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	<title>Agronegócio &#8211; Revista Tempo</title>
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	<description>A melhor revista de Montes Claros</description>
	<lastBuildDate>Thu, 03 Sep 2026 15:18:01 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Agronegócio &#8211; Revista Tempo</title>
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	<item>
		<title>Morre Henrique Veloso Neto, um dos idealizadores do Sicoob Credinor e pioneiro do cooperativismo de crédito na região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 15:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agroindústria]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[Visionário, Henrique trouxe para a região um projeto que ajudaria a transformar o acesso ao crédito no Norte de Minas Gerais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Henrique Veloso Neto</strong></span>, um dos idealizadores e fundadores do <span style="color: #339966;"><strong>Sicoob Credinor</strong></span>, morreu nesta quinta-feira, 3 de setembro, aos 96 anos, em Montes Claros. Reconhecido como pioneiro do cooperativismo de crédito no Norte de Minas, <span style="color: #ff0000;"><strong>Henrique</strong></span> foi responsável por trazer para a região um modelo que, décadas depois, transformaria a vida de milhares de produtores rurais, empreendedores e famílias por meio do cooperativismo.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Henrique</strong></span> teve papel decisivo na concepção da <span style="color: #339966;"><strong>Credinor</strong></span>. Foi ele quem identificou, ainda na década de 1980, o potencial das cooperativas de crédito. Após conhecer essa experiência durante uma viagem ao Sul do país, voltou ao Norte de Minas convencido de que o mesmo modelo poderia dar fôlego à economia local e ampliar o acesso ao crédito para os produtores rurais.</p>
<p>A ideia, considerada ousada para a época, deu origem à mobilização que culminou na fundação da <span style="color: #339966;"><strong>Cooperativa de Crédito Rural do Norte de Minas</strong></span>, em 29 de outubro de 1985, instituição que se tornaria o atual <span style="color: #339966;"><strong>Sicoob Credinor</strong></span>, cuja atuação de <span style="color: #ff0000;"><strong>Henrique</strong></span> foi fundamental para estruturar os primeiros passos da cooperativa e viabilizar seu funcionamento.</p>
<p>Na <span style="color: #339966;"><strong>Credinor</strong></span>, ele ocupou importantes funções. Exerceu os cargos de diretor-secretário e vice-presidente da cooperativa, além de integrar o <span style="text-decoration: underline;">Conselho de Administração</span>. Sua atuação no cooperativismo ultrapassou os limites da instituição, tendo sido também responsável pela articulação que resultou na criação de outra cooperativa de crédito em Montes Claros.</p>
<p>Ao longo da vida, <span style="color: #ff0000;"><strong>Henrique</strong></span> recebeu diversas homenagens da <span style="color: #339966;"><strong>Credinor</strong></span> pela contribuição ao cooperativismo. Durante sessão solene realizada na <strong>Assembleia Legislativa de Minas Gerais</strong> em comemoração aos 20 anos da <span style="color: #339966;"><strong>Credinor</strong></span>, ainda em 2005, o então presidente da cooperativa, <span style="color: #ff0000;"><strong>Heli de Oliveira Penido</strong></span>, destacou que <span style="color: #ff0000;"><strong>Henrique Veloso</strong></span> possuía o conhecimento técnico necessário para estruturar uma cooperativa de crédito e foi quem deu &#8220;corpo e forma&#8221; ao projeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-64244" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58.jpeg" alt="" width="2560" height="1706" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58.jpeg 2560w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58-945x630.jpeg 945w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58-768x512.jpeg 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58-1536x1024.jpeg 1536w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58-2048x1365.jpeg 2048w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58-900x600.jpeg 900w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2019, já na gestão de <span style="color: #ff0000;"><strong>Dario Colares</strong></span>, a <span style="color: #339966;"><strong>Credinor</strong></span> criou o <strong>“Prêmio Henrique Veloso”</strong>, iniciativa voltada ao reconhecimento de colaboradores que desenvolvem projetos de inovação alinhados aos valores da cooperativa. A homenagem passou a associar o nome do pioneiro às iniciativas que contribuem para sua evolução e para a continuidade do trabalho iniciado ainda na década de 1980. A premiação é realizada anualmente durante a <span style="color: #339966;"><strong>Convenção do Sicoob Credinor</strong></span>, encontro que reúne, em Montes Claros, colaboradores e dirigentes da cooperativa.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Henrique Veloso</strong></span> fazia questão de participar da cerimônia e entregar pessoalmente a comenda aos vencedores. Mesmo nos últimos anos, quando as limitações físicas impostas pela idade e pelas condições de saúde tornavam sua presença mais difícil, não deixou de comparecer às edições do evento.</p>
<p>No ano de 2023, outra homenagem reforçou essa ligação com a história da cooperativa. O prédio da <span style="color: #339966;"><strong>Agência Agro da Credinor</strong></span>, localizado no <strong>Parque de Exposições João Alencar Athayde</strong>, em Montes Claros, recebeu o nome de <span style="color: #339966;"><strong>Henrique Veloso Neto</strong></span>. A escolha eternizou seu nome em um espaço diretamente ligado ao meio rural, setor onde nasceram as articulações que deram origem à <span style="color: #339966;"><strong>Credinor</strong></span>.</p>
<p>A última homenagem prestada pela <span style="color: #339966;"><strong>Credinor</strong></span> a <span style="color: #ff0000;"><strong>Henrique Veloso</strong></span> aconteceu no dia 11 de agosto deste ano, com a inauguração do <span style="color: #339966;"><strong>Memorial do Cooperativismo</strong></span>, em Montes Claros. Na ocasião, o pioneiro teve sua história novamente reconhecida em um espaço criado para preservar a memória daqueles que contribuíram para a construção da cooperativa e para o desenvolvimento do cooperativismo de crédito no Norte de Minas Gerais.</p>
<p>Para <span style="color: #ff0000;"><strong>Dario Colares</strong></span>, o presidente do <span style="text-decoration: underline;">Conselho de Administração</span> do <span style="color: #339966;"><strong>Sicoob Credinor</strong></span>, <span style="color: #ff0000;"><strong>Henrique Veloso</strong></span> foi um homem que enxergou possibilidades muito antes de elas se tornarem realidade. Sua capacidade de compreender o potencial do cooperativismo financeiro e de acreditar naquele modelo quando ele ainda dava os primeiros passos no Estado fez dele uma figura determinante na história da cooperativa e uma referência para as gerações que vieram depois: <em><strong>&#8220;Henrique foi um homem além do seu tempo. Ele conseguiu vislumbrar o benefício que uma cooperativa de crédito poderia trazer para a classe rural na época. Era um homem com visão de futuro e foi o pioneiro para trazer a ideia para Montes Claros. Ele se mostrou uma pessoa com um senso de cooperativismo muito forte para modificar a sociedade, participar e fazer a diferença na vida das pessoas&#8221;</strong></em>, enaltece <span style="color: #ff0000;"><strong>Dario</strong></span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58-1.jpeg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-64245" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58-1.jpeg" alt="" width="1707" height="2560" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58-1.jpeg 1707w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58-1-420x630.jpeg 420w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58-1-768x1152.jpeg 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58-1-1024x1536.jpeg 1024w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-03-at-11.00.58-1-1366x2048.jpeg 1366w" sizes="(max-width: 1707px) 100vw, 1707px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O sonho, que <span style="color: #ff0000;"><strong>Henrique</strong></span> ajudou a plantar, floresceu. Quatro décadas depois, aquela ideia pioneira se transformou em uma cooperativa com <span style="text-decoration: underline;">35 agências</span>, presente em <span style="text-decoration: underline;">28 cidades de Minas Gerais e da Bahia</span> e que reúne mais de <span style="text-decoration: underline;">47 mil cooperados</span> de todos os segmentos da sociedade. São números que ajudam a dimensionar o alcance de uma visão que nasceu da crença na cooperação e na capacidade das pessoas de construírem, juntas, novas possibilidades.</p>
<p>A <span style="color: #339966;"><strong>Família Credinor</strong></span> manifesta o mais profundo pesar pela morte de <span style="color: #ff0000;"><strong>Henrique Veloso</strong></span> e se solidariza com seus familiares, amigos e todos aqueles que tiveram o privilégio de compartilhar a sua trajetória.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/assinatura-2.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-64242" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/09/assinatura-2.jpg" alt="" width="509" height="338" /></a></p>
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		<item>
		<title>Crédito do Plano Safra recua 11,3% em Minas e chega a R$ 46,1 bilhões</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2026/08/17/credito-do-plano-safra-recua-113-em-minas-e-chega-a-r-461-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 07:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agroindústria]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[Juros mais altos, restrição de recursos e maior endividamento reduziram a demanda por crédito rural em Minas Gerais na safra 2025/26]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da safra 2025/26, o agronegócio de Minas Gerais demandou um menor volume de crédito do Plano Safra empresarial do governo federal. Nos 12 meses da safra, foram liberados R$ 46,1 bilhões para os produtores rurais, valor que retraiu 11,3% frente ao ano-safra anterior. A queda na contratação foi vista tanto na agricultura, que encerrou o período com retração de 12,3% no valor do crédito contratado, quanto na pecuária, cujos desembolsos retraíram 9,6%. Minas Gerais respondeu por 13,4% da demanda pelo crédito disponibilizado no Plano Safra 2025/2026.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Assim como visto no Estado, em nível nacional, os desembolsos do crédito rural caíram 10,3%, com a liberação de R$ 344 bilhões. Os juros mais altos combinados com a indisponibilidade de recursos e o <a href="https://diariodocomercio.com.br/agronegocio/inadimplencia-rural-minas-gerais-agro/" target="_blank" rel="noopener" data-mrf-recirculation="recirculacao-conteudo" data-mrf-link="https://diariodocomercio.com.br/agronegocio/inadimplencia-rural-minas-gerais-agro/">maior endividamento do produtor rural</a> são fatores que interferiram de forma negativa na demanda pelo crédito rural em Minas Gerais e no País.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nos primeiros 12 meses da safra 2025/26 houve queda de 2,4% no número de contratos fechados, que encerrou o período em 251.873 unidades no Estado. A queda também foi observada em nível nacional, de 2,6%, com 2,44 milhões de contratos aprovados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A maior parte dos recursos contratados em Minas Gerais foi destinada à atividade agrícola. Ao todo foram R$ 30,2 bilhões contratados pelos produtores rurais, valor 12,3% menor que os R$ 34,5 bilhões registrados na safra anterior. Para a pecuária foram liberados R$ 15,9 bilhões, gerando, assim, uma retração de 9,6% nas contratações.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A economista, consultora em agronegócios e CEO da Vértice Agro, Aline Veloso, explica que a queda no valor desembolsado ao longo do Plano Safra 2025/26 é o resultado de uma combinação de fatores econômicos, financeiros e regulatórios. “Os juros estiveram elevados ao longo da maior parte da safra, o que aumenta o custo das operações. Somado a isso, houve um avanço do endividamento e da inadimplência, fatores que reduziram a capacidade de pagamento dos produtores e elevou a percepção de risco das instituições financeiras”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto de impacto foi o receio em relação às novas exigências socioambientais para a concessão do crédito, especificamente, sobre o uso das informações dos dados do Programa de Monitoramento do Desmatamento por Satélite (PRODES), que se tornou um critério obrigatório na análise de crédito rural pelas instituições financeiras. Embora a obrigatoriedade tenha sido adiada para janeiro de 2027, a discussão sobre o tema gerou efeitos antecipados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“No primeiro semestre de 2026, a exigência gerou bastante receio para os produtores rurais e também junto às instituições financeiras. Na prática, os produtores enfrentam maior seletividade por parte das instituições financeiras. As exigências mais rigorosas quanto à capacidade de pagamento, garantias, documentação e conformidade socioambiental já começaram a ser verificadas antes mesmo da validade da exigência. Muitos produtores, nesse período de 2025/26, tiveram pedidos parcialmente atendidos, precisaram recorrer a linhas com recursos livres, que são com custo mais elevado, até mesmo pela indisponibilidade de recursos do próprio Plano Safra”, explicou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Aline destaca que a queda nos desembolsos do Plano Safra 2025/26 não ocorreu por falta de necessidade de crédito, mas pelas barreiras de acesso encontradas no mercado. “Pontualmente, a percepção é de que o produtor não deixou de buscar crédito por falta de necessidade, mas porque encontrou esse ambiente com maior incerteza e com maior dificuldade de acesso.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para ela, a complexidade crescente das exigências para acessar o crédito rural acaba eleva o custo de conformidade das propriedades rurais e gera insegurança na tomada de decisões, afetando principalmente os pequenos e médios produtores, que dependem do crédito oficial para a manutenção de suas atividades produtivas</p>
<h2 id="h-desembolsos-do-credito-rural-cairam-em-todas-as-linhas" class="wp-block-heading">Desembolsos do crédito rural caíram em todas as linhas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Conforme os dados da <a href="https://www.mg.gov.br/instituicao_unidade/secretaria-de-estado-de-agricultura-pecuaria-e-abastecimento-seapa" target="_blank" rel="noopener nofollow">Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa)</a>, ao longo do Plano Safra 2025/26, entre as linhas, as contratações do crédito rural para o custeio somaram R$ 26,2 bilhões, queda de 10,6%. Para a agricultura, foram liberados R$ 15,6 bilhões, 8,4% a menos. Na pecuária a queda chegou a 13,8%, somando R$ 10,6 bilhões liberados. Ao todo, os contratos aprovados somaram 93.598 unidades, resultando, então, em uma queda de 13,7%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os produtos, no último mês da safra, a maior parte dos recursos do crédito de custeio destinado para a agricultura foi aplicada no café, R$ 390,1 milhões, seguido pela soja, R$ 304,1 milhões, pelo milho, R$ 49,20 milhões, e pela cana-de-açúcar, com R$ 25,06 milhões. No caso da pecuária, a produção de bovinos demandou R$ 671 milhões, seguida pela produção de suínos, com R$ 38,01 milhões, e pela avicultura, com R$ 22,19 milhões.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Assim como na linha de custeio, os desembolsos para investimentos e comercialização também recuaram. No caso dos recursos totais para investimentos a queda foi de 14,4% e somou R$ 10,8 bilhões contratados, ante os R$ 12,6 bilhões desembolsados ao longo da safra passada. Para a agricultura, foram demandados R$ 7 bilhões, retração de 14,9%. Para a pecuária houve a destinação de R$ 3,7 bilhões, 13,6% a menos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A linha de comercialização também registrou redução nas liberações ao longo da safra 2025/26. No Estado, os desembolsos chegaram a R$ 6,2 bilhões, queda de 19,2%. Na agricultura houve queda de 27,5% no valor, com a contratação de R$ 5,4 bilhões. Nesta linha, a pecuária apresentou resultados positivos, com um desembolso 342% maior que o registrado na safra passada e somando R$ 80 milhões.</p>
<h2 id="h-credito-para-agricultura-familiar-cresce" class="wp-block-heading">Crédito para agricultura familiar cresce</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Os dados da Seapa mostram ainda que para a agricultura familiar, ao longo da safra 2025/26, foram desembolsados R$ 7,39 bilhões. Ao contrário da agricultura empresarial, houve uma alta de 18,8% no volume de recursos liberados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, foram R$ 68,7 bilhões, aumento de 8,5%. Com o resultado, Minas Gerais ocupou a quarta posição entre os estados que mais demandaram recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) entre julho de 2025 e junho de 2026, atrás do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://diariodocomercio.com.br/agronegocio/desembolsos-credito-rural-recuo-mg/?utm_source=email&#038;utm_medium=toolkit&#038;nsl_uk=uk_7ca7e21e9e8d4f5796ab36de681aa985</p>
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		<title>Biodiversidade na pauta da agenda de comunicação no agro brasileiro</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2026/08/01/biodiversidade-na-pauta-da-agenda-de-comunicacao-no-agro-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 08:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[AGRONOMIA E ADMINISTRAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[Somos uma potência agrícola e, ao mesmo tempo, um dos países com maior biodiversidade do planeta]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um mundo cada vez mais impactado pelas mudanças climáticas, a biodiversidade deixou de ser apenas um tema ambiental. Ela passou a influenciar investimentos, comércio internacional, segurança alimentar e competitividade econômica. Nesse cenário, poucos países possuem uma vantagem tão relevante quanto o Brasil.</p>
<p>Somos uma potência agrícola e, ao mesmo tempo, um dos países com maior biodiversidade do planeta. A combinação entre capacidade produtiva, recursos naturais e conhecimento científico coloca o Brasil em posição privilegiada para liderar a transição para uma economia de baixo carbono. O desafio é que essa realidade nem sempre é compreendida pela sociedade e tampouco comunicada com a clareza necessária.</p>
<p>Existe uma distância entre aquilo que o país efetivamente realiza e a percepção construída sobre ele. Reduzir essa lacuna deveria ser uma prioridade nacional.</p>
<p>Isso não significa criar uma narrativa idealizada sobre o campo brasileiro ou ignorar problemas que ainda precisam ser enfrentados. O combate ao desmatamento ilegal continua sendo uma condição indispensável para fortalecer a credibilidade do país e ampliar sua competitividade internacional. Em um ambiente cada vez mais atento a critérios socioambientais, reputação tornou-se um ativo econômico.</p>
<p>Ao mesmo tempo, é preciso reconhecer avanços concretos que muitas vezes permanecem invisíveis fora dos círculos especializados. A 9ª Pesquisa ABMRA Hábitos do Produtor Rural mostra que, entre os produtores envolvidos em iniciativas relacionadas ao crédito de carbono, 66% atuam na conservação de áreas naturais, 42% adotam técnicas agrícolas sustentáveis e 34% desenvolvem ações de reflorestamento. Esses números revelam que a preservação ambiental já integra a estratégia de uma parcela relevante dos produtores brasileiros e ajudam a demonstrar como conservação e produção podem caminhar juntas em uma mesma propriedade.</p>
<p>A mesma pesquisa revela outro dado significativo: 86% dos produtores acreditam que eventos extremos, como secas prolongadas, chuvas intensas e temperaturas mais elevadas, terão impacto sobre suas atividades nos próximos anos. Trata-se de um indicador importante porque demonstra que as mudanças climáticas não são percebidas como uma discussão distante da realidade do campo. Pelo contrário. Elas já influenciam decisões de investimento, manejo e planejamento produtivo.</p>
<p>Não por acaso, 72% dos produtores afirmam adotar práticas voltadas ao aumento da eficiência no uso de insumos e à redução de impactos ambientais. Isso mostra que sustentabilidade e produtividade caminham cada vez mais juntas. A adaptação climática deixou de ser apenas uma demanda regulatória ou uma exigência de mercado para se tornar uma necessidade econômica.</p>
<p>O problema é que boa parte dessas transformações ainda circula de forma limitada entre especialistas, entidades setoriais e agentes da cadeia produtiva. Enquanto isso, a percepção pública continua sendo frequentemente moldada por informações fragmentadas ou por episódios isolados que acabam definindo a imagem de um setor extremamente diverso e complexo.</p>
<p>É justamente por isso que a biodiversidade precisa se transformar em uma agenda de comunicação para o Brasil.</p>
<p>Não se trata de propaganda. Trata-se de construir uma comunicação baseada em dados, transparência e diálogo. Uma comunicação capaz de aproximar campo e cidade, ampliar o entendimento da sociedade sobre os desafios da produção de alimentos e dar visibilidade às iniciativas que contribuem para conservar recursos naturais, recuperar áreas degradadas e reduzir emissões.</p>
<p>O país possui ativos ambientais que serão cada vez mais valorizados pela economia global. Mas nenhum ativo gera reconhecimento por si só. É preciso demonstrar resultados, comunicar evidências e construir confiança.</p>
<p>A biodiversidade brasileira já ocupa lugar central na identidade nacional e será cada vez mais relevante para a competitividade do país. O que ainda precisa ganhar visibilidade é como ela é conservada e o papel que o campo desempenha nessa construção. Comunicar essa realidade com transparência, equilíbrio e base em evidências é um passo fundamental para aproximar sociedade e produção rural, fortalecer a reputação brasileira e posicionar o país como uma referência global em produção e conservação.</p>
<p><b>Sobre a ABMRA</b></p>
<p>A Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA) é a única entidade voltada exclusivamente ao marketing e à comunicação do Agro. Fundada em 1979, a ABMRA completou 47 anos em junho de 2026.</p>
<p>Há quase 50 anos, atua no fortalecimento do marketing brasileiro, promovendo boas práticas e apoiando empresas e profissionais da cadeia produtiva na construção de uma comunicação mais eficiente, relevante e responsável.</p>
<p>Congrega todo o ecossistema da comunicação, tendo como Associados as indústrias (anunciantes), agências e veículos de mídia.</p>
<p>A ABMRA se posiciona como a “Casa do Marketing e da Comunicação do Agro”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_62883" class="wp-caption alignnone" ><a href="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Ricardo-Nicodemos-presidente-da-Associacao-Brasileira-de-Marketing-Rural-ABMRA1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-62883" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Ricardo-Nicodemos-presidente-da-Associacao-Brasileira-de-Marketing-Rural-ABMRA1.jpg" alt="" width="487" height="530" /></a><p class="wp-caption-text"><em><strong>Ricardo Nicodemos, presidente da Associação Brasileira de Marketing Rural &#8211; ABMRA</strong></em></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Produtores rurais de Bocaiuva recebem capacitação para fortalecer cooperativas</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2026/07/20/produtores-rurais-de-bocaiuva-recebem-capacitacao-para-fortalecer-cooperativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[AGRONOMIA E ADMINISTRAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Norte de Minas]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa do Sebrae Minas, em parceria com a Prefeitura e a Emater, prepara agricultores familiares em gestão, finanças, marketing e vendas para ampliar a competitividade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Centenas de pequenos produtores rurais que fazem parte de duas cooperativas da agricultura familiar em Bocaiuva, no Norte do estado, estão participando de uma série de capacitações do <span style="color: #3366ff;"><strong>Sebrae Minas</strong></span> para fortalecer as ações das entidades e promover o desenvolvimento sustentável. A iniciativa é realizada em parceria com a <strong>Prefeitura</strong> e a <strong>Emater</strong>.</div>
<div class="yiv3654089575elementToProof"></div>
<div class="yiv3654089575elementToProof">As atividades tiveram início em junho, e são direcionadas para áreas de gestão administrativa, planejamento, organização, liderança, finanças, marketing e vendas. Participam das ações a <span style="color: #339966;"><strong>Cooperativa Agropecuária de Engenheiro Dolabela Projeto de Assentamento Betinho (Cooperdola)</strong></span> e a <span style="color: #339966;"><strong>Cooperativa dos Agricultores Familiares de Morro Alto (Coopfama)</strong></span>.</div>
<div></div>
<div> <a href="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Cooperativas-atendidas-pelo-Sebrae-Minas.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-62685" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Cooperativas-atendidas-pelo-Sebrae-Minas.png" alt="" width="2000" height="1333" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Cooperativas-atendidas-pelo-Sebrae-Minas.png 2000w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Cooperativas-atendidas-pelo-Sebrae-Minas-945x630.png 945w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Cooperativas-atendidas-pelo-Sebrae-Minas-768x512.png 768w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Cooperativas-atendidas-pelo-Sebrae-Minas-1536x1024.png 1536w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Cooperativas-atendidas-pelo-Sebrae-Minas-900x600.png 900w" sizes="auto, (max-width: 2000px) 100vw, 2000px" /></a></div>
<div></div>
<div class="yiv3654089575elementToProof"></div>
<div class="yiv3654089575elementToProof">O trabalho envolve consultorias presenciais para representantes das cooperativas, e oficinas coletivas abertas aos cooperados. <em><strong>“O objetivo é preparar os produtores para conquistar novos mercados, aumentar o faturamento e organizar o controle financeiro da cooperativa”</strong></em>, destaca o analista do <span style="color: #3366ff;"><strong>Sebrae Minas</strong></span>, <span style="color: #ff0000;"><strong>Diego Corrêa Guimarães</strong></span>.</div>
<div class="yiv3654089575elementToProof"></div>
<div class="yiv3654089575elementToProof">Parte das ações envolve o treinamento em gestão do capital, análise de investimentos, custos e precificação, pontos que se tornaram ainda mais essenciais para as cooperativas. A <span style="color: #339966;"><strong>Cooperdola</strong></span>, que existe há sete anos, está em fase de ajustes administrativos para avançar comercialmente. A entidade reúne 120 cooperados e tem como carro-chefe a produção de quiabo. Só em 2025, foram comercializadas cerca de 28 mil caixas do fruto para a <span style="text-decoration: underline;">Central de Abastecimento de São Paulo</span>.</div>
<div class="yiv3654089575elementToProof"></div>
<div>Segundo o presidente da entidade, <span style="color: #ff0000;"><strong>Pedro Amauri de Oliveira</strong></span>, a cooperativa tem buscado uma atuação mais eficaz e profissional. <em><strong>“Por meio das capacitações será possível entender melhor e organizar as finanças. Após as consultorias, vamos iniciar um novo ciclo administrativo e esperamos ter uma cooperativa mais segura financeiramente”</strong></em>, afirma <span style="color: #ff0000;"><strong>Pedro</strong></span>.</div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div><a href="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/ricardo-guimaraes-lima-santos-assessor-sebrae-minas.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-62683" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/ricardo-guimaraes-lima-santos-assessor-sebrae-minas.jpg" alt="" width="484" height="162" /></a></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lançamento do Programa Mais Gestão e edital de seleção para empreendimentos da agricultura familiar será nesta quarta, 01/07</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2026/07/01/lancamento-do-programa-mais-gestao-e-edital-de-selecao-para-empreendimentos-da-agricultura-familiar-sera-nesta-quarta-01-07/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 11:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agroindústria]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Montes Claros]]></category>
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					<description><![CDATA[Serão selecionados 30 empreendimentos localizados nas regiões Norte de Minas, Noroeste de Minas, Vales do Jequitinhonha e Mucuri]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <span style="color: #339966;"><strong>Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG)</strong></span>, em parceria com o <span style="text-decoration: underline;">Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA)</span>, promoverá, nesta quarta-feira, 01/07, o lançamento oficial do <strong>Programa Mais Gestão</strong> e do edital de seleção destinado a cooperativas, associações e agroindústrias da agricultura familiar.</p>
<p>O evento acontecerá às <strong>15h</strong>, no<span style="color: #339966;"><strong> IFNMG &#8211; Campus Montes Claros</strong></span>, e reunirá representantes de empreendimentos da agricultura familiar interessados em fortalecer a gestão de seus negócios e ampliar as oportunidades de acesso aos mercados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/01.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-62377" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/01.jpg" alt="" width="650" height="505" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O <strong>Programa Mais Gestão</strong> tem como objetivo oferecer consultorias especializadas voltadas ao aperfeiçoamento da gestão organizacional, produtiva e comercial dos empreendimentos, contribuindo para o fortalecimento da agricultura familiar, o aumento da competitividade e a promoção do desenvolvimento regional.</p>
<p>Durante o evento, serão apresentados os objetivos do programa, os critérios do edital e as oportunidades oferecidas aos participantes.</p>
<p>As vagas são limitadas. Serão selecionados 30 empreendimentos localizados nas regiões<strong> Norte de Minas, Noroeste de Minas, Vales do Jequitinhonha e Mucuri</strong>.</p>
<p>A iniciativa reforça o compromisso do <span style="color: #339966;"><strong>IFNMG</strong></span> e do <span style="text-decoration: underline;">MDA</span> com o desenvolvimento sustentável dos territórios, por meio do fortalecimento das organizações da agricultura familiar e da promoção de ações que incentivem a geração de renda, a inovação e a inclusão produtiva.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Evento: Lançamento do Programa Mais Gestão e Edital de Seleção<br />
Data: 01/07/2026<br />
Horário: 15h<br />
Local: IFNMG – Campus Montes Claros (Rua Dois, 300 &#8211; Village do Lago I)<br />
Público-alvo: Cooperativas, associações e agroindústrias da agricultura familiar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/06/assinatura-19.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-62369" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/06/assinatura-19.jpg" alt="" width="533" height="256" /></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Política de desenvolvimento agrícola para a região Central de Minas é lançada na ExpoCurvelo 2026</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2026/05/18/politica-de-desenvolvimento-agricola-para-a-regiao-central-de-minas-e-lancada-na-expocurvelo-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agroindústria]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[governo do estado]]></category>
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					<description><![CDATA[Assinatura do decreto, considerado um marco para o planejamento territorial e o desenvolvimento agropecuário de Minas, ocorreu na abertura da Expo Curvelo 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governador de Minas Gerais, <span style="color: #ff0000;"><strong>Mateus Simões</strong></span>, assinou, nesta sexta-feira (15/5), o decreto que institui a <span style="text-decoration: underline;">Política Estadual de Desenvolvimento Agrícola da Região Central Mineira</span>, durante a abertura da <strong>81ª edição da Expo Curvelo</strong>, onde ele também participou da entrega de títulos de regularização de propriedades rurais a 53 famílias de produtores da agricultura familiar de <strong>Curvelo</strong>.</p>
<p>Considerado um marco para o planejamento territorial e o desenvolvimento agropecuário de Minas, o decreto reconhece oficialmente a região Central como área estratégica para articulação de políticas públicas voltadas à produção agropecuária, agroindustrialização, logística, inovação tecnológica, energia, irrigação, sustentabilidade e atração de investimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/05/NTF_6440.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-61169" src="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/05/NTF_6440.jpg" alt="" width="940" height="350" srcset="https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/05/NTF_6440.jpg 940w, https://revistatempo.com.br/wp-content/uploads/2026/05/NTF_6440-768x286.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 940px) 100vw, 940px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A política nasce com a proposta de superar a fragmentação institucional existente entre órgãos, programas e territórios, criando uma estrutura permanente de governança regional capaz de integrar ações do Estado e do setor produtivo.</p>
<h3><strong><em>&#8220;Este decreto vai trazer Curvelo como a nossa próxima fronteira agrícola. Ele estabelece, primeiro, um trabalho de diagnóstico para que a gente possa compreender de forma completa as nossas potencialidades e avança na direção da estruturação de propostas de aproveitamento da terra, de produção agrícola e pecuária da região&#8221;</em>, destacou o governador <span style="color: #ff0000;">Simões</span>.</strong></h3>
<p>O chefe do Executivo estadual frisou que, a partir desse diagnóstico, <em><strong>“vamos identificar quais são os investimentos que serão feitos por nós e pela entidade privada para aproveitar essa potencialidade que é evidente na região, que tem uma topografia muito propícia para a agricultura, que tem demanda já estabelecida, inclusive, com a indústria de processamento de grãos”</strong></em>.</p>
<p>O decreto prevê a criação da <span style="text-decoration: underline;">Câmara Técnica da Região Central Mineira (CT-Central)</span>, no âmbito do <span style="text-decoration: underline;">Conselho Estadual de Política Agrícola (Cepa)</span>, que será responsável pelo planejamento, acompanhamento e avaliação das ações integradas voltadas ao desenvolvimento regional.</p>
<p>Entre as atribuições da <span style="text-decoration: underline;">Câmara Técnica</span>, estão a elaboração de diagnóstico territorial, definição de prioridades estratégicas, articulação entre instituições públicas e privadas e monitoramento dos resultados alcançados.</p>
<p>A proposta foi construída de forma colaborativa pelo Governo de Minas com o setor produtivo e instituições de pesquisa, com participação das secretarias de <span style="text-decoration: underline;">Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa)</span> e de <span style="text-decoration: underline;">Desenvolvimento Econômico (Sede-MG)</span>, além do <span style="text-decoration: underline;">Sistema Faemg/Senar</span> e <span style="text-decoration: underline;">Embrapa Milho e Sorgo</span>.</p>
<h3><strong><em>&#8220;O potencial que temos aqui na região Central mineira é absurdo, e temos que aproveitar isso, diversificar nossos modelos produtivos. Dentro da política da agricultura irrigada, temos condições de produzir mais grãos nessa região. Todas as pautas levadas pelo agro ao Governo de Minas são tratadas com seriedade, analisadas e atendidas sempre que possível&#8221;</em>, enfatizou o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, <span style="color: #ff0000;">Thales Fernandes</span>.</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Tranquilidade e segurança jurídica</strong></h3>
<p>Para a entrega dos 53 títulos de propriedade em <strong>Curvelo</strong>, do <span style="text-decoration: underline;">Programa de Regularização Fundiária Rural</span>, foram investidos R$ 310 mil, oriundos do A<span style="text-decoration: underline;">cordo Judicial de Reparação de Brumadinho</span>, firmado em 2021 entre Governo de Minas, Ministério Público de Minas Gerais, Ministério Público Federal, Defensoria Pública de Minas Gerais e Tribunal de Justiça de Minas Gerais. <em><strong>“O documento na mão não é só uma questão de dormir tranquilo, sabendo que ninguém te toma. Mas é também uma questão de poder usar o terreno quando você precisar pegar o custeio lá no Banco do Brasil, é também mudar o valor da sua área, porque área com registro vale muito mais que área sem”</strong></em>, ressaltou o governador <span style="color: #ff0000;"><strong>Mateus Simões</strong></span>.</p>
<p>Além de garantir ao produtor rural segurança jurídica, a regularização da propriedade viabiliza o acesso a diversas políticas públicas como o crédito rural, abrindo caminhos para investimentos na propriedade e expansão das atividades produtivas, com a geração de emprego e aumento da renda familiar.  O documento facilita também os processos de aposentadoria dos produtores.</p>
<p>Esta não é primeira vez que produtores rurais de <span style="color: #ff0000;"><strong>Curvelo</strong></span> são contemplados com títulos. De 2022 até 2025, a Seapa fez a entrega de 75 documentos a agricultores familiares do município.</p>
<p>Produtores de <strong>Felixlândia, Inimutaba, Morro da Garça, Pompéu e Presidente Juscelino</strong> também tiveram a propriedade de terras regularizadas, totalizando a entrega de 283 títulos na região de 2021 até o momento. A previsão é de que, até o fim de 2026, sejam entregues 18 mil títulos em todo o estado.</p>
<p>Os recursos do <span style="text-decoration: underline;">Acordo de Brumadinho</span> foram utilizados também em outras ações para o desenvolvimento do agro em Minas, como a compra de máquinas e equipamentos agrícolas para os municípios e de kits feira.</p>
<p>O acordo responsabilizou a <span style="text-decoration: underline;">Vale</span> pelos danos causados pelo rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, em 25/1/2019, tragédia que matou 272 pessoas e provocou impactos sociais, ambientais e econômicos em toda a bacia do Rio Paraopeba e no estado.</p>
<h3>
<p><strong>Governo Presente</strong></h3>
<p>A assinatura do decreto em <strong>Curvelo</strong> faz parte da programação de transferência da capital do estado para <strong>Viçosa</strong> dentro da iniciativa <span style="text-decoration: underline;">Governo Presente</span>.</p>
<p>As transferências provisórias se repetem por 19 cidades até junho, em uma ação que busca reconhecer a importância e valorizar cada uma das regiões mineiras, além de possibilitar ao governador conhecer ainda mais de perto as demandas dos moradores locais, incluindo os municípios ao redor de cada capital provisória.</p>
<p>Com isso, o Governo de Minas pretende destacar o papel estratégico desempenhado pelos municípios no fortalecimento das políticas públicas, na descentralização administrativa e na promoção do desenvolvimento regional.</p>
<p>A iniciativa reforça a importância de aproximar a administração pública estadual das diversas regiões de Minas Gerais, estimulando o diálogo federativo, a articulação institucional e a presença do Estado em cada território.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/governo-de-minas-lanca-politica-de-desenvolvimento-agricola-para-a-regiao-central-e-entrega-titulos-de-regularizacao-fundiaria-em-curvelo</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Morre José Luiz Veloso Maia, ex-presidente da Sociedade Rural de Montes Claros e referência do Agro</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2026/04/18/morre-jose-luiz-veloso-maia-ex-presidente-da-sociedade-rural-de-montes-claros-e-referencia-do-agro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 15:12:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agroindústria]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Luto]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente da entidade morreu em decorrência de complicações causadas por pneumonia, deixando um legado marcante no setor agropecuário e no cooperativismo da região Norte de Minas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <span style="color: #339966;"><strong>Sociedade Rural de Montes Claros</strong></span> comunicou, com profundo pesar, o falecimento de <span style="color: #ff0000;"><strong>José Luiz Veloso Maia</strong></span>, ocorrido nessa quinta-feira (16), em Montes Claros. O ex-presidente da entidade morreu em decorrência de complicações causadas por pneumonia, deixando um legado marcante no setor agropecuário e no cooperativismo da região Norte de Minas.</p>
<p>Engenheiro agrônomo formado pela Universidade Federal de Viçosa, <span style="color: #ff0000;"><strong>José Luiz</strong></span> construiu uma trajetória pautada pelo compromisso com o desenvolvimento rural, pela defesa dos produtores e pelo fortalecimento das instituições ligadas ao agronegócio. Natural de Montes Claros, nasceu em 30 de novembro de 1944 — mesmo ano de fundação da Sociedade Rural, coincidência que simboliza sua profunda ligação com a história da entidade.</p>
<p>Filho de <span style="color: #ff0000;"><strong>Luiz Dias Maia</strong></span> e <span style="color: #ff0000;"><strong>Senhora Senhorinha Veloso Maia</strong></span>,<span style="color: #ff0000;"><strong> José Luiz</strong></span> deixa a esposa, <span style="color: #ff0000;"><strong>Doralice Nogueira Veloso Maia</strong></span>, além de filhas, netos e netas, que agora recebem o reconhecimento de toda a comunidade por sua contribuição à região.</p>
<p>Ao longo de décadas de atuação, exerceu funções relevantes em diversas instituições, consolidando-se como uma liderança respeitada no meio agropecuário. Entre suas principais contribuições, destacam-se a atuação na Associação de Crédito e Assistência Rural de Minas Gerais, a participação no Conselho Nacional de Desenvolvimento da Pecuária de Corte, além de ser sócio-fundador da Agropecuária Veloso Maia S.A.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>José Luiz</strong></span> também teve papel de destaque como presidente da Associação dos Criadores de Gado de Corte do Norte de Minas e da Cooperativa Agropecuária Regional de Montes Claros, além de ser fundador e diretor do Sicoob Credinor, instituição que se tornou referência no apoio ao desenvolvimento econômico regional, especialmente para pequenos e médios produtores.</p>
<p>Na <span style="color: #339966;"><strong>Sociedade Rural de Montes Claros</strong></span>, onde também atuou como diretor em diversos mandatos, <span style="color: #ff0000;"><strong>José Luiz Veloso Maia</strong></span> foi o 26º presidente da entidade. Sua gestão ficou marcada por desafios significativos, especialmente durante o período da pandemia da covid-19, quando precisou tomar decisões difíceis, como o cancelamento da Expomontes, priorizando a preservação da vida e a responsabilidade social.</p>
<p>Mesmo diante das adversidades, sua administração foi reconhecida por avanços importantes, incluindo a realização de obras estruturantes no Parque de Exposições João Alencar Athayde, espaço que abriga a Expomontes e outras grandes atividades do setor. Sua atuação firme também contribuiu para o fortalecimento institucional da entidade e para a valorização do produtor rural.</p>
<p>Visionário e defensor do cooperativismo, <span style="color: #ff0000;"><strong>José Luiz</strong></span> teve papel fundamental na consolidação do Sicoob Credinor, sempre destacando a importância das cooperativas como instrumentos de inclusão financeira, desenvolvimento sustentável e apoio à agricultura familiar.</p>
<p>Seu legado permanece vivo não apenas na história da <span style="color: #339966;"><strong>Sociedade Rural</strong></span>, mas também nas diversas instituições que ajudou a construir e fortalecer, além do impacto direto na vida de milhares de produtores e famílias da região.</p>
<p>Neste momento de luto, a <span style="color: #339966;"><strong>Sociedade Rural de Montes Claros</strong></span> manifestou solidariedade aos familiares e amigos, expressando suas mais sinceras condolências e reconhecendo a relevância de <span style="color: #ff0000;"><strong>José Luiz Veloso Maia</strong></span> como uma das grandes lideranças do agronegócio no Norte de Minas Gerais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>www.gazetanm.com.br/norte-de-minas-morre-jose-luiz-veloso-maia-ex-presidente-da-sociedade-rural-de-montes-claros-e-referencia-do-agro/</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Leilão Premium é realizado nesta quinta (23)</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/12/18/leilao-premium-e-realizado-nesta-quinta-23/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Revista Tempo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 13:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão]]></category>
		<category><![CDATA[Montes Claros]]></category>
		<category><![CDATA[leilão premium]]></category>
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					<description><![CDATA[A expectativa é de um grande volume de negócios, com cerca de 800 cabeças confirmadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Montes Claros (MG) – O Parque de Exposições João Alencar Athayde recebe, na próxima quinta-feira (18), o Leilão Premium, último leilão do ano no município, reunindo criadores, pecuaristas, investidores e representantes do agronegócio regional.</p>
<p>Promovido pela Sociedade Rural de Montes Claros e realizado pela Confboi Leilões, o evento marca o encerramento do calendário agropecuário de 2025 e reforça a importância do setor como motor do desenvolvimento econômico regional. A expectativa é de um grande volume de negócios, com cerca de 800 cabeças confirmadas.</p>
<p>O Leilão Premium terá como destaque a raça Nelore, reconhecida pela produtividade, qualidade genética e adaptação às condições brasileiras. Além de fomentar negócios, o evento fortalece parcerias, promove integração entre produtores e impulsiona toda a cadeia produtiva do campo à cidade.</p>
<p>O leilão contará com transmissão ao vivo pelo canal da Confboi no YouTube, ampliando o alcance e a participação de compradores de diversas regiões do país.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">SERVIÇO</span></strong></p>
<p>Evento: Leilão Premium</p>
<p>Data: Quinta-feira, 18</p>
<p>Local: Parque de Exposições João Alencar Athayde – Montes Claros</p>
<p>Realização: Confboi Leilões</p>
<p>Promoção: Sociedade Rural de Montes Claros</p>
<p>Transmissão: Canal da Confboi no YouTube</p>
<p>📞 <span style="color: #ff0000;">INFORMAÇÕES E LANCES</span></p>
<p>(38) 9 8405-8949 | (38) 9 8426-3267</p>
<p>Lances: (38) 9 9986-8838 | (38) 9 9972-7007</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>ALMG recebe 33ª edição da Feira da Agricultura Familiar nesta quinta (11)</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/12/11/almg-recebe-33a-edicao-da-feira-da-agricultura-familiar-nesta-quinta-11/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bia Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 16:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Politicas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[agroeconomia]]></category>
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		<category><![CDATA[Emater-MG]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento reúne produtores de diversas regiões de Minas e oferece alimentos, artesanato e outros produtos da agricultura familiar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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<p>A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) recebe, nesta quinta-feira (11/12/25), das 8 às 15 horas, a 33ª edição da Feira da Agricultura Familiar. O evento, que reúne produtores de diferentes regiões do Estado, é realizado no Espaço Democrático José Aparecido de Oliveira, na sede do Legislativo, em Belo Horizonte.</p>
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<p>Esta edição da feira contará com 25 produtores de 22 municípios mineiros, que trarão alimentos típicos, artesanato e produtos especiais da agricultura familiar. A iniciativa fortalece a economia local, valoriza tradições regionais e incentiva a cultura, a arte e a agroeconomia de Minas Gerais.</p>
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<p>Participam desta edição produtores de municípios como Acaiaca, Aiuruoca, Betim, Carmópolis de Minas, Congonhas, Esmeraldas, Felixlândia, Florestal, Formiga, Ipatinga, Itaguara, Itapecerica, Itatiaiuçu, Itaverava, Lagoa da Prata, Nova Lima, Ouro Preto, Queluzito, Rio Acima, Santana do Paraíso, São Gonçalo do Rio Abaixo e Sarzedo.</p>
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<p>Das 11 às 14 horas, o público presente pode conferir também uma apresentação musical de Petrônio Neves.</p>
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<p>A feira integra o convênio de cooperação mútua entre a Assembleia e a Emater-MG, renovado em maio deste ano, vigente por mais 24 meses. A atividade reforça o compromisso da Casa com o desenvolvimento da agricultura familiar no Estado.</p>
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		<title>Produtores rurais projetam ampliar produtividade e reduzir custos</title>
		<link>https://revistatempo.com.br/2025/12/11/produtores-rurais-projetam-ampliar-produtividade-e-reduzir-custos-apos-capacitacao-em-pecuaria-sustentavel-do-bdmg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bia Andrade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[GOVERNO]]></category>
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		<category><![CDATA[Extensão Rural]]></category>
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					<description><![CDATA[Banco concluiu curso com foco em agricultura regenerativa que reuniu mais de 800 produtores e profissionais do agro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
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<p>Com quase 20 anos de experiência em pecuária leiteira, Sérgio Guimarães vai iniciar uma nova fase na propriedade que administra em Sete Lagoas, na região Central do estado. A produção de adubo orgânico a partir dos dejetos dos animais acaba de ser incluída no planejamento do negócio depois de o produtor concluir uma capacitação gratuita em agricultura regenerativa promovida pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) para estimular a agricultura sustentável mineira.</p>
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<p>O curso, com foco em pecuária bovina, de leite e de corte, e em pastagens, teve a participação de 840 produtores rurais, profissionais de assistência técnica, estudantes, pesquisadores e outros atores do agronegócio e, no último sábado (6/12), foi concluído com o Dia de Campo, aula prática com visitas para aplicação das técnicas ensinadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim como Sérgio, eles receberam orientações sobre práticas regenerativas que contribuem não só para deixar o negócio mais rentável, mas para a resiliência climática e descarbonização no campo.</p>
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<h4>Crédito e formação</h4>
<p>“Ano a ano o BDMG amplia o fomento ao agronegócio. Isso ocorre não só com a oferta do crédito, mas a partir de uma formação de qualidade em sustentabilidade. Essa capacitação tem potencial para elevar a produção desses mineiros a um novo patamar, agregando valor e ampliando a competitividade no mercado”, afirma o presidente do banco, Gabriel Viégas Neto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Somente em 2025, até novembro, o BDMG liberou R$ 1 bilhão em financiamentos a projetos ligados ao agro, 30% a mais do que no mesmo período do ano anterior.</p>
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<p>A capacitação integra o programa LabAgroMinas do BDMG e da Embrapa Cerrados, que financia a transição da agricultura tradicional para a regenerativa no estado por meio das linhas de crédito Bioinsumos e Solo Mais. O financiamento permite a compra de insumos para o manejo regenerativo do solo, aquisição de novos equipamentos, implantação de sistemas de irrigação e de unidades de produção de bioinsumos, projeto de estruturação da fertilidade do solo, sistemas biodigestores e de compostagem, entre outras medidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A iniciativa foi realizada em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Cerrados, com o Grupo Associado de Agricultura Sustentável (GAAS) e contou com o apoio da Secretaria de Estado Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa-MG) e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG).</p>
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<h4>Novas perspectivas</h4>
<p>Para Sérgio Guimarães e seu sócio, a capacitação representa a possibilidade de reduzir em até 50% os custos com fertilizantes para o cultivo do milho na propriedade, onde tem 50 animais em lactação e uma produção média diária de 1.300 mil litros de leite. Nas aulas, ele aprendeu técnicas sobre produção de adubo orgânico e adoção da técnica de integração da pecuária com a lavoura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O adubo orgânico produzido com os dejetos dos animais aumenta a retenção de água no solo, o que reduz o impacto das mudanças climáticas. Isso aumenta a nossa produtividade e a resiliência do negócio”, analisa o produtor.</p>
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<p>Durante o curso, os professores compartilharam técnicas e planejamentos sobre o controle integrado da fertilidade do solo para cultura de pastagem; planejamento nutricional bovino e alternativas à silagem; recuperação de pastagens com manejo regenerativo; boas práticas na gestão do resíduo bovino; planejamento econômico e outros. As aulas práticas foram realizadas na Fazenda Cachoeira do Rio Pardo (CRP Agropecuária), em Pompéu, região Central do Estado, e em Ipameri, no estado de Goiás.</p>
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