhão do Programa Pró-Pequi, da <a href="https://www.mg.gov.br/agricultura" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #ff0000;">Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa)</span></a>, para reestruturação produtiva de equipamentos como associações e cooperativas. Hoje,  na região, mais de 60 mil famílias dependem do agroextrativismo.</p>
<p>É o caso da Associação Comunitária dos Pequenos Produtores Rurais de Riacho D’Antas e Adjacências, com sede no município de Montes Claros, uma das seis entidades de agricultura familiar selecionadas por meio de edital de chamamento público e aprovadas pelo conselho diretor do programa. Valney Soares Costa, de 39 anos, líder da associação, que trabalha com o beneficiamento de coco macaúba, conta que ela nasceu da persistência para a superação de dificuldades na microrregião e viveu vários altos e baixos desde a criação, em 2009.</p>
<p>“A associação começou devido à falta d’água no Riachão. Teve uma luta para lacrar grandes pivôs que existiam na nascente e, nisso, viram a necessidade de algo para manter o pequeno produtor, para que ele tivesse outra oportunidade de emprego e renda. O produto com abundância por aqui e que nunca tinha sido trabalhado era o coco macaúba. Então, da luta do Rio Riachão, foi implantado um projeto, vários parceiros ajudaram a construir o galpão, compraram equipamentos e começou o beneficiamento do coco”, lembra.</p>
<p>No auge das atividades, os associados criaram a Cooperativa de Agricultores Familiares e Agroextrativistas Ambiental do Vale do Riachão (Cooperriachão), que envolveu 62 comunidades dos municípios de Brasília de Minas, Mirabela, Coração de Jesus e Montes Claros e chegou a coletar 400 toneladas de coco macaúba por ano. Houve época em que se comprava também a produção do Alto Paranaíba e do Ceará para beneficiá-la.</p>
<p>“Porém, veio a pandemia de covid, e a cooperativa esteve fechada por dois anos. No final de 2021, a gente, vendo a cooperativa fechada, um tio nosso teve AVC,  vendo se perder aquela dedicação dele em colocar a cooperativa em funcionamento e também o sonho da nossa avó de desenvolver a comunidade. Aí, eu e a minha tia Maria Eunice, reabrimos a cooperativa. A gente teve vários gargalos, muitas dívidas, mas a gente já conseguiu pagar parte delas e voltou a ter contato com os extrativistas, a coletar o coco e ao processamento”, resume Valney.</p>
<p>A seleção no edital de chamamento público chega em boa hora para a retomada dos trabalhos após a fase mais crítica. “A presença da Secretaria de Agricultura, para a gente, é fundamental. A gente necessita muito de apoio, até para poder depois caminhar com as próprias pernas. Melhoria de produtos, melhoria nas estruturas, a questão de comunicação, de vendas. É uma coisa que estão fazendo pela gente, que futuramente a gente não vai necessitar mais e esse apoio será para outras pessoas. Mas, inicialmente, para a gente é fundamental”, comenta o agroextrativista.</p>
<p>Os recursos de aproximadamente R$ 270 mil destinados à Associação Comunitária dos Pequenos Produtores Rurais de Riacho D&#8217;Antas e Adjacências serão destinados à compra de um tanque de aço para a higienização de frutas, um refrigerador horizontal, um quebrador cinético para amêndoas, um despolpador de macaúba, uma prensa extratora de óleos vegetais, uma mesa inox e uma de secagem para a desidratação. No local, o beneficiamento resulta, entre outros itens, em óleos, sabão e shampoo.</p>
<p>“Muitos dos extrativistas nem sabem o que se faz com o coco, os produtos que são beneficiados. Quando eles veem, dizem: ‘daquele coco que eu pego lá, saem esses produtos aqui’. E para a gente, é uma alegria muito grande ouvir as pessoas relatando: ‘minha primeira geladeira, eu comprei com o dinheiro do coco macaúba’, ‘meu tanquinho de roupa, que eu não tinha, comprei com o dinheiro que eu juntei com coco macaúba aqui na comunidade’”, diz Valney.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Edital </strong></span></p>
<p>A finalidade do edital de chamamento público em que a associação de Valney foi contemplada é apoiar empreendimentos da Agricultura Familiar que atuam com produtos e frutos do Cerrado na estruturação de suas atividades produtivas, especialmente pela aquisição de equipamentos. Ao todo, devem ser beneficiadas cerca de 1,2 mil famílias.</p>
<p>Além do pequi, que dá nome ao programa, e do coco macaúba, podem ser citados entre esses alimentos típicos da vegetação regional, o baru, o buriti, a cagaita e diversos outros. Esses produtos nascem espontaneamente no bioma e vêm conquistando até mesmo o interesse internacional.</p>
<p>Entre os critérios de seleção para a política pública, estão a localização na área de abrangência do Cerrado e sua transição para a Caatinga, tratar-se uma Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos e, idealmente, ser composta por maioria de pequenos produtores com Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) &#8211; item relevante para a classificação dos inscritos.</p>
<p>&#8220;Antes do lançamento desse edital, nós fizemos uma consulta a essas pessoas e comunidades, para conhecer qual era a maior ou as maiores necessidades dessas entidades. Identificamos que uma das principais demandas era pela compra de equipamentos para os empreendimentos da Agricultura Familiar&#8221;, explica o assessor técnico da Seapa, Samuel Goulart.</p>
<p>Para o secretário de Agricultura, Thales Fernandes, o edital vem impulsionar o desenvolvimento socioeconômico regional. “A iniciativa vai permitir a agregação de valor aos produtos e, principalmente, a geração de empregos e renda. Com esse investimento, não apenas fortalecemos a cadeia produtiva, mas também oportunizamos o crescimento sustentável das comunidades”, avalia.</p>
<p>Em última instância, políticas públicas como esta são cruciais para a permanência das famílias no campo. A agroextrativista Magdalena Carvalho Silva, de 40 anos e moradora do município de Brasília de Minas, destaca a atividade como uma herança para as próximas gerações.</p>
<p>“Viver do extrativismo, para mim, significa uma vida mais saudável, e nem precisa de a gente sair da zona rural para ir à cidade em busca de emprego, porque na própria natureza, no nosso meio, tem tudo. A gente quer levar isso adiante, para outras pessoas, para os jovens, incentivá-los a catar”, declara Magdalena.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Pró-Pequi </strong></span></p>
<p>O Programa Mineiro de Incentivo ao Cultivo, à Extração, ao Consumo, à Comercialização e à Transformação do Pequi e Demais Frutos e Produtos Nativos do Cerrado (Pró-Pequi) é uma das principais políticas públicas do Estado de Minas Gerais voltadas para a sustentabilidade das espécies nativas do Cerrado.</p>
<p>No intuito de fornecer auxílio às populações que vivem e trabalham de forma sustentável no bioma, o Pró-Pequi incentiva práticas de extrativismo agroecológico e atividades de transformação e comercialização de frutos nativos.</p>
<p>&#8220;O agroextrativismo na agricultura familiar se faz importante especialmente no Norte de Minas. Cito o exemplo de Japonvar, onde a atividade é tão relevante que, sozinha, representa quase 20% do PIB do município, mesmo levando em conta a sazonalidade&#8221;, afirma Samuel.</p>
<p>Também neste ano, a Secretaria de Agricultura repassou R$ 950 mil à Prefeitura de Montes Claros, por meio do programa, para a execução do projeto “Arranjo Produtivo Local (APL) do Pequi e Frutos do Cerrado: negócio de impacto socioambiental”. A ação contribui para a comercialização de produtos in natura e beneficiados, o fortalecimento econômico local e o enriquecimento cultural gastronômico.</p>
<p>Estão previstos o mapeamento do mercado de produtos derivados do Cerrado, a sensibilização e a capacitação de agentes municipais para inserção dos frutos nos editais do Plano Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o estímulo ao seu consumo em bares, restaurantes e hotéis da cidade e a elaboração de materiais de divulgação, como cartilhas e livros.</p>
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